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HOTELEIRO - O BOM VIVANT

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Boa tarde, sou o hoteleiro e já algum tempo fiquei sem tempo de postar o meu dia a dia com meus amorzinhos, que são Robertinha e Julinha.
Para quem acompanha o que posto, leiam o FAZENDO UMA MOCINHA, esclareço que Robertinha, antes era um menininho que peguei num flagrante mamando um vizinho de condomínio na garagem do prédio, e ai ele pensou que eu poderia chantagea-lo e quis ficar comigo, deixei ele pensar que assim seria e o fazia de minha menininha em meu apartamento. E cada dia que passava nós ficávamos mais envolvidos, ate porque ele aprendia rápido a fazer gostoso e me satisfazia 100 porcento tenho ele ali na minha cama, fora poder acompanhar as pequenas modificações em seu corpinho.
E o que facilitou muito isso tudo, foi que Robertinha, já não tinha seus pais, os mesmos haviam falecido a tempos através num desastre de avião, e tanto ele como sua irmãzinha, mais novinha do que ele, viviam com sua avó, que até pela idade já não cuidava dos netinhos como deveria, mais desde o inicio eu sabia que eu iria tomar conta daquelas coisinhas lindas.
Adorava quando ele dormia em minha casa, e se arumava toda como uma menininha, pois seu corpinho era em estilo menina, todo redondindo, umas coxas roliças, uma bundinha empinadinha e durinha, sua barriguinha lisinha, olhando-o bem ele era uma menina no corpo de menino, e assim nós íamos vivendo nosso dia a dia.
Ate que em determinado dia, onde combinamos ir a praia, e ele perguntou se podia levar sua irmãzinha, claro que deixei e mandei que ele trouxesse ela para dormir com a gente, pois poderíamos acordar cedo e irmos a praia e pegarmos bons lugares, pois íamos sempre a praia da macumba.
E ai tudo foi acontecendo muito rapidamente, pois no dia em que ela veio dormir em casa para a praia no dia seguinte, mandei que Robertinha desse a sua irmã um de seus biquínis, e ai brincando falei-lhe párea que ele depilasse sua irmã, ele disse que eu a depilaria, pois ele não se achava apto a fazer e acreditava que eu faria melhor. Nossa, minha caceta doía de dura, e ele notando isso, saiu rebolando e me chamando para o quarto onde Julinha, sua irmãzinha estava totalmente nuazinha encima de nossa cama, esperando que eu a depilasse todinha.
Comecei vagarosamente a depila-la e sinto então a mão de Robertinha, que estava deitadinha no chão a se apossar de minha caceta e encaminha-la para sua boquinha safada e gulosa, e o quadro ficou assim, eu com Julinha nuazinha encima da cama, alisando e depilando-a, e sentindo-a tremer na ponta de meus dedos quando eu atrevidamente fazia-lhe um carinho mais ousado, e Robertinha no chão me mamando pedindo baixinho que eu lhe desse leitinho para beber.
Eu sei que naquela noite, fui chupado pela boquinha de Robertinha até não ter mais leite para sair e pude sentir o gosto de uma bucetinha virgem, que nunca tinha sido chupada daquela forma, e ainda por cima ter Robertinha incentivando sua irmãzinha a gozar em minha boca, nossa aquilo era demais, e ai fomos dormir, o dia seguinte prometia e eu queria tudo que o dia pudesse me dar.
Fomos para a praia, ficamos bem a vontade, ela já conversava animadamente, sobre muitos assuntos, principalmente sobre sexo, onde ela expos que nunca, mais nunca mesmo, tinha feito que eu fiz nela na noite anterior. Simplesmente perguntei se ela havia gostado, e ela disse baixinho que sim, mais o que ela mais tinha gostado foi ter visto seu irmão, que agora era irmã, a beijar minha caceta e mostrar rapidamente a ela sua boquinha cheia de leitinho e sentiu prazer quando ele lhe mostrou que estava engolindo tudinho.
Eu sei que uma semana depois, eu estava inaugurando Julinha como fêmea, e ela adorava quando Roberta sentava por inteiro em minha caceta e ela podia se masturbar olhando-o e eu pedindo que Robertinha que rebolasse ate que eu gozasse dentro de seu cuzinho, e com Robertinha rebolando e Julinha se masturbando o meu gozo era forte e abundante, e no final estávamos saciados.
Dois meses depois, os dois estava vivendo comigo em meu apartamento, a avó estava internada e eu me dispôs a ficar com os dois comigo.
E era muito bom eu ter duas femeazinhas em minha cama, e o gostoso de tudo é que ambas nunca brigaram ou se acharam preteridas na forma de atendimento.
Robertinha, já estava com os peitinhos aparecendo, já pareciam dois limões a florescer, e tinha um tesão muito grande em ter seus peitinhos chupados, e começamos então a viver intensamente um ménage, onde sempre éramos nos tres a fazer coisas deliciosas.
No colégio, pois exigi que ambos voltassem a estudar, Robertinha tinha problemas, que não eram sérios, mais ela detestava, pois no colégio, apesar da vozinha feminina, ele teria que vestir roupinha de menino, mais ai eu lhe prometi que lhe trocaria de colégio, e ele quando fosse para o novo colégio, eu arranjaria um jeito dele ir como menina, que era de fato, não de direito.
Julinha vivia feliz e procurava fazer tudo para me agradar, como ela mesmo dizia, o amor que ela estava sentindo era muito maior do que ela havia sentido por seus pais ou por sua avó, que neste meio tempo havia falecido e eu havia ficado como tutor dos dois. Ou seja, fiquei com a faca e o queijo na mão, ninguém poderia falar nada, pois juridicamente eu cuidava da educação dos dois, e em cima da cama eles eram muito educados e bem safadinhos, mais era assim que eu queria.
Quando fizemos um ano de convivência, resolvi fazer uma festa para eles, num sitio próximo de um amigo, e eles poderiam levar seus coleguinhas, e esta festa foi o estopim para que eu tivesse certeza de que Julinha seria a putinha que eu quizesse que ela fosse. E para testa-la já na própria festa, lhe disse que havia visto uma coleguinha sua, e que havia chamado muito a minha atenção, e ela pediu que eu mostrasse a amiguinha que ela iria arranja-la para mim, fiquei olhando-a com a sua desenvoltura em sua resposta e poucos minutos depois ela vinha trazendo pela mão aquela sua coleguinha que eu havia apontado, apresentou-me como seu paizinho querido e mandou que ela cuidasse com muito carinho de mim, a menina apenas sorriu e disse a ela, que ela estava ali para atender a uma amiga em todos os seus desejos, no que Julinha disse rindo para ela, então pegue meu pai, leve ele escondido para um canto e faça ele gozar em você, pois ele não sabe que você é minha putinha e faz o que eu quero que faça.... anda, vai logo, faz meu paizinho gozar gostoso.
E ai começou toda uma etapa nova, Robertinha, Julinha e algumas amiguinhas começaram a fazer parte do nosso dia a dia, e de nossa cama também.
Mais estas outras historia deixarei para depois, pois quero ordena-las primeiro para depois passar para vocês.
Abraços a todos
Meu e-mail é [email protected]

Sobre este texto

hoteleiro

Autor:

Publicação:15 de dezembro de 2015 14:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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