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Jazz nos Fundos

Certo dia fui a um bar de Jazz acompanhado de um amigo, Rocca. O bar se distribuía num conjunto de mesas colocadas no espaço em forma de “L” muito bem decorado com objetos de artes e boa música. O público era atraente e a noite inesquecível. Nós estávamos em um balcão fixado por toda a extensão da parede, este balcão ficava no corredor formado pelo vão entre a parede e as mesas. Desta posição era possível enxergar todos os ambientes do estabelecimento, era um lugar privilegiado. Notei que em uma mesa próxima, estava um casal. A moça muito sorridente e o rapaz que a acompanhava despejava toda a suas investidas em seu ouvido. Percebi que essa moça, embora estivesse acompanhada, estava me olhando e até cheguei a comentar com o Rocca que deu risada. Ele sempre fazia isso.
Imaginei que por estar acompanhada e parecendo ceder aos encantos de seu acompanhante ela estaria fora do meu alcance ou proibida. Com o passar do tempo ela ainda insistia em me provocar com seus sorrisos e olhares indiscretos me deixando cada vez mais curioso. Foi então que com a cabeça fiz um sinal e mexendo meus lábios lentamente para ela conseguir ler, perguntei: O que você quer?
Ela olhou em meus olhos e sorriu graciosamente. Lembro que o rapaz não parava de falar em seus ouvidos e ela, por sua vez, não parava de me paquerar. Não é possível, exclamei! Entre um gole e outro de vinho, entre um olhar e outro eu pedi, também por linguagem labial, que ela fosse ao banheiro. Assentindo com a cabeça eu pude ler em seus lábios um doce e sonoro “tá”.
Virei para o Rocca e disse: Sabe aquele casal ali atrás? Qual, aquele da menina que você disse que te olhava? Pergunta ele. Sim! Eu vou ficar com ela no banheiro. Se o rapaz levantar você consegue segurar ele aqui? Ele riu de mim e disse: Mas você nem falou com ela ainda. Não força a barra, duvido! Estou te falando, retruquei. Nisso ela passa entre a gente, dá um sorriso e passa suas unhas em minha barriga. Olhei para o Rocca e sorri com a malícia da vitória. Pode ir, porque daqui ele não passa. Disse ele balançando a cabeça para um lado e para o outro incrédulo e sorridente.
Segui em frente acompanhando seus passos até os fundos do bar, ela usava um top azul clarinho com uma saia rodada branca que se aproximava dos joelhos. Era lá que ficavam os banheiros e também um de depósito que só quem há muito frequentava o local ou funcionários o conhecia. Quando cheguei ela estava em frente ao banheiro retocando o batom e quando me viu, ainda olhando através do espelho, sorriu maliciosamente guardando o batom na bolsa se virou e disse apontando para o banheiro feminino: Entre ali, me puxando pelos braços. Assim que entrei, um funcionário da casa que já me conhecia dá um berro e me manda sair imediatamente do banheiro. Ao sair ele fez uma cara feia e me disse que se me pegasse lá outra vez iria me expulsar do bar e saiu. Ela olhava para mim e ria, eu respondi dando um belo beijo em sua boca e um apetitoso aperto na bunda. Esta era a primeira coisa que queria fazer depois de vê-la andando a minha frente. Após este beijo maravilhoso, ela me disse que não tinha muito tempo e que deveria voltar à mesa. Beijando-a novamente disse ao pé do ouvido para ela vir comigo. Tomando todo o cuidado para não ser apanhado novamente a levei para o deposito mal iluminado e discreto o suficiente que mesmo se alguém entrasse não conseguiria nos ver, era só ficar quietinhos.
Ao entrarmos prensei-a contra a parede num canto escuro do deposito e comecei a beijar seu pescoço e sua boca lentamente. Prendi suas mãos em cima de sua cabeça a deixando completamente indefesa, beijei-a paixão e vontade.
Usando minha única mão livre, subi seu top até seus seios ficarem a mostra. Seus seios eram duros e macios de coloração branca e mamilos rosados. O cheiro e o calor de seu corpo me entorpeceram ao ponto de perder totalmente o medo de sermos apanhados. Sua boca estava entre aberta e ofegante, seus olhos serrados e seu cabelo ligeiramente bagunçado. Parei por um segundo para contemplar o que via e assim que ela abriu os olhos eu a beijei novamente. Desci lentamente beijando cada lugar que tive vontade, até chegar a seus seios. Finalmente a soltei. Apertei seu corpo contra o meu enquanto chupava deliciosamente seus seios. Dos seios desci até sua barriga e minhas mãos percorreram suas coxas levantando sua saia e puxando delicadamente sua calcinha. Ela estava completamente depilada e muito molhada. Minha língua percorria sua intimidade carinhosamente, degustando cada milímetro. Sua mão massageava meus cabelos em retribuição ao carinho a sua bunda era lisa, macia e voluptuosa e enquanto eu a chupava gostava de acariciar e apertá-la, posso dizer que dava para perceber quando ela se arrepiava.
Quando me pus de pé ela quis me chupar, mas não havia tempo para isso e não precisava! Minha vontade e a pressa de colocar meu pau naquela buceta gostosa era muito maior. Havia uma bancada ao lado de onde estávamos e não pensamos duas vezes. Ela sentou, abriu as pernas e me puxou pelo pescoço, olhou para meus olhos e me beijou, agarrou meu pau e o colocou dentro dela. Gemendo ela apertou meu tronco num abraço forte e suas pernas se entrelaçaram na minha cintura, aproveitando a situação e controlando os movimentos eu tirava meu pau devagar e colocava rapidamente com força assim eu sentia ela mais molhadinha e quando ela gozava recostava sua cabeça em meus ombros e os gemidos de cansaço e tesão ecoava em meus ouvidos. No nosso sexo havia muito beijo na boca e caricias. Juro que não pensei se alguém nos viu ou se percebeu alguma coisa e nem fiquei preocupado se o brutamonte da mesa estava preocupado com a demora da sua companhia. Apenas não parava de comer aquela menina. Gozei gostoso com direito a um urro constrangedor e de dar tremedeiras nas pernas. Nunca soube seu nome e assim que voltamos separadamente, ela foi embora. Até hoje o Rocca conta essa história nas mesas de bares e nunca ninguém acreditou em uma só palavra. Pobre Rocca.
Ao menos nós fizemos jus ao nome do estabelecimento.

Sobre este texto

Homem de 1,93

Autor:

Publicação:23 de setembro de 2013 17:18

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • Helena 47
    Postado porHelena 47em20 de fevereiro de 2015 13:28

    Ainda hoje tenho ótima abertura de pernas... qualquer dia desses te dou uma chave de pernas que vai adorar.

  • Fábio Augusto de Mattos Lima
    Postado porHomem de 1,93em24 de setembro de 2013 13:50
    Homem de 1,93 é um autor no História Erótica

    Gosto sim. Me dá seu contato?

  • Andrea
    Postado porAndreaem23 de setembro de 2013 17:46

    Oi meu nome é Andrea, e moro em Vila Nova Conceição. Ainda gosta e Jazz?Saudades

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