Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Brincos de pedras brilhantes

Brincos de pedras brilhantes
Ela sabia que aquilo não era o certo a fazer. Mas o desejo incontrolável falava mais alto em meio aquele bombardeio de pensamentos contrários. Depois de pensar por um longo período, ela resolveu ir. Suzana estava decidida. Influenciada pelo desejo, claro, mas estava.

Arrumou-se. Vestiu aquele vestido preto mais sexy. Passou aquele batom cor de cereja e colocou os brincos de pedras brilhantes que usava em ocasiões especiais, como essa. Perfumou-se, com aquele cheiro de almíscar e baunilha que só recendiam nela. Queria mesmo arrasar quarteirões. Pegou a bolsa e antes de sair deu a última conferida no visual para ver se estava tudo certo. Arrumou os cabelos em frente ao espelho e olhou no fundo dos olhos como se estivesse encorajando a si mesma para não desistir. Encorajou-se e saiu.

Chegando perto do local desejado ela pediu para o taxista parar. Seu estômago estava em borboletas. Desceu do táxi. Entrou no hotel e a cada passo o coração batia mais rápido. Ela sabia que tudo que iria fazer estava longe de ser correto, mas a vontade era tão forte que ela não tinha mais controle sobre isso, precisava fazer. Chegou próximo ao balcão e pediu para ser anunciada no apartamento 208.

Entrou no elevador e a cada andar seu corpo tremia, gradativamente. Quando chegou no 8º andar já estava suando frio. Andou até o fim do corredor para chegar ao apartamento. Hesitou em apertar a campainha. Pensou, rapidamente, sobre tudo, e apertou. Nesse momento seu coração já estava saindo pela boca. Respiração rápida, ofegante. A porta abriu. Ela entrou de cabeça baixa como se estivesse com vergonha de mostrar sua ansiedade. Escutou a porta fechar. Seus olhos foram subindo até chegarem aos olhos dele. Nesse momento, ela teve a certeza de que queria realmente aquilo.

Ele lhe ofereceu uma bebida. Ela aceitou, sentou-se no sofá e correu os olhos por todo o apartamento para conhecer o local onde iria passar suas próximas horas. Estava ainda intimidada com a situação, mas estava determinada.

Ele lhe entregou a bebida, sentou-se de frente para ela, olhou-a nos olhos por alguns instantes. Ela sentiu aquele frio na espinha que a deixava louca. Tentou imaginar o que ele estava pensando ao olhar para ela. Ele sentou-se mais perto e correu as mãos pelas pernas dela. Suzana sentiu o calor das mãos dele e começou a ficar excitada só imaginando o que poderia esperar dessa noite.

A cada toque dele ela desejava mais, queria mais, seu corpo precisava de mais. Começou a passar a mão no corpo dele, sentia cada vez mais calor, mais excitação. Não sabia o porquê, mas sentia algo muito intenso nessa situação, algo que não conhecia; algo que não tinha controle, no entanto, gostava muito.

Ele chegou a boca perto do ouvido dela, bafejou um ar quente em sua pele, dava mordidas em sua orelha. Colocou todo o brinco dentro dela na boca e chupava levemente como quem chupa uma manga madura. Nesse momento, ela sentiu todo o corpo arrepiar. Ele foi dando beijos descendentes em seu pescoço, enquanto sua mão ia subindo pelas pernas dela até chegar a sua vagina. Fazia movimentos lentos e circulares.

Suzana ficou em êxtase, ela não conseguia mais ter domínio sobre o seu corpo. Era como se estivesse possuída. Com a sensação de que estava sendo dominada por ele, e por um desejo incontrolável, ela foi deixando seu corpo se soltar no sofá, enquanto ele a massageava intimamente.

Ele se ajoelhou, ergueu o vestido dela, arrancou sua calcinha o mais rápido que pode e caiu de boca em sua vagina. Ela delirava de excitação nessa hora, tentando segurar ao máximo para não gozar e aproveitar mais esse momento que ela tanto esperou. Sentia a língua dele, suave, deslizar pelo seu clitóris encharcado de desejo. Aquilo funcionava, para ela, como droga, cada vez que essa sensação lhe possuía era como se estivesse em outro universo. Mas, de repente, Suzana percebeu que abruptamente aquela boca havia parado de devorar sua vagina. Quando ela volta em si, enxerga ele tirando toda a roupa.

Completamente nu ele a puxa pelo braço e a leva até a cozinha, pega em sua cintura com força e a vira de frente para a mesa deixando-a com a bunda virada para ele. Nesse momento, ele ergue a ponta do vestido e penetra todo o seu pênis na vagina dela. Ela tinha consciência de que tudo oque estava acontecendo era completamente imoral, mas, de certa forma, era isso que a deixava mais viciada, era isso que a controlava, o proibido; o imoral; o pecado. Ela queria e desejava o erro mais do que qualquer coisa.

Ela perdeu o sentido por alguns instantes. Toda essa situação lhe deixava completamente fora de si. Ainda apoiada na mesa, ela sentia o entra e sai do pênis dele dentro dela e uma força puxando seu cabelo. Queria gozar, mas queria sentir isso por mais tempo. Ele parou novamente. Virou-a de frente para ele e colocou-a sentada em cima da mesa e abriu suas pernas. Ela estava louca de excitação. Começaram a beijar-se calorosamente, violentamente. Ele a envolveu em seus braços e a puxou perto de seu corpo. Tirou-a da mesa e ficou com ela agarrada em seu pescoço e com as pernas envolvidas na cintura dele. Levou ela até a parede, encostou-a e começou a penetrar seu pênis com o movimento de vai e vem descontrolado. Os dois já estavam no limite de suas excitações. Ela gritava de prazer. Ele gemia. Ela arranhava suas costas. Ele puxava os cabelos dela. Ela, ele, gozam.

Esse era o segredo, a Sensação. Suzana era dominada e controlada por uma sensação. Aquilo era o que motivava ela a viver. Queria sentir isso pelo resto da vida. Desejava morrer assim, morreria excitada.

Ela desceu do colo dele. Os dois não trocaram palavras durante todo o ritual de prazer. Mas ela não se importava, não estava atrás de conversas. Preferia que fosse assim. Ela colocou a calcinha. Ajeitou o cabelo. Pegou a bolsa e saiu sem olhar para trás, sem se despedir.

Chegou à sua casa, exausta. Sentia-se aliviada, como se tivesse cumprido uma etapa de algo importante. Como se estivesse saciado uma fome que não conseguia controlar. Tomou banho. Deitou-se na cama e abraçou seu marido. Sentia-se sempre estranha cada vez que isso acontecia, mas precisava disso para viver. Amava o marido, mas desejava o ato impuro, sujo. Esse era o sentido da sua vida.

Suzana adormeceu imaginando quando iria usar os brincos de pedras brilhantes, com outro desconhecido, novamente.

Sobre este texto

Excitadora

Autor:

Publicação:15 de janeiro de 2016 21:08

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 15/01/2016.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

  • Excitadora
    Postado porExcitadoraem21 de janeiro de 2016 11:11

    Olá Phedra ! Obrigada por ter lido o meu texto, que bom que gostou ! ótima observação ! A Suzana merece muitos brincos de pedras brilhantes !

  • Phedra
    Postado porPhedraem20 de janeiro de 2016 20:03

    Adorei seu conto erótico e fiquei a pensa como seria encontrar Susie e lhe dar mais um belo brinco de brilhantes. Será que rolaria algo com uma mulher fogosa como eu?

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*