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Do fundo do baú

Uma segunda chance de amar

Ela sabia que continuava sendo uma mulher muito bonita e gostosa.
Sob seus 44 anos, continuava a causar inveja em muitas meninotas com a metade da sua idade. Os anos que se passaram, a deixaram mais charmosa, criteriosa em dar rumo a sua vida.
Saíra de um casamento de 20 anos, tendo se culpado por não ter conseguido /
mante-lo firme, como nos primeiros anos de convivência em comum. Achava que a culpa do fracasso era só dela.Afinal dera mais importância ao trabalho, do que administrar um lar, cuidar do marido, ter filhos.Marido, que por sinal lhe dera um alerta de que se não mudasse o rumo de vida, tudo iria ruir. Ela achava, mesmo o amando muito, que o principal era cuidar da parte que exigia dela mais atenção.
O trabalho era mais importante, pelo menos naquele momento de sua vida. Queria sua independência, mostrar que não precisava de homem para comandar seu destino.
Achava que pelo trabalho conseguiria equilibrar as coisa em casa. Na verdade não fora bem assim. Cansado de ser trocado pelo trabalho dela ele saiu de casa e não dem,orou muito para estarem divorciados. Só, ela tinha todo o tempo para se dedicar ao trabalho. Saia esporadicamente tinha uns casos isolados, sem ir muito fundo no relacionamemnto e só. A noite, quando chegava em casa, tomava um banho, já tinha a janta pronta da noite anterior, lia um pouco e ia dormir. Sentia-se só com o passar do tempo. Não tivera filhos. Talvêz um dos maiores erros de sua vida já que seu marido desejava muito.Ela não. Não esperava perder Fabrício, pois o amava muito e sabia que era amada por ele. Mas o desgaste fora muito grande e nem as tórridas noites de amor em seus braços foram suficientes para os manter unidos.Ficara a amizade e muita saudade. Suzana, tratou se suprir a vaga deixada pelo ex, se dedidicando ainda mais ao trabalho. Uma noite estava lendo um livro que nunca terminava, quando o telefone tocou. Consultou o relógio: 23hs. Quem poderia ser. Atendeu e antes de perguntar quem era a pessoa do outro lado começou a falar sem parar. Era uma voz feminina.
__Amor me perdoe. Eu não sei onde estava com a cabeça para deixa-la passar por um constrangimento tão grande. Se disser que não tive a intenção de ficar com ela estaria mentindo, mas foi só aquela curiosidade peculiar a nós mulheres. Olha amor, prometo nunca nais trai-la. Não existe mulher mais legal que você. Nenhuma outra tem lábios como os seus, doces e macios tal pétalas de rosa. O jeito como você me come e deixa-se comer me fazendo vibrar em seus dedos me penetrando. E quando ouço sua voz dizendo que me ama, me deseja, eu enlouqueço. Só me interessa você. Estou muito arrependida. Eu te amo muito. Me perdoa,vai?
Suzana se continha para não rir do inusitado da ligação errada, mas ao mesmo tempo se imaginou no lugar da outra pessoa do outro lado da linha. Ficou em silêncio. Isso foi o indicativo para nova torrente de lamentações:
__ Olha amor, eu sei que você está super chateada comigo, mas me perdoa. Eu te prometo que em nosso encontro eu vou te levar as nuvens, Vou te chupar como você gosta, daquele jeitinho especial, para de fazer gozar muito. Vou te beber até me embriagar no teu gozo. Me perdoa, amor. Diz que me perdoa?
Suzana estava excitada e comovida com os dizeres da outra mulher e para não deixa-la constrangida, desligou. Começou a ler novamente. Sua concentração na leitura foi interrompida pelo telefone. Seria a mesma pessoa? Ia dizer que ela não era quem a outra pensava ser, mas se surpreendeu ao reconhecer a voz do outro lado como sendo de Fabrício, seu ex. Disse que estava em um barzinho com amigos e queria convida-la para se juntar a eles. Iria busca-la. Suzana sentiu o coração bater mais forte. Era sempre assim quando falava com ele.Alegando que estava cansada e se preparava para dormir ela encerrou o papo.Os bicos dos seios formigavam.Lembrou-se que ali onde estava sentada fora muitas vêzes possuida por Fabrício que a fodia em qualquer lugar. Gostava de desnuda-la ali e começar as caricia que a levava a ter muitos orgasmos. Era delicioso sentir a boca dele a lhe sugar os seios, as mãos percorrendo cada pedacinho do seu cor-
po e que acabavam descendo para o meio de suas coxas. Ao se lembrar disso sentiu uma comichão nas partes intimas e automaticamente desceu a mão até a barra da camisola que vestia,puxando-a para cima do ventre.Desceu a mão até os pêlos que ornamentavam sua intimidade e depois de alizar a sedosidade dos mesmos,abriu as pernas e se deixou tocar entre os lábios vaginais. O toque da ponta dos dedo em seu botãozinho intimo, desencadeou reações que ela não estava muito acostumada a sentir.O dedo brincou com o clitóris e ela gemeu cerrando os dentes.Mexeu entre os lábios intimos e desceu mais para baixo encontrando a sua entrada vaginal. Estava muito molhada e convidativa a uma caricia e ela não relutou em inserir dois dedos na abertura. Ficou ofegante, sentindo toda a quentura interna que tinha a sua buceta.A respiração acelerou e sua narinas dilataram, quando um redemoinho elétrico se formou dentro de sí. Estava tendo um violento orgasmo. A boca aberta já não puxava ar suficiente para alivia-la da tensão dos seus sentidos.Uma vertigem a fêz cair de lado e quando se recuperou percebeu que sua mão entre as coxas, estava empapada de um liquido viscoso. Tinha gozado naquele ato masturbatório como uma jovem estudante ao se imaginar dando para seu professor preferido. Estava com os lábios secos. Se levantou e foi até a cozinha, onde pegou um pouco de agua que passou a tomar.Encostada na pia ela começou a pensa em tudo que acontecera minutos atrás.Balançou a cabeça sentindo uma nova onda de tremores lhe assolar o corpo.Um banho frio seria ótimo para acalma-la, pensou.Tirou a camisola e caminhou para o banheiro ostentando aquela feminilidade toda.Viu-se no espelho e ficou satisfeita. Seus seios firmes,apesar da idade eram imponentes, fartos e
mantinham o frescor primaveril. Colocou as mão sob eles e os balançou. Eram belos. A água fria devolveu a sanidade e ela té ficou envergonha de ter se masturbado. Saindo do banho se enxugou indo para o quarto, onde vestiu um roupão. Penteou os cabelos e se preparou para deitar. A campainha toca. Passava da meia noite. Quem seria? Fechou o roupão e foi espiar pelo olho mágico. Seu coração disparou ao ver do outro lado da porta o rosto do seu ex-marido.Não se preocupou em mando-lo esperar para por outra roupa. Abriu a porta e mando-o entrar. Fabrício, todo sorridente a beijou no rosto. A colônia que usava era a mesma de quando estavam juntos.
__Oi.Se a montanha não vai até Maomé o mesmo vem até ela.-disse sorrindo entregando uma garrafa de vinho. Vinho que era o preferido do casal. Ela indicou o sofá.
__E seus amigos? - quis saber.
__Ficaram por lá. Você estava deitada? - disse ao olhar para seu roupão.
__Na verdade estava me preparando depois de um episódio de ligação errada.
__ Mas a noite ainda é uma criança. Amanhã é sábado e você não trabalha mesmo.
__ Eu sei. Mas ando muito cansada- disse se afastando indo buscar taças e sacarolha.
__Pelo que vejo você esta muito bem. Posso até dizer que, está mais linda que nunca.
Suzana corou. Sentiu o corpo se aquecer. Não esperava receber um elogio daquele de seu ex-marido. Sentou-se no canto do sofá e ficou observando enquanto ele colocava vinho nas taça e lhe ofertava uma. Brindaram e entabularam uma conversa.Enquanto conversavam, ela analisava a situação. De roupão, sem nada por baixo, sózinha a noite, com o homem a que fodera muitos anos e que a pertubava ainda. Ela lhe contou sobre o telefonema que recebeu e
riram muito. O vinho estava fazendo seu efeito e um calor inquietante foi tomando conta do seu corpo.Ao cruzar as pernas, parte do roupão se abriu e ela não conseguiu evitar que ele visse boa parte de sua coxas. Fabrício, não perdeu
tempo e disse:
__Você continua uma mulher extremamente sedutora Suzy - Era como ele a chamava na intimidade. Ela sorriu encabulada e excitada.
__ Você também continua tão... - Não terminou de falar pois a boca de Fabrício
já estava sobre a sua. Um beijo que começou suave foi se tornando explosivo.
Aquela mulher, madura e solitária, que estava excitada com os acontecimentos anteriores, se deixou envolver pelos braços, daquele que um dia á tivera na cama. Retribuiu ao beijo, levando a mão aos cabelos, onde os dedos brincaram a-
riciando os cabelos ligeiramente grisalhos do homem. Fabrício mal podia acreditar que tinha de volta entre os braços, sua deliciosa mulher. Beijou sua
face, pescoço e pelo decote do roupão, a pele exposta. As coxas, que ela não cobrira mais, recebia as caricias da mão que transmitia arrepios na pele sedosa. Procurou ficar entre elas no que Suzana aquieceu ao separa-las. Sabia estar facilitando muito mas, era o que queria. Estava com o corpo tremulo e a boca dele junto da sua era portadora do liquido do inferno, pois de sua saliva ainda se descobria o aroma do vinho. Ela sentiu vontade de o ter dentro de sí, mas se contentou ao sentir a mão espalmar seu púbis, massagea-lo e descer um pouco mais. Ela separou mais as coxas e teve o primeiro toque em seu grelo. Arfou ao se sentir tocada.Brincando com ela, ele retirou sua mão do sexo e procurou com ela libertar aquele corpo do roupão. O soltou e se vislumbrou com
a beleza plástica daqueles pomos graúdos. Eram belos, formosos, com mamilos despontando sobre auréolas amarronzadas que os tornavam mais convidativos á beijos e chupadas.Desceu a boca sobre um e depois no outro, sugando-os como um bebê esfomeado. Suzana colocou a mão por baixo de um deles e o ofertou aos lábios de Fabrício como uma mãe faria com seu filho ao amamenta-lo. Sentiu-se a mais feliz das mulheres Sentia como que fluisse do seio, leite. De pernas arreganhadas ela sentiu que Fabrício a alisava perto do sexo. O pau de Fabrício doia de tanto que estava duro. Suzana notava a pretuberância na frente da calça
do macho e pousou a mão sobre ela. Era uma dureza latejante de um pau que ela sabia ser gostoso e muito cheiroso. Desfivelou a calça, desceu o ziper e metendo a mão dentro dela, buscou sob a sunga o pênis. Quando seu dedos tocaram na pêle do mesmo, respirou profundamente. Brincou com dedos na cabeça da pica o que excitou muito o homem, Apertou todo o corpo do membro e precurou os ovos.Fabrício se contorceu todo com a delicada caricia. Para facilitar mais tirou as peças de roupa e se expôs aos olhos da mulher. Não resistindo ela se deixou cair no tapete e ficando entre as pernas do homem, tomou o pau em suas mãos passando a alisa-lo, Punhetou com vontade e depois abocanhou a cabeça da pica. Sentiu ela inchar em sua boca. Chupou, como se fosse um picolé. Enquanto recebia carinho na pica, se dobro sobre o corpo da mulher e levou a mão até seu rêgo alcançando o cú.Suzana falicitava ficando mais de lado e com isso teve o cú salivado e invadido por um dedo. Gozou. Adorava aquele tipo de caricia anal.
Fabricio tirou o pau da boca dela e se posicionou atrás de si. Separou sua nádega e levou a lingua até o cú. Chupou e enfiou a lingua até onde deu. Suzana gemia muito e ao olhar para trás por sobre o ombro pediu que a comesse. A pica dura de Fabrício, penetrou novamente depois de muitos anos, no local que conhecia bem . As estocadas balançavam o corpo feminino.Meteram naquela posição
por muito tempo e por fim com uma voz aveludada, mas cheia de tesão Suzana pediu:
__ Come meu cúzinho
A pica que já estava lubrificada recebeu uma camada extra de saliva.Suzana levou as mão atrás, separando as nádegas. Fabrício colocou a cabeça da pica sobre o cú dela e foi forçando passagem. Lentamente as pregas foram cedendo e pouco depois a rola toda deslizava para dentro do cú acolhedor. Cadenciadamente
as estocadas provocavam uma pressão dentro do reto e com isso Suzana gozava ainda mais.Levantou um pouco o corpo e foi beijada. Era para ela delicioso ter o cú cheio e a boca esmagada. No cú sentia o pau latejar. Meteram até não poder se conter mais e com uma estocada final Fabrício se derramou nos intestinos da gostosa ex-mulher. O dia já se anunciava, quando foram para o quarto descansar.
Seria o retorno do casal ou tudo não passava de uma segunda chance de amar?
( a parte 2 desta história revelará )

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:5 de dezembro de 2014 14:37

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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