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Vamos ficar um pouco a sós?

Solange, estava chateada com o que tinha acontecido com ela junto a Zulmira. Zulmira até momentos entes do acontecido era sua paixão, masa por uma coincidencia ela pega a a mesma falando mal do seu desempenho na cama e ficara muito chateada. Não queria dar motivos para que tivesse uma explicação que não a convecesse. Saiu de fininho e na rua estava toda chorosa caminhando pela calçada. Não podia acreditar que sua mulher, até então, tinha colocado defeito em sua forma de amar. Ela não se importava com a qualidade sexual dos encontros, mas com a presença dela, do seu cheiro, do seu visual, independentemente de algo mais intimo. Seu olhos marejados a impedia de ver o que estava a sua frente e foi por isso que sem perceber que vinha uma pessoa em sentido contrário, foi de encontro a ela quase a derrubando. Agarrada a ela evitou que a mesma fosse ao chão. Se desculpou:
__Me perdõe. Não tive a intenção de derruba-la.
__Não foi nada. Mas você está bem? - perguntou a outra pessoa, ao olhar para ela e a ver com os olhos avermelhados e com lágrimas.
__Sim.- mentiu Solange já se preparando para continuar sua caminhada.
__Espere! Não quer conversar um pouco? - insistiu a pessoa segurando-a por um dos braços.
Solange ia dar um safanão para se libertar, quando olhou para a pessoa que a segurava. Sentiu que alguma coisa diferente havia naquele rosto que se m,otrava preocupado com ela. Era uma bela jovem, de rostinho miúdo, que expressava uma candura impressionante. Tinha os cabelos soltos, que lhe caiam sobre os ombros. Tinha cor de mel, com alguns tons aloirados, que lhe davam uma aparencia bem delicada. A boca estava ressaltada com um batom rosa, que dava-lhe um frescor no rosto bonito. O corpo dela era um dos poucos detalhes que Solange não notara. Se o tivesse visto com atenção que ele merecia, saberia que era muito simétrico, com um buisto bem volumoso, uma cintura fina, ancas pronunciadas e pernas não longineas, mas bem torneadas. Sua voz, de tonalidade muito agradável, fazia parte de todo aquele belo conjunto. Recuperando-se uma pouco do mal estar que a assolara, ela balbuciou:
__Não precisa se preocupar comigo, pois estou bem. Mas mesmo assim obrigada pela sua atenção. Não precisa se prender a qualquer obrigação de ficar comigo.
__Olha, sei que não nos conhecemos, mas eu acredito em destino, e não foi por acaso que nos encontramos. Não vou ficar sossegada em saber que te deixei seguir, vendo o seus esatado de angustia. Por favor, vamos conversar. Olha tem um pracinha aqui perto, poderemos ir para lá e conversarmos um pouco. Tempo é o que não me falta.
Vendo a espontaniedade da estranha, Solange se deixou levar até a tal praça e lá em um banco começaram a conversar. Não sabe por que mas acabou contando a sua desdita e viu que a outra a olhava, segurando sua mão com carinho. Olhava-a dentro dos olhos e depois de algum tempo se expressou a respeito do que ouvira:
__Interessante a situação das lésbicas. As mulheres, dentro desta categoria amorosa, procuravam se afastar dos homens mais por acha-los fora do contexto de as entender, querendo só ele serem o principal no relacionamento, mas tem certas mulheres que estão se mostrando incapaz de se diferenciar dos mesmo, sendo até mais ignorantes que eles. Imitam todas as mazelas dos homens, algumas sendo até mais cruéis que eles. Esse seu caso esta sendo caraterizado por uma dessas pragas. Quer saber de uma coisa, uma verdade minha? Saia a caça de um novo amor. Não dê chance aparq eu esse fisco da parte dela abale sua confianço no amor que você acredita.
__ Engraçado. Você fala com uma segurança, que até parece ser entendida?
__Seria muita coincidencia. Não, não sou. Tenho namorado. Apenas acho interessante ess tipo de amor.
__Você é feliz seu namorado?
__Sou. Gosto dele e ele de mim. Vivemos o nosso dia a dia e som,os felizes juntos.
__Eu tive no passado um entrosamento com um garoto, mas era meramente sexual. Sabe como são os garota, só querem por na nossa bundinha e nada mais.
__Você levou muito na bundinha? - sorriu a outra
__Olha, posso te dizer que só parei de levar na bunda quando desisti de namorar com ele depois de descobrir que meu negócio era outro. E você, leva muito na bunda?
__ Umas duas vezes por semana ou no periodo de menstruação.
Começaram a rir. Parecia que a estranha tinha atingido o objetivo que era distrai-la. Ela se chamava Rafaela, com o apelido de Rafa e Solange estava encantada com ela, a ponto de esquecer sua desdita.
__Atrapalhei a sua caminhada. - disse Solange se levantando.
__Não, não, eu estava andando a toa. Você pretende ir a algum lugar?
__Ia para casa.
__Te convido para dar-mos uma voltinha e como esta na hora do almoço que tal me acompanhar para fazer uma boquinha?
Solange não sabia por que, mas ela estava sendo dominada pela simpatia da garota e topou. Foram para um restaurante muito frequentado pelo pessoal da localidade. As duas eram belas e isso ficara demonstrado pela atenção que tiveram de todos. Se divertiram e depois voltaram para aquela mesma pracinha. A tarde já findava quando se despediram. Trocaram telefone e cada uma foi para seu canto. Quando Solange estava se aproximando da sua casa, avistou a figura de Zulmira, que estava esperando-a no portão de casa. Queria que ela não a tivesse visto, mas não teve como evitar. Se aproximou, já com o espirito preparado para enfrentar a que considerava sua ex paixão.
__Oi amor, por onde andou? - perguntou Zulmira se aproximando de Solange querendo beija-la, no que a mesma se esquivou.- Que esta acontecendo? Esta me evitando? Te esperei a manhã toda lá em casa e você não apareceu? Onde estava?
__Não sei porque você esta tão interessada em saber onde estive ou deixei de estar? - quis saber Solange, já abrindo o portão.
__Ei, que esta havendo? Estou te estranhando?
__ Devo ser bem estranha mesmo. Afinal Zu, o que você veio fazer aqui?
__ Mas que pergunta mais esquisita. Não somos namoradas?
__ Somos?
__ Cacilda. Você parece que não gostou de me ver.
__ Zu. Vamos ser francas uma com a outra. Eu não sou mais criança e nem você é. Não podemos viver com falsidades uma com a outra e eu sinto que você não me inspira confiança como antes.
__ E posso saber por quê?
__ Por que acho que você é falsa comigo.
__ Eu? Que história é essa?
__ Olha eu foi te dizer e você vai entender. Mariana, este com você, na sua casa pela manhã, perto da hora do almoço, não esteve? Pois bem eu também estive lá e ouvi uma certa conversa sua com ela a meu respeito. - dizia e notava que a expressão de Zulmira ia se modificando percebendo o que ela tentava lhe dizer. - Quer que eu continue ou você já sacou o que eu ouvi?
__Ouviu o quê?
__Quer que eu diga mesmo? Eu acho desnecessário. É melhor você ir embora e estara tudo bem. Talvez você tenha razão em pensar o que disse a meu respeito. Com sua licença, eu vou entrar, pois tive uma excelente tarde, com uma pessoa magnifica e vou curtir isso.
Zulmira, viu Solange fechar o portaão e se retirar para a casa a deixando plantada do lado de fora á pensar na mancada que dera.
Solange, com o passar dos dias, evitou atender o celular quando percebia que era Zulmira que desejava lhe falar. Uma tarde estava em seu quarto tirando um cochilo, quando o celular a chamou para a realidade. Viu que era Rafaela. Conversaram por um bom tempo e marcaram para se encontrarem a noite. Solange se produziu e saiu de casa para encontrar com Rafaela. Foram para uma balada e lá procuraram extravasar. Dançaram, paqueraram e foram assediadas por um número enorme de pessoas, mas decidiram que não ficariam com ninguém e pela manhã sairam, satisfeitas com a noite passada em uma ambiente de descontração. Solange para agradecer pela companhia de Rafela a convidara para tomar café em sua casa. Preparou a bebida quente enquanto Rafa tomava um banho quente sugerido por Solange. Como tinham corpos semelhantes, ela cedera algo para ela vestir. Na cozinha deixara tudo pronto para receber a amiga. Quando tomavam café o celular toca e Solange o ignora ao ver quem estava do outro lado. Rafa percebe e não diz nada, apenas nota que sua amiga estava com um semblante mais alegre. Com a insistência do alarme, ela, vendo que Solange não se mexia, estendeu a mão e pegando o celular atendeu:
__Desculpe, mas Sol não pode atender agora, pois está dormindo.-disse olhando a expressão divertida de Solange.- Meu nome? Sou Rafaela. Sou o caso dela atualmente. Não acredita? Não posso fazer nada meu bem. É só isso que você que deseja? Então passar bem. - desligou e passou o aparelho para a boquiaberta Solange. - Desculpe, mas não resisti mentir para essa safada. Ela merece saber que te perdeu.
__Claro, claro. Não se preocupe em se explicar. Até gostei, apesar de não ser verdade que estamos juntas.
__Você gostaria que fosse realmente uma realidade?
__Rafa. Eu sou muito direta com as pessoas e posso lhe dizer que me interessei por você. Sei que não vive neste mundo que reportou tão bem, o que acho uma pena. Sei que me iludo com tudo isso, mas se tivesse uma chance, gostaria de me enroscar em você.
Rafaela se levantou de onde estava e aproximando de Solange se debruçou sobre ela dando-lhe um beijo. Empurrou a cadeira que rangeu e se sentou no colo dela. Passou os braços ao redor do pescoço de Solange e mirando em seus olhos disse:
__Confesso que fiquei com tesão por você, depois de te ouvir na praça sobre o teu caso escroto. Pensei em você todos esses dias, tomando coragem para te liga pois desejava vê-la. Vou te dizer mais uma coisinha básica, me masturbei pensando em você. E hoje quando estavamos dançando ao sentir teu corpo roçando no meu, eu tive uma certeza, que era ter um caso contigo e por isso topei vir para cá.
Solange mal podia acreditar que aquela bela garota estava dizendo que a desejava e queria ser dela. Abraçou a garota e se beijaram com fervor. Procurou se levantar com ela no colo e assim se dirigiram para o quarto. Com delicadeza a colocou sobre o leito e deitando ao seu lado passou a acaricar seu belo rosto. Procurou a boca de Rafaela que já estava desejando que ela o fizesse e trocaram um longo beijo, cheio de desejo. Solange notava que a boca, que cheirava café com leite, da nova conquista a deixava com o tesão em alta. Passou com delicadeza uma das mãos sobre o busto de Rafa e sentiu os bicos dos seios. Abriu a camisa que tinha emprestado a ela e viu os pomos fartos. Desceu a boca até os mamilos prendendo com os lábios, sugando cada um deles. Rafaela sentiu um arrepio que percorreu cada parte do seu delicioso corpo que cheirava a sabonete. Despiu a garota de toda a roupa e analisou o corpo que tinha diante de si. Era bela a danadinha, pensou, parando com o olhar na penugem dourada que ornamentava a parte sedutora que se mostrava aos poucos quando separava as coxas e pousava a mão entre elas a procura do sexo que já estava escaldante e se mostrou pulsante ao toque.Solange, escorregou para entre as coxas da garota e passou a beijar o vértice das mesmas sem tocar no lábios vaginas , sentindo apenas o cheiro morno que vinha deles. Cheirou o sexo e passou a língua de baixo para cima,levando na ponta da mesma, o sabor daquele fruto tenro. Chupou e sentiu ela se remexer. Meteu um dedo entre as dobras daquele sexo e penetrou-a. Rafalea estava com os olhos desmesuradamente abertos e arfava com dificuldades na respiração. O busto impertigado era uma atração a parte que emoldurava o sedutor corpo. Solange, alcançou o clitóris que estava teso e o prendeu. Os dedos ficaram empapados com a descarga que receberam do gozo profundo que ela, Rafa, acabara de ter.
Quando descansavam do embate amoroso, Rafaela, quis saber se Zulmira era sem noção por dizer que Solange não sabia levar uma pessoa ao prazer máximo. Ela estava em total estado de graça, com os sentidos dos eletrificados. Nascia, uma nova Rafaela e quem ganhava com isso era Solange.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:4 de outubro de 2015 22:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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Comentários

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  • Maria gabriela
    Postado porMaria gabrielaem6 de outubro de 2015 23:15

    Chama no Whatsaap 11975384631 qro buceta

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