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minha filha - minha putinha

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Minha filha, minha putinha

Este conto é para aqueles que gostem de incesto, nada nela foi forçado e por este motivo acho que as pessoas que não curtem não deve nem começar a ler, pois censurar é fácil, o difícil é você conviver com isso e procurar ser e fazer as pessoas envolvidas felizes com tudo que aconteceu e acontece sempre em outras famílias.

Eu sou o hoteleiro, casado com Babinha, uma fêmea sempre disponível a uma boa trepada. Como ela mesma diz, que nasceu para ser puta, e teve a sorte de me encontrar em sua vida, pois além de eu transforma-la em puta, ainda a transformei em escrava sexual.
Quando conheci Babinha, eu era casado com Adriana e também tínhamos uma vida sexual bem ativa e aberta, tanto que a primeira relação bissexual de Babinha foi com Adriana, que começou a gostar desta fruta e nosso relacionamento passou a esfriar um pouco, mais como eu já estava me relacionando com Babinha, não senti o peso da perda de uma pessoa como Adriana.
Mais o que quero contar aqui, é que desta relação com Adriana, tínhamos uma menininha, Elaine, que na época de nossa separação ela ainda era novinha, e eu e ela tínhamos um carinho muito especial um pelo outro. Eu adorava minha filhotinha e ela me adorava também.
Como em casa tínhamos uma relação super aberta, inclusive com questões a roupas, pois geralmente dormíamos nus, ela desde novinha também sempre detestou muita roupa e geralmente dormia nuazinha.
Veio a minha separação de Adriana, e Elaine sentiu muito a minha falta diária dentro de casa, mais como conversávamos muito, consegui mostrar a ela que era preferível seu papai e sua mamãe separados, mais amigos, do que juntos sem se suportarem, e falei-lhe que fora isso, ela nos finais de semana poderia ir ficar comigo.
Bem, a coisa fluía normalmente, eu já havia resolvido levar Babinha para morar comigo, apesar de ela ainda na época não ter 18 anos, mais com jeito, conseguimos acertar tudo com sua família, afinal nós éramos amigos de sua irmã mais velha, e que me ajudou muito a convencer a família.
Mais voltemos para a minha filhota.
O tempo passou e eu notava que quando ela, minha filha sentava em meu colo, ela procurava acomodar as popas de sua bundinha de forma que ela ficasse bem acomodada em minha caceta, as vezes ela sentava de frente para mim e eu sentia a quentura de sua bucetinha em minha caceta, o que as vezes me levava ao desespero, pois como ela era minha filhota, eu tentava controlar minha excitação ao maximo, mais nem sempre conseguia, e quando ela sentia que eu estava bem excitado, ela sorria, um sorriso gostoso e dizia bem baixinho em meu ouvido que quem iria sofrer mais tarde era sua tia Babinha.
Seu corpinho estava sofrendo transformações muito rápidas, pois sua bundinha já tinha formas sedutoras, seios, que pareciam dois limõezinhos se formando, e por diversas vezes olhava sua xotinha já pegando formas tesudas, pois seus lábios vaginais eram carnudinhos, tais quais de sua mãe e com certeza ela em breve me daria muito trabalho.
Geralmente quando ela estava toda sentada em meu colo, Babinha ficava perto da gente. E teve um dia que estávamos os três sentados vendo televisão, quando ela sentou-se de frente para mim sorrindo, e ai eu logo fiquei excitado, minha caceta pulsava junto a seus lábios vaginais e eu tentava me controlar, afinal aquela bucetinha era de minha filhota e não podia acontecer nada, mais neste dia, ela senta-se e começa a esfregar-se para frente e para traz, sentia minha caceta dividir sua rachinha e sentia seus olhinhos se revirarem, e Babinha ali ao nosso lado vendo aquilo acontecer, sem dizer nada, apenas passava levemente sua mão em sua xota se masturbando de forma tranqüila e vagarosa, minha filhota em meu colo, minha mulher ali no sofá, todinha aberta se masturbando pela situação criada e eu com minha caceta doendo de tanto tesão, fui perdendo a razão e de uma forma rápida afastei minha filha de meu colo e puxando Babinha pelos cabelos a fiz engolir minha caceta em sua boca gulosa. Ela sempre adorou um boquete, e seu boquete era molhado, ela babava toda minha caceta e minha filhota ali de joelhos na minha frente olhando sua tia Babinha mamar a caceta de seu papai, sentia que sua mãozinha pegava a base de minha caceta e de uma forma bem tesuda ajudava sua titia a me fazer feliz.
Eu sentado no sofá via que Babinha mamava minha caceta, mais uma de suas mãos estava abaixo da linha de visão, mais pelos gemidos de minha filhota senti que Babinha a estava masturbando e ela estava adorando, pois senti quando ela apertou minha caceta fortemente e pediu-me que gozasse na boca de sua titia... nossa escutar aquilo, daquela forma me fez virar um animal, puxei minha filhotinha pelos cabelos até sua boquinha chegar perto da minha e beijei pela primeira vez aqueles labiozinhos, acho que era o primeiro beijo que minha filha ganhava com uma língua passeando em sua boca, e ela dizia sussurrando, goza paizinho, goza gostoso na boca da tia, quero ver ela beber todo o teu leitinho e quero te fazer feliz também, sei que em poucos segundos, urrei e gritei que iria gozar, senti a boca de Babinha me engolir até sua garganta e manter minha caceta presa, com os jatos de porra descendo diretamente pela garganta e logo a seguir ela estalar os lábios e dizer, Elaine você não sabe o que perdeu, titia deixou seu paizinho sequinho e agora eu vou limpar esta xotinha com minha lingüinha e você vai amar, ainda beijando a boquinha de minha filhota, sinto seu corpinho virar-se e acomodar-se de forma a ficar todo exposto para sua titia e beijando-a e alisando seus seios pequeninos, vejo minha mulher engolir a bucetinha de minha filhotinha e sinto-a tremer-se todinha e gemer que estava gozando gostoso.
A partir desta data, quando minha filhota estava comigo brincávamos muito, elas duas me faziam gozar gostoso e minha filhota logo aprendeu a tirar leitinho de seu papai com a boquinha, e ela também tinha uma boquinha gulosa e amava ganhar leitinho na boca e depois num beijo entre ela e Babinha transferir meu leitinho para a boca de sua titia, que vibrava de uma forma safada com aquilo.
Levei dois anos para tirar o cabacinho de minha filhota, dois anos que vi aquela bucetinha se transformar numa buceta gulosa e tesuda, mais o que minha filhota gostava mesmo era de sentir minha pica dentro do seu cuzinho, onde ela gritava, gemia, berrava e pedia para que arrebentasse seu cuzinho de todas as formas e jeitos.
Hoje ela esta casada, tem um casal de filhos, meus netos, que amo de paixão, mais sempre que pode vem fazer um carinho em seu papai e ganhar e fazer um carinho em sua titia, pois ela aprendeu com Babinha a também gostar de uma bucetinha, e isso foi bom, pois em sua época de escola ela sempre trazia coleguinhas para a casa de seu papai para aprender os segredos do sexo.
Não esqueçam de dar nota... abraços em todos
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Sobre este texto

hoteleiro

Autor:

Publicação:15 de dezembro de 2015 14:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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