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Priscila e Flávia

Priscila e Flávia.

Flávia é uma mulher muito bonita e alta, hoje com 25 anos, tipo manequim, esbelta, mas de corpo muito bem torneado com cabelos médios e negros. Bem queimada de Sol. Um rosto angelical e muito meiga. Fazia engenharia. Das primas e primos é que mais me identifico, estamos sempre juntas. Tenho uma grande estima por ela, a ponto de compará-la a uma irmã. Já eu sou pequena, bonita, mas pequena. Meço 1,56m, peso 44 kg, meu busto chega a 81 cm e o quadril 89 o que para minha estatura é aceitável.
Era 22 de Abril de 2005 um Sábado tínhamos 19 anos e eram quase dez horas. Eu, Flávia e minha tia íamos à praia. Paramos no Bob’s da Praça Bernardeli para tomarmos nosso café matinal. Minha tia com mania de emagrecer tomou seu suco e acompanhou uma amiga dela que já se dirigia a praia. Flávia e eu ficamos tomando nosso café.
Pouco antes da chegada de nosso café brincávamos de não piscar e quando pegamos nosso café paramos. Depois percebo Flávia fixando seus olhos castanhos num outro ponto que não seu lanche. Viro-me ao local de interesse de minha prima. Surpreendo-me. Ela fitava os olhos de um senhor a mesa ao lado como fazíamos momentos antes. O senhor deveria ter a idade de meu pai, embora estivesse muito mais conservado. Seus cabelos eram naturalmente castanhos. Sua fisionomia lembrou-me um pouco a foto da capa de um dos vinis do cantor Elvis Presley, não me recordo qual. Trajava uma camisa azul escuro e gravata negra com o paletó negro no encosto da cadeira. Era um coroa muito bonito e estava inteirão. Torci por Flávia, mas ela não agüentou e acabou piscando. Nós rimos e acabamos sendo convidadas a sentar em sua mesa. De comum acordo aceitamos.
Ele apresentou-se como Júlio, carioca morando em algum lugar de Minas Gerais, trabalhando no setor da construção civil, 47 anos confirmados, uns 1,80m de altura, claro, um corpo bem tratado e definido, mas nada extraordinário especulamos algo em torno de 80 a 85 kg. Apesar de eu ainda não ter tido uma experiência com o sexo oposto ele, em minha opinião era muito bonito sem dúvida alguma. Havia vindo visitar uma familiar que havia morrido com ele ainda a caminho, dai sua visível tristeza.
Ficamos então lanchando e conversando a ponto de esquecermos que estávamos indo a praia. Saímos com a intenção de encontrarmos com nossa turma na Ronald de Carvalho e ele de caminhar até seu hotel ali perto. Nós então o convidamos a ir pela Avenida Atlântica. Entre uma sombra e outra, passo a passo, com uma companhia agradável e um papo retro pra lá de divertido passamos do ponto e alcançamos sem perceber o Posto Seis. Foi quando Flávia o convidou a nos acompanhar a praia. Aceite este impraticável visto que ele trajava terno, preto ainda por cima. Sugeri então que voltássemos ao seu hotel, próximo a Rua Santa Clara, e que ele trocasse de roupas. Assim o fizemos.
Chegando lá nos convidou a subir, não atentei ao andar e nem a Flávia, só lembro que era um dos últimos, e que mais de dez. Já em cima ele nos ofereceu refrigerantes, ligou a televisão e entrou no banheiro. Pouco depois saia de bermuda e blusa de malha. No mesmo instante em que um canal anunciou que exibiria o filme Amor Sem Fim num horário em que estaríamos na praia. Nós lamentamos afinal seria uma boa vermos o filme, de novo. Ele então perguntou se não acharíamos melhor ver o filme. Naquele momento nos pareceu melhor mesmo e assim ficou decidido.
Ele então se encostaria ao meio da espaçosa cama, Flavia ficaria de um lado e eu do outro. Quase assistíamos televisão e comíamos umas castanhas e uns salgadinhos que ele pedira e mais conversávamos. Pouco antes do filme Flávia perguntou se poderia tirar a sua canga. Eu pensei no mesmo, mas queria lavar os pés antes de pô-los na cama. Ele deixou-nos a vontade dizendo que se desejássemos poderíamos até nos banhar o que Flávia aceitou e eu também o faria. Quando sai do banho, só de maiô, os dois conversavam sobre quem era a mais bonita entre a duas. Ele como cavalheiro que era evadiu-se de responder e Flávia instigando-o a escolher uma. Então nos propusemos a desfilar no quarto para ele escolher. Acredito hoje que ele nunca desejou escolher uma, afinal não decidia entre uma, apenas nos elogiava.
E nesta brincadeira, de roupa de banho, acabamos por sugerir, de brincadeira, desfilarmos nuas. Coisa mais sem pé nem cabeça. Ele depois de um discurso um pouco moralista, afinal tínhamos 19 anos e ele 47 anos, concordou com nossas idéias. Como não tínhamos a menor experiência nesta área, ele passou a dar as dicas. Instruía-nos como fazer. Primeiro como deveríamos andar depois rebolar. Mas adiante como nos mexer e não demorou a nos pedirmos para nos tocar. Eu protestei de imediato afinal não éramos lésbicas, mas ele explicou que era só uma encenação, e cá para nós estava muito divertido e sem conhecer: excitante, acabamos concordando.
Sempre atendendo as instruções de Júlio, removi o sutiã de Flávia só então percebi o quão ela era bonita e queimada de Sol e mais, os bicos de seus peitos apontavam rigidamente para mim. Flávia depois abaixaria as alças de meu maiô, um de cada vez. Eu fiquei louquinha, louquinha. Que me recordo foi a primeira vez que me molhei com alguém de verdade. Não me senti envergonhada por isto como imaginei que um dia sentiria. De repente ele estava ao nosso lado sugerindo que abraçamo-nos e acariciamo-nos. Sua mão fina toca minhas costas e gentilmente guia-me em direção ao corpo seminu de Flávia. Pede-nos que nos beijemos. Eu não tenho certeza quanto a Flávia, mas eu estava cheia de desejo de beijá-la. Durante o beijo senti sua mão descendo meu maiô. Ele sugeriu que deveria abaixar o biquíni dela. Agora estávamos completamente nuas e nos esfregando deliciosamente. Ele pega nossas mãos e põem sobre sua bermuda. Eu instintivamente empunho seu membro assim como minha prima. Nossas mãos disputam levemente quem e como o pegaríamos.
Agora estamos os três nus e abraçados. Sinto seu tórax peludo em contato com meu corpo. Beijava um homem e uma mulher pela primeira vez. Sua mão alcança minhas intimidades e as acaricia. Eu tremo acariciando seu pênis duro e grosso, pouco havia imaginado como seria este primeiro contato. Indagava-me como um dia um destes poderia caber onde se afirmava caber.
Não sei quando ela ou ele, sei que sentia uma vibração inédita ao ter minha xaninha acariciada e excitada por eles. Beijava ora ele, ora ela. Movemos-nos entrelaçados em direção a cama quando ele propôs nos depilar. Deitou-nos em sua cama acariciando-nos enquanto buscava espuma de barbear. Nós duas, com as mãos cariciando deliciosamente as xoxotas da outra, ainda ponderamos sobre o que estávamos fazendo, mas decidimos que uma policiaria a outra e não faríamos nada mais que isto.
Júlio não demorou, sentou-se na cama e sem nos interromper abriu as pernas de Flávia e com um pincel de barbear espumou sua genitália. Ela quase engoliu minha língua de tanta excitação. Depois foi minha vez de sentir a espuma morna, os dedos longos, finos, macios e ágeis entre minhas pernas abertas. Logo pôs-nos de quatro. Dedos firmes e precisos abriram nossos regos para a lamina afiada livrar-nos totalmente dos pelos. Um aparte: Desde esta época, com métodos mais apropriados, mantenho-me depilada.
De repente lá estávamos nós duas, deitadas de pernas abertas com nossas bucetas totalmente expostas. Ele procurou com atenção e carinho quaisquer resquícios de pelo em nossas xoxotas e rego. Ajoelhado entre nós também acariciava nossos sexos sem pressa. Enchia a mão e levemente os apertava. Parecia deliciar-se ao nos ver gemendo de prazer. Quando decidiu que já havíamos tido prazer o suficiente nos convidou a um banho.
O espaço do chuveiro não era dos maiores, mas cabemos os três. Com a ducha fingiu que jogaria água para limpar-nos, mas logo estava-nos era tomando banho mesmo. Júlio abaixou-se com a desculpa de conferir o seu trabalho. Abri um pouco as pernas para facilitar. Ele passou os dedos causando-me arrepios, de baixo olhou para mim e disse que estava bem lisinha dava até vontade de beijar. Perguntou se eu me importaria. Eu com sincera inocência consenti. Imaginei um beijinho, quando muito talvez um leve selinho. Não sabia que existia beijo de língua em xoxotas. Quase morri quando senti sua língua vibrante tremular dentro de minha xoxotinha, que imediatamente encharcou-se não de água. Seus dentes mordiscavam meu clitóris fazendo-me gemer e dar gritinhos de prazer. Apoiei-me na parede e arreganhei-me o máximo que pude. Segurei-lhe a cabeça e puxava-a para dentro de mim. Dobrei as pernas, perdendo o equilíbrio, quando senti seu dedo entrar em meu anus, mas ele me apoiou. Debaixo daquele chuveiro tive meu primeiro orgasmo da vida. Logo depois saia meio bamba em direção a cama onde devo ter desmaiado ou bem próximo disto.
Não sei quanto tempo os dois ficaram ainda no banho, mas alguns gemidos de minha prima eu pude identificar. E tenho certeza que ela apesar disto ela saiu do banheiro ainda virgem. Quando voltaram jogaram-se ao meu lado e recomeçamos a nos acariciar. Ele me beijava, eu tocava a xoxota de Flávia, ela pegava o pênis dele, eu a beijava, ela me excitava e tudo o que se pode imaginar. Até que Júlio passou a descer beijando meu corpo, desceu ate alcançar mina xoxota. Me arqueava de prazer e desejo, ele correspondia a altura. Até quando Flávia protestou. Ajoelhado entre minhas pernas abertas as colocara em seu ombro. Devo ter parecido bem menor do que sou nesta posição. Eu gemia enquanto ela falava algo com ele. Ele então pegou uma de suas mãos e a fez segurar seu pênis grosso. Orientou-a segura-lo e apenas passar em minha vagina. Ela esfregaria a cabeçorra contra minha xoxota. Aquilo me deixou louca de prazer. Não sabia ainda ao certo como, mas desejava que aquele membro entrasse em mim. Ele me beijava a boca, mordiscava meus seios, apalpava meu pequeno corpo, certamente sumi-me embaixo dele. Não agüentando mais levei minha mão ao seu pênis retirando a proteção da mão de Flávia. Creio que foi o consentimento. Um leve arder em minha vagina denunciou o ato. Senti então como se estivesse tendo as pernas afastadas por algo sólido e morno. Não sei até onde, mas pareceu-me que atingiria o fundo de minhas costas. Depois já em casa, nos indagaríamos como pode ter entrado sem ter me machucado. Ele pediu para que eu relaxasse. Mais? Perguntei-me. Então iniciou a copula. Seu pênis entrava e saia de mim. Minha perna o abraçava. Ele arfava e eu gemia. Num momento quase mágico eu alcancei o que saberia depois, o orgasmo. No mesmo momento em que ele enchia-me com seu esperma. Então viramos de lado e ficamos abraçados. Senti-me aconchegada e protegida. Ficamos falando coisas românticas e nos beijando. Até que senti seu membro escorregar de minha recém deflorada vagina. Ele levantou-se e foi tomar banho. Flávia apenas me olhou assim como que perguntando o que eu havia feito ou como aquele pênis de uns dezoito centímetros coubera na xoxota de uma menina (?) tão pequena.
Ela me perguntaria se havia gostado e se doeu, estas coisas. Respondi-lhe que amei. Quanto à dor é suportável e nada daquilo que se ouve por aí. Ela riu e penso que dormi.
Quando dei por mim vejo as pernas morenas de Flávia erguidas para o alto, cruzadas nas costas de Júlio. Os escrotos dele, como fizeram em mim a pouco, agora sovava sua bunda branquinha com delicados estalidos. Ela já arfava e gemia embaixo dele. Dizia coisas inteligíveis. Cravava as unhas em suas costas. De repente como que numa explosão ele jorra seu prazer dentro de Flávia que responde a altura com um grito abafado no tórax dele. Pasmem: Minha prima assim como eu, agora não era mais virgem. Fui então tomar banho enquanto eles dormiam.
Ao retornar encontro-o já de pé vindo em direção ao banheiro, beijamo-nos ardentemente e ele vai tomar seu banho. Fico vendo televisão. Flávia acorda com cara de que viu passarinho verde. Conversamos um pouco e ela atesta o que eu descobri um pouco antes: É bom é gostoso e o desconforto não foi maior que uma ida ao dentista. Ela então vai tomar seu banho. Júlio retorna e ficamos os dois deitados eu acaricio seu pênis que não demora a ficar riste e grosso novamente. Convence-me a abocanhá-lo. Depois de algum tempo acostumo e até aprecio o gosto acre. Chupo-o calidamente como me foi instruído. Ele então se põe sobre mim abrindo minhas pernas, recordo-me do leve desconforto anterior, mas diferentemente só sinto seu membro quente encostando-se a meu clitóris e afundando agradavelmente em minha xaninha, como que mergulhando numa onda morna e aconchegante. Era maravilhoso o vai e vem e o movimento de seu grande corpo sobre o meu. Estasio-me. Pergunto-me como vivi sem isto por tanto tempo. Flávia se aproxima linda e nua em pelo, falo algo e ela me repreende. Ele nos orienta a ficarmos de quatro, uma ao lado da outra. E passa a alternar, penetra um pouco em Flávia e um pouco em mim. Isto nos deixa loucas e nos beijamos ardentemente. Não demora e sinto-o ejacular grito de prazer, ele sai de mim e termina de gozar em Flávia. Dormimos por algum tempo.
Ele então nos levou a praça e convidou-nos a jantar com ele. Depois do jantar marcamos de nos encontrar no Bob’s no dia seguinte.
No Domingo nos encontramos, e num pick-up negro levou-nos ao Recreio, ele estava com saudades da cidade. Perguntou-nos o que gostaríamos de fazer ou ir. Nós duas que ficamos em casa até tarde da noite conversando, sabíamos o que sugerir. Ao chegarmos ao seu quarto ainda de canga, deixei-me cair sobre a confortável cama. Ele removeu a saída de Flávia deixando-a só de biquíni, tomou-a nos braços e aos beijos de língua trouxe-a a cama. Passamos a nos amar, desta vez com mais experiência e sem os receios da primeira vez, nos soltamos bem mais.
Júlio foi, acredito que para nós duas, um homem muito, senão especial ao menos o mais marcante. Ele era muito experiente e foi muito paciente. Tão paciente que conseguiu de nós duas tudo o que um homem desejaria fazer com uma mulher. E quando digo tudo me refiro a tudo mesmo, até as conseqüências vindouras. Neste dia ainda postei-me como uma ave abatida oferecendo-lhe não só minha xoxota como meu imaculado cu ao seu prazer, enquanto era beijada na boca por Flávia. Minha prima por sua vez depois chupou minha xoxota quando ele também deflorou seu anus. Ela protestou um pouco, é verdade, mas cedeu-lhe com grande prazer seu briosinho também a aquele membro duro e gostoso. Fizemos em dois dias o que nunca voltaríamos a fazer.
Na Segunda-feira e depois porém tentamos contatar Júlio no hotel e em seu celular, não mais o encontramos, acabamos deixando ou deixadas para lá. Algum tempo depois começo a sentir-me estranha, e o que mais me assustou foi o atraso de minha menstruação, afinal nunca havia atrasado. É claro que não era uma tapada, mas não acreditei que isto pudesse acontecer assim tão fácil. E dois meses depois, quando recorri a Flávia, ela caiu em prantos. Ela estava grávida de Júlia.
Nossos mundos a principio viriam abaixo. Todos cobraram isto e aquilo. Mas como não se poderia desfazer o feito, nossas famílias conformaram-se. Hoje sou mãe de Júlio um amor de criança. A historia real nossos pais e nossos atuais maridos nunca ficariam sabendo. Sabem apenas que fizemos amor com homens, mais ou menos na mesma época e que nos descuidamos. Mas nunca saberão que Júlio e Júlia são irmãos frutos de um fim de semana maravilhoso.

Sobre este texto

Flávia Dax

Autor:

Publicação:6 de maio de 2012 18:55

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Jovens

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Este texto foi lido 697 vezes desde sua publicação em 06/05/2012. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Marien
    Postado porMarienem26 de janeiro de 2013 05:51

    Podre

  • Julia :D
    Postado porJulia :Dem13 de maio de 2012 00:50

    Gostei do desenrolar da história, muito bom, bom mesmo!

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