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Do fundo do baú

Minha vizinha catalã

Moro em um apartamento com meus pais e três sobrinhas pequenas. Uma delas é muito hiperativa e bagunceira. No andar de cima mora uma mulher com dois filhos, tenho a impressão que ela é espanhola, mas não tenho certeza. Ela é bonita e atraente, principalmente falando com aquele sotaque castelhano.
Certa noite estava entrando no hall do prédio quando me deparei com ela esperando o elevador, ela me cumprimentou e entramos. Com o passar dos andares ela arrumou uma desculpa qualquer e mencionou que queria conversar comigo por causa do barulho excessivo que as crianças fazem principalmente à noite. Disse isso com o semblante rude e firme. Fiquei um pouco constrangido e ao mesmo tempo ofendido, quem ela pensa que é? Mas a entendi, eu no seu lugar tomaria a mesma atitude.
Fiquei intrigado... Mas por que eu? Minha mãe que geralmente cuida desta parte e cá entre nós, esse tipo de assunto seria mais bem tratado de mãe para mãe não acham? Mas não levei muito a sério e o pedido de conversa entrou por um ouvido e saiu pelo outro. Achei que o convite por si só já era o suficiente.
Passaram-se vários dias e até já havia esquecido. Porém, por obra do “destino” a encontro novamente no hall de entrada. Só que desta vez tive a impressão passageira de que ela me aguardava. Cumprimentei-a, fiz um gesto para que ela entrasse. Ela agradeceu com um sorriso encantador e a porta se fechou.
Então sem nenhuma cerimônia diz: Vamos ao meu apartamento esta situação já esta insuportável, se não discutimos e chegarmos a uma solução rápida farei uma reclamação formal ao síndico. Fiquei sem reação e completamente atônito. Não disse uma palavra e assenti com a cabeça. Ela deve achar que sou o pai das crianças, pensei. Confesso que agora eu estava um pouco puto com a situação e comecei a enxergar aquela mulher doce e atraente uma megera.
Ao entrarmos, ela que levava em seus ombros uma bolsa visivelmente pesada a põe em cima da mesa, solta os cabelos e apresada segue para o corredor e antes de adentrar olha pra trás com desdenho e diz: Senta-se e fique à vontade. À vontade era a última coisa que sentia naquele momento. Perguntei-me porque as mulheres tem a necessidade de levar tanta coisa dentro da bolsa e não me sentei.
Do fundo do corredor vem uma voz alta explicando que seus filhos tinham ido passar o final de semana na casa dos pais e que ela já sentia saudades. Eis que de repente ela surge enrolada em uma toalha dizendo que precisava tomar um banho, mas que seria rápido. Ainda teve a pachorra de perguntar se eu me importava. Fiz que não com a cabeça sem coragem para dizer uma só palavra. Percebi que ela fez alguma careta em resposta a minha expressão facial que não devia ser das melhores.
Nessa hora já estava muito puto! Simplesmente não acreditava. Vou embora, pensei! Por diversas vezes abri e fechei a porta, mas não fui embora.
O banho realmente acabou rápido e o cheiro de banho invadiu a sala quando ela abriu a porta. Não a vi, pois ela foi direto para o quarto. Eu muito impaciente andava para um lado e para outro quando ela me chamou com aquele sotaque de que tanto gosto. Um pouco constrangido e sem muito jeito caminho em direção a seu quarto, lá chegando me deparo com ela sentada na cama ainda de toalha, com as costas nuas passando creme em suas pernas. Imediatamente parei à porta e me recostei. Sentia-me quente, desconfortável e terrivelmente excitado com aquilo. O que ela está fazendo? Antes que me perdesse em meus devaneios ela me puxa a realidade com seu discurso inflamado de como estava puta com o barulho me explicando que tem um alto cargo de chefia no Brasil, que sofre uma pressão imensa e precisa necessariamente chegar em casa e relaxar. Nisso vem um barulho absurdo do meu apartamento. São as crianças... Ela bate a mão em cima da própria perna e me faz um gesto constrangedor de desaprovação. Não tive o que falar, ouvi e concordei com quase tudo que disse. No fim dei minha palavra de que tentaria controlar as meninas, expliquei que não seria fácil e aproveitei para deixar claro que não era o pai. Devo ter feito uma carinha de coitado por que ela sorriu desfazendo aquele semblante de mulher autoritária e enérgica me acolhendo com o olhar.
Sem que pudesse acreditar me pede para passar o creme em suas costas. De tão inesperado, recusei fazendo com que ela sorrisse novamente. Disse para eu deixar de ser bobo e que não conseguiria sozinha. Puta merda! Meio sem jeito sentei ao seu lado, peguei o creme pus um pouco em minhas mãos e passei em suas costas. De repente ela deu um pulo e sorrindo diz: “tienes que cuidar, tus manos estan frias”. Ainda me perguntou se nunca havia feito isto antes. Meu Deus. Como cheirava bem! Eu estava muito excitado e não podia deixar que ela percebesse, fiquei muito vermelho de vergonha. Sua pele é macia e esbranquiçada, seu cabelo estava retorcido caindo para frente, suas mãos grudadas seguravam a toalha que lhe cobria o resto do seu corpo nu. Juro que passei o creme com todo o respeito possível, não sabia o que pensar. Não sabia se ela estava me provocando ou simplesmente isso seria uma situação completamente normal para ela.
Estava muito excitado e já não podia mais disfarçar, era torturante. Até que não aguentei mais me levantei e virei para ela e disse que iria embora. Ela então sorri encarando meu pau e para minha surpresa ela o agarra e diz: “No te vayas”. Levanta minha camiseta e começa a beijar minha barriga. Obrigado, obrigado! Eu só conseguia agradecer em meus pensamentos. Ela mais que depressa fica de pé já sem a toalha que se posta toda sinuosa no chão e me beija. Beija minha boca, meu rosto, meu pescoço... Suas mãos frenéticas se inquietam ao encontrar em meus cabelos o afago necessário para seu desejo.
Meu pau está mais duro do que uma pedra, arranco-o para fora da cueca e meto no meio de suas pernas. Fico roçando em suas coxas e quanto mais eu a sinto molhada mais eu fico com tesão. Ela me beija mais ofegante agarra o meu pau e o coloca para dentro. Delicio-me quando ela geme gostoso no meu ouvido. “Me haces feliz! Vamos niño, vamos”.
Suas pernas que ora estão envoltas em meus quadris suspensas pelos meus braços já cansados não param de se mexer. É tudo tão intenso que eu sem perceber a jogo na cama, retiro o resto das minhas roupas e admiro-a ali jogada, sedenta e ofegante. Isso para mim é um prato cheio! A provoco demorando mais do que o necessário fazendo com que seu instinto a traga de encontro a mim num sexo oral vigoroso e carnal. Que boca, que vontade! Ela me chupava, subia e descia com sua boca por toda a extremidade e quando voltava para a cabeça ela a lambia habilidosamente com a ponta da língua. Aquilo me deixou louco, agarrei seu cabelo e a conduzia da forma que queria. Adoro conduzir.
Ela se afastou e abriu as pernas me pedindo que a chupasse. Comecei beijando suas coxas com pequenas mordiscadas e fui subindo. Na medida em que eu me aproximava os beijos se tornavam mais intensos e as mordicadas um pouco mais fortes. Minhas mãos percorriam seu corpo como se quisesse mapear aquilo, sempre buscava seus seios de mamilos duros e empinados. Eu a senti muito molhada, pulsante. Aquela vagina quente, lisa e rosada ao alcance da minha boca. Chupei bem devagarzinho. Passava minha língua de baixo para cima, primeiro no lábio direito depois o esquerdo e por fim eu a abocanhava com vontade ao mesmo tempo em que apertava delicadamente seus seios. Segurei-a pelas coxas com força e aumentei a intensidade. Queria que ela gozasse ali na minha boca, queria sentir seu gozo e senti. Se contorcendo toda ela agarrou meu cabelo e meu punho tentando se livrar daquilo e gritou “Dios mío”! Em seguida puxou o ar com força e conseguiu se soltar, encolheu-se no canto da cama balançou a cabeça e fez uma carinha engraçada me dizendo que não conseguiria mais. Me pus entre suas pernas, passei a mão em seu rosto e a beijei. Agora é minha vez, disse em seu ouvido.
Ela finalmente se rendeu e então a puxei com firmeza, peguei meu pau e fiquei esfregando a cabeça na sua vagina. Percebi que ela estava muito excitada ainda e então eu forcei um pouco deixando deslizar devagar para dentro da sua vagina e a sentia pulsar, fiquei vendo sua carinha de tesão enquanto fazia isso. Assim eu me balançava num vai-e-vem pausado e gostoso. Ela era tão gostosa... Segurava e arranhava minhas costas com vontade e eu respondia metendo cada vez mais rápido, de vez em quando eu rebolava um pouco. Chegou uma hora que o que mais queria era pegar ela de quatro e puxar seus cabelos e assim o fiz. Dei um beijo bem demorado em sua boca, chupei aqueles seios lindos e a virei de costas. Ela empinou a bunda e olhou para trás sorrindo mordendo os lábios, abaixou a cabeça encostando-a no coxão. Peguei meu pau e pus naquela buceta gostosa. Pus e pus com força, com vontade, com desejo... Ela começou a rebolar e eu puxei seu cabelo e comecei a meter mais rápido deixando ela excitada, pois ela gemia muito gostoso aumentando meu tesão. Adoro mulher que sabe gemer! Se você é homem e esta lendo isto sabe que não resisti e gozei feito um adolescente.
Depois disso fiquei por lá alguns minutos e fui embora. Ainda não sei se iremos repetir e assim que cheguei em casa liguei meu note e comecei a escrever. Ainda sinto seu cheiro.

Sobre este texto

Homem de 1,93

Autor:

Publicação:20 de setembro de 2013 16:30

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 20/09/2013.

Comentários

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  • Fábio Augusto de Mattos Lima
    Postado porHomem de 1,93em23 de setembro de 2013 11:51
    Homem de 1,93 é um autor no História Erótica

    Que bom que gostou. Tb gostei do que escreveu... posso te dar um skype: [email protected] me add e vamos conversando

  • Jerema
    Postado porJeremaem22 de setembro de 2013 11:24

    Oi,meu nome é Jurema mesmo, mas contrário do que deve imaginar sou bonita e muito gostosa,mas sei que o nome que meu Pai escolheu não ajuda em nada, só que eu gosto dele. Bem o que me tras aqui é que adoro um vizinho e como meu trabalho me faz morar em várias cidades já "peguei" vizinhos e vizinhas " de boa parte do Brasil, rsssss e Adoro. Beijos aforei sua história e se me passar seu endereço e arranjo um jeito de me mudar pra perto de você. kkkkkk

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