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Do fundo do baú

Um prazer infernal 2

Sarita, ficou um pouco incomodada por não saber quem a estivera espionando na hora do banho. Acha, as pessoas, um pouco estranhas, cheias de atitudes que dava um certo temor. E aquela história da morte do marido de Rosana, na noite noite em que teve o premio de foder o cu da jovem esposa, algo que ele esperou por muito tempo acontecer, deixa o caso surreal. Esboçou até um sorriso ao imaginar a cena, do marido com a pica dura, estático, morto mesmo, ao penetrar o cu da deliciosa e jovem esposa, por não suportar tanta emoção com o delicioso presente.Hilário! Só não achava divertido, saber que a jovem moça ficara com a mente perturbada e com isso ganhara uma vaga em um lugar de desolação, onde a mente ficava exposta á um vácuo interminável. Para Sarita, a vida naquela mansão, era apenas imposta a cuidar do casal de velho da melhor maneira possível. Achava estranho esse fato, pois o casal não estava decrepito a ponta de precisar de uma pessoa á cuidar deles. Outra coisa que tinha notado, era que com ela os dois eram bem falantes, apenas emudeciam quando estavam perante os demais membros da família e principalmente, diante da sisuda governanta. Mas por quê?
Uma noite, depois de colocar os dois idosos na cama, ela verificou se tinha alguma coisa para fazer e se recolheu. Passavam da 01 hora da manhã quando estava lendo um livro que encontrara na biblioteca, que diga-se de passagem era imensa, que escutara um barulho, que não tinha uma definição de onde vinha. Levantou-se começou a caminhar pelo quarto rente as paredes, para ver se vinha por detrás dela o ruído, mas não conseguiu detectar nada. Só que o barulho continuava, como se fosse uns toques que sugeriam um código. Eram repetitivos e contínuos, como se dissesse uma mensagem de socorro. Mas de quem? Ficou intrigada.E se tentasse repetir aquelas sequências de toques? Poderia descobrir alguma coisa?
Sarita não soube por que mas não disse nada do que tinha acontecido, mas ficara atenta a tudo que existia naquela casa, para ver se descobria alguma coisa fora da realidade.
__Procurando alguma coisa senhorita?
__Ahn? Oh! Não, não. Só estava admirando a arquitetura - disse não querendo dizer o que realmente estava fazendo, mas estranhou ver a cara da mulher que pareceu não gostar de vê-la naquele local.
Sarita, passou o dia todo intrigada. Na hora do jantar, enquanto se alimentava, seu olhos percorriam os rostos de cada uma daquelas pessoas que ali estavam, até chegar na cadeira vazia, que lhe causava um arrepio, algo de mal agouro.
Depois de uma sessão de carteado com o Sr Romero e sua esposa, que estava muito vaporosa em sua vestimenta, deixando se ver que apesar da idade ela mantinha tudo no lugar certo, pele que excitava o imaginário de qualquer homem de bom gosto, Sarita se recolheu aos seus aposentos e logo pegou no sono. Sonhava com uma trepada memorável que tivera, no banco traseiro do carro de um belo rapaz que conhecera no shopping da cidade. Cedera, como a mais tresloucada colegial diante da primeira transa, atrás do muro da escola. Sentia a boca do rapaz em suas partes intimas a sugando como um bebê esfaimado. Vibrava com as lambidas que lhe provocava comichões por toda a área lambida subindo até o bico dos seios. Se segurava no banco do carro, e as vezes batia no vidro cerrado. Eram pancadas ritmadas.Pancadas ritmadas! Seus olhos se abriram e ela ficou a espreita. Não estava mais sonhando. As pancadas retornaram. Ela lembrou que tinha a intenção de retornar a possível mensagem. Pegou o seu sapato de salto e aguardou. Novamente aqueles toctoctoc espaço e depois um toc espaço e novamente toctoctoc. Ela assim que o som parou, bateu com o salta na parede na mesma sequência e para sua surpresa, tudo recomeçou, o que indicava que havia uma pessoa em situação limitada em algum lugar naquela mansão. Mas como interpretar aqueles toques? Não entendia de código morse, não sabia interpreta-lo e nem enviar uma sequência, que indicasse que ela estava interessada de onde vinha aquele som. Daquela noite em diante, sempre entrava em contacto com quem, o com o quê produzia aquele som, com um sistema linguístico, onde poderia enviar ou traduzir uma mensagem. Não poderia falar nada a quem quer que fosse.
Estava nua no banheiro enxugando seu belo corpo, quando sentiu que estava sendo vista do outro lado do espelho que estava numa das paredes. Apesar de se sentir invadida em sua privacidade, ela se deixou ficar por ali, além do tempo necessário, expondo para o outro lado, todas as belezas do sexo feminino. Ficou de costas, passando a toalha entre as nádegas e pelas partes posteriores das magnificas coxas. Quem estava do outro lado, tinha colocado aquele tipo de espelho, com o fito de espionar as empregadas que ali iam se banhar e fazer suas necessidades. Ficou por um certo tempo horrorizada com aquela suposição. Não era nada agradável ter descoberto aquela possibilidade. Teve impeto de quebrar aquele revelador de momentos de intimidades que ali mantinha, mas pensou duas vezes e se conteve. Tinha que descobrir, quem estava do outro lado. Mas como?
(continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:23 de fevereiro de 2016 22:08

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Comentários

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  • zegeraldo
    Postado porzegeraldoem26 de fevereiro de 2016 13:17

    ola erotico aqui vai so uma sugestao poderia postar seus contos mais breve poisa demora ao inves de suspense tira o praser da leitura esriando a historia m muito bons seus contos valeu

  • zegeraldo
    Postado porzegeraldoem25 de fevereiro de 2016 00:08

    muito bom continue cada vez melhor

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