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Samuel, era um homem muito vigoroso. Sempre se dispunha a fazer tudo que lhe pedissem. Era o cara que se podia dizer, pau para toda obra. Um cara simples, que vivia bem com sua esposa, que era uma mulher como ele em sua simplicidade. Estatura baixa, cabelos compridos, olhos vivaz, também estava sempre ali pronta para o que desse e viesse. Não tinham filhos apesar de muito tentarem. Na cama, a pequena Maria, era um furacão que exigia do marido toda sua vitalidade para aplacar o fogo que e consumia, quando se destinava a ir para a cama com o fito único de transar. Método das pessoas mais simples, sempre dedicava um ou dois dias, para aquele apelo sexual.
Maria não casara virgem. Um primo a tinha seduzido e ela se entregou a ele atrás de uns pés de bananas no fundo da sua casa em um noite enluarada. Depois que fez o que mais queria, o cara deu no pé e nunca mais apareceu. Ela não contou a ninguém que tinha se " perdido " com o primo. Sentia vergonha por ter sido tão ingênua e caído na cilada dele. Tinha naquela época 17 anos.
Aquela relação a deixara mais atenta aos apelos do sexo. Sentia que algo a incomodava e lhe dava uma vontade de tocar em seu corpo até que se aquietava e uma paz gostosa chegava. Ela que nunca tivera orientação sobre masturbação, ficava desnorteada quando tudo terminava. Um dia em conversa com uma de suas melhores amigas, tocou no assunto e ficou sabendo que ela fazia daquele ato, uma forma de se aliviar do desejo de dar para o namorado. Dizia que o namoro dos dois estava muito quente e que ela até tinha deixado o namorado gozar entre suas coxas, mas nada mais além do que isso. Para Maria aquela revelação a deixou mais tranquila por um lado e preocupada por outro. Não queria namorar com ninguém, pois achava que todos os cara só queriam se aproveitar dela.
Trabalhava em uma barraca de feira, onde vendia legumes e hortaliças. Acordava bem cedo, e como o pessoal dono da barraca, morava perto da casa dela, saia sempre com uma pequena antecedência e aproveitava para ir com ele aos locais pré determinados. Era uma vida sofrida, mas ela gostava. Ganhava seu dinheirinho ajudando em casa.
Uma madrugada, quando estava ajudando a descarregar as mercadorias, ela notou que defronte a sua barraca, estavam montando uma outra. O espaço, ali sempre estivera livre, por isso sua atenção no que acontecia no mesmo.
Durante o dia de trabalho, enquanto chamava os fregues para comprar seus produtos, um cara que aparentava ter bem mais idade que ela, ficava de olho no que ela fazia. Aquele marcação já estava deixando sem graça. Não sabia por que mais estava se sentindo bem em ser observada, deixa ela incomodada em certas partes do corpo. Na hora que estava destinada ao almoço, que era super rápido, ela viu se aproximar da sua barraca o cara que estava vigiando. Disse um bom dia, que a derreteu toda e pediu que ela pegasse alguns legumes, cujos nomes disse.Assim ela o fez, mesmo a dona da barraca a mandando terminar o almoço que ela atenderia o cliente. Colocou o pedido em uma sacola plastica e entregou ao homem que lhe estendeu o dinheiro para que cobrasse. Fez o troco e ele se retirou. Ela procurou terminar de comer, mas o rosto do cara não lhe saia da cabeça. Assim foi chegando a hora de desarmar a barraca, já que não viria mais ninguém para comprar o que praticamente não existia. Aquele dia as vendas foram boas. O caminhão que ficava em um ponto estratégico para sair logo que estivesse carregado, estava aguardando apenas ela que fora a um supermercado fazer uma compra de coisa que precisava em casa.Quando saia do local, com as compras, sentiu seu braço seguro. Ia dar um safanão, quando se viu ao lado do cara da barraca de frente a sua.
__Posso ajuda-la. Vou para aqueles lado também. -dissera ela já segurando nas sacolas. Desculpe o atrevimento, nem me apresentei. Meu nome é Samuel. E como você bem sabe, trabalho de frente a sua barraca.
__Sim, eu o vi por lá. - disse ela meio perturbada. Me chamo Maria.
__Nome da pureza.
__Como?
__Por ser o nome da mãe do Filho do Criador.
__Oh! Ela foi a unica . - disse e se arrependeu do que falou. O que ele ia pensar dela se soubesse que tinha perdido a virgindade por acreditar em um homem. Tudo bem que fora ingênua, mas mesmo assim, o que pensaria. A julgaria tão pura ainda?
Chegaram até o caminhão e ele lhe passou as compras, não sem antes lhe pedir o numero do celular, que ela deu, esquecendo de pegar o dele. O caminhão partiu e ela ficara com a lembrança do homem na mente. Mal chegou em casa o celular trepidou, ela atendeu e do outro lado a voz de Samuel se fez ouvir. Maria sentiu seu corpo aquecer e ficara bem feliz por ele ter ligado tão rápido. Começaram a conversar e como era sabido que ambos teriam que acordar bem cedo, ele se despediu dela, querendo saber onde ela ia trabalhar no dia seguinte. Não iria coincidir o mesmo lugar, mas mesmo assim ele disse que ligaria para ela, no horário que ela estivesse almoçando. Ele demorou muito para falar, mas arriscou e...
__Durma bem e um beijo.
Ela não respondeu, ficando a olhar para o aparelho desligado. Como era atrevido o cara, pensou ela, mas mesmo assim gostou. Ficou a se recordar do que acontecera durante o dia de trabalho e o rosto daquele homem não saia da sua mente. Parecia bem mais velho que ela, o que inspirava certa confiança.
Os dias foram se passando e não houve coincidência mais de feiras onde pudessem se ver. Ela estava ansiosa por vê-lo, ainda mais depois do telefonema dele em seu horário de almoço e nos demais dias. Começava-se criar, um clima de ansiedade, que ela não conseguia esconder. Queria que o dia de poder vê-lo, a sua frente, chegasse logo.
Começaram a se paquerar e para que surgisse o convite para sair não demorou.(continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:11 de setembro de 2015 19:12

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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