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Tenho boas recordações que passo a relatar. Entre meus 20 anos tempo em que eu vivi umas boas experiências no Exercito Brasileiro. Nesta época, conheci a Andrea uma morena de para o transito, 1,75 de altura, coxas torneadas, bumbum arrebitado, peitos durinhos. Eu namorava uma colega de dela, e, apesar disto, notava que ela vivia me dando “bola”. Certa vez sua colega me confidenciou que ela estava gostado de mim. Um dia, dispensei a minha namorada na saída das aulas e abordei a Andrea. Disse-lhe que gostaria de conversar com ela. foi muito fácil convidá-la para irmos a pizzaria. Na pizzaria, conversamos muito sobre nos e ela me disse que gostaria de ficar comigo. Começamos a nos beijar, depois levei-a para a casa dela e ai as carícias começarão, tipo mãos nos peitos, na buceta, beijo no seu ouvido para ouvi-la gemer baixinho.
Ela não deixou por menos, mostrando que era fogosa, passou a massagear minha rola por cima da calça. E assim fazíamos em todas as vezes que eu tinha oportunidade de despistar a minha namorada. Porém, nunca deixava levá-la para um motel. Era virgem a danada. No máximo íamos para o beco da casa dela ou algum local afastado e escuro para receber uma punhetinha e uma chupadinha. O tempo passou e a família dela mudou-se para Garanhuns-PE. Depois de alguns anos Andrea voltou de Garanhuns casada e com dois filhos pequenos. Veio morar perto da minha casa. Liguei para a Andrea e naquele mesmo dia já saímos. Fomos a cinema e não houve objeção da parte da Andrea. Lá chegando, tomamos um refrigerante, pipoca e batatinhas e ficamos conversando lembrando “os velhos tempos”. Em dado momento ela encostou seu rosto no meu ombro e me confidenciou que ainda estava apaixonada por mim.
Entre beijos e abraços, eu abri sua blusa e comecei a chupar seus peitos. Ela gemia e pedia para alternar as chupadas em cada peito. Sua mão massageava meu pau por cima da calça. Não agüentando, ela tirou-o para fora e iniciou uma punheta para mim. Estava adorando. Ela então pediu para nos irmos a um motel. La chegando ela tirou toda sua roupa e assentou-se no meu pau, de frente para mim. Entrou fácil, pois, estava molhadinha. Não quis nem saber. Mandei-lhe a vara, beijando sua boca, mordendo seus peitos e ela gemendo alto. Ela pulava no meu pau feito uma amazona. Gozamos juntos. Saiu de cima e sentou-se, exausta, na cama. Refiz-me e comecei a indagar como e que ela não tinha me esquecido. Ela me disse que foi por causa do meu jeito carinhoso. No dia seguinte saímos novamente e desta vez fomos direto para um motel na beira da estrada. Chegando comecei a beijar-lhe a boca, o pescoço, tirei seus peitos da blusa e comecei a sugá-los. Ela gemia e conduziu-me até a cama. Arranquei-lhe a calcinha e fui descendo devagar, beijando cada parte do seu corpo até chegar na sua bucetinha. Ela conduzia e apertava minha cabeça para baixo, apertava seus seios e dizia que estava “demais”. Levantei-me, tirei a calça e ela veio direto pegar minha rola e colocar na boca. Chupava com maestria. Ora lambia a cabeça, ora nos lados, chupava meus sacos, etc... Estava me deixando louco para fuder. Percebi que aquela garota já não era a Andrea que eu conheci. Estava mais “escolada”. Fizemos um 69 bem gostoso e não agüentando, coloquei-a de quatro e comecei o vai-e-vem na sua buceta. Foi um gozo maravilhoso de ambos. Após descansarmos, fomos ao banheiro tomar uma ducha quando iniciamos nova sessão de chupadas. Voltamos para a cama e começamos a assistir um filme erótico na TV. Ela então disse que gostaria de fazer outras posições comigo, do mesmo modo que passava no filme. E beijando-me, falava que eu era carinhoso, que estava apaixonada por mim. Que eu era o segundo homem a comê-la e que o primeiro foi meio que na “marra”, sem carinho. Mas comigo era diferente. Tomamos um champanhe e voltamos a ter relações sexuais. Em certo momento, coloquei-a de quatro novamente e apontei para aquele belo cuzinho. Ela então me disse que ali doía muito, que era difícil até para tentar depois. Eu perguntei: Poxa, o outro fez o serviço completo, heim? Ela respondeu: fez, com brutalidade. Se você quiser comer meu cuzinho, vai devagar então. Comecei introduzindo na sua bucetinha dela para lubrificar, cuspi no olho do anel, e fui enfiando devagar. Parava, e enfiava mais um pouco até entrar tudo. Neste instante notei que a bandida estava batendo uma siririca no seu grelo e gritava: mete, mete com força, coma este cu. Goze dentro dele. Não demorou e eu gozei. Estávamos realizados. Hoje sei que foi um dos melhores cuzinhos que já comi.

Sobre este texto

homem sombra

Autor:

Publicação:16 de outubro de 2012 20:58

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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