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Do fundo do baú

Who is who?- Aquele menino, que não era do Rio, mas mesmo assim me deu muito prazer

Mais um dia chegava ao fim. Uma tarde gostosa, teimava em ficar mais um pouco nos presenteando com uma brisa leve, que os prédios acinzentados, impediam que ela se expandisse por todo aquele corredor de monstros de concreto armado.
Os ônibus passavam apinhados de pobres criaturas, que tinham se dado a calculos, subir e descer pesos, esfregação de algumas vidraças no alto dos arranha-céus que chegava a nos dar vertigens pela tamanha envergadura dos mesmos, os carros de passeios com suas buzinas malditas ferindo nossos tímpanos, o táxi,com uma pessoa que se dizia passageiro, ocupando o corredor dos coletivos, obstruindo a velocidade dos mesmo, inteiramente cheios, em detrimento do cliente solitário que lia confortavelmente uma revista econômica ou até quem sabe, folheava uma dessas revistas, ditas masculinas, sem estar interessado exatamente na garota da capa, mas sim no cara que sem camisa segurava um energético qualquer, em uma propaganda sórdida, consumista. Passava por uma praça pública, onde os pombos arrulhavam em torno da pipoca que o jovem de camiseta surrada e um skate ao lado no bando de granito, onde estava sentado, consciente ou não do mal que fazia para a saúde de um modo geral, ao dar alimentos para aquelas aves.Cabelos, revoltos, uma barba rala mas que parecia fazer parte do seu comportamento, nos pés um tênis surrado que mais parecia ter sido retirado de uma lixeira, a calça jeans que devia ter tido uma côr um dia, faziam parte de sua indumentária. Não era primeira vez que eu o via ali, sempre taciturno. Parei a sua frente, espantando algumas daquela aves que foram pousa um pouco mais distante. Ele levantou a cabeça em minha direção e me encarou com seus belos olhos azuis. Pessoas passavam e nos olhavam, tendo adivinhar o que fazia aquela mulher de porte um tanto distinto parada a frente de um rapaz maltrapilho. Ele continuou me olhando e eu a ele. Ficamos naquela guerra de observação por um tempo indeterminado, com mil coisas passando pela minha cabeça e acredito que pela dele também. A distancia que nos separava eram de uns 2 metros, mas a medida que o tempo foi passando, ela foi sendo diminuída e naquele preciso momento em que estendi, uma das sacolas que eu tinha comigo, em sua direção, estávamos a menos de meio metro um do outro. Franziu a testa, demonstrando não entender,o que eu estava fazendo. Insisti em que ele pegasse a sacola, dando um leve sorriso. Aquele ato pareceu quebrar o gelo entre nós e esticou o braço e sua mão suja pegou a oferta.Depositou-a do lado e nem se dignou a ver o que estava dentro dela. Resolvi que deveria ir embora e assim o fiz, sem olhar para trás. Chegando em casa, encontrei minha filha Anete, estudando na sala, onde mantinha livros espalhados por todo lado. Ela era uma menina estudiosa que pretendia ser bióloga um dia e tinha tudo para conseguir pois era muito dedicada aos estudos.Seus 17 anos, sua beleza física e seu intelecto a tornavam uma garota diferenciada e um orgulho para mim e meu marido. Nos cumprimentamos com um selinho, costume entre nós três e perguntei se o pai dela já tinha chegado, apesar de não ter visto o carro dele na garagem.
__Não. Papai disse que ira se atrasar um pouco por causa de uma reunião de emergência que teve agendada. - disse ela sem tirar os olhos do livro.
Olhei para ela, sentada no carpete, com suas belas coxas que o short deixava a mostra, um tópizinho, que escondiam os dois seios bem desenvoltos, a cabeleira que lhe caíam em casta ás suas costa. Analisei todo aquele visual e me reportei a alguns anos atrás, quando eu era assim como ela e arrasava corações. Me dirigi para o quarto onde depositei as demais sacolas sobre a cama e comecei a me despir. Não sabia por quê a figura do rapaz na praça me veio a mente. Teria gostado do presente? Eu tinha lhe comprado um tênis de marca, pois ficara penalizada com a situação por vê-lo sempre com o dele que já estava muito estragado. Estava descendo a calcinha, quando Anete apareceu na porta e ficou me olhando. Sorri para ela e continuei o que estava fazendo.Vendo que ela só me olhava a interpelei, pegando uma toalha de banho:
__Sim, filha. Queria alguma coisa?
__Ah! O Marcos telefonou dizendo que vai trazer a Gabriela para jantar.
__Não era Anita o nome da namorada dele? - questionei
__Do mês passado, sim. Essa é a desse mês. A senhora sabe como ele é, não é?
__Caramba esse moleque esta se saindo melhor que a encomenda. Que folego. Espero que você não siga seus passos.
__Deus me livre, estou fora. - disse ela sorrindo - Só que agora ele disse que é para valer. Esta apaixonado pela garota, pode?
__Tomara que sim. Bem deixe tomar um banho.Que horas vão vir?
__Olha mãe, ele não disse. Quer que eu ligue para ele?
__Você me faz esse favor? Se não der tempo de preparar algo mais que o de costume, vamos ter que encomendar.
__Tá bom, vou ligar e depois te falo. - disse ela saindo.
O jantar transcorreu na maior normalidade e meu marido chegou de fato,atrasado, quando estávamos terminando. A garota de Marcos era um belezinha, muito simpática mesmo e eu até fiquei contente dele ter escolhido. Marcos tinha 20 anos, pouco chegado aos estudos,tocava uma industria de produtos naturais e ia bem, o que compensava o pouco interesse que tinha em estudar. Gabriela, no entanto estudava botânica e o ajudava no que sabia de plantas, formando assim um casal promissor. Havia no entanto alguma coisa que ela escondia e eu não conseguia decifrar o que era. Anete porém pescou algo no ar e me disse o que achava dela a classificando como periguete. Achei que fosse ciumes do irmão.Comentei isso com Adriano que não quis tecer nenhum tipo de comentários por não ter tido tempo de a conhecer melhor. Falei a ele sobre o rapaz da praça e ele disse que eu tomasse cuidado, pois não se sabia quem era e o que de fato fazia. Realmente nos dias de hoje a gente só pensa na maldade alheia, mas acreditava que o rapaz fosse do bem.
Estava em minha agencia de turismo, atendendo um casal de noivos, quando vi passar pela calçada de frente ao estabelecimento o rapaz que ficava na praça.Pedi licença aos clientes e fui até a porta olhando na direção que el passara e ainda pude avista-lo e satisfeita ver que ele usava o tênis novo. Não sei porquê, aquele dia foi muito mais proveitoso. Eu estava contente, feliz.Quando a tarde encerrei o expediente e novamente caminhava para a calçada em direção a praça e posteriormente até o estacionamento que estava o meu carro, o avistei, fazendo suas manobras radicais com o skate, tendo a companhia de alguns outros rapazes. Olhei-os de relance e sem parar continuei, procurando atravessar a praça rapidamente sem me fazer notar. Quando estava para sair da praça e atravessar uma rua em direção ao estacionamento onde deixava o meu carro, ouvi o barulho inconfundível das rodinhas do skate, no piso abrasivo da calçada e antes que eu me virasse para desviar, a figura dele surgiu a minha frente em uma manobra que me assustou, fazendo-me dar um passo para trás. O pessoal que passava pararam e ficaram olhando, pensando que eu estava sendo atacada. Com um toque de pé o "brinquedo" chegou até sua mão e ele fez-me uma saudação como se eu fosse alguma realeza, o quê me fez rir.As pessoas vendo que não era um assalto foi se dispersando.
__Oi! - saudou ele - Ia embora sem falar comigo? - quis saber.
__Oi. - retribui a saudação complementando.-Não quis atrapalhar suas manobras com os demais.
__É bom ter platéia, sabia? Nos deixa mais ousados. É uma forma de querer aparecer, exibir o que temos de melhor, ou quase isso, sacou?
__Saquei? - disse repetindo sua gíria e ambos rimos.
__Você é uma burguesinha legal sabia?
__Obrigada pelo rótulo de burguesinha. Isso é bom ou ruim? - quis saber me fazendo de desentendida.
__Em você é tudo de bom. Esta com muita pressa.- perguntou encurtando a conversa.
__Vou pegar o carro e ir para casa. Porquê?
__Queria te pagar um lanche e conversarmos um pouco se possível, pode ser ou tem vergonha de estar ao lado de um mal vestido?
__Se tivesse vergonha, não estaríamos conversando agora. Vamos ao lanche e eu pago se você não se opuser. - quis dar a ele mais liberdade e estava certa de que ele não contava com a minha aceitação pois não teria dinheiro para pagar nada, Além disso, era a oportunidade que tinha de conhece-lo melhor. Ele lembra
va muito meu filho.
__Se você quer assim...
__Venha.-peguei em sua mão e atravessamos a rua em uma determinada direção e logo estávamos dentro do meu carro, rumo a um local que depois achei que tinha perdido a razão, ou seja, sem a minima vergonha parti para um motel. A cara dele ao ver onde estávamos entrando fora muito engraçada. Eu estava fazendo aquilo, para não constrange-lo em um lugar público, onde não entraria vestido como estava e nem eu queria me expôr, já ali seria tudo diferente.Assim que estacionamos na garagem do quarto conversei com ele.
__Não quero que você me interprete mal. Quero apenas estar em um lugar mais reservado, onde poderemos conversar muito mais a vontade. Não tem nada a ver com sexo. Ok?
__Mas claro. Nem poderia ser de outra forma. - rebateu, parecendo aliviado.Fiz de conta que não tinha percebido sua decepção e assim fomos para o quarto de onde pedi o que fosse possível para comermos.
Fiquei sabendo coisas incríveis enquanto comíamos, sobre a vida dele, marcada por envolvimento com drogas a expulsão de casa pelos pais que já não aguentavam mais. Os estudos interrompidos, o que o impedira de se formar em administração empresarial e por fim a moradia nas ruas. Provinha seu sustento, de pequenos bicos que fazia quando encontrava alguém que contratava seus serviços, mas não era sempre. Com isso vivia mais de favores em albergues, quando não aguentava mais passar fome e frio. Fiquei muito comovida com aquela revelação tão triste de um jovem que tinha exatamente a idade de meu filho. Não sei porquê, levei a mão em seu cabelos maltratados e de sopêtão lhe perguntei se desejava ajuda para sair daquela vida eu estaria disposta a ajuda-lo. Quando nos encaramos, lágrimas escorriam de seus belos olhos.
__É certo isso que esta dizendo? - perguntou assustado.
__Se você se comprometer em dar prosseguimento em seus estudos e largar as ruas eu o ajudo com todo o prazer, lhe conseguindo um lugar para morar e um trabalho.
__Mas não tenho condição de arcar com despesas de aluguel, não tenho, como você deve ter desconfiado, um puto de um centavos.
__Eu te ajudo em tudo. Mas já terá que mudar o teu linguajar. Vou te apadrinhar
e quero que dê a volta por cima.
__Mas por que fazes isso? Que lucro espera ter?
__Quero que você volte a se sentir no melhor momento de sua vida. Isso me basta.
Inesperadamente para mim, ele se ajoelhou e tomando minhas mãos as beijou. Aquele gesto me deixou confusa. Não queria que ele me ficasse em divida de gratidão. Iria fazer tudo aquilo por causa de um sentimento humanitário, nada mais que isso. E para começar avisei que ele ficaria ali naquela noite. Nos despedimos. Na portaria avisei o que estava acontecendo e paguei um pouco a mais para que ele pudesse ficar e ser servido no que pedisse, como disse a ele que fizesse e fui para casa. Meu marido e filhos ficaram a par de tudo que ocorrera, apenas omiti o motel, senão me internariam num manicômio, como louca.
No dia seguinte, deixei uma das funcionarias tomando conta da agencia e fui providenciar algumas coisas. Entre elas, roupas e sapatos, além de roupas íntimas e acessórios de limpezas pessoais e fui para o motel.Uma hora depois saímos. Era uma outra pessoa que estava ao meu lado. Não tinha nada a ver com o que tinha entrado na noite anterior. Era um belo rapaz que estava ao meu lado, todo barbeado, roupas limpas e um sorriso perturbador nos lábios. Passamos em são de beleza e depois fomos para a faculdade que ele tinha abandonado e conversando com a diretoria, ficou acertado que ele voltaria na semana seguinte, a frequenta-la. O contentamento que vi no rosto dele, pagava tudo.
Leonardo, ou Léo, como gostava de ser chamado,ficara instalado em um quartinho de pensão. A vida começou a dar novas esperanças á aquele rapaz e só tempo diria se eu estava certa em ajuda-lo ou não. O tempo foi passando r tudo indicava que o que eu temia não aconteceria, ou seja, Léo abandonar tudo e voltar a viver nas ruas. Com o emprego que eu lhe conseguira, ele passou a se sustentar e eu custeava seus estudos. Tinham se passados 5 meses que ele tinha adquirido vida nova e a pedido de meu marido eu o convidei a passar um final de semana conosco.
Quando Leonardo entrou naquela tarde em minha residencia, um tsumami, pareceu ter chegado com ele. Todos ficaram alvoroçados. Principalmente Anete. Me puxando para um canto da casa ela me inquiriu:
__Pelo amor de Deus mãe, que gato é esse?
__Achou ele tão atraente assim?
__Ele é lindo demais...minha nossa. Mãe eu quero esse cara para mim.
Aquela fala dela me provocou um acesso de riso que chamou a atenção de todos e tive que rebolar para não revelar a causa. Durante o jantar, se portando muito bem, Léo se entrosou bem com Marcos, que se mostrava muito receptivo ao rapaz. Naquela noite ele foi convidado a ficar conosco, dormiria no quarto de Marcos. Talvez aquele fora o grande erro de minha vida. Passavam das duas da manhã, quando acordei com uma sede monstro. Sempre trazia para o quarto uma jarra com água, mas após ter tido uma tórrida relação com meu marido, a sede nos levou a secar todo o líquido disponível e naquele momento eu não via outra alternativa senão ir até a copa para suprir a falta dele. E assim fiz, após cobrir meu corpo nu com uma camisola diáfana que ia até os pés, mas que era como se fosse uma pele invisível, pois deixa tudo visível. Aproveitei para beber um pouco de água ali mesmo na copa e estava lavando o copo para guarda-lo, quando senti que olhos me observavam. A principio achei que fosse meu marido ou um de meus filhos, o que não tinha nada demais, pois era comum nos vermos nus e não tínhamos malícia alguma, mas ao me virar, gelei ao ver quem estava para do atrás de mim. Léo me olhava hipnotizado com o que via e eu não tinha como me cobrir, pois o que tinha para ser visto, estava sendo visto e muito bem visto. Meu corpo todo, saciado a poucas horas atrás pelo sexo com meu marido, entrou em ebulição ao se ver admirado por aquele belo jovem. Senti uma comichão que vinha da sola dos pés, subia pelas pernas e coxas e se encontravam no vértice das mesmas, provocando um abrasamento, que começou a subir pelo ventre, queimar os seios e atingir meu rosto, que parecia estar sendo lambido por labaredas. Acho que ficara vermelha, porque Léo abaixou a cabeça e se desculpou. Ia se voltando quando lhe perguntei:
__Você veio beber água suponho?
__Sim, me deu um pouco de sede. - confessou, sem me olhar.
__Não vi você pegar nenhum copo até agora. Venha pegar a sua água. Tome. - peguei causalmente o mesmo copo que lavara e virando a jarra o enchi direcionando a ele. Casualmente nossas mãos se tocaram e por um momento ficamos nos encarando e como um imã vai atraindo um ferro, fomos nos aproximando. Meu peito, já a descoberto, pois a camisola abrira, permitindo que se visse, caso olhasse para baixo, meu triângulo artisticamente feito e o resto de minhas coxas e pernas,assim como eu o poderia continuar a apreciar seu tórax nu e outras partes do seu corpo que a sunga mal cobria. No entanto o que estávamos fazendo era nos consumir na grande dúvida, de irmos em frente em nossos desejos
ou se parávamos por ali. Eu não deveria ceder, ele tinha idade para ser um outro filho meu. Mas dentro de mim aquele diabinho teimoso, que era o desejo, me dizia que ali estavam, um homem e uma mulher que se consumiam a muito tempo em não se deixarem dominar pela tentação. Mas não tinham nada a perder naquele momento. Estavam os dois ali, sozinhos se desejando, querendo cair um nos braços do outro. Sem pensar em mais nada, puxei as laterais da camisola, deixando-a amontoar-se aos meus pés e como Lady Godiva, me aproximei mais daquele belo mancebo que me esperava, já entumescido em seu baixo ventre, em sua virilidade, naquilo que ela tinha de delicioso para dar em complemento a minha bainha que ainda estava bem lubrificada do líquido seminal do meu marido, mas que se achava sedente de mais lubrificação.Eu respirava já de boca aberta, não me contendo mais de ansiedade de grudar o meu corpo no dele. Mas parecia que nos distanciávamos a fim de apreciarmos cada detalhe dos corpos que se preparavam para entrar em confronto libidinoso. Agora seu olhos devoravam os meus seios maduros, já tendo a ação do tempo começando a se abater sobre eles, mas mesmo assim estavam belos naquele ambiente impróprio, depois desceram pelo meu ventre e se fixaram em meu púbis. Os meus, não desgrudavam da intumescência que cada vez se destacava na frente da sunga, que por acaso era um das que eu comprara para ele. Saindo daquela letargia severa, ele se aproximou e me tomou em seus braços. Me olhou dentro dos olhos, assustado temeroso de estar cometendo um sacrilégio com quem o ajudaram a se erguer da lama, na casa dela, onde seus familiares dormiam, nos aposentos ao lado, inclusive seu marido,e ele estava prestes a profanar aquele santuário e sua deusa mãe. Sim para ele eu era uma deusa e ele não desejava manchar a minha magnitude se eu não o permitisse e me lembrando de quando o levei para o motel expliquei por que o fazia e vira nos olhos dele a dúvida, eu naquele momento tinha que lhe deixar bem claro que a situação era outra. Não haveria impedimento de minha parte. Fechei os olhos e entrabri os lábios. Ele deve ter percebido pelo arfar descompassado dos meus seios que eu estava desejando-o, pois carinhosamente colou seus lábios aos meus em um beijo cálido,apesar de tímido, onde sua língua procurou a minha e duelou com ela. Comecei a pensar se ele estava sentindo o gosto, o cheiro de porra, que eu sugara um pouco do pau de meu marido e isso me fez ter o primeiro estremecimento anunciando o gozo chegando. Abracei-o com força e me deixei invadir pela avalanche de tremores que sacudiam meu corpo. Ele me encostou na parede que dividia a copa da cozinha. Não era muito alto e quase sentei sobre ele o deixando ficar entre minhas pernas prensando o sexo duro, ainda sob a sunga, de encontro ao meu púbis, Ao desgrudar a boca da minha olhei para ele.
__Hoje você não precisa se assustar nem duvidar - disse-lhe o puxando para os meus seios - É tudo real e para você se assim o quiser.
__Se você soubesse o quanto te desejo, mesmo antes de você me dar aquele par de tênis, que aliás nunca agradeci. Sempre que você passava ali na praça eu fingia estar alimentando os pombos, mas na verdade queria e te olhar por trás e seguir o teu bambolear de nádegas e sonhava, não custava nada sonhar, sonhava estar com você onde quer que fosse para te ver assim como estas agora. Eu esperava ansioso o fim do dia e de longe você chegava até mim, devido ao perfume que emanava do teu corpo. Era a unica coisa que me fazia esquecer o que tinha passado e iria passar a noite. Você, ver você me alimentava a alma e eu te amava com toda força do meu coração. Sonhava, mas não imaginava que pudesse acontecer o quê esta acontecendo aqui, agora. - disse sussurrando enquanto suas mãos me massageavam os seios.
Tomei sua cabeça entre minha mãos e olhando em seus beijei-o e depois disse:
__Sou sua.Porquê ao invés de ficar falando você não mata seu desejo e me tem?
Ele quase que de imediato me fez sentar na mureta e separando as minhas per-nas se pôs entre elas e se curvou para chupar cada um dos meus seios, me dando
aquela ansiedade da adolescência, quando permitia que as carícia se fixasse neles. Chupava devagar e gostoso me levando as nuvens. Foi descendo pelo meu corpo e se fixou entre minha pernas. Levei as mãos até meu sexo e o abri para que ele me visse na mais profunda intimidade. Quando senti a boca dele tomar conta daquele local, coloquei as mãos em sua cabeça e a forcei no meu sexo. Estava delirando muito, quando notei um vulto que ficou na porta. Era Anete. Estremeci e ia rechaçar Léo, quando ela me fez sinal de silencio e que continuasse que ela iria ficar ali vendo. Aquela situação me deu mais tesão e eu me deixei dominar pelo sexo oral que ele me aplicava. Ver minha filha presenciando a minha performance com aquele que ela também desejava, não era o que eu queria, mas já que estava lá, porque não aproveitar. Fui escorregando a bunda da mureta e logo estava a sua frente agachada , descendo a sunga e jogando em direção a Anete que a apanhou levando ao nariz. A pica de Léo era bela em todos os sentidos, pois tinha comprimento, uns 20cm, em grossura 7cm de diâmetro e peludo.Era maior que de meu marido e mais grosso, o que me assanhou mais. O fiz se virar de lado a fim de que Anete visse. Seu olhos esbugalharam diante da visão do belo pênis. Comecei a beijar e chupar a glande e depois correr a boca por todo ele até chegar nos ovos, tomando-os um por vez na boca. Olhava para Anete e a via com a sunga no nariz e uma das mãos debaixo do Baby doll acariciando os seios. Eu queria que ela participasse e fiz um sinal para ela se aproximar, mas não quis, preferiu ficar só observando e se masturbando. Chupei muito aquela peça de carne até que me levantei e me virando de costas para ele me curvei apoiando as mãos na mureta, separei as pernas e me ofereci para ele. Sua mãos acariciaram minas nádegas e o carinho fundamental que esperava não ganhei que era uma linguada no rego. Percebi a cabeça da pica dele se adaptar a entrada da vagina e ir tomando conta de todo o meu interior. Talvez devida a minha grande excitação que me deixara muito molhada, eu não senti muito a pressão da penetração. Minhas paredes vaginais se adaptaram numa boa a envergadura do membro. Léo me segurou pelos quadris e passou a se movimentar gostosamente me levando a ter vertigens de prazeres. Procurava olhar para trás e ver se Anete estava lá e a via entretida com a parte de baixo da roupa descida e a mão entre as pernas, buscando o seu prazer platônico. Fui procurando ficar mais de lado para que ela visse a pica dele entrando em mim e com isso dar-lhe um motivo para gozar. Léo era muito bom na foda e estava me levando a delirantes momentos de prazer. Acelerou se agarrando a mim e junto comigo gozou, misturando a sua porra com a que já havia lá dentro, mesmo ele tendo me chupado bastante, alguma coisa ainda tinha lá dentro. Anete ao perceber que a sessão de cinema pornô terminara, jogou a sunga o mais perto possível sem que Léo visse e foi embora para seu quarto. Eu também iria voltar para o meu e depois de nos vestirmos, nos beijamos e fomos dormir. Tinha certeza de que meu menino estava satisfeito. Tinha fodido a sua deusa.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:20 de março de 2015 16:10

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Maduras

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