Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Cheiro de Sexo

Cheiro de Sexo
Já era de manhã. O cheiro de cerveja ainda sondava o quarto onde os dois passaram uma noite nunca tida antes. Os corpos nus estavam cobertos apenas por um fino lençol de ceda. A barriga dela, ainda melada pela ultima gozada dele já estava seca. Ele dormia com pau franzido pelo frio dos vinte graus Celsius do ar condicionado. O cheiro de sexo se expandia no quarto, até que ela acordou e com vontade de quero mais, retirou o lençol e subiu em cima dele. Ele ainda cara de sono, não deu sinal de resistência e os corpos que clamavam sexo não contiveram. Ele retirou o resto do lençol que o recobria e seu amiguinho já animado, dava sinais de toque-toque na porta dela. Embora fosse seis da manhã, o clima não poderia ser mais agradável e mais sacana. As trocas de pernas, as mãos bobas, as línguas que se comunicavam, as salivas, as trocas de fluidos tudo isso dava um tesão a mais na cena. Não tinham como controlar os instintos, o foda ia rolar a todo custo.
Língua no mamilo, na bocetinha. Arrepios. Gemidos. Boca nervosa. Chupada no pau, nas bolas. Cada vez a intensidade aumentava e o tesão não era algo controlável. Nada era retrógrado, só a volta do movimento de ida. Eles se beijavam, se lambiam, se comiam com os olhos. Nada era limpo e nem arrumado. O local estava sujo, e o desejo de possuir também. ‘’Cai de boca’’, foi o que ele disse a ela. Ela como boa obediente caiu sem esperar ele ordenar outra vez. Os dois se combinavam, quimicamente falando. A cama ficou pequena pra tento tesão. A cozinha, o banheiro e a sala não escaparam, foi foda em tudo que é canto. ‘’Rebola’’, ele a disse enquanto se sentava no sofá com o pau durão. Os tapas eram sonoramente bons de se escutar. ‘Bate mais vai. Quero mais, me fode, cachorrão’’ dizia ela em tom de secura, em tom de desejo, em tom de quero mais. Eles estavam além dos limites, mas peraí, quem disse que tem limite numa foda? O limite acaba quando o prazer não é mútuo, mas isso estava longe de acontecer, o prazer estava mútuo e recíproco, não tinham do que reclamar. Não tinha dor nos cabelos puxados, nem choques nas mordidas. Tudo era troca. Desde olhos por olhos até aos tapas nos rostos. Era ‘’minha puta’’ pra cá, ‘’cachorrão’’ pra lá, e assim eles terminaram mais uma sessão de sexo já insinuando outra para mais tarde. Eles sabiam que tinham explodido de tesão juntos e queria repetir mais vezes. Eles aprenderam que quem se limita, esfria. E eles não queriam esfriar de forma alguma.

Sobre este texto

FALCÃO

Autor:

Publicação:5 de setembro de 2014 16:01

Gênero literário:Poesia erótica

Tema ou assunto:Casal

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 05/09/2014.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*