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Do fundo do baú

Suíte 36

Aconteceu bem no final de novembro. Se não me falha a memória, era o dia vinte e oito do mês.
O tempo estava nublado no final da tarde daquela segunda-feira. Nos encontramos depois do expediente dela. Naquele dia, eu estava de folga.
- Nossa, eu pensei que você estivesse saindo de lá agora, - falei surpreso.
- Também você andou me apressando, - disse ela sorrindo.
Seria o nosso primeiro encontro. Tínhamos nos amassado e nos beijado, mas, cama, seria a primeira vez. Ela estava gostosíssima, enfiada num jeans apertado, com uma blusa estampada e uma sandália de salto, discreto. O suave cheiro do seu corpo, me fazia querer agarrá-la ali mesmo. Era difícil me conter, tal era o tesão.
Chegamos no motel, fomos para o quarto trinta e seis. O local era simples, mas até que era aconchegante. Não era tão ruim para uma primeira vez. Ficamos procurando onde estava o disjuntor para ligar a luz, foi hilário, não encontramos, desistimos. Quando ele quiser, aparece! - concordamos, rindo.
Sentamos na cama e começamos os amassos. Finalmente, um beijo sem receio de sermos pegos. Até que enfim pude acariciar aqueles seios macios e gostosos, sem medo de alguém chegar.
Fui beijando o pescoço e a nuca enquanto tirava a blusa e o soutien, ao mesmo tempo em que apalpava e apertava suavemente seus pequenos seios. Podia ver e sentir os seus arrepios.
Desci um pouco mais beijando e lambendo a região do umbigo que era uma coisa de endoidecer; como era macia, sem .imperfeição alguma, nunca vi nada igual!
Nesse momento eu já estava louco de tesão. Desabotoei a calça apertada, desci imediatamente para os lindos pés, tirei as sandálias e comecei a beijá-los delicadamente, enquanto ela me olhava com o seu sorriso fatal.
Sem maiores problemas, me livrei da calça e pude vislumbrar a delicada calcinha branca que cobria a flor rósea do desejo. A combinação daquele par de coxas torneados, lisinhos e perfeitos, com a rala e delicada penugem do seu sexo, me extinguiram o resto de controle que eu mantinha até ali.
Não resisti. Fui subindo, percorrendo a língua por suas pernas até chegar ao portal do amor, que ainda estava escondido pela pequena lingerie. Ainda sem tirá-la, fui passando a língua em toda a extensão, de baixo pra cima, enquanto ouvia seus primeiros gemidos de prazer. Logo, a calcinha já estava toda lambuzada devido a minha saliva e os inebriantes fluidos dela. Num ímpeto de desejo e voracidade, arranquei a peça e cai de boca naquele vulcão erupto. Agora sem nada escondendo, pude contemplar a imagem daquela flor rosada, de botões macios como a seda. Enfiei a língua entre os lábios e fui sorvendo suavemente todo o seu néctar de amor. Podia sentir a sua pulsação, me querendo lá dentro, bem profundo. Mas ainda não. Enquanto ela gemia, se contorcendo, comecei a introduzir um dedo, fazendo suaves movimentos, como a tentar descobrir tesouros ocultos. Ela arfava de prazer, e eu sentia isso pelo seu doce caldo a me lambuzar. Parei um pouco, subi com a língua novamente deslizando pelo seu corpo lindo e beijei sua boca com paixão, enquanto devorava a sua língua macia.
Virei-a de bruços e contemplei aquela bunda maravilhosa; arredondada, lisinha e de bom tamanho. Não deu outra, tive que beijar e lamber também. Quem resistiria?!
Ainda de bruços, sentei com cuidado sobre ela e fui introduzindo o membro entre suas pernas, ela foi se abrindo quase que automaticamente até chegar na sua apertada flor. Penetrei loucamente, até sentir ser totalmente engolfado pelo seu sexo quente. Comecei com movimentos suaves e fui aumentando devagar, enquanto ela sussurrava gostoso.
- Ai, amor! Que delicia! Eu tava precisando disso.
- Ah, princesa, como você é gostosa. - como é bom te comer!
- Você é doido! E a camisinha? É perigoso!
- Depois eu coloco. Não vou gozar dentro não.
Até que tentamos com a camisinha, depois de um bom tempo sem ela. Não deu muito certo. Além d'eu não sentir prazer, ela parecia ter alergia a lubrificação do látex.
- E agora, o que fazemos? - falei.
- Vamos assim mesmo, mas tome cuidado! - ela disse.
- Ah, amor quero uns beijinhos aqui. - falei animado.
Ela, imediatamente começou a beijar gostosamente o membro pulsante. Passava a língua pela cabeça e chupava com a carinha faceira. Eu ia a loucura!
Enquanto ela chupava, eu dedilhava a sua flor e acariciava os botões. Disso passamos para um gostoso 69, depois entrei nela novamente enquanto a beijava com tesão.
Num momento, pedi pra ela ficar de quatro e a penetrei. Ela gritou, doeu um pouco.
- Desculpe meu bem, não tive a intenção de te machucar, falei.
- É que nessa posição entra muito, toca no útero, explicou.
- Ai, amor eu tô com medo, ela falou chorosa.
- Tudo bem. Vamos dar um tempo, conclui.
Paramos e conversamos. Não demorou e voltamos a nos amar.
Sentamos um em frente ao outro, entrelaçamos as pernas e entrei nela suavemente. Essa posição, ela não tinha experimentado ainda. Daquela maneira, dava pra beijar e acariciar um ao outro.
- Olha pra não quebrar o negócio! Disse sorrindo.
- Não quebra não! Não se preocupe, respondi rindo.
Nós amamos em várias posições, desde que fosse confortável pra ela. Eu tinha outras loucuras em mente, mas era melhor ir com calma.
Depois de mais de duas horas e meia, eu queria gozar. Como estávamos sem preservativo, não podia ejacular dentro dela, mas queria tanto...
- Amor, se eu lhe perguntar algo você se chateia?
- Não, meu bem. Pode falar.
- Já fez anal alguma vez? Perguntei, meio safado!
- Não. Por quê?
- Nunca quis experimentar?
- Posso tentar, por você! Ela respondeu.
Aquilo me animou. Meu Deus que maravilha! Ela me daria aquela coisa linda. Eu seria o primeiro a experimentar. Não tem preço! Só mesmo o amor.
Continuamos. Lubrifiquei bastante o membro no néctar da sua flor e parti para o desbravamento.
Coloquei-o na entrada da desejada bunda e fui forçando com cuidado. Ela fazia uma carinha de dor e prazer ao mesmo tempo. Isso me enlouquecia, eu a beijava com paixão enquanto ia entrando nela bem devagar. De início, foi escorregando a cabecinha, aos poucos já tinha entrando metade, quando percebi, fui fazendo movimentos de vai e vem e ele se ajustou inteirinho dentro daquela maravilha.
- Ai amor, que bundinha gostosa você tem! Eu falava enlouquecido. Tá machucando?
- Não, meu bem. Tá bem gostoso, não para!
Enquanto me movia dentro daquela bunda gostosa, eu ia acariciando os botões da sua deliciosa flor, que pulsava e expelia um caldo viscoso. Os movimentos foram ficando intensos, eu gemia de prazer e me deliciava naquele corpo magnífico, até que explodi o jorro quente dentro dela.
- Ai, minha linda, eu vou gozaaaaar!!!! Ai, ai, eu te amoooooo...
Gozei intensamente! Depois ficamos bem agarradinhos, coladinhos e encaixados por um tempo, até o membro escorregar de dentro dela.
Fomos para o chuveiro, nos lavamos e sentamos na cama para conversar.
Enquanto conversávamos, ela, com as pernas sobre as minhas, e eu a acariciando; o membro voltava a carga, e ficava duro cada vez mais.
Voltamos a nos beijar e nos amamos de novo. Chupei vorazmente a sua flor e saboreei com prazer o gosto doce do seu néctar. Entrei novamente naquela caverna suculenta vendo ela gemer e suspirar de tesão. Enquanto a comia gostosamente, ia lambendo e chupando a sua orelha; enfiava a língua no ouvido e ela estremecia de gozo.
- Ai, meu amor, me come gostoso! Eu te amo, te amo, ai, ai, aaaiiiiii... delícia!!!
- Ai, para amor! Tô com medo, tô com medo! Paraaaa, amor, não faz isso! Paraaaa!!!
Ela temia que eu gozasse dentro, sem camisinha era arriscado. Mas tava tão gostoso...
- Não se preocupe, linda, na hora H eu tiro! Confie em mim! Tá tão gostoso...
- E se não der tempo, meu bem?! É melhor não arriscar!
- Tá bom, princesa, mas dá umas chupadas que eu quero gozar!
Dei umas últimas estocadas, ela ia a loucura, alucinada. Tirei o danado de dentro e ela começou a chupar com a carinha mais linda do mundo.
- Você não vai esquecer dessa cena! disse, dengosa.
- Jamais vou esquecer, minha deusa loira, coisa gostosa!
Ela chupava com gosto; passava a língua na cabeça, engolia um pouco, eu gemia alucinado!
- Isso, meu bem, passa a língua, engole, chupa gostoso, ahhhhh, que delicia!!!
- Continua, sua gostosa, tô quase gozando, ai, ai, ai, vou gozaaaaaar!!!
Explodi num gozo delicioso na boca e no rosto dela! Que mulher maravilhosa!
Limpei aquele rostinho lindo, lambuzado de amor, e fomos pro chuveiro.
Satisfeitos e saciados por hora, nos trocamos e deixamos a suíte trinta e seis.
A partir daí, os sentimentos afloraram mais ainda. A paixão e o desejo ficaram incontroláveis. A cada encontro, isso era mais nítido. Cada vez era melhor!
É pena que as coisas não são como queremos. Os amores surgem, mas as vezes há empecilhos que estão além das nossas forças.
Não há como esquecer uma pessoa como essa. Uma mulher maravilhosa, um ser humano incrível e uma fêmea como poucas. Uma deusa, mesmo!
Existem outros relatos. Mas isso é uma outra história!






















Sobre este texto

Fada diabinha

Autor:

Publicação:22 de abril de 2015 16:24

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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