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Uma forma diferente de amar

Casada com Bruno, a mais de 10 anos,Alice se mostrava feliz, tanto na área financeira quanto amorosa. Casara quando tinha 19 anos e seu marido 23. Bruno era um cara esforçado, que amava muito sua esposa, que na verdade fora sua primeira paixão que acabara culminando com amor. Alice era irmã do seu melhor amigo e por este fora apresentado á ela, que logo se apaixonou pelo belo rapaz. O namoro decorreu como mandava o figurino. Sandro, impusera a Bruno, a condição de não fazer sua irmã sofrer, pois se isso acontecesse os dois iriam acertas as contas.
Durante todo o namoro e depois o noivado, o máximo que Bruno fizera, fora sugar os seios de Alice, que por sinal eram espetaculares, dignos de serem eternizados em mármore. Ela, mal esperava os dias de namoro, para ter aquela sensação gostosa de se deitar no colo dele e ter os seios acariciados pelas mãos do rapaz, até o momento que os mesmos recebiam a apreciação dos seus lábios. Sentir aquela sensação gostosa, de um calor diferente que queimava, ironicamente, seu interior, era para ela como uma ducha de água fresca em momento de muito calor. Não passavam disso, mas era o suficiente para que ela quando estivesse sozinha, ficasse pensando naqueles deliciosos momentos. Sandro sempre a questionava sobre o comportamento do amigo e ficava feliz de saber que o mesmo cumpria o prometido, respeitando sua irmã. Lógico que ela não dizia, ou insinuava que era acariciada e que gostava de o ser. Ficava na dela, só esperando pelo próximo encontro. Ficava morrendo de inveja, quando encontrava com as amigas e elas relatavam como tinha sido os finais de semana com seus namorados. Muitas delas iam para motéis onde passavam a noite, ou até mesmo durante o dia, onde ficavam transando em ambientes sofisticados que aguçavam mais a ansiedade sexual.
Fantasias eram criadas em sua mente que não parava de imaginar como seria uma transa com seu namorado. Noivaram e depois de alguns meses se deu o enlace matrimonial. A festança fora grande, mas a ansiedade da noite de nupcias era bem maior para ambos. Alice em sua aparente inocência, recebera da mãe alguns conselhos de como se comportar no sagrado momento da entrega. Bruno que ouvira sua mãe fazendo aquela preleção á sua irmã se divertira com aquelas palavras estudadas que não representavam mais a realidade das jovens de hoje em dia. Sentia-se culpado, até certo ponto, por sua irmã ser tão sem noção nos assuntos relacionados a sexo. Um dia antes do evento e chamou sua irmã em seu quarto e com muita paciência pediu que irmã não levasse muito em conta o que a mãe dissera. Queria que ela deixasse que o momento lhe dissesse como agir. Não adiantava inventar e sim se entregar e curtir cada momento. Falou sobre o seu desvirginamento, que poderia ser doloroso ou até indolor, mas disse também que falaria com Bruno para lhe pedir que fosse carinhoso. De mãos dadas com seu irmão, Alice o olhava fixamente, sentindo uma admiração por aquele cara que antes de ser seu irmão, era seu amigo e conselheiro. Agradeceu a ele tudo que lhe dissera e o abraçou carinhosamente. Sandro, conversou com seu futuro cunhado e expôs a ele que sua irmã teria que ser tratada de uma forma diferente das demais, por ser inocente em matéria de sexo. O casamento se deu em clima de muita euforia. O casal fora passar esse momento tão importante de suas vidas na praia, onde tinham alugado uma casa. Alice estava linda. Irradiava felicidade por estar ali sozinha com seu, agora marido, a poucos minutos de se tornar fisicamente mulher. Com ela nos braços, adentraram a casa que estava mobiliada e tinha um aspecto acolhedor. Quando a depositou sobre o tapete da sala, Bruno acariciou seu rosto e depositou um beijo em seus lábios. Fora um beijo demorado. Um beijo diferente dos que sempre trocaram, ela notou. Tinha algo a mais, que a fez sentir um tremor. Sentiu que os lábios dele resvalavam para o queixo e desciam pelo pescoço, descendo até o decote do vestido, onde se podia ver parte dos dois seios. Depositou a boca sobre eles dando um beijo em cada um, a seguir desceu o zíper que mantinha o vestido no lugar.Um sutiã meia taça sustentava as preciosidades, que era a unica parte do corpo de Alice que Bruno conhecia. Com sutileza, forçou a peça para baixo, e teve como premio, a visão dos belos seios de sua mulher. Eram bem feitos em toda sua plástica. Os bicos estavam apontando sempre para cima e foi neles que Bruno depositou as primeiras caricias. Não a queria por nua e sim que ela se despisse, e por isso mesmo resolveu que a deixaria a sós. Alice se olhou no espelho e imaginou que ali fosse o quarto de um motel. Fantasiaria o que nunca vira para aplacar um pouco o medo da posse. Sentira, quando Bruna a tivera nos braços, aquele volume em sua calça, o mesmo que observara por tanto tempo, em seus encontros. Iria tê-lo a penetra-la dentro de poucos minutos. Como deveria agir? Como sua mãe lhe dissera ou ir pelas dicas de seu irmão. Sandro, povoou seus pensamentos enquanto se despia e relembrou de algo que a deixou inquieta. Quando lhe passava as instruções comportamental de núpcias ela notara que ele tinha em formação aquele volume em sua calça. Era tão volumoso quanto o que Bruno apresentara. Teriam o mesmo tamanho. Sorriu, pensando no que ele e seu marido teriam conversado a respeito da primeira transa com ela. Seria tão bom se ele estivesse ali com eles e os orientassem de como fazer. Ele tinha experiência de sobra. Mas qual, era impossível isso acontecer, eram irmãos e mesmo que não fossem, ela achava que jamais transaria com alguém observando. Sentiu um arrepio percorrer-lhe todo o corpo e sua cabeça latejou. Se persignou e começou a tirar a roupa rapidamente.O corpo nu, refletido no espelho, lhe deu um certo prazer e orgulho. Ficou de lado pesquisando sua silhueta vendo a beleza que eram seus seios empinados, virou mais um pouco e visualizou as costas que terminavam em um bunda linda tão empinadas quanto os seios. Passou as mãos pelas laterais do corpo chegando até as nádegas, que apertou e soltou e sorrindo se sentiu poderosa. Era gostosa e sabia disso e seu marido a teria só para ele muito em breve e para todo o sempre, pensou. Queria viver com ele todas as delicias do sexo. Não se furtaria a nada que ele quisesse. O que mais queria era ser feliz.
Deitada sob a colcha de cetim, ela aguardava a chegada do seu amado. Estava nervosa e se sentia culpada de assim estar. Não devia ter seguido ao pé da letra, o que Sandro exigira que Bruno cumprisse e por tabela, ela também.Agora estava aflita como se estivesse nos tempos medievais onde as donzelas, em sua noite de núpcias tinham seu cabaços rasgados pela pica do senhor feudal, para depois o marido ter direito sobre seu sexo. A expectativa a estava deixando, com as dobras do seu sexo umedecidas e ela curiosa foi ver o que estava acontecendo. Nesse instante Bruno entra no quarto e a vê olhando para sua xoxota. Ela cora e logo puxa a colcha sobre si e fica de costas para ele. Com aquele movimento que fez, ela deixou sua bunda exposta. Bruno ficou parado admirando aquela anatomia bela que ela lhe oferecia aos olhos e logo sentiu a pica começar a crescer. Alice não sabia o que estava acontecendo ás suas costas e diante do fato de seu marido a ter surpreendido olhando para a xoxota, não estava em condições de encara-lo. Estava nervosa. Bruno se estirou ao lado dela, já sem qualquer tipo de roupa e o pau endurecido encostou na bunda da esposa. Alice teve um choque. Era a primeira vez que ficava nua com um homem e sentia o seu orgão tocar-lhe a pele. Era uma sensação tão boa a que estava sentindo, que chegava a amedrontar. Bruno, lançou um braço sobe seu corpo e sua mão buscou seus seios. Encontrou-os com os mamilos duros. Apertou um deles. Alice olhava para os seios sendo acariciados e foi se soltando aos poucos e quando se voltou para trás para olhos o marido, recebeu o mais gostoso dos beijos que um homem pode dar em uma mulher. O medo se foi e ela foi se virando até ficar frente a frente com ele, de lado. Levou a mão até seu rosto e continuaram a se beijar. O pau agora espetava-lhe o baixo ventre e tentava se infiltrar entre suas coxas. Quando Bruno foi sobre seu corpo e a virou de costas na cama, ela ficou inerte, não por que quisesse, mas porque estava sem ação. As palavras dele soaram como um calmante:
__Minha princesa linda. Te amo e quero te fazer muito feliz. Desejei tanto chegar a este momento e agora estou para ter você só para mim. Não tema nada. Vai ser muito gostoso.
__Confio em você meu amor. Sei que vai me fazer mulher e muito feliz. Te quero com toda a minha alma.
As mãos dele corriam pelo corpo da jovem senhora, alisando e apertando cada ponto que pudesse sentir. Se posicionou entre as pernas de Alice. Foi com a boca até sua vulva úmida onde aplicou diversos beijos. Para a moça, aquilo era novidade, mas ela absorveu deliciada aquele tipo de carinho, do qual as amigas falavam tanto. Bruno separou-lhe seus lábios e viu no introito vaginal o hímem que teria de perfurar para tornar Alice definitivamente mulher. A jovem estava com os dedos crispados no tecido da cama sentindo aquele tremores que se tornavam cada vez mais elétricos. Sabia que era o gozo e sem poder explicar por que, veio -lhe á mente as palavras de seu irmão e não os conselhos de sua mãe.Mordeu os lábios quando se sentiu impotente para controlar o que sentia. Uma tontura a acometeu e em seu interior o calor aumentou.Se agarrou ao marido e desabou em um gozo espetacular. Bruno, deixou sua xoxota e subindo pelo seu corpo se dedicou a chupar os magníficos seios.Quando colocou a glande no buraco da vagina, Alice se encontrava preparada para a posse. A dor, não fora tão grande quanto esperava, mas tinha doido e ela se perguntou até onde podia procurar ajudar.Bruno foi introduzindo todo o seu pênis dentro da vagina que o foi recebendo, estreita no inicio, mas se acomodando em torno do seu pau, dando-lhe um prazer imenso. Quando começou a se movimentar, passou a ouvir os gemidos de Alice. Não sabia se era de dor ou de prazer, mas continuou até que não conseguindo se controlar mais esporreou dentro dela. Tudo tinha sido consumado. O sangue que coloria a brancura do lençol, era a prova viva de que ali uma virgem se tornara mulher.Mas era só aquilo? Fora por causa daquilo que ela se preservara durante tanto tempo e que acabava em um piscar de olhos?
A decepção de Alice estava apenas começando. Com o passar do tempo, Bruno se mostrou um homem pouco interessado em agrada-la para depois possuir seu corpo. Vinha a fazia abrir as pernas entrava, gozava e pronto. Se ela o acompanhasse tudo bem, caso contrario ficava a ver navios. Não havia mais amor entre os dois? Não, não era isso, muito pelo contrario. Sabiam que se amavam mais do que nunca, pois a vida dos dois era um mar de rosas. Apenas a questão sexual é que estava meio devagar quase parando. Um certo dia, Sandro apareceu de surpresa na casa da irmã e a achou muito triste. De tanto insistir, ela que confiava demais em seu irmãos, acabou contando. Sandro disse que não entendia o cunhado. Tinha uma mulher deliciosa, que era o sonho de muitos homens e estava negando fogo. Precisava falar com ele. Tinha vindo passar alguns dias com eles e por isso mesmo tinha que falar o que "achava" estar acontecendo. A noite quando Bruno chegou, ficou feliz por ver o cunhado ali. Depois do jantar foram conversar na sala e tomar um café. Sem preâmbulos Sandro tocou no assunto, vida sexual entre o casal. Bruno, meio que sem graça, acabou confessando, que estava um pouco sem inspiração para fazer sexo. Queria se soltar, mas apesar de reconhecer que Alice era uma tremenda mulher, faltava algo mais. Parecia estar profundamente chateado com a situação. Alice escutava tudo e analisava. Será que ela não era suficientemente agradável aos olhos do marido? Outro homem teria esse mesmo comportamento?
No dia seguinte saiu ela e Sandro para fazerem compras em um hipermercado. Usando uma roupa muito justa, ela realçava muito as curvas do corpo. Sua presença chamava a atenção de todos. Sandro chamou-lhe a atenção para esse detalhe e ela ironizou:
__Queria que meu marido tivesse esse mesmo impeto. De que me vale essa exposição se não tenho o principal na cama. Olha mano, estou ficando de saco cheio. Não estou aguentando mais. Acredita que já tive vontade de ir para a cama com outro homem, para ver como me comporto e ele também? Se já não fiz isso é porque não confio em ninguém. Olha quer saber de uma coisa, já compramos tudo que precisava, vamos embora que estou ficando nervosa.
Durante o trajeto de volta, Sandro notou o quanto a irmã tremia. Não gostava daquilo. Tinha que fazer alguma coisa para salvar o casamento dela. Em casa a ajudou a colocar as compras no lugar. Sentado junto a mesa da cozinha, observava a irmã se deslocando de um lado para outro. Olhava-a, quando ela estava de costa, analisando não como sua irmã, mas como uma mulher bela e sensual. Se ele tivesse uma mulher igual a ela a coitada estaria frita, pensou. Não a deixaria um minuto sem trepar. Como podia seu cunhado recusar uma lomba daquela? Sentiu seu pau endurecer e ele o afagou, apertando-o em sua mão.
__Mano, pega um prato para mim, pois estou com a mão molhada com o preparo do peixe que vou assar para nós?
Sandro se levantou e foi até ela. O prato estava dentro do armário que ficava bem acima de onde Alice estava.Para pegar o mesmo ele teve que ficar atrás dela e sem querer encostou na bunda da irmã, esquecendo que estava de pau duro. Alice percebeu que ele estava excitado e sem saber também porque, ou por pura carência, forçou o traseiro de encontro ao corpo do irmão, sentindo com mais nitidez o volume em sua bunda. O peixe que estava em sua mão, deixou cair sobre a pia indo o mesmo parar dentro da cuba de inox. Com a respiração tropega ela se curvou um pouco para o pegar e com isso o contato com o pau do irmão ficou mais firme. Sandro, ainda estava naquela posição, como que congelado, ainda sem ter conseguido pegar o prato pedido. O pau dele ficou mais duro e causava-lhe um certo constrangimento. Estava excitado por causa da bunda de sua irmã. Conseguiu pegar o prato, o colocou sobre a pia e saiu quase que correndo da cozinha, largando Alice debruçada sobre o mármore, respirando com dificuldade. Ficou perdida em seus pensamentos ainda sentindo aquela dureza masculina em sua bunda. Algo estava ocorrendo e ela para tirar a dúvida, abrira a calça e enfiara a mão dentro da calcinha alcançando o sexo. Seus dedos comprovaram o que ela já suspeitava, tinha gozado. Durante o almoço, mal se falaram. Estava um clima pesado. Passaram o resto do dia sem se falar e ela não queria aquilo. Afinal não tinha acontecido nada de mais e ele já tinha ficado excitado com ela antes do casamento. Por que todo aquele drama? A noite na cama com o marido ela começou a puxar assunto de pessoas que estavam infelizes no casamento e que tudo era atribuído a falta de sexo. Bruno tinha lhe dito que a amava e se houvesse uma solução para o problema que também estava afetando o relacionamento deles, faria de tudo para contornar aquele empasse. Amava demais sua bela esposa e não largaria dela por nada. Alice também pensava assim, pois amava o marido de uma forma como jamais imaginara amar. Se abraçaram e nem tentaram fazer sexo, seria inútil.
No dia seguinte Alice, como sempre foi para cozinha preparar o café da manhã. Estava vestida com uma camisola fina, que deixava perceber todo o contorno do seu corpo sob ela.Bruno tomou o seu café, beijou a esposa e saiu para o trabalho. Ela lavava as xícaras do café e recordava do dia anterior, ali mesmo, no lugar em que estava. Ao se virar, levou um susto, ao ver Sandro parado na porta olhando-a. Sorriu para ele e foi colocar mais uma xícara na mesa. Sandro olhava e analisava a cena da irmã, que estava semi nua, deixando-o excitado novamente. Quando viu o que ela estava fazendo no armário que abriu, se aproximou e encostou nela firmemente, deixando-a sentir toda sua dureza. Alice suspirou e se deixou cair para trás em plenos braços do irmão. Estava decidida e se virando elevou os braços e o puxou para si e ambos se beijaram. O pau de Sandro logo estava de fora da calça do pijama e a camisola de Alice estava jogada no piso da cozinha. A boca de Sandro tomara conta dos seios atrevidos e ele chupou com vontade quase que querendo morde-los. Alice gemia alto sem se preocupar se algum vizinho a pudesse ouvir. Sandro se agachou e a pegou nos braços e sem parar de beija-la a levou para o quarto do casal que ainda estava com a cama por fazer e depositando-a sobre o lençol olhou em seus olhos e disse:
__Eu quero você mana. Desejo possuir você. Quero suprir o que seu marido não lhe dá. Não aguentava mais te ver e não poder te tocar. Não é de hoje que eu te desejo. Foi por isso que fiz aquele pacto com seu marido para não avançar o sinal com você. Era por ciúmes. Mas agora, depois de ontem eu não aguentei mais. Te quero.
__Meu querido irmão. Sou toda sua. Me faça feliz. Preciso sentir você dentro de mim. Vem me chupa, tome o meu caldo e depois me foda com essa pica.
__Como você vai ficar com relação a seu marido?
__Maravilhosamente bem. Ele vai adorar.
__Como assim? Você vai contar a ele que transamos?
__Não. Ele vai ouvir pro que vou narrar tudo que você estiver me fazendo.
Alice estendeu a mão e pegou no criado-mudo o celular. Teclou alguns números e disse a seguir:
__Amor estou agora em nossa cama, nua, com um homem que esta me chupando os seios, os lambendo, mordendo meus bicos. Aqueles bicos que você tanto adorava.Ele esta me olhando sem entender o que estou falando. Ele pensava que nós não tínhamos tido nenhuma intimidade. Sim amor é ele mesmo. Você se importa que seja ele? Então meu amor, ele vai me chupar a boceta todinha agora...uuui!Você precisava estar aqui meu amor ele esta...mordendo...esta mordendo...e eu acho que vou gozar...amor, eu te amo. Ouça o som das chupadas em minha boceta...
Alice parecia desvairada ao colocar o celular junto da boceta para que o som saísse nos ouvidos de seu marido nos escritório em que trabalhava. Ela procurava gemer o mais alto possível para que do outro lado Bruno pudesse ouvi-la. Quando Sandro se aninhou entre sua pernas e endereçou a pica para dentro dela, Alice pensou que ia desmaiar. No celular narrou o que estava acontecendo e ela sentindo:
__Amor... ele enfiou a pica em mim. Estou repleta. Como é gostoso...ui, que delicia de pica amor. Quero que você me coma esta noite como ele esta me comendo. Aii...vai paixão enfia tudo de uma vez... fode a sua maninha putinha. Mete fundo amor, fode mesmo que eu estou gozando. Amor...estou gozando na pica do meu irmão. Você quer que eu diga que é você que esta me comendo? Sim amor eu digo.Eu digo que sua pica gostosa esta me arrombando a boceta. Ohhh...meu amor, como você é delicioso. Vai tira e põe de novo para eu gozar mais. Assim...que de-li-cia...vou gozar...ahhh...aaaahhh.Gozei gostoso em sua pica amor. Meu maridão gostoso. Ahn? Tem certeza de que quer isso amor? Claro que dou o cu para você. Como vai ser de ladinho, de quatro ou de bruços? Tá bom. Eu escolho de ladinho, amor. Eu quero você em meu cu bem gostoso. Isso amor tira da minha boceta que eu vou ficar de lado para você. Vem, olha a minha bunda e diz que sou gostosa. Hummm...veja o meu cu como pisca amor...põe um dedo sobre ele, uuuiii, que delicia. Eu te amo meu querido, me maridão gostoso. Isso amor põe a pica ai e vai devagar, sou virgem ai, você sabe? Que gostoso essa cabeça quente em minhas pregas, sera que eu aguento esse rolão amor? Então vem, vem que eu estou fervendo. Isso amor, vem...vou fazer força para abrir meu buraquinho. Hummm... ai...esta doendo...uuii... para amor, para. Eu não vou aguentar...seu pau é muito grosso. Põe por trás na bocetinha e faz de conta que é no meu cu. Um outro dia quem sabe. Deixa eu por ele na boceta...assim...empurra...isso...que gostoso. Aperta meus seios com a mão direita e faz um agradinho em minha xereca com a outra. Quero gozar muito.
Alice tinha um gozo atrás do outro e seu marido ouvia tudo pelo celular e ao vivo. Parado na porta do quarto ele via sua esposa sendo possuída pelo irmão, na cama do casal. Quando Alice ligara para ele o mesmo deu uma desculpa e saiu correndo do escritório, fora até seu carro e em alta velocidade voltava para casa. Estava com uma tesão que não sabia de onde vinha tão forte. Não largou o celular em momento algum ( uma infração de transito ) ouvindo sua esposa ser fodida pelo irmão que se passava por ele a seu pedido. Entrou em casa e foi direto para o quarto do casal ainda a tempo de ver Sandro tentar enrabar sua mulher. Tirou o pau duro para fora e passou a se masturbar. Tomando uma decisão foi se despindo e pouco depois nu, se aproximou do casal, que ainda não tinha o visto. Alice continuava falando ao celular passando cada lance do que ocorria para o marido. Sandro foi quem percebeu sua presença e se assustou. Bruno pediu que ele ficasse em silêncio e continuasse a foder sua esposa.Sandro ficou com mais tesão depois disso e começou a se preparar para gozar na boceta da sua irmã, que ainda não tinha percebido a presença do marido ali no quarto. No ultimo momento, saiu de dentro de sua irmã que estava amolecida com a cabeça sobre um braço. Levantou-se e antes que Alice percebesse o que estava acontecendo a pica de Bruno já estava dentro dela. Bruno agarrou sua esposa e bombou com vontade, sentindo que sua vitalidade tinha voltado. Seria o fato dela estar sendo possuída por outro homem ou pelo fato de estar participando de um caso incestuoso?
Alice começou a perceber que tinha algo estranho no ar. Aquela conversa no celular a levara a sentir até o cheiro, o perfume do seu marido. Abriu os olhos e viu aquela mão e a aliança que ela conhecia bem. Não entendeu nada, ficou aparvalhada, mais ainda quando se virou um pouco e viu que quem estava atrás dela, era nada mais, nada menos que Bruno, duro, potente, gostoso, amando-a de verdade.Olhou para o canto do quarto, viu a figura nua do irmão que os observava. Voltou a ficar na posição que estava antes e se deixou ficar, recebendo as investidas da pica do seu marido. Estava mais do quê feliz. Tinha encontrado a felicidade novamente e sabia que tinha a maior sorte do mundo, dois homens deliciosos a seu dispor. Era uma forma diferente de amar.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:12 de março de 2015 16:02

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Encontro a Três

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Comentários

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  • raphael
    Postado porraphaelem8 de abril de 2015 23:34

    Gostaria de conhecer casais de natal rn

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