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Um tesão além da conta

Na mesma época que Jussara engravidara sua mãe também anunciou estar de barriga. Uns criticaram mas Jussara achara o maior barato e curtiu com a mãe a gravidez de ambas, achando muita graça quando saiam ás compras com aqueles barrigões. Coincidência á parte foram para a maternidade no mesmo dia com intervalo de uma hora, mas na hora de sair as crianças resolveram seguir aprontando e sairam juntas. Em Jussara veio Armando e na sua mãe Marcela. Os dois cresceram juntos e se tornaram amigos inseparáveis. Ele com o passar dos anos foi ficando um rapaz cobiçado pela sua simpatia. As garotas corriam atrás dele e descaradamente o convidavam para ficar com alguma delas.Armando era focado nos estudos e não se distraia com o que os rapazes de sua idade mais procuravam ou seja sexo fácil. Saia em companhia de Marcela que era uma beleza de garota e por quem nutria uma paixão mas se via impedido de se declarar por causa dos laços consanguíneo. Eram de uma formação religiosa muito rígida e não pensava em quebrar esse vinculo, Sofria calado com o desejo explodindo em diversas punhetas quando chegava em casa depois de um encontro com a tia. Era estranho pensar que eram tia e sobrinho que eles achavam ridículo. Nunca tinham ficado juntos em lugares que não fosse publico. Tinham 17 anos quando foram a um cinema em um shopping. Assistiam ao filme quando Armando notou que um cara da poltrona de trás estava tocando nos cabelos de Marcela que reclamou ao mesmo tempo. Não deu tempo para o "cavalheiro" descobrir o que o acertou no nariz sangrando. Levantaram-se e foram embora. Na rua Marcela deu-lhe um beijo na face e agradeceu por ele ter tomado as dores dela. Armando disse que com a tia dele ninguém mexia se estivesse por perto. Se olharam e riram da frase proferida.Chegaram em casa e tudo estava em silêncio. Como tinha a chave Marcela abriu a porta e pediu ao sobrinho que ficasse com ela até seus pais voltarem. Fez um pouco de pipoca e começaram a comentar o pouco do filme que tinham assistido combinando que voltariam outro dia para acabar de vê-lo. O programa que assistiam estava quase no fim e a pipoca também e desta vêz Armando se dispôs a faze-lo e Marcela se aproveitou disso para tomar um banho.Fora rápida e enrolada em uma toalha passou a frente cozinha indo para seu quarto. Armando vira ela passar e a visão das suas coxas o deixou pertubado a ponto do pau começar a dar sinal de vida. Uma vontade de mijar o fêz se dirigir ao banheiro. Estava com o pau semi duro para fora tentando liberar o liquido quando olhando para o lado do box viu dependurada no registro de agua uma calcinha. Após sacudir o bilau ele foi até onde estava peça e a pegou levando a mesma as narinas aspirando o perfume que dela vindo, sentindo mo cheiro da buceta da tia. Não deu outra e teve uma ereção violenta. Tocava uma punheta furiosa tendo a calcinha como inspiração que não percebeu a porta do banheiro se abrir e nela entrar Marcela que ainda estava enrolada na toalha. Lembrara no quarto que tinha deixado a peça no banheiro e que precisava tira-la de lá pois seu sobrinho poderia ir até lá e seria constrangedor. Mas diante da cena que viu ficou pasma e sem fazer barulho saiu fechando a porta. Correu para o quarto com o coração aos pulos. Sentou-se na cama e ficou a pensar no que tinha visto.Sentiu um arrepio quando mentalmente visualizou o pau do sobrinho que duro era manipulado pelo mesmo enquanto de olhos fechados cheirava a sua calcinha. Sem saber por que abriu as pernas ligeiramente e levou a mão até sua jovem e virgem bucetinha. De boca berta se deixou acariciar caindo para trás no seu leito.Apertou a mão com as coxas e com um gemido rouco sentiu que algo saia de dentro de sua buceta. Não era época de sua menstruação então retirou a mão e olhou os dedos melados de um liquido opaco e viscoso.Percebeu que estava se acalmando diante do gozo que tivera e que era delicioso o que sentiu. Armando no box ejaculava todo desejo que nutria pela sua jovem titia.Assim que acabou se limpou com papel higiênico e depois passou a calcinha nele colocando-a de volta onde encontrou.Na sala ops dois se encontraram e não falaram mais. O sentimento de culpa de um o medo de outro os deixava pensativos. No dia seguinte Marcela foi se confessar e contou em parte o que sentira pelo homem que vira se masturbando com sua calcinha. Omitira o fato de sentir aquela sensação deliciosa a ponto de gozar por seu sobrinho, filho de sua irmã. O confessor a aliviou dizendo que era normal jovens terem aquele tipo de sentimento pelo homem que cobiçava, mas que ela mesmo assim teria que fazer uma penitência.Mais aliviada por saber não estar cometendo nada de errado a não ser o fato do homem desejado ser seu sobrinho, ela procurou se afastar de Armando. Um dia depois de muito tempo, em que as duas famílias estranharam a ausência de cada um deles juntos, já que foram sempre unidos, a avó de Armando tinha que fazer uma entrega numa cidade próxima e demoraria no minimo 2 horas para fazer isso. Pediu a mãe de Armando que viesse tomar conta de Marcela que não estava se sentindo muito bem. Assim que a filha confirmou que estava indo cuidar da irmã a sua mãe saiu. No entanto quando estava para sair de casa chegou uma visita e ela teve que pedir a Armando que fosse fazer companhia a Marcela que depois que a visita fosse embora ela iria caso sua mãe ainda não tivesse voltado. Armando chegou na casa e sabendo onde ficava a chave encontrou-a e adentrou a casa e não encontrando ninguém ia se dirigindo para o outro lado da casa quando ao passar pelo quarto da tia seu coração quase para ao olhar o seu interior. Sobre a cama estava o corpo despido da jovem que lhe obrigava a inúmeras punhetas.Ficou paralisado vendo aquela maravilhosa parte anatômica da garota. O pau começou a endurecer e ele sem saber como agir ainda tentou visualizar a xana da tia e só conseguiu ver direito pela posição de lado que estava quando se aproximou mais. Sentiu um nó na gargante e saiu correndo para a sala. Lá ficou pensando no que fazer e se sentiu angustiado.Marcela acordou e sentiu sede. Sem saber que não estava sozinha saiu do quarto indo para a cozinha onde pegou um copo com água retornando para seu quarto. Seu trajeto foi interrompido quando olhou para a sala e viu Armando que a olhava com os olhos esbugalha-dos a figura impressionante de sua tia núa de boca aberta em choque. O copo caiu da sua mão se espatifando no piso. Automaticamente ela cobriu os seios delicados e o sexo, com os braços e mãos.Armando foi ao seu encontro tirando a camisa que a cobriu parcialmente e ao sentir a sua presença muito próxima Marcela não aguentou e desmaiou. Armando a carregou para o quarto depositando-a sobre o leito foi a procura de álcool que passou a esfregar nops pulsos dele e passou o liquido em suas narinas. Quando começou a recuperar os sentidos ele a cobriu com um lençol e saiu para tirar os cacos de vidro do corredor. Quando voltou não entrou no quarto foi direto para a sala e se surpreendeu ao ver sua tia sentada no sofá. Ela vestia uma saia curta e uma blusa sem nada por baixo onde seus seios de menina estavam livres e soltos. Sentou-se na outra ponta do sofá e ali ficou sem saber que atitude tomar.Ela também estava inquieta. Como que adivinhando o pensamento do outro se encararam e nos olhos de cada um podia se ver a chama do desejo. A respiração entrecortada de ambos era possível se ouvir e partiu de Armando chegar até Marcela e lhe estender as mãos. Ela correspondeu. Se olharam demoradamente e os sentimentos afloraram. As bocas se aproximaram e se uniram em um beijo desajeitado mas cheio de paixão. Tomou-a nos braços e acariciou seu rosto depois enfiou a mão sob a blusa e alcançou os seios duros. Ela suspirou languidamente sentindo os bicos enrijecer e ao ter sua saia levantada se endireitou e separou as pernas para sentir o toque dos dedos do sobrinho em sua intimidade. Vibrou quando teve o grelinho manuseado e sentiu que seu corpo todo vibrava.Levantou-se e se desfez da blusa e da saia ficando mais uma vêz núa diante do homem que era o seu amor e seu sobrinho. Armando também ficou sem roupa ostentando aos olhos da tia um caralho de cabeça avermelhada que empinado apontava em direção de Marcela. Sentou-se no sofá e ela se precipitou sobre ele. Estava perdida e não sabia se teria condições de lhe dar prazer oral como ele insinuava naquela posição. Temia fracassar e perde-lo por isso pediu que ele a ensinasse o que fazer, como fazer. Armando todo emocionado com o pedido pediu que ela beijasse a cabeça do seu pau e depois o lambesse até os ovos. Marcela se curvou sobre ase pernas dele e pegando na pica passou a distribuir beijinhos sobre a glande.Uma mão do rapaz estava em seu seio acariciando-o suavemente enquanto se estirava todo permitindo assim que sua tia tivesse maior contacto com sua pica. Ela dobrada sobre os joelhos o abocanhava lentamente fazendo sumir uma boa parte dela. Aprendia com prazer o que fazer.Armando pediu a Marcela que se estirasse ficando de bruços, mas que continuasse a chupa-lo. Com isso oide apreciar o traseiro da tia e alcança-lo com uma das mãos passando a acariciar a bunda dela.Mexia em seu rego mergulhando o dedo a procura do cúzinho. Ao tocar em suas pregas começou a coçar as mesmas que provocou um formigamento no corpo da mulher. Ela estava gostando da carícia e demonstrava isso com os pequenos meneios dos quadris.Enquanto ele enfiava o dedo indicador dentro do rabo da sua amada tia ele pensava que não poderia te-la de forma convencional. Teria que preservar sua virgindade que deveria ser do seu futuro marido, que um dia teria. E foi pensando nisso que se ergueu e pediu que ela fizesse o mesmo. Sentaram de frente um para o outro e Armando começou acanhadamente o que tinha pensado e ela logo compreendeu entendendo que nele estava querendo manter relações sexuais com ela no lugar que o dedo indica- dor dele a penetrara. Estremeceu ao lembrar o que sentiu e se imaginou tendo relação por ali. Sorriu e o beijou carinhosamente dizendo:
___Por mim esta tudo bem. Você vai me ajudar também?
___ Sim. Farei tudo para você ter prazer. Se estiver doendo eu prometo não insistir.
Marcela sorriu e foi se posicionando sobre o assento do sofá como Armando estava sugerindo. Apoiou a cabeça sobre o encosto do sofá e levando as mão atrás separou as nádegas expondo o seu cú. Armando se levantou e foi até a cozinha de onde voltou com um pote de margarina sem sal. Pegou um pouco e passou sobre as pregas de Marcela e depois lubrificou a cabeça da sua pica. Aproximou do traseiro da tia e encostou a cabeça da pica em suas pregas. Marcela se preparou para recebe-lo e quando o sobrinho começou a forçar a pica de encontro ao seu botão ela trincou os dentes para não gritar. Estava doendo e muito mas ela iria suportar a invasão sem se lamentar sentindo a invasão continuar até que tudo estava dentro de seu cú. Marcelo a abraçou com forças e ficou imóvel dentro do seu rabo. Procurou sua boca e ficaram trocando caricias até que ele passou a se movimentar dentro dela. Ardia e seu rabo parecia estar recebendo uma brasa viva em vez da pica de Armando, mas ela estava aguentando por amor a Armando. Não demorou muito para que ela começasse a sentir prazer. Os dedos de Armando estavam entre os lábios da sua buceta e roçava a sua virgindade provocando em sua tia um calafrio que a endoidecia. Foi com emoção que sentiu gozos sucessivos e quando jatos de porra começaram a bombardear seu reto ela desejou que aquele momento não acabasse nunca. Suados e satisfeitos ela sentada no colo do sobrinho e com a pica ainda dura dentro do rabo sentia-se recompensada. Quando a mãe de Armando chegou encontrou os dois vendo televisão e comendo pipoca.Muitos anos se passaram e Marcela casara e estava até esperando o primeiro filho que não sabia se era do sobrinho ou não, já que depois de casada ele tinha acesso aos dois buracos do seu intimo, agora com mais liberdade.Estavam sempre felizes com um tesão além da conta.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:26 de dezembro de 2014 16:24

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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