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Adriana - o inicio de tudo > diversos topicos

Adriana - o inicio de tudo > diversos topicos
Adriana – o inicio de tudo
By Hoteleiro

Esta história começa a exatamente quinze anos atrás, quando eu era gerente de uma rede de hotéis do nordeste brasileiro e tive a necessidade de contratar uma secretária, pois o volume de trabalho estava sendo muito para as pessoas que eu tinha sob as minhas ordens no escritório. Andei sondando algumas pessoas, e um dia chega ao meu escritório uma mulher que não era nenhuma miss, mais sinceramente era diferente, algo nela chamava a atenção.
Após alguma conversa, fichas preenchidas, e na análise tive um impacto, a mesma nunca havia trabalhado no que nós estávamos precisando, mais ela sinceramente me disse que estava precisando daquele emprego pois tinha dois filhos pequenos para criar e a sua situação era muito difícil naquele momento, ainda tentei argumentar que ela não tinha a experiência necessária, e ela muito segura de si, talvez pela necessidade, me fez a contraproposta, ela trabalharia durante 30 dias sem ter seus documentos legalizados e nesse período eu poderia analisar melhor e ver o que eu poderia fazer pôr ela... topei.
Os meses se passarão, ela se mostrou uma pessoa interessada no trabalho e os resultados na realidade começaram a aparecer da forma que eu precisava, até que um dia, após o expediente a mesma sentou-se a minha mesa e disse-me que precisava muito conversar, desabafar, enfim se desnudar interiormente. Dei-lhe atenção, escutei ela falar de tudo, de toda sua vida, de toda sua sexualidade e de seu ciúme em relação as visitas que as vezes eu recebia após o expediente, e o mais importante é que ela já não aquentava de tanto tesão, pois um dia havia retornado ao escritório e que eu estava tão entretido em enrabar a menina que estava comigo, que eu não havia nem prestado atenção ao fato dela ter ficado em sua sala e ter se masturbado até o seu gozo. Fiz de conta que na realidade não havia entendido muito bem as suas ponderações, tendo em vista que a nossa relação era e sempre seria extremamente profissional, pois ela sabia que eu era casado, e aonde eu ganhava meu dinheiro eu não comia.
Passaram-se mais alguns dias, e a cada dia ela vinha mais charmosa, mais apetitosa, mais tesuda... começou a mexer com o meu libido, as vezes olhava para sua sala e sua saia estava de um jeito que deixava ver suas calcinhas, mais mesmo assim não deixei de receber minhas amigas após o expediente... até que um dia uma delas, Roberta, me chamou a atenção de que Adriana me olhava muito e resistia a idéia de quando ela Roberta chegava ter que ir embora. Comentei com Roberta a conversa dela comigo e a mesma apenas disse-me... deixa comigo, vou resolver isso agora mesmo. Saiu de minha sala, foi para a sala de Adriana, conversaram e de repente as luzes do escritório se apagaram, e entram as duas em minha sala de mãos dadas e nuas, completamente nuas, Roberta se arriou, tirou minha caceta para fora e começou a chupar-me, e notei que me chupava diferente, estava muito mais gulosa do que o normal, enfiava todo em sua boca, deixa sua saliva molha-lo todo, tirava-o da boca e pegava a mão de Adriana para que ela segurasse minha caceta, enquanto eu era mamado embaixo, sugava os seios de Adriana, mordia seus mamilos, até que ela me pediu que fizesse o que eu quisesse com ela, ela queria ser minha, da forma que eu quisesse, como eu fizesse e desejasse... já estava a mil, deitei-a na mesa de reunião e comecei a chupa-la toda, pescoço, seios, barriga, e os dedos de Roberta passeando em sua bucetinha e ela gemendo, tremendo de emoção e gozo. Enfiei a vara naquela bucetinha linda, pequenina, parecia de uma menininha, e cada vez que enfiava até o final sentia seu gozo escorrer como se ela estivesse de urinando, a língua de Roberta não parava de passear sobre suas pernas que estavam para o alto numa posição agradável de frango assado, e as vezes sentia a língua de Roberta encostar na minha caceta, estava tomando o gozo proporcionado pôr Adriana. quando estava para gozar tirei a caceta fora de sua bucetinha e Roberta me punhetou até que eu gozasse em cima de Adriana, quando a porra começou a esguichar cobrindo todo seu corpo, Roberta delicadamente passou a massagear a porra pôr todo o corpo de Adriana que gemia, chorava e gozava convulsivamente com os toques de Roberta em seu corpo, após alguns minutos Roberta começou com sua língua recolher todo o esperma do corpo de Adriana... enquanto isso aproveitei para comer o rabinho de Roberta, que pedia para que eu enfiasse até o fundo, para que depois Adriana visse como era gostoso tomar no cuzinho.
Daquele dia em diante as coisas começaram a se ajeitar, Adriana deixou de ter ciúmes, e muitas outras histórias de sexo e tesão começaram a surgir, as quais dividirei com vocês, inclusive da primeira vez que Adriana fez anal e se mostrou mais tarada do que Roberta. Quem quiser se candidatar a comer o cuzinho desta que depois transformei em putinha


Adriana - como a transformei em minha puta
By Hoteleiro

Como vocês sabem, eu e Adriana mantemos um romance há muitos anos e logo no nosso inicio decidi faze-la de minha putinha preferencial, sem nenhum compromisso, e sempre contava com minha amiga Roberta quando queria esquentar mais o nosso relacionamento, pois ela adorava sentir a língua de Roberta chupando sua xaninha.
Mais vamos aos fatos, um dia precisei ir a São Paulo trabalhar e avisei-a de que com certeza não voltaria mais naquele dia, que quando desse dezoito horas ela fechasse o escritório e fosse para casa, pois talvez eu passasse por lá.
Acontece que o trabalho em Sampa rolou certinho e quando deu 17.30 horas estava livre e a caminho do aeroporto, afinal daria para chegar mais cedo. Como tinha trazido muito material de São Paulo, resolvi deixar o peso em meu escritório, isso era mais ou menos dezenove horas e teria a maior surpresa de minha vida... com aquela que eu julgava ser minha putinha exclusiva.
Abri a porta do escritório e escutei gemidos e pedidos de quero mais, vindo da minha sala, logo pensei que Roberta estava mais uma vez saciando a necessidade de Adriana, puro engano, ao abrir a porta de minha sala vejo Adriana espetada numa caceta que era o dobro da minha, em tamanho e em grossura, e ela pedia mais e mais que a caceta lhe penetrasse até o fundo. Parei na porta meio puto, que logo se transformou em tesão. Como podia uma bucetinha pequenininha como aquela receber uma caceta daquele tamanho... mais o tesão foi maior, saquei meu pau e comecei a tocar uma bela punheta, Adriana na posição que estava já havia me visto e sorria para mim, um sorriso de putinha, de vadia e de cadelinha obediente, como ela gostava de dizer quando estávamos fudendo, ela dizia ser minha cadelinha obediente e faria tudo que eu mandasse ela fazer.
Fez-me um sinal para que me aproximasse, fui me chegando bem devagar para que não se perdesse no ar aquela atmosfera de tesão, o cara quando me viu levou um baita susto, e ela calmamente disse.
- Continua amor, ele é meu marido e gosta de ver sua mulherzinha sendo fudida por outro homem, ainda mais quando a causa é justa, e acabando de falar tomou minha piroca em sua boca e fudeu como louca a minha caceta, enterrando tudo até sua garganta e pedindo para que eu quando gozasse deixasse escorrer pelos seus seios.
Gozamos os dois ao mesmo tempo, e oferecemos nossos leitinhos ao corpo maravilhoso de Adriana, que ao receber os jatos em seu corpo, passou a massagea-lo por todo seu corpo.
O cara se vestiu, e estendeu uma nota de R$ 50,00 reais para Adriana e disse que sempre que precisasse poderia contar com ele, pois estaria sempre disposto a ajudar... não entendi nada daquilo.
Depois que ficamos juntos Adriana sentou-se em meu colo e passou a me explicar tudo.
Como eu já sabia ela ajudava um orfanato de crianças pobres, e alguém do orfanato lhe tinha dado o telefone do cara que estivera com ela até antes da minha chegada, é que o tal cara havia prometido uma ajuda de R$ 50,00 ao orfanato, mais não tinha como entregar o donativo, ela simplesmente deu o endereço de meu escritório perguntando da possibilidade dele levar a importância até ela, tudo acertado, quando o cara chegou e olhou-a, disse na bucha que daria sempre a importância acertada desde que ela deixasse ele gozar nela, pois havia sentido o maior tesão nela, assim que a viu, e ela como não estava fazendo nada, aceitou e disse-me mais, que havia gostado muito de ver que eu não tinha ficado com ciúmes.
Dei-lhe um belo esporro, ameacei, enfim pintei o sete, mais meu tesão por ela era maior, minha vontade de ficar junto a ela era maior do que uma pequena traição, pois quantas vezes eu também havia fudido outras mulheres com ela participando, quantas vezes dei-lhe como uma cadelinha para que Roberta fizesse o que quisesse com ela, quantas vezes eu a havia tratado como minha cadelinha obediente... e porque não transforma-la em uma linda putinha por uma causa nobre, que era o bem estar das crianças do orfanato... mais isso é outra história das muitas que ainda estão para vir. A minha cadelinha continua atraente e gulosa, hoje é extremamente tarada por anal, quem quiser ajudá-la junto ao orfanato é só entrar em contato.

Adriana – seu inicio como minha putinha
By Hoteleiro

Passados aqueles momentos delicados em que pegamos nossa parceira sendo fudida por outro macho e as suas futuras conseqüências, vimos que o que tinha havido anteriormente não havia mexido com os nossos sentimentos, pelo contrário, sentia Adriana tremer suas carnes todas as vezes em que estávamos fudendo eu lembrava-a daquilo que ela havia feito, sentia ela ficar mais propicia as caricias, as penetrações, ficava mais atrevida, ficava mais tesuda.
Começamos um joguinho de sedução entre o gato e o rato, eu pedia ela fazia, ela pedia eu deixava ela fazer, íamos aos bares e eu a sentava de modo que outros homens ficassem olhando-a, pedia que ela abrisse um pouquinho as pernas, que deixasse sua saia subir de modo que ao cruzar as pernas aparecesse um pouquinho suas calcinhas, ela delirava com os meus pedidos.
Nossas trepadas passaram a ser mais intensas, mais animalescas, com muito mais tesão. Eu enfiava meu pau em sua xaninha toda depilada e aproveitava enfiava dois dedos em seu cuzinho, e ela vibrava, pedia que eu a descabassasse no cuzinho, ela queria sentir meu leitinho dentro de seu cuzinho, e eu dizia que tinha outros planos para seu cuzinho, e ela queria saber quais eram estes planos e eu sempre dizia que na hora propicia ela saberia, ela teria seu cuzinho cheio de leitinho, com certeza ela iria amar muito.
Começamos a freqüentar uma boate, onde conhecemos alguns casais e fechamos um excelente circulo de amizade, geralmente as nossas mulheres terminavam a noite num espetacular strip-tease e nós homens terminávamos sempre com uma bela punheta em homenagem as nossas mulheres.
Um certo dia, Roberta nossa velha amiga de sexo, convidou-nos para uma festa que iria se realizar na cobertura de um hotel no Rio de Janeiro, confirmamos nossa presença e eu pedi a Adriana que fosse com um vestido de seda vermelha, pois este vestido lhe deixava com carinha de puta, mais que neste dia ela fosse somente com o vestido por cima, sem nada por baixo.
Quando chegamos a festa, não tinha ninguém que não olhasse para Adriana, ela estava maravilhosa em seus 1,52 de altura, queimadinha de praia, e totalmente nua por baixo. Sentamo-nos em uma mesa onde já estavam outras pessoas, inclusive uma mulher de seus 40 anos, maravilhosa, linda, tipo potranca e que estava encantada com Adriana, a mulher chegava a gaguejar quando por um motivo ou outro conseguia ver os seios de Adriana, a mulher suava, as suas mãos já não paravam encima da mesa, ou ao alcance de nossos olhos, eu olhava dentro dos olhos de Adriana e sentia o mesmo prazer que ela estava proporcionando aquela fêmea ao seu lado, sabia que as mãos daquela mulher vez por outra estavam passeando entre suas coxas.
Lá pelas 23.00 horas resolvemos ir embora e perguntamos a mulher se não queria que a levássemos em casa, ela de imediato topou e lá fomos nós. Adriana no elevador me cochichou que estava ardendo de tesão e precisava gozar mesmo que fosse se masturbando, mandei que esperasse até chegarmos no carro, lá era poderia fazer seu jogo de sedução.
Ao pegarmos o caminho para a Barra da Tijuca, Adriana ajeitou o banco de forma que o mesmo ficasse meio inclinado para traz, e nossa amiga ficou no meio do banco traseiro, olhando Adriana dizer que estava com muito calor e que iria arriar seu vestido na parte de cima, imediatamente isso feito, eu senti o suspiro da mulher e um pedido de Adriana, para que ela fizesse um carinho gostoso nos bicos de seus seios, pois ela estava quase gozando, a mulher veio com toda fúria para cima de Adriana e mamou seus seios como uma criança pequena mama uma chupeta. A mulher estava totalmente transformada pela ocasião, Adriana totalmente deitada no banco e aquela fêmea por cima dela, mamando-a, sugando-a, beijando-a e pedindo para que ela deixasse seu cuzinho ser chupado por sua língua. Adriana deitou mais o banco, virou-se de modo contrário, e ficou totalmente exposta aquela língua gulosa e incansável, eu dirigindo e meu pau já doendo de tanto tesão sendo sugado pela linda e gostosa boca de Adriana... sentia que o tesão que ambas estavam sentindo era uma coisa de louco e ai resolvi entrar num motel. Em nenhum momento aquela mulher parou de sugar o cuzinho de Adriana, nem quando chegamos na entrada do motel.
Já no apartamento do motel, aquela fêmea se mostrou insaciável pediu que Adriana dançasse para ela, ficasse totalmente nua para ela, queria Adriana totalmente puta somente para ela, deixei correr o clímax entre elas. Deitada de costas na cama, recebeu Adriana por cima em sua boca, fazendo a posição de coqueirinho, sua língua passeava entre a xaninha e o cuzinho, e seus dedos ágeis tocavam uma esplendorosa siririca, foi quando Adriana da posição em que estava levantou as pernas daquela mulher, e pediu que eu comesse o cuzinho dela, pois queria sentir e ver outra fêmea sendo enrabada, queria ver a minha caceta invadindo um cuzinho, obedeci de imediato e enfiei toda a minha caceta naquele cuzinho maravilhoso e guloso, Adriana estava vidrada olhando o vai e vem dentro daquele cuzinho, vibrava de prazer, gritava que estava gozando muito, que já não aquentava mais de tanto tesão e queria ganhar meu leitinho em seu corpo, mais uma vez obedeci e descarreguei todo o meu gozo encima de Adriana que já segurava a mulher pelos cabelos e a puxava para que lambesse meu leitinho que estava em seu corpo, só sei dizer que o corpo de Adriana ficou limpinho, sem uma gotinha que fosse no lugar mais escondido. Ficamos amigos daquela mulher durante muito tempo, e com esta amizade é que Adriana teve seu cuzinho descabassado, que eu contarei dentro em breve.
Aos amigos que gostam de uma putinha, que cobra cache para ter seu cuzinho totalmente preenchido por uma caceta gostosa, é só entrar em contato através do e-mail, e saberão o que é ter uma fêmea que adora o que faz e sabe fazer porque gosta.

Adriana – seu inicio ANAL
By Hoteleiro

Nossa amiga da Barra da Tijuca, estava entusiasmada com Adriana, passou a freqüentar nosso apartamento, passou a sair com Adriana todas as vezes que a mesma ia sozinha a alguma festa, ou algum lugar, e era uma excelente companhia, pois era do jeito que eu queria, ou seja, ela era tão putinha quanto a minha mulher, mas tomava conta direitinho dela, como se fosse sua femeazinha. Um dia estávamos brincando na sala, quando ela me diz que teríamos uma festa para ir, e ela queria saber de mim se poderia colocar em leilão o cuzinho de Adriana, tendo em vista que a mesma estava quase preparada para o sexo anal, somente faltava uma caceta para realiza-la e com certeza até a data da festa Adriana teria perdido o temor da dor anal.
Falei que isso dependeria de Adriana, e que eu já estava pronto para vê-la sendo fudida em seu cuzinho que se mostrava tão receptivo quando colocávamos os dedos dentro dele. Adriana disse que talvez topasse, desde que o valor arrecadado no leilão fosse todo direcionado para o orfanato, o qual nós ajudávamos sempre. Nossa amiga da Barra de imediato pegou o telefone e marcou data para a festa, para o leilão e informou a decisão tomada... o lance inicial acertado foi de R$ 1.000,00, brinquei com Adriana dizendo que seu cuzinho valia ouro. Fomos dormir os três juntinhos e mais uma vez fudi o cuzinho de nossa amiga da Barra, que pedia para Adriana abrir-lhe as nádegas e fizesse com que meu pau ficasse todo enfiado dentro dela, falava e se posicionava de jeito que sugava a xaninha de Adriana, que chorava, berrava e gritava de prazer... era uma loucura só, era muito bom.
No dia acertado para a festa e a conseqüente perda de cabaço anal de Adriana, a mesma acordou cheia de tesão, logo que acordei, ela estava deitada se masturbando e passando seu dedinho no cuzinho, delirava de prazer, falava baixinho que finalmente iria se sentir toda puta... que queria ser bem puta, estas coisas gostosas de se escutar e aguçar o nosso tesão.
Fomos a praia, passamos pelo shopping e compramos um vestido de uma fazenda bem molezinha, destas que marcam o corpo, ainda mais que ela iria como eu gosto que ela ande, nuazinha por baixo.
Marcamos encontro com nossa amiga da Barra no local da festa, que disse-me que eu também iria ganhar um presente, pelo presente que eu estava dando aos seus amigos, chegamos ao local tranqüilos e logo vi que seria uma excelente festa, as pessoas eram educadas, bonitas e cheias de tesão, pois a brincadeira já rolava a solta no apartamento da festa.
Nossa amiga da Barra pegou-me pela mão, levou-me até a varanda e apresentou-me a uma ninfetinha negra, que ela disse ter trazido especialmente para mim, aquela não era para ninguém, somente minha, olhei a ninfetinha, negra como gosto, pequenina de corpo, peitinho ainda nascendo, uma bundinha linda arrebitadinha, uns lábios lindos de se beijar... enfim um verdadeiro tesão e a melhor parte... ainda virgem, sua experiência sexual era apenas de ser chupada por nossa amiga da Barra, que a estava criando para futuro... amei aquilo, adorei saber que poderia ser o primeiro macho daquela criancinha. Ficamos abraçadinhos, beijinhos trocados, mãos ansiosas passeando por aquele corpinho, enquanto isso a festa corria solta no apartamento.
Notei que tinha um homem, tipo árabe, que babava de tesão olhando para Adriana. Cheguei-me até ela e passei a informação de que não se chegasse muito até ele, que o deixasse louco de tesão e com certeza ele iria arremata-la no leilão. Começou o jogo de sedução entre eles, era muito compensador ver como ela se comportava, todos a desejavam, todas queriam comer aquele cuzinho, todos queriam te-la como putinha.
Finalmente o leilão começou, os lances eram dados e o árabe somente olhando, pesquisando, vendo, babando, esperando o momento certo de dar o bote, já havia sentido que aquele homem iria inaugurar o cuzinho de Adriana, quando o “leiloeiro” ia bater o martelo, escutamos em alto e bom som, dou R$ 5.000,00 e não aceito cobertura ao meu lance. Não é que ganhou como eu estava prevendo. Pegou Adriana que estava encima de uma mesa no colo, deu-lhe um beijo na boca e sorriu.
Com certeza o cuzinho de Adriana estaria inaugurado, só que ele queria ficar sozinho com ela, não queria ter platéia assistindo, foi uma pena para todos, mais a festa iria continuar e eu estava muito ocupado com a minha negrinha, enquanto minha mulher iria perder seu cabacinho anal, eu com certeza iria ganhar um cabacinho. Pequei minha amiga da Barra pela mão e falei-lhe.
Vamos, vamos inaugurar o meu presente... e saímos da festa indo para sua casa.
Lá foi uma loucura total, como a negrinha adorava ser chupada, como chupava uma buceta e um pau ao mesmo tempo, se dividindo entre nós dois, como gozava loucamente, pedia a todo instante que não parássemos que ela estava gozando mais uma vez, finalmente apontei minha caceta para seu cabacinho e fui entrando devagarinho, sentindo ela tremer toda e pedindo que a fizesse mulher, que ela queria sentir prazer dentro dela.
Finalmente seu cabacinho foi embora, com certeza aquela hora o de Adriana também já tinha ido, pensando naquilo o meu tesão aumentou, meu pau ficou duro igual a uma rocha, pedi as duas que me chupassem até que eu gozasse em suas bocas, minha amiga disse-me que ainda era muito cedo para eu gozasse, pois ela queria fazer a negrinha toda, levantou-se, colocou um suporte com um consolo, deitou-se na cama e fez a negrinha sentar encima daquele consolo que foi sumindo em sua bucetinha, a menina rebolava, chorava e mais uma vez gritava que estava gozando, com suas mãos abriu as nádegas da negrinha e pediu-me para inaugura-la também, queria que ela sentisse o quanto era gostoso uma caceta no cuzinho, passei uma pomada em minha caceta, também na entradinha daquele cuzinho que piscava de prazer e fui enterrando naquele cuzinho lindo, negro, guloso, quente e que com certeza deixaria ali meu leitinho que seria lambido em todo o seu teor pela boca gulosa de nossa amiga da Barra.
Três dias depois Adriana apareceu em casa, linda, charmosa e toda rebolativa, contando-nos que o cara era um espetáculo, que conseguia manter seu cacete dentro de seu cuzinho por mais de uma hora sem gozar... ela havia gostado muito desta sua nova experiência, beijou-me na boca e me disse baixinho “amor, o que você quiser que eu faça, sua cadelinha fará... é só pedir”,
dei um sorriso safado, e fui comer aquele cuzinho que sempre tive tesão... ela agora não tinha mais medo... agora só queria sentir o prazer que a dor anal lhe proporcionava, assim ela havia me dito.
Contatos para este cuzinho gostoso e guloso, através nosso e-mail, e terão suas cacetas massageadas por um cuzinho que sabe fazer isso.

Adriana – final de semana inesquecível
By Hoteleiro

Algum tempo atrás, por meio da internet conhecemos uma pessoa que queria de todas as formas ter Adriana como sua fêmea num final de semana, mais o mesmo não tinha tempo de vir ao Rio de Janeiro, convidou-nos que passássemos um final de semana em Cabo Frio, desde que eu concordasse... claro que concordei, e ela também.
Adriana não via a hora de chegarmos em Cabo Frio, transpirava sexo por todos os poros, estava nervosa para chegar e se sentir “putinha” como ela adora. Já no caminho, devido aos engarrafamentos nesta época de feriados, fui mamado por três vezes, e outras tantas apreciei-a a se masturbar pensando no que iria acontecer. Devo te dizer que Adriana depilou toda sua xaninha, deixando-a lisinha igual a de uma menininha novinha, a única diferença entre uma xaninha e outra era o seu grelhinho que estava super entumecido (esqueci de dizer que ela tem um grelhinho medindo 1,8 centímetros quando atiçado). Para não termos nenhum tipo de problema em casa, levamos também nossa menininha, a que estamos treinando para ser nossa putinha, nossa escravinha, Adriana também depilou-a toda e a viagem prosseguia, hora uma me mamava, outra hora vinha a outra, sei que a duas se tocavam também... foi muito bom... e seria muito melhor ao chegarmos.
Já tinha combinado tudo com nosso amigo, a quem chamarei de Pierre... com certeza Adriana iria se divertir muito e também com certeza, minha pretinha viria diplomada como putinha... era esperar e deixar acontecer.
Finalmente chegamos a casa de nosso amigo em Cabo Frio e já rolava um bom churrasco, as apresentações foram feitas e os olhares para Adriana foram mais do que claro do que ela iria ganhar. Num canto estava um rapaz de mais ou menos 18 anos, tipo garotinho lindo, Adriana olhou-o e se dirigiu ao mesmo para bater um papo, algum tempo se passou, o papo rolava animado, e de repente os dois sumiram. Pierre chegou-se a mim e perguntou se eu havia visto Adriana, pois tinha uma amiga dele que queria conhece-la. Disse-lhe que não a tinha visto, mais que poderíamos procura-la juntos. Entramos na casa, eu, Pierre e a sua amiga (uma morena de fechar o comércio), e devagarinho começamos a abrir as portas das suites procurando-a, e de repente vemos Adriana deitada de costas no chão, sendo lambida pelo jovenzinho, só que tivemos uma bela surpresa, eles não faziam apenas um 69, ela estava literalmente comendo o menininho com os dedos, e o menininho chorava e pedia mais e mais, chegava a sussurrar que queria ser “putinha dela”, ao me ver junto ao Pierre e a amiga dele, fez-me um sinal para que eu me aproximasse, ao me aproximar de sua boca, já com a caceta de fora, levei uma bela chupada e um pedido que deixasse o “seu menininho putinho” me chupar e que eu gozasse dentro de sua boquinha, devo dizer também que Pierre estava boquiaberto, pois o menininho era seu sobrinho, filho de sua irmã e ele nunca havia desconfiado que o mesmo fosse gayzinho, chamei Pierre e disse-lhe que seria bom que o seu sobrinho tivesse o tio para ensinar-lhe os caminhos da via e as artes do sexo... coloquei minha caceta na boca do menininho para que o mesmo saboreasse... que chupada... que gulodice... que loucura. Enquanto isso Adriana mamava Pierre e estava sendo chupada pela a amiga de Pierre, que ao ver Adriana nuazinha, com sua xaninha depilada, lisinha, linda, cheirosa, não agüentou o tesão e caiu de boca, Adriana então pediu a Pierre que comesse o cuzinho do “seu menininho”, que ele não se importasse com o fato do mesmo ser seu sobrinho,
que era muito gratificante ver o tio iniciando o sobrinho, enquanto isso ela seria fêmea de sua amiga. Só que Adriana queria mais, e pediu-me para comer seu cuzinho na frente do menininho, para que visse como era gostoso, coloquei-a de quatro, a amiga de Pierre entrou por baixo, não deixando em nenhum momento de chupar aquela xaninha gostosa, e conforme eu dava as estocadas no rabinho de Adriana, as vezes tirava a caceta fora e deixava a amiga me chupar também. Adriana ficou de frente para o menininho, incentivando-o, beijando sua boquinha, alisando seu pauzinho, enquanto Pierre chegava por cima das costas de seu sobrinho e dava-o para Adriana mama-lo, o menininho virava a cabecinha de lado e passava a língua em toda a extensão do pau de seu tio, que agora estava sendo seu macho.
Ficamos nesta brincadeira mais ou menos por duas horas, e devo dizer que Adriana, o menininho e a amiga de Pierre saíram com seus rabinhos cheios de porra, pois fizemos questão de deixar os três em condições de igualdade, e o churrasco comendo solto.
Naquele mesmo dia ao anoitecer Adriana informou-me que iria sair com Pierre para uma festa, falei-lhe que eu não poderia ir pois tinha também que dar atenção a nossa pretinha, que ainda não tinha sido preenchida, mais que ela se divertisse bastante e que se divertisse... beijamo-nos e ela se foi com Pierre, não sem antes dar algumas ordens a nossa pretinha, e uma destas ordens foi que quando ela voltasse queria me ver feliz.
Meia hora depois Pierre me ligou dizendo-me que eu já poderia ir para encontra-los... fui para a termas que Pierre é dono em Cabo Frio... estava tudo combinado... quando cheguei encontrei Adriana fazendo uma DP, tendo uma caceta na boca e duas cacetas em suas mãos, enfim a mesma estava com cinco machos ao mesmo tempo e pedindo mais e mais, ao me ver deu-me um sorriso, chamou-me e me agradeceu dizendo-me “te amo muito, pois só você faz eu ser puta como gosto de ser”, fiz-lhe um carinho na cabeça que era o único lugar ainda com espaço e falei-lhe “não fale de boca cheia é feio”.
Ficamos cinco dias vivendo intensamente o sexo, e Adriana todos os dias ia bater ponto na termas de Pierre e ganhou um bom dinheiro, pois Pierre não quis a parte da casa, deixando tudo para Adriana, enquanto isso Pierre se divertia muito com seu sobrinho, vestindo-o inclusive de “menininha” e não é que o mesmo ficou uma gracinha.
Quanto a minha pretinha, garanto que a mesma se divertiu muito, pois quando voltamos disse-nos que estava toda inchadinha e que cada vez nos amava mais, mais esta parte é para mais tarde... te conto depois.

Adriana – final de semana inesquecível – segunda parte
By Hoteleiro

Há muito tempo não íamos para Cabo Frio para a casa de nosso amigo Pierre, conversarvamos por telefone, troca de e-mails, etc. etc.
Aproveitamos o carnaval e resolvemos passar uns dias em Cabo Frio e reviver todas as aventuras de Adriana no puteiro de Pierre, aprontamos tudo. acertamos todos os detalhes e fomos nós para mais um final de semana longo saciar a fome da putinha que eu tinha ao meu lado. Acertamos tambem que levariamos Roberta, nossa amiga de longa data e a filha de Adriana, Simone, que hoje não era mais filha de Adriana e sim sua parceira de putarias, posso até dizer que a filha havia ultrapassado sua mãe em taras sexuais. A viagem transcorreu tranqüila, com as sacanagens de sempre para que o tempo passasse rápido.
Chegamos em Cabo Frio por volta das 02.00 horas da manhã e fomos diretos para casa de Pierre, fomos recebidos por uma "menininha" que logo percebemos que era o sobrinho de Pierre, o mesmo estava uma linda putinha, recebeu-nos de baby dool vermelho e notei que seu corpo havia sofrido profundas modificações, estava lindo e queimadinho de praia, as marcas de biquíni deixavam antever uma bela fêmea. Alegre ela beijava-nos e dizia que estava com muitas saudades nossa, fizemos as apresentações e sentamos na sala para conversarmos... Adriana ficou logo a vontade, ou seja, tirou toda sua roupa e ficou nuazinha sentada no sofá, que logo teve em sua companhia a menininha linda que fez questão de começar a beijar Adriana e ser beijada pela mesma, o ambiente esquentou com muita facilidade, a menininha mamava a bucetinha de Adriana com força e vontade, e aquele cuzinho rebolando todo empinadinho para cima, uma cena linda de ser vista, aproximei-me e esfreguei minha caceta na olhotinha daquele cuzinho, e ai "ela" pediu, enfia tudinho, quero sentir esta caceta dentro de meu cuzinho, e foi o que fiz, fui enterrrando e sentindo meu pau ser mastigado por aquele cuzinho lindo e tarado. Enquanto nos divertíamos com a "menininha", no outro sofá Roberta já estava comendo Simone, que devo esclarecer havia se tornado fêmea de Roberta desde os tempos em que a descabaçamos totalmente. Aquele cena de Roberta comendo Simone, extasiava Adriana e dizia que tinha uma filha bem putinha, que adorava ver sua filha daquele jeito e da forma como gemia, aquilo a extasiava muito e ela gozava gemendo, chorando e pedindo que a menininha a chupasse mais forte até gozar em sua boquinha, e eu dentro daquele cuzinho maravilhoso já quase explodindo em gozo, quando não agüentando mais pedi que "ela" viesse com sua boquinha gostosa mamar todo o meu leitinho, e foi o que "ela"
fez, engoliu meu pau até eu sentir o mesmo bater em sua garganta e com a língua fazia movimentos circulares sobre toda a caceta, e não agüentando mais esporrei deliciosamente dentro daquela boquinha língua, gostosa e carnudinha, enquanto eu gozava na boquinha daquela vadiazinha, Adriana segurava seu piruzinho e tocava-lhe uma bela punhetinha, e o engraçado é que seu piruzinho não havia desenvolvido muito não, parecia mais um grelho de tamanho grande, tinha no máximo uns seis centímetros e era fino da espessura de um dedo indicador, e Adriana vibrava com aquilo, ela dizia que era o melhor e mais gostoso grelho que ela já havia tido em suas mãos, até que a "vadiazinha" gozou, e gritava para Adriana lhe dar palmadas, foi o que fizemos juntos, eu e Adriana, e cada vez que batíamos nossas palmas da mão em sua bundinha, "ela" pedia mais, colocando minha piroca novamente em sua boca, engulia-o com voracidade, parecia estar desesperada em faze-lo crescer dentro de sua boca, pedia e chorava que Adriana continuasse a bater "nela", era uma cena fantástica, a "vadiazinha" sendo comido por mim e por Adriana sem pena e sem piedade, e Roberta comendo e batendo em Simone, que como eu disse a tempos atrás tinha se tornado escrava sexual de Roberta, esta brincadeira durou até as 05.30 horas da manhã quando exaustos fomos dormir e descansar para novas sacanagens.
Ao acordarmos no dia seguinte, encontramos Pierre sentado na sala a nossa espera, tendo a seu lado uma linda mulata, que nos apresentou como sua mais nova aquisição para a boate, olhei de soslaio e senti Adriana babar sua xaninha, e Pierre sentiu o mesmo, tanto que fez um sinal para a mulata e ordenou que ela fosse com Adriana para onde a Adriana a levasse, em pouco tempo as duas sumiram e ficamos eu e Pierre conversando e articulando o que faríamos com as três belas fêmeas que eu havia trazido para serem suas putinhas durante o período de carnaval. Falamos também das transformações que se passaram com seu sobrinho, pois o mesmo a um ano atras não era o que era hoje, ou seja, tinha se transformado em uma linda "menininha" e Pierre sorriu e disse-me que estava gastando uma grana para coloca-lo como uma femeazinha gostosa, e hoje era a que valia em termos financeiros dentro da boate, todos queriam prova-la, tanto homens, como casais e que estava satisfeito com a descoberta que Adriana tinha feito a tempos atrás, pois tinha uma fortuna em casa e até aquela data não desconfiava de nada.
Ficou acertado também que neste carnaval a boate ficaria totalmente por nossa conta, ou seja, as únicas putinhas a atenderem toda a clientela seriam Adriana, Simone, Roberta, a mulata do Pierre e sua "vadiazinha". Seriam apenas as cinco putinhas para atenderem a todas as situações que se apresentassem dai para a frente.
Devo dizer que foi muito prazeroso este carnaval, mais uma vez tinha realizado as taras de Adriana, e a mesma tinha mostrado que cada vez que o tempo passava mais puta ela ficava, tinha sido prazeroso por ter tido Roberta e Simone mais uma vez como minhas putinhas, pois era engraçado que Simone era escrava de Roberta, mais quando eu determinava alguma coisa para Roberta ela obedecia de imediato, naquele momento ela não era dona de Simone, ela era minha escrava e fazia o que eu mandava ela fazer, foi prazeroso poder novamente gozar dentro daquele cuzinho lindo que tinha a "vadiazinha" de Pierre e mais prazeroso ainda saber que teríamos sempre em Cabo Frio uma nova fêmea para nosso deleite, e que quando quiséssemos poderíamos telefonar para ela, que ela com certeza viria correndo nos satisfazer. Eu estava feliz, tinha cinco putinhas ao meu redor, cada uma melhor do que a outra e nenhuma delas brigava entre si, pelo contrário se amavam e viviam satisfeitas e felizes.

Sobre este texto

hoteleiro

Autor:

Publicação:15 de dezembro de 2015 14:26

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Swingers

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