Conto Erotico | Historia Erótica

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Do fundo do baú

Uma taça de vinho tinto e um botão de rosa vermelha

Para Paulina, a casa que alugara estava dando problema financeiro a ela que precisava achar pessoas para partilhar o aluguel.Jurara que não voltaria morar com seus pais no interior, era pacato demais para o seu gosto. Preferia a agitação da cidade grande onde poderia ficar a vontade ir onde bem quisesse sem precisar prestar contas a ninguém.Namorar ou " ficar " com quem bem quisesse sem ter que se deixar conduzir pelos olhares atentos de familiares e amigos.Veio para São Paulo com uma reserva que tinha, já havendo planejado como se viraria pra ganhar dinheiro e manter os estudos. Alimentação por mais simples que fosse, aqui em Sampa era muito cara. Tinha transporte e o bendito aluguel estavam consumindo seu dinheiro. Não tinha idéia do que fazer para atrair pessoas que compartilhassem com ela o aluguel. O único meio seria usar a internet para ver se alguém se interessaria. Feito isso, no mesmo dia, mais precisamente ao anoitecer sua caixa de mensagens estava repleta de pessoas que se mostravam interessadas.Selecionou algumas pelo perfil. Entre elas vieram Débora,Úrsula, Marlene e Pablo. Débora era uma mulata de 1,78m, muito bonita com seus traços afro, falante, que trabalhava em uma agência de viagens. Úrsula, era loira e tinha 1,68m, traços comuns e muito calada, falava o necessário. Marlene tinha os cabelos curtos e de côr avermelhados, Sua altura era igual a de Úrsula e por fim Pablo, homossexual assumido, com seu belo porte afeminado que se destacava pelas roupas espalhafatosas. Era um quarteto fora de qualquer sintonia, pensou Paulina mas o que importava era a colaboração de todos.Para deixar bem claro que estavam dispostos a dar uma ajuda á ela, pagaram dois meses adiantados. Passaram a ser uma espécie de família, nada heterogênia, mas que funcionava bem. A amizade entre todos foram se estreitando. Pablo tinha um caso e uma noite o trouxe para casa. Paulina não gostou muito da idéia, mas teve que ficar na dela, já que o rapaz pagava seu aluguém e tinha seus direitos. Lembrou-se de como viera parar ali e viu que estaria se comportando igual ou pior que o pessoal interiorano.O caso de Pablo quando foi apresentado, chamou a atenção pela beleza plástica. Tinha o porte de atleta, com 2m de altura, muito bonito e isso provocou um alvoroço em todas. o que deixou Pablo orgulhoso de saber que aquele homem tão desejado, era só dele. Uma coisa estranha passou a acontecer entre as meninas, queriam disputar entre si para ver quem roubava o cara de Pablo, que se divertia muito. Paulina, não entrara neste jogo e ficou a observar o comportamento do cara quando estava com Pablo e até quando vinha e o amante não estava e ficava esperando assistindo televisão. Não se engraçava com ninguém.Mas elas davam em cima dele sem se importar com o fato de ele ter uma preferencia pelo sexo oposto aos delas. Com Paulina, que nunca se manifestara daquela maneira ocorria uma fato que a estava deixando intrigada.De dois meses, depois que Pablo o apresentara, ela passou a ter seguidos sonhos com o tal rapaz. Em seus sonhos ele chegava e depois de beijar-lhe as mãos ofertava-a com uma taça de vinho tinto e um botão de rosa vermelha.O mais estranho era que essas oferendas surgiam do nada como num passe de mágica. Após beberem daquele vinho, dançavam ao som de uma música que ela não sabia de onde vinha, mas estava ali nos ouvidos dela.Era uma música tão envolvente que ela não sabia se coordenar, pareia não ter vontade própria e quando se dava conta de si estava caminhando em direção aos seu quarto, onde se deitava depois de ter sido despida.O estranho a olhava por longos momentos, saboreando a visão dos belos seios, que imponentes apontavam para o teto, o ventre liso seguido pelo monte de vênus onde os pelos curtos o sombreava graciosamente,o vértice das coxas que impediam de se ver o que havia escondido entre elas. De uma forma inexplicável, ela se sentia impelida a se virar e acabar ficando de bruços sentindo o olhar devassador percorrer suas costa e se deter na nádegas redondas cheia de uma penugem dourada em uma pele arrepiada pela sensação de violação e de vergonha. Ela tinha belos traseiros e não era para se sentir encabulada, sabia do poder que tinha no rabo. Não se relacionava analmente, mas gostava de ser admirada e desejada por aquele lado do corpo. Na verdade dar o cú não era seu forte, apreciava mais uma bela chupada que podia ser até em seu botão, mas nada de por o pau ali. Dizer com isso que nunca tivera tal relacionamento seria mentir a si mesma pois mais de uma dúzia de vezes sentira a dor da penetração anal e por isso mesmo não curtia. Sempre que conhecia um cara e iam para a cama podia acontecer de tudo, mas se ele desse a entender que iria sodomiza-la ela pulava fora.Naquele momento mesmo sendo um sonho que parecia muito real, se vendo de bruços, sentiu o cúzinho piscar várias vezes e sem saber porque, quase que automaticamente ela se viu levando as mãos para trás e postando cada uma em uma nádega, as separou, dando ao estanho a visão do seu ânus. Foi com a respiração trôpega que sentiu um dedo percorrer lentamente toda extensão do seu rêgo, parando sobre suas pregas anais e depois caminhar até seus lábios vaginal, que aquela altura começava a fica molhado. Com movimentos repetidos o dedo foi se lubrificando em sua umidade e com ela o mesmo lubrificou seu cú.Quando a ponta do dedo parava sobre suas pregas ela sentia a necessidade de forçar as mesma para se abrirem e deixarem a passagem mais fácil para o seu interior. O dedo parecia ter um comprimento considerável que a incomodava gostosamente e ela sentia a buceta molhar. O cara brincava com seu buraco em um vai e vêm alucinante. Paulina estremecia e sem largar as nádegas tinha convulsões e gozava.Quando saia do torpor daquele prazer obtido, se via só.Achava então que tudo passara de um sonho mas ao olha para o lado e ver sobre o criado mudo uma taça de vinho tinto e um botão de rosa vermelha vinha atona a realidade dos fatos. Extenuada passava a mão pelo sexo e o sentia úmido olhando no lençol sob si via uma mancha que indicava que a sua umidade fora muito intensa. Quase que apavorada se levantava e ia para o banheiro onde se enfiava debaixo de uma ducha refrescante que lhe devolvia um pouco do raciocínio.Mas por que tudo parecia tão real. Aquele homem tinha um dono. Por que, afinal ele não a possuía vaginalmente falando. Seria pelo fato de gostar de homem?Apreciaria mais o cú de um homem que a buceta de uma mulher? Mas se fosse assim por que não a sodomizava se ela estava disposta a isso com ele? Por que só enfiava o dedo em seu cú a levava ao máximo do prazer e depois sumia como se fosse um vapor d água.
Paulina deixou de pensar em seus sonhos e voltava para a realidade do seu quarto. Ouviu um sussurro do lado de fora e imaginou que era Pablo e seu macho chegando. Sem saber porque abriu a porta o suficiente para ver o que se passava chegando a ver só parte de Pablo e logo atrás o cara que parou antes de segui o seu caso e olhou na direção de onde Paulina estava e sorriu de forma cativante e meio triste, quase que censurada e entrou. Paulina estremeceu, sentindo vergonha de ter sido surpreendida espionando. Fechou a porta e foi para a cama. Não sabia por que estava tremendo. Seria de medo? Tinha que acabar com aquele mal estar que estava sentindo com as presença daquele homem sob o mesmo teto que ela. Iria falar com Pablo e não se importaria com o que quisesse argumentar e um bom momento seria aquele em que o cara estava com ele. Decidida se vestiu e foi em direção do quarto de Pablo. A porta não estava fechada e pode ouvir o que Pablo dizia:
__Esse é o momento que mais adoro estar com você. Sinto você ser só meu e sei que esse pau só entre em mim. Te amo meu tesouro - dizia Pablo demonstrando a afeição que tinha pelo rapaz e o que estariam pretendendo fazer. Movida pela curiosidade Paulina só empurrou a porta o suficiente para ver a cena que a deixou boquiaberta.De joelho, com a cabeça apoiada no assento da poltrona estava Pablo, nú, se preparando para levar uma pica que deixou ela sem folego. Era algo descomunal mas de uma beleza sem igual. A cabeça tinha quase que o formato de uma ponta de flecha e o corpo do pau possuia uma luz própria deixando-o diáfano. Como ela fizera em seu sonho quando estava de bruço, Pablo levou as mãos atrás do corpo e separou as nádegas para que o outro o penetrasse. Ela não acreditava que o franzino gay fosse aguentar aquela portentosa ferramenta de prazer em seu rabo. Mas quando viu que após posicionar a ponta de enorme rola entre as nádegas dele foi empurrando e o impossível foi acontecendo teve que se render as evidências de que ou o cú em geral era muito elástico ou então não estava vendo bem. Pablo gemia, quem sabe se de dor ou de satisfação. O pau entrava e saia do cú do afeminado e este se agarrava na poltrona. Paulina se surpreendeu se vendo no lugar de Pablo, recebendo aquela tora em qualquer parte de seus buracos. Mas o que mais lhe chamou a atenção foi o que viu sobre a mesa de centro - uma taça de vinho tinto e um botão de rosa vermelha. Sem entender o que sentiu naquele momento se virou e voltou para o seu quarto. No dia seguinte foi para a faculdade, mas pouco se concentrou nos estudos. Ela não entendia como podia ter sonhado com aqueles objetos e ver a mesma coisa no quarto de Pablo. Vinha-lhe a mente a bela pica do homem enrabando s bicha Sentia os bicos dos seios com uma deliciosa comichão que a obrigou a coçar. Naquela noite ela tomou seu banho habitual e foi para a cama.Com pensamentos oníricos fechou os olhos e se deixou levar por um mar de luxúria. Se viu á noite, em um bosque que era iluminado somente pelas luzes dos vagalumes e embalada por um silêncio cortante, deitada sobre uma relva que não estava fria, mas morna como se ali alguém a aquecera.Uma coruja piou na copa de uma das muitas árvores e Paulina sentiu uma onda de calor cair sobre si obrigando-a a se despir.Ficou núa, sentindo-se mais fresca suas coxas se separaram lentamente e ela levou as mãos ao sexo e com uma delas mexeu nele os dedos ansiosos para a deixar mais excitada. Massageou o clitóris arfando e estremecendo. Dentro da vagina introduziu dois dedos o mais fundo que pode sentindo o calor intimo. Remexeu em seu interior como que a procura do seu ponto G. Os pés plantados na relva as pernas arqueadas, a bunda esmagando a grama, o olhar fixo em um ponto qualquer na escuridão da mata estava levando ela a um momento de magia e de sobrenatural. Ela sabia que algo estava presente naquele local. Com a respiração ofegante e quase sem poder acreditar, sentiu que algo deliciosamente morno passava por entre seus lábios semi abertos, tocava-lhe o céu da boca e se alojava quase que dentro de sua garganta, deixando-a sem folego.Cerrou os lábios em torno daquilo que os invadia sentindo que mal podia fazer tal coisa diante do diâmetro que o mesmo tinha.Pulsava e ela aos pouco foi dando conta que tinha uma pica na boca. Engasgada e com lágrimas nos olhos ela foi ficando mole, exausta e perdeu os sentidos. Quando voltou a si, sem saber por quanto tempo estivera desacordada, olhou para o lado esquerdo do corpo, a uns dois palmos dela,viu uma taça de vinho tinto e um botão de rosa vermelha. Instintivamente se voltou para o outro lado e encontrou o que tanto desejava. Estava lidamente nú, iluminado pelas luzes dos vagalumes aquele sêr fantasmagórico, ostentando um membro brilhante, que ela vira se enterrar o cú de Pablo, que ela sentira na boca antes desmaiar mas que agora vinha em sua direção, altivo desafiador e ao mesmo tempo amedrontador.Quando chegou diante de si a tirou do chão e a virando de costas a posicionou de quatro. Paulina olhou para trás a ponto de ver aquele pênis se aproximar de sua bunda e pouco depois a cabeça em forma de ponta de flecha se insinuar entre suas nádegas e tocar seu cú piscante. Não houvera preparação, nem salivação do orificio. Parecia que da abertura da cabeça do pau vertia um liquido brilhante que serviu como gél pois ao forçar a pica a cabeça foi separando as pregas do cú de Paulina que sentiu uma dor muito forte. Quando a cabeça passou ela já não sentia mais dor alguma pois se sentia num paraíso de excitação como numa tivera. Nunca sentira algo tão denso e profundo em seu rabo. Era a primeira vêz que estava gostando de ser enrabada. Seu corpo era sacudido pelas estocadas que estava recebendo no cú e pelos sucessivos orgasmos.Notou que um liquido escorria pela vagina indo molhar seu grelo e pentelhos. O estranho sêr a fêz ficar de pé e a fodeu mais violentamente. De repente parou e saiu de dentro de si e forçando-a a se ajoelhar forçou ela a levar a cabeça da pica na boca. A cabeça da rola inchou e violento o primeiro jato de porra foi direto a sua garganta e a fez recuar quase engasgando e os demais foram nas laterais e céu da boca e ela engoliu tudo. Sentia que degustava um dos líquidos mais gostosos que tinham lhe dado a beber.Quando o pau parou de jorrar, começou a amolecer e foi ficando em tamanho normal, mas não deixando de provocar um comichão em Paulina ao olha-lo. Desta vêz aquele belo homem ajudou-a a se vestir e balbuciou:
___Você foi a primeira mulher que tive o prazer de possuir. Você foi muito especial para mim. Nunca vou te esquecer.- disse e a beijou carinhosamente e começou a se afastar em direção ao bosque e sumir dentro dele. A quietude da mata foi quebrada pelo alarme de um relógio.
Paulina se assustou com o alarme do relógio que ficava sobre o criado mudo. Olhou ao redor e se viu em sua cama, no seu quarto. Lembrou-se da aventura e lamentou que tivesse sido apenas um sonho. Instintivamente procurou sentir o cú e o sentiu dolorido, o sexo muito úmido sinalizava que tinha gozado. Fêz de uma das mãos limpa o formado de uma concha e exalou o ar nela recebendo de volta ás narinas o cheiro de algo que parecia porra. Estaria ficando louca? Pulou da cama e por pouco não pisou em algo que estava no piso ao lado da cama. Quis gritar mas só fêz levar a mão a boca e ficar com o olhar aparvalhado. Que brincadeira era aquela. Seus olhos não deixavam de fitar aquela taça de vinho tinto e um botão de rosa vermelha. Não fora um sonho o que tivera, agora tinha certeza. Ficou pensativa, com o batimento cardíaco alterado. Batidas na porta a devolveu a realidade. Escondeu a taça e o botão de rosa indo abrir a porta a seguir. Deparou com Pablo. Estremeceu lembrando de tudo que tinha passado e do que estava escondendo.Pablo estava indo embora e viera lhe entregar a chave do quarto.Explicou a razão da partida:
__Não posso viver no mesmo lugar onde passei os melhores momentos de minha vida com meu grande amor. Tentei ficar.Juro que tentei e ele sabe disso. Por um mês eu tentei, até trouxe outro cara ontem aqui, mas foi inútil. Não dá mais.Foi muito bom enquanto durou. - disse com a vôz embargada.
__Não estou entendendo. O que está acontecendo. Vocês brigaram? -quis saber Paulina que não tinha entendido certas coisa que Pablo havia dito. om que estivera com outro ali na noite anterior. Como outro?
___Antes fosse isso querida. Júlio morreu assassinado no motel em que estávamos comemorando a nossa união, quando um bandido filha da puta entrou e achando que ele iria reagir atirou nele que só queria me proteger, matando-o.
__Olha eu não estou entendendo nada. Você disse que tentou ficar aqui por um mês? Como assim
__Ontem fêz um mês da sua morte. Exatamente um mês atrás ele me dava uma taça de vinho tinto e um botão de rosa vermelha, quando morreu. Era o simbolo do seu amor por mim, entende. Ele me amava muito e eu a ele. Mas agora só me resta ir embora. Sabia que a unica mulher que tinha apreciação era você. Disse que se não tivesse a opção dele e a conhecesse faria de tudo para te conquistar? Me deixou enciumada, mas eu sabia que ele era só meu e que você não era fura olho. Enfim eu me vou. Tchau querida, foi um prazer muito grande conhecer você.
Pablo não percebera, mas Paulina estava pálida. Se fazia um mês que ele morrera, quem ela viu comendo Pablo e quem a tinha comido naquela noite no bosque ou no seu quarto? E aquilo que foi deixado para ela? Como não soubera de tudo que Pablo passara. Por q

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:20 de dezembro de 2014 14:49

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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