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Do fundo do baú

Um prazer infernal 3 - O desejo nasce!

Havia muito tempo, que o pessoal não via uma tempestade tão violenta, abater sobre Sampa. Parecia que o mundo ia se acabar em água e raios que riscavam o negrume da noite em ziguezaguear belo, porém de uma morticidade apocalíptica. Dentro da mansão, todos já estavam recolhidos, se preparando para dormir. Todos, menos uma pessoa. Márcio, andava de um lado para o outro, sentindo-se incomodado com algo que o estava deixando nervoso, que era a presença de Sarita naquela casa. Desde que a vira pela primeira vez, sentira que um desejo enorme crescia dentro dele. A achou um tremendo mulherão e passou a sonhar o dia que a teria em seus braços como todas as outras que por ali passaram. Não deixava escapar a oportunidade de ir para cima delas e transar com elas, para depois as verem desaparecerem sem a menor explicação. Lembrava da ultima, antes de Sarita que desaparecera. A governanta alegou que a mulher não se adaptara ao ritmo de trabalho que lhe impuseram, mas mesmo assim ele achara que ela tinha que lhe dizer pelo menos um adeus, já que pelo pouco tempo que ali estivera, mantiveram um bom relacionamento amoroso. Claro que Sarita era muito mais interessante que a outra, e por isso mesmo ele estava com a ideia fixa de a conquistar.Um relâmpago, seguido de um estrondoso trovão, deixou o quarto as escuras. Foi até a cortina, de tecido grosso e a puxou para o lado. Através da vidraça, viu que lá fora, no bairro inteiro, estava tudo envolto na negritude da noite. Sarita! Estaria dormindo? Teria medo de ficar no escuro caso estivesse acordada?
Sarita estava lendo um livro que sempre a acompanhava. Era um livro de auto ajuda, que muito a tinha ajudado em sua vida profissional e no relacionamento com terceiros que impactassem sua vida. Graças a ele, ela entrava e saia de um relacionamento, onde comandava o que desejava, não esperando pela outra parte decidir. Já não via as letras das páginas do livro. Olhava, para o mesmo, mas o que estava ali a sua frente, era a figura de Márcio, que mexera com ela desde que o vira e trocaram por momentos, olhares luxuriosos. Sempre que pensava nele, notava que sua vagina se umedecia e vertia para fora, aquele melzinho translúcido, que servia para lubrificar seus grandes lábios vaginais. Ela sabia bem a impressão que causava nos homens, quando passava pela rua, rebolando aquelas ancas proeminentes, que pareciam terem sido feitas para provocar a atenção. Bonita ela sabia que era, pois o espelho lhe dizia sempre que ela diante dele se postava. Na verdade ela era bonita e muito gostosa. Uma moça que não tinha defeitos para os expor; a não ser a sua teimosia. Quando queria uma coisa, ia até p fim para consegui-la, mesmo que a colocasse em perigo. Batalhadora incansável, ela procurva ser sempre fiel a quem a tinha como funcionária, prestando da melhor formas os seus dedicados préstimos. Aceitara aquele trabalho com a intenção de sair da lista dos desempregados habituais das filas das Cats, onde milhares procuravam de alguma forma se inserir no mercado de trabalho outra vez. Mas o que importava naquele momento erra que seus dedos, deixaram o livro de lado e estavam mergulhados entre suas coxas, se molhando naquele mel que estava escorrendo de suas entranhas. Mergulhou um dedo dentro do canal lubrificado, o levando para bem fundo dentro de si. Gemeu, quando começou a remexer o dedo e notar a rugosidade que havia em sua caverna do prazer. Separou bem as pernas e depois de retirar o dedo e leva-lo a boca sentindo o sabor salgadinho de sua seiva, voltou a dirigi-lo, acompanhado de mais um,para o caminho que estava preparado cheio de secreção intima. Enquanto fazia aquela incursão dedal, a outra mão desnudavam os seios fartos, cujos bicos estava despontando duríssimos em meio a aureolas marrons, massageando os pomos com uma certa agressividade quando o orgasmo era atingido, provocando soluços, entrecortados de tremores que sacudiam todo seu corpo. Nesse momento ela retesava as pernas e apertava as coxas prendendo a mão cujos dedos estava dentro de si. Soltava um longo gemido deixando se ouvir um nome:
__Márcio!
Um relâmpago, seguido do estrondo de um forte trovão, fez a luz do seu quarto oscilar e depois apagar. Apenas o clarão dos relâmpagos iluminava o recinto e ela saiu daquela veneração sexual, e tateando os móveis foi até a janela e verificou que lá fora tudo estava um breu. Conforme andava, sentia os lábios vaginais se tocando de uma forma escorregadia, como se tivesse colocado gel lubrificante entre eles para a inserção de um pênis. Era gostoso, se sentir molhada daquele jeito, mesmo que fosse apenas por causa da sua imaginação e não pela ação dos dedos daquele em quem pensava. Não sabia onde encontrar velas para que pudesse sair daquele ambiente escuro. Nem mesmo sabia, se havia alguma na mansão. Não lhe ocorria que pudesse ser corriqueiro, sempre que chovia, a energia cair, naquele bairro de classe alta. Isso só acontecia em bairros da zona leste e norte, onde as comunidade (favelas) se multiplicavam e os órgãos públicos não davam a minima, a não ser perto das eleições; ai sim os abutres dos votos apareciam e dedicavam migalhas de serviços, que eram rejeitados nas praças mais abastadas em poder aquisitivo. Estava para pegar um roupão e sair a procura de uma vela, quando viu surgir por debaixo da porta uma luminosidade forte e logo a seguir pancadas na porta se fizeram ouvir. Ela sem sequer imaginar que estava vestida com uma camisola muito transparente, foi atender.Ao abrir a porta, deparou com um facho de luz que a cegou, fazendo com que levasse uma mão aos olhos. O facho quase que de imediato, desceu pelo seu corpo, como se o analisasse por trás do tecido diáfano, indo para a seus pés. Alguém se desculpou:
__Me desculpe. Vim lhe trazer uma lanterna, para não se locomover no escuro - soou a voz de Márcio. Notava-se que ele estava extasiado com o que vira.
__Oh, muito obrigada. - disse Sarita, procurando colocar um braço, a frente dos seios, que eram visíveis e a outra mão em direção ao sexo, mesmo sabendo, que ele já tinha visto o que ela tentava esconder, momentos atrás ao abrir a porta. Não sabe por quê, mas ficara um pouco enrubescida, ao perceber que o homem que ela a pouco tivera, na ponta dos seus dedos dentro de sua vagina, a levando a ter um orgasmo intenso, havia lhe visto o corpo semi nu. Pegou a lanterna que ele trazia a mais e lhe estendia, deixando de cobrir os belos seios, sabendo que ele os olhava.
__Está tudo bem com você? - quis saber ele, já sentindo uma pequena ereção.
__ Fora o incomodo que até pouco minutos atrás estava tendo por não ter algo para iluminar um pouco essa escuridão, está tudo em ordem. - disse levando a lanterna a altura do sexo, como se fosse enfia-la no mesmo. Acionou a lanterna por instinto e teve a agradável visão do foco de luz ficar na braguilha do rapaz e nela notar aquela protuberância que ela tão bem conhecia do sexo masculino.
__Vais ficar bem sozinha?
__Agora com essa lanterna, eu vou ficar.
__Se precisar de uma companhia...
__Obrigada pela oferta, mas não precisa.
__Então vou indo, tchau!
__Tchau!
Se despediu dele, sentindo a boceta formigar e por instante quase o chamou para ficar com ela ali naquele escuro, que poderia render muitas coisas deliciosas, mas viu o vulto do rapaz se perder a esquerda do corredor onde ficavam os quartos.
A chuva tinha ficado mais amena, mas não tinha sido restituída a energia elétrica. Vez ou outra ela acendia a lanterna e iluminava o teto que deixava o ambiente mais claro. Em sua mente ela só tinha a figura de Márcio, já o imaginando nu, lhe fornecendo a sua fonte do prazer, para seus lábios, no caso dela, terem contato.. Já estava levando a mão entre as coxas a procura do seu centro de prazer quando:
"Toctoctoc - pausa- toc - pausa e toctoctoc"
Sobressaltou-se e com um salto, se levantou e iluminando os mobiliários saiu em procura de algo, que pudesse devolver as pancadas que começavam a soar novamente naquela ressonância angustiante. Enquanto buscava alguma coisa, se perguntava, quem poderia estar efetuando aquele ruídos, que pareciam vir de todos os lados? Como interpretar aquele tocs? (continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:29 de fevereiro de 2016 20:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Comentários

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  • zegeraldo
    Postado porzegeraldoem12 de março de 2016 13:17

    cade a continuaçao so ficou no suspense e parou

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