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ninfeta negra (uma amiga de BABINHA)

ninfeta negra (uma amiga de BABINHA)

Meu nome é G, hoje tenho 18 aninhos, sou uma ninfeta negra. 1,55 altura, gostosa, toda durinha, sou Bi ativa/passiva, e adoro sugar uma xaninha e uma caceta, quando são juntos então eu adoro.
Mais vamos a história...
Na época eu tinha 13 aninhos e minha mãe passava pôr sérios problemas financeiros, e estava tentando empregar suas filhas, somos três, quando na Av. Presidente Vargas minha mãe avista um antigo chefe seu, chama-o e começam a conversar, sentia que minha mãe o olhava dentro dos olhos, e ele rindo, brincando, era um pedaço de homem. Acabou que ali mesmo ele convidou-nos a conversar o resto em seu escritório, onde tomaríamos um café e ficaríamos melhor acomodados.
Quando entramos, notei que seu escritório era muito bem montado, bem moderno, bem luxuoso.
Minha mãe conversava com ele a respeito da sua situação e o que estava tentando fazer para sair da crise que se instalara lá em casa. Papo vai, papo vem e ele me chama e disse-me... vamos ver se esta menininha pode vir a trabalhar comigo, quero que você vá ao banco aqui ao lado do prédio e pague algumas contas, dito isso, dirigiu-se a sua mesa, pegou alguns papeis, dinheiro e algumas instruções, levou-me até a porta me entregou a chave e disse-me para não ter pressa... e lá fui eu para o banco.
Demorei-me mais ou menos uns quarenta minutos e quando estava abrindo a porta do escritório, senti gemidos na sala dele, resolvi entrar devagar, sem fazer barulho, e pude notar que os gemidos eram de minha mãe, parei na ante-sala e pude observar dali que minha mãe estava nua, deitada encima da mesa dele, com toda sua caceta espetada em seu cuzinho, ela gemia, rebolava, pedia que desse palmadas, e ele batia-lhe na bunda e as vezes no rosto, e em cada tapa estalado minha mãe dizia que estava gozando e que queria gozar muito, dito isso, tira a caceta de seu cuzinho e encaminha para a boca de minha mãe que abocanhou-o pôr inteiro, chupava-o da cabeça até a base, eu estava extasiada vendo minha mãe daquele jeito, nunca tinha visto minha mãe fuder assim, nem na época que meu pai era vivo, eu com certeza não tinha visto, era demais, e alguma coisa estava acontecendo comigo, pois eu não mais conseguia tirar os olhos da cena de minha mãe sendo fudida... fiquei molhadinha.
Sai devagarinho da sala, fui para o corredor esfriar um pouco, passados uns dez minutos, abri novamente a porta de forma que ele percebesse que eu estava entrando... encontrei minha mãe sentada no sofá e em seu rosto irradiava um brilho que eu há muito tempo não via... ela estava saciada. Conversamos mais um pouco e então ele disse-me, você vai começar a trabalhar comigo, e esteja certo de que não é pôr caridade ou pôr amizade a sua mãe, farei de você uma profissional, é só você querer aprender.
Dito isso tudo, minha mãe despediu-se dele prometendo voltar com mais calma e num horário melhor, eu sabia pôr que ela queria voltar... tinha gostado muito, demonstrava isso... e foi-se. Fiquei sozinha com ele.
Conversamos algumas coisas a respeito do meu trabalho no escritório, e em dado momento ele para, segura minhas mãos e diz \"você gostou do que viu\", eu sem saber o que responder apenas acenei um sim com a cabeça, ele tinha notado que eu estivera observando na ante-sala, perguntou-me o que eu havia gostado mais de ver, e eu disse-lhe que tinha gostado de ver tudo, de ter visto minha mãe tomar todo o seu leitinho, das estocadas que ele dava em seu cuzinho, e até mesmo das palmadas que ele dava na bundinha dela e ela pedia mais, enfim acho que perdi a vergonha e respondia tudo o que ele me perguntava, aquilo estava mexendo comigo, eu só tinha treze aninhos e sentia que estava toda molhada, minha calcinha estava ensopada.
Ele levanta-se de sua cadeira, dá uma volta pela sala e me ordena... tira toda sua roupinha, quero vê-la nuazinha, não tenha medo. Engraçado que não sentia medo, pois a minha reação foi imediata, me levantei e comecei a tirar minha roupa, fiquei nuazinha no meio da sala, e ele me observando, me olhando profundamente e eu sentindo que estava novamente ficando molhada.
Eu nua, sentada em seu colo, conversando a respeito de que ainda era virgem, tinha tido três namoradinhos sem muita intimidade, que sabia alguma coisa de sexo somente em leituras ou conversas com coleguinhas de escola, enfim estas coisinhas bobas numa menininha de treze aninhos... ele então tira sua caceta para fora da calça, me senta de jeito que eu fique encaixada nela, sentia ela esbarrar em minha bucetinha, e devagarinho ele começa a me movimentar segurando-me pela cintura começa a me levantar e arriar, ou seja, como ele falou, estava batendo uma punhetinha nele com a minha bucetinha... era demais, eu estava quase desmaiando, era muito gostoso... mais gostoso ainda foi sentir o jorro de seu farto gozo em minha barriga, que liquido quentinho, delicioso, ele com seus dedos fazia carinhos em minha barriga, catando seu leitinho e levando-o até minha boca, que no inicio achei esquisito o gosto, mais depois do terceiro dedo em meus lábios comecei a gostar e já engolia todo o seu dedo em minha boca, e pedi a ele que me ensinasse tudo que ele quisesse me ensinar. Aquele dia foi marcante em minha vida, pois ele não tinha nenhuma pressa de nada, ficamos o dia inteiro praticamente com a minha aula de aprendizado sexual, e o melhor de tudo é que eu estava gostando muito e estava pronta toda hora que ele dizia,... vamos novamente a aula minha menininha. Depilou-me toda. deixando minha bucetinha lisinha, mostrou-a para mim num grande espelho que tinha no banheiro, achei que ficou bonitinha e nunca mais eu deixaria criar pêlos em minha xaninha, ele a queria sempre depiladinha... eu o sentia meu dono, pois quando ele dizia que eu era sua cadelinha, eu gozava só em escutar... enfim o primeiro dia tinha sido muito bom, pois na primeira aula eu já havia aprendido a punhetar a caceta de meu chefe com as minhas coxas, e já tinha aprendido também a tomar seu leitinho, eu queria saber o que aprenderia na segunda, na terceira e nas outras aulas que com certeza viriam... depois eu conto mais, pois minha mãe está chegando para fuder gostoso com meu chefe, e ele já me falou que eu verei tudo o que ele vai fazer com ela, para que eu depois novamente diga o que mais gostei... ele sabe que eu gosto de tudo, se você quiser também faço com você, entre em contato comigo, através meu e-mail [email protected] com certeza você vai adorar.

ninfeta negra – parte dois
Alguns dias haviam se passado desde que eu havia começado a trabalhar, e a cada dia que se passava eu ficava mais e mais tesuda em relação a sexo, queria conversar tudo, queria ver tudo, queria fazer tudo... mais engraçado é que ele ainda não havia tirado meu cabacinho... continuava eu a ser uma menininha com seu cabacinho ainda no lugar, e eu já estava doidinha para manda-lo para o espaço, mais ele dizia para mim que tudo tinha seu momento, primeiro ele iria me mostrar uma série de coisas e ai sim depois se eu quisesse ele iria tirar o meu cabacinho, aceitei as suas ponderações, pois mesmo cabacinho eu tinha uma vida sexual bem ativa com ele.
Neste período minha mãe, foi umas quatro vezes no escritório para ser fudida pôr ele, e eu mais uma vez ficava na ante-sala vendo minha mãe se transformar numa puta, numa vadia, numa cadelinha como ela gostava de gritar quando estava com sua caceta toda enterrada em sua bundinha, e eu gozava muito em ver aquilo, que vontade que eu sentia de entrar na sala naqueles momentos, chegar bem perto de minha mãe e pedir a ela que deixasse eu também brincar na caceta dele, pois ela não era sua única proprietária, eu também fazia parte daquilo. Ficava na ante-sala brincando com minha xaninha, gostava de vê-la soltar seu liquido viscoso, passava meus dedos bem dentro de meus lábios vaginais e levava-os a boca para que fossem sugados, isso eu fazia diversas vezes, era gostoso, pois eu sabia que depois que minha mãe fosse embora, eu com certeza iria ter aquela caceta todinha para mim, era sempre assim, ele gozava em minha mãe e gozava em mim.
Numa das vezes em que minha mãe lá esteve, chegou uma menina muito lindinha, estava toda soltinha dentro de seus vestinho, uma beleza a menina, pensei comigo... lá foi a foda da minha mãe para o espaço, como eu estava enganada.
Sai e voltei rapidamente para o meu lugar, ou seja a ante-sala, e escutei gemidos de duas mulheres, olhei e vi minha mãe mamando a xaninha daquela menina, enfiava os dedos em sua bucetinha, em seu cuzinho, sugava o grelhinho até estica-lo ao máximo, a menina gemia e pedia mais, queria mais de qualquer forma, ele dividia sua caceta entra a boca de minha mãe e a boca da menininha, até que ele atolou todo seu cacete no rabinho daquela menina, e minha mãe vestiu um consolo e penetrou a xaninha dela, ela estava entalada pelos dois lados, e rebolava, pedia mais, queria gozar, queria morrer como ela dizia quase que chorando... eu estava fora de mim e alucinada entrei na sala e fui direto aos labios de minha mãe, queria sugar aquela boca com gosto de buceta, e de imediato minha mãe correspondeu, beijou-me, sugou-me, apertou-me os peitinhos, deu palmadinha em minha bundinha, fez-me segurar o consolo que estava dentro da bucetinha da outra, enfim foi uma loucura só e ele estocava sua caceta dentro daquele cuzinho... eu queria dar de qualquer jeito... pedi, chorei, minha mãe pegou-me pelos cabelos e levou minha cabeça em direção a bucetinha daquela menininha, e eu obediente comecei a chupar aquela bucetinha e a beijar os labios de minha mãe, que coisa gostosa eu estava sentindo que era chupar uma mulher, nunca havia feito, mais senti dentro de mim como era gostoso... e chupava mais, e mais, e a menina gritava, chorava e pedia para que eu continuasse a chupa-la.
Em dado momento minha mãe tira o consolo de dentro da bucetinha da menina, manda que eu o chupe todo até seca-lo, coisa que fiz de imediato, deita-me encima da mesa de trabalho dele e procura encaixa-lo na minha bucetinha, eu alucinada abro bem as minhas perninhas e minha mãe começa a penetrar-me com aquele consolo, que para mim, era a caceta dele que estava entrando dentro de mim, e a cada espasmo meu, minha mãe alucinada enfiava-o até o final, estava totalmente entalada pôr um consolo, tinha finalmente achado meu cabacinho e o mais tesudo de tudo é que a minha própria mãe o havia tirado.
Eu estava muito feliz, estava gozando como mulher naquele momento, então ele tira sua caceta do cuzinho da menina, e o coloca no cuzinho de minha mãe, formando um trenzinho, ele comia o cuzinho de minha mãe, eu era comida pela minha mãe e ainda pôr cima a menina veio para cima da mesa, agachou-se de cócoras sobre o meu rosto e eu tinha toda sua bucetinha para chupar, faze-la gozar da mesma forma que eu estava gozando. Daquele dia em diante, durante muito tempo, passei a ser fêmea para ambos, ou seja, para minha mãe que sempre me comia e para ele que diariamente me comia, comecei a aprender a gostar de chupar uma bucetinha, pedia sempre a ele que levasse meninas para que pudesse chupa-las, e ele sempre atendia aos meus pedidos, e assim comecei uma nova etapa de minha vida, e detalhe, eu ainda não havia chegado aos quatorze aninhos, era na realidade uma ninfetinha que vivia para o sexo, gostava de fuder com minha mãe, com ele e com outras meninas que ele trazia para mim. Detalhe maior é que em nossa casa a relação era de mãe e filha, mais quando estávamos juntas na sala dele, nossa relação era de duas putinhas disputando a mesma caceta, era de duas putinhas ávidas em terem suas bucetinhas chupadas uma pela outra. Se quiseres que eu te chupe gostoso também, fazer com que sua bucetinha derrame seu gozo em meus lábios, contacte-me através meu e-mail [email protected] ou [email protected], vou adorar faze-la de minha putinha.

Sobre este texto

hoteleiro

Autor:

Publicação:15 de dezembro de 2015 14:55

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Swingers

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