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Do fundo do baú

O BANHO

Tenho um encontro hoje; estou muito nervosa. Não é falta de experiência; já tive vários outros encontros, vários outros relacionamentos. Tampouco se trata de um encontro às cegas. Sei quem é a pessoa, conheço o cara muito bem; é um colega de trabalho. Sim, ele é maravilhoso. Mas também não é por isso. Já saí com outros tão interessantes quanto. Estou inquieta porque se tudo der certo, se nos entendermos bem e pararmos no meu apartamento ou no dele, saberei no mesmo instante se o agradei na cama ou não.

Poucas vezes podemos ter certeza de nosso desempenho sexual. Ainda que a outra pessoa assegure que foi bom, não há garantia, pois ela pode estar mentindo para não nos magoar. Porém, no caso do cara de hoje, se eu fizer o trabalho a contento ou não, ficarei sabendo de imediato. Esse homem tem uma maneira bem particular de dizer que uma mulher o agradou: o banho. Se ele gostou da companhia e de sua performance no amor, ele faz questão de dar um banho completo na outra pessoa. Sim. Ele ensoboa e lava a mulher inteirinha, pedaço por pedaço, centímetro por centímetro. Não foi ele quem me contou, ele é bem discreto nesses assuntos. Inclusive não conta a razão dessa prática nem mesmo para a mulher que está com ele. Ele dá como prêmio sem que a outra pessoa desconfie dos motivos. Fiquei sabendo tudo por uma amiga, que namora um amigo dele, que contou para ela e ela me contou. Sabe como é segredo, né?! Mas esse morre comigo, ou com nós dois, já que o estou compartilhando com você agora; conto com sua discrição. De qualquer maneira, vou contar apenas o milagre e não o nome santo, assim você só vai saber parte da informação. Além do mais, meu desejo é que, a partir de hoje, ele não dê banho em mais ninguém. Serei a última.

Curiosa, quis saber mais detalhes desse presente que ela dá à mulher de quem ele gostou. Pedi para a minha amiga apurar, e ela tratou de extrair sorrateiramente de uma ex-namorada dele mais informações sobre esse ritual. A fulana contou à minha amiga que ele não dá qualquer banho, não. Não é aquele banhozinho por cima. Não, ele lava tudo mesmo. Num ato bem minucioso, ele vai a cada cantinho do corpo, inclusive nas partes íntimas. Nada escapa: virilha, axilas, orelhas, vagina, e outras aberturas. Lava como um pai ou uma mãe lava o seu bebê. Com todo carinho e ternura. Minha amiga me contou ainda que a ex garantiu que, apesar de estranho, o banho vale a pena, pois é algo inesquecível; às vezes, melhor até que o sexo em si. É ver para crer, ou melhor, é tomar para crer.

Particularmente, eu acho esse história de receber banho de um homem um tanto esquisita; não me sinto à vontade. Desde que fiquei grandinha, nunca deixe que me lavassem; só de pensar na ideia, fico incomodada. Esse é um momento muito particular. Deixar o marido ou namorado te dar um banho geral e você completar o serviço nas partes mais íntimas, vai lá. Ou tomar apenas uma chuveirada com um "casinho", "rolo", "ficante", também não vejo problema. Agora, deixar o cara nos assear por completo, passando sabonete em cada parte do nosso corpo, em cada dobra, entrada, orifício e canal! Isso me parece bem estranho. Não sei se eu me sentiria bem. Contudo, no caso dele, eu vou aceitar. Primeiro porque estou apaixonada; segundo por vaidade, pois terei certeza que fiz um trabalho bem feito no sexo. A curiosidade vem em terceiro, pois minha amiga fez questão de salientar a cara de êxtase da ex ao ela descrever o tal banho. Quero experimentar também.

Entretanto, ao mesmo tempo que desperta a vontade de conhecer o ritual, saber que terei o resultado do meu desempenho logo depois dos momentos de amor gera ansiedade e medo. Como agir depois, se ele nem ao menos entrar no banheiro comigo, nem me chamar para o chuveiro? Se não houver banho, vou inventar qualquer desculpa e sumir dali, se for no apartamento dele. Se for no meu, darei um jeito de criar uma situação para que ele vá embora. Claro que não haverá mais clima para ficar perto dele! Entende agora minha aflição? Já decidi que não vou mudar minhas características por conta do conhecimento sobre essa prática que ele adota; serei eu mesma tanto na mesa quanto na cama; no entanto, me vejo impelida a me dedicar um pouquinho mais; pensar nalguma arma especial, algo do gosto dele, para tentar impressioná-lo. Tentarei captar alguma informação durante nossa conversa. Espero que eu consiga... Desculpa! Terei que interromper agora, ele acabou de interfonar para que eu desça. Amanhã, conto como foi.

No outro dia....

Estou sem fôlego. Calma, não escreveria nada durante ou logo depois do sexo, ainda com ele ao meu lado. Estou assim porque entrei correndo, ansiosa, no meu apartamento para contar logo para você como foi. Ele acabou de me deixar aqui. A essa altura, você já deduziu que rolou tudo, né? Sim, rolou, sim; e foi delicioso! Sem dúvida, a melhor experiência da minha vida! Não falo do sexo. O sexo foi ótimo, mas outros já me proporcionaram iguais delícias. Falo do banho. Esse sim foi especial. Nunca tomei um banho tão gostoso como o que ele me deu; ninguém, nem eu mesma, já cuidou de mim daquela forma embaixo do chuveiro. Maravilhoso! Vou contar tudo sobre esse momento; só sobre esse. Estou tão empolgada que vou deixar o sexo para lá. Se bem que o banho foi para mim um ato sexual a mais no nosso encontro, visto que gozei várias vezes enquanto ele me banhava. Hummm!! Só de lembrar...

Depois de momentos deliciosos de prazer (ao menos para mim, pois, naquele momento, não sabia como tinha sido para ele), o nervosismo bateu. Não sabia o que fazer, se esperava ele me convidar para ir ao banheiro, se me dirigia ao chuveiro para ver se ele viria atrás. A meu ver, eu tinha ido muito bem. Eu o vi e o senti gozar ao menos três vezes, com gritos e expressões que sinalizavam intenso deleite. Entretanto, nada disso é garantia total de satisfação, pois homem goza até quando o sexo é ruim. Fiquei na dúvida sobre o que fazer, até que decidi ir ao banheiro. Fui com os ouvidos atentos para saber se ele me seguiria.

Logo ele veio, parou à porta e ficou me olhando ligar o chuveiro. Indicou onde estava o sabonete, xampu, esponja. Ofereceu ajuda para regular a temperatura da água. Eu continuei ali, na minha, nervosa, ansiosa e preocupada. Será que ele iria me dar o banho? Esperei. Ele, ainda encostado ao portal, elogiou nossos momentos na cama, elogiou meu corpo e, finalmente, chegou aonde eu queria. Disse que a boa educação o ordenava a sair do banheiro e me deixar à vontade, mas o tesão o impelia a entrar no boxe e me dar um banho. Ao ouvir essa palavras, vibrei como se ouvisse mil sinos ao lado da minha orelha, mas me contive; apenas sorri. Entendendo o meu código, ele entrou e cochichou bem pertinho do meu ouvido: "Mas o meu banho é banho de verdade. Você deixa?" Balancei a cabeça positivamente.

Recolheu alguns objetos de higiene pessoal, ajoelhou-se e começou pelos meus pés. Enquanto isso, fios de água morna relaxante atingiam carinhosamente ora minha cabeça, ora meus seios, ora minhas costas. Lavou cada pé meticulosamente, cada dedo e cada unha. Passava a lateral dos seus dedos ensaboados nos espaços entre os dedos do meu pé. Cada carinho desse gerava um profundo arrepio que me subia pela cervical. Continuou com massagens na planta do meu pé; depois, no meu calcanhar. Lavava os meu pés como se fossem duas preciosas pedras que seriam colocadas em exposição. Apertava, ensaboava, massageava. Estava tão delicioso que não pude resistir: gozei.

Em seguida, ele subiu para as minhas pernas, apalpou bem minhas batatas, esfregou atrás dos meus joelhos, acariciou longamente minhas coxas, com tanta ternura e carinho, que me amoleceram. Subiu mais um pouco e passou a correr as mãos nas minhas nádegas. Esfregou-as e apertou-as delicadamente. Desceu o dedo médio no vale entre esses dois montes. Abri as pernas institivamente para facilitar sua ação. Foi quando ele alcançou meu mais secreto esconderijo. Seu dedo deslizou com a ajuda da espuma e lavou o meu interior. Comprimi seu dedo e soltei aos poucos para prolongar o prazer.

Subiu uma das mãos pelas minhas costas e a outra pela barriga. Em movimento circular, pressionando suavemente as pontas dos dedos, ele espalhou a espuma sobre essas partes. As mãos limparam minhas axilas, depois pousaram sobre os meus peitos, envolvendo-os. Friccionou sensualmente os mamilos. Esse ponto do meu corpo é muito sensível, de modo que o seu delicioso e demorado toque me levou ao orgasmo novamente. Minhas pernas, a essa altura, não se aguentavam de tanto que tremiam.

Cuidou depois do meu pescoço e do meu rosto: nariz, olhos, em volta da boca; ensaboando-os e enxaguando-os. Deu atenção especial para as minhas orelhas, massageando os lóbulos com o indicador e polegar, entrando com o dedo mínimo em cada reentrância. Lavou também meus cabelos, com hábeis e delicadas mãos. Pois só elas trabalhavam, nada de boca, pênis ou qualquer outra parte do corpo. Só as mãos. Friccionou minha cabeça com a ponta dos dedos. Eu, arrebatada, sentia tudo de olhos fechados. Não gozei com a limpeza das orelha e dos cabelos, mas me excitou bastante e me deixou preparada para a limpeza do ponto fatal: meu delta, que até então não tinha recebido nenhum cuidado; ele o deixou para o final.

Para lá, então, ele se dirigiu. Que delícia de sensação, quando ele colocou sua mão ensaboada na minha vulva! Envolveu-a por inteiro. Seu dedo médio deslizou na abertura, entrou e a limpou. Saiu com a mão para renovar o sabonete íntimo (sim, ele teve esse cuidado!), e voltou para continuar a limpeza. Saía e entrava. Ensaboava e lavava. Enquanto isso, minha tensão aumentava até que explodi num orgasmo cortante, que me travou e me fez prender o seu dedo dentro de mim. Relaxei e só não caí porque ele me segurou nos braços. Só então, ele se valeu de outra parte do seu corpo que não a mão e me beijou a boca.

Assim foi meu banho. Ainda tenho dúvidas se, com essa prática, a intenção dele é só mesmo o asseio da mulher ou se ele quer fazer do chuveiro a continuação das volúpias que tiverem início na cama. Porém, devo destacar que não acabou por aí. Seu último ato foi inesperado, minha amiga não fez nenhum comentário sobre ele. Vou pedir para ela investigar se ele costuma fazer o mesmo com todas ou se foi só em mim que ele passou creme no corpo todo, logo após o banho no chuveiro.

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Sobre este texto

Henrique

Autor:

Publicação:31 de maio de 2013 23:14

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Este texto foi lido 317 vezes desde sua publicação em 31/05/2013. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Líva
    Postado porLívaem5 de junho de 2013 17:01

    Banho?? já transei tomando banho, mas nunca me deram banho...sei não acho que não ia gostar, não gosto de ninguém me mexendo em mim ... valeu!

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