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nossa deliciosa ninfetinha - partes 1/2

nossa deliciosa ninfetinha - partes 1/2
Nossa deliciosa NINFETINHA – parte 1


Oi sou o hoteleiro, casado com Babinha, que tem diversos contos publicados e sempre fomos liberais em questão de sexo. Eu tenho as minhas taras, ela tem as dela, nos damos muito bem na cama, onde ela é uma fêmea que faz o que quero que ela faça, enfim, não tenho queixas da fêmea bem puta que tenho a meu lado.
Esta é mais uma de nossas historias, que vou tentar resumir para vocês.
A coisa de cinco meses atraz, Babinha foi atropelada na Barra da Tijuca, quebrando uma perna e um braço e mais algumas escoriações pelo corpo, mais graças a Deus nada que fosse tirar sua graça depois de recuperada.
Ela deste atropelamento ficou internada por uma semana, e após a saída dela da casa de saúde, fomos para casa, pois ela não queria ficar na casa de ninguém, e assim que chegamos começamos a tentar arranjar entre algumas pessoas conhecidas uma pessoa que pudesse ser sua acompanhante neste período.
Uma conhecida nossa nos trouxe uma menina, sua vizinha que estava precisando ganhar algum dinheirinho, pois sua família passava por algumas dificuldades financeiras, e junto com a menina veio sua mãe, e acertamos todos os detalhes, inclusive de que a menina ficaria a disposição de minha mulher por tempo integral, acertamos também que a menina iria dormir no trabalho, pois tínhamos um quarto de hospedes em casa e ela poderia ocupar o mesmo.
Tudo acertado, inclusive quanto a questão financeira, a menina, que iremos chamar de Bruna, foi em casa pegar algumas roupas e duas horas depois estava de volta para iniciar seu traballho de acompanhante de Babinha.
Pelo que pude notar, no período em que Bruna foi em casa buscar suas roupas, foi que Babinha tinha ficado impressionada com ela.
Começou a conversar a respeito de que ela muito bonitinha, maltratada, mais bonitinha, e que se pudesse ela me daria de presente. Ri muito de sua colocação e falei-lhe que mesmo quebrada ela transbordava sexo por todos os poros, ela então falou que sua boquinha não estava quebrada e ela precisava sentir minha quentura em sua boca, eu imediatamente atendi a seu pedido, tirei minha caceta de dentro da calça e dei-lhe na boquinha, e iniciou-se então uma sessão rápida de uma mamada gostosa e logo descarreguei todo o meu leitinho na boca dela.
Alguns minutos depois, chega Bruna, veio vestida de shortinho e uma blusinha tipo top, que deixava antever seu corpinho ainda de menina, mais todo certinho, belas perninhas, uma bundinha bonitinha e uns peitinhos pequeninos que davam água na boca, eu olhando Bruna vi que Babinha já a olhava com olhos de faminta, pedi a Bruna que fosse à cozinha buscar uma água para a gente e aproveitei falei que teria que ir devagar com a menina, até porque nós não a conhecíamos bem, nem a ela, nem a sua família.
Que Babinha deixasse tudo por minha conta, pois eu sabia manter o controle e Babinha não, quando ela queria uma coisa, ela lutava para conquistar e as vezes poderia ser má interpretada.
Ficamos acertados assim, se desse tudo bem, se não desse tudo bem também, pois afinal havíamos contratado a menina para ser sua acompanhante devido a seu estado.
Bruna voltou da cozinha com a água, sentou-se na beira da cama, e começou a conversar com Babinha, sobre os serviços que ela deveria fazer e principalmente sobre o banho em Babinha, que deveria ser muito cuidadoso para que não houvesse problemas com o aparelho implantado na perna e no braço de Babinha.
Os dias foram se passando e após uma semana trabalhando com a gente, estávamos sentados na sala vendo televisão, quando perguntei a Bruna se ela estava gostando de estar ali trabalhando com a gente, ela sorrindo com os olhos disse-nos que estava adorando e que se pudesse nunca nos largaria, ficaria trabalhando com a gente pelo tempo que quiséssemos.
Aproveitei esta deixa, e perguntei-lhe se ela gostava de vinho, ela disse-me que nunca havia experimentado, peguei então uma taça e coloquei um pouco para ela provar, ela provou e disse que havia adorado, e então começamos nós três a bebermos vinho, e sempre que sua taça esvaziava, Babinha fazia questão de enchê-la mais um pouquinho, Bruna já ria das coisas que conversávamos, ela já estava mais solta, a bebida havia soltado a sua timidez em algumas conversas e logo ela e Babinha estavam conversando a respeito dos banhos em Babinha, onde ela tinha que ficar toda nuazinha e Bruninha a lavava com esponjas, e que sua xota era que dava mais um pouquinho de trabalho, pois alem de lava-la sempre, Bruna tinha aprendido a depilar a xota de Babinha e já fazia isso com cera, e que Babinha adorava quando ela fazia, pois fazia com muito jeito e carinho. E Bruninha ria destas situações, pois como ela falou, ela também tinha que ficar praticamente nua, para que não houvesse necessidade de trocar de roupas e que Babinha sempre elogiava muito seu corpo, e mais vinho tomávamos, quando ela estava bem altinha, Babinha me pediu que mostrasse para Bruninha como eu dava leitinho a ela para dormir, eu já meio alto também, peguei Bruninha pelas mãos, sentei-a próximo da cabeça de Babinha, tirei minha caceta para fora, e pude notar o olhar de surpresa que Bruna fez, e logo ela estava olhando Babinha mamar minha caceta, tirava da boca, alisava com sua mão, voltava a colocar na boca e sempre olhando nos olhinhos de Bruna, a menina arfava, sua respiração estava forte, seus olhinhos as vezes se fechavam, as vezes suas perninhas de fechavam, as vezes se abriam, aproveitei um destes momentos e coloquei minhas mãos próximos a seus pequenos seios, e com as pontas dos dedos alisei aquelas coisinhas lindas, como não houve nenhuma rejeição por parte dela, aproveitei para trocar um pouco de posição, e fiquei mais próximo dela, com Babinha mamando ruidosamente minha caceta, falando muitas sacanagens, inclusive perguntando sempre se eu gostaria de que Bruna segurasse minha caceta e desse na boquinha dela, falei que adoraria muito e que se Bruninha quisesse poderia fazer o que ela estava falando.
Babinha então, segurando as mãozinhas de Bruna, encaminhou-a para minha caceta e mandou que ela me masturbasse lentamente e que deixasse a cabecinha sempre de fora pois ela iria mamando a cabecinha de meu pau... foi maravilhoso sentir aquela mãozinha pequenina, que mal fechava na grossura de minha caceta e num ritmo lento e cadenciado com a língua de Babinha pude finalmente gozar gostoso e muito, sendo que Babinha pegou um pouco do leitinho em seus lábios com seus dedos e colocou os dedos dentro da boquinha de Bruninha e mandou que ela sugasse como se estivesse tomando um sorvete.
Depois desta rápida brincadeira, continuamos a tomar mais vinho, e Bruninha já se sentava mais a vontade entre eu e Babinha, logo o sono começou a aparecer e fomos para o quarto nos deitar.
Quando Bruninha estava arrumando Babinha na cama, dei a deixa por que ela não dormia ali com a gente, afinal a cama era larga e grande e daria para nós três dormirmos confortavelmente, ela olhou para Babinha como se esperasse sua aprovação. Babinha então mandou que ela fosse tomar banho em nosso banheiro, e que pegasse em uma de suas gavetas uma roupinha para dormir, claro que as roupas de Babinha ficariam largas em Bruna, mais ela obedientemente levantou-se, foi a cômoda pegar uma roupinha e encaminhou-se para o nosso banheiro tomar banho.
Ficamos nós dois deitados, aguardando-a terminar, quando ela abre a porta do banheiro, vimos que o shortinho dool que ela havia pegado havia ficado mais largo do que imaginávamos, bati com minhas mãos no meio da cama, e disse sorrindo, vem, vem para o nosso meinho descansar, e ela veio todinha sorrisos.
Aproveitando aquele momento deitei-me com meus braços abraçando Bruninha e fazendo carinho em sua cabecinha a vi ir fechando os olhinhos e seu soninho chegou, Babinha olhou-me nos olhos e disse que queria me ver mamando aquela xotinha infantil enquanto ela dormia, claro que imediatamente me posicionei e vagarosamente tirei toda a sua roupa de dormir, colocando-a nuazinha, abri suas perninhas e vi aquela xotinha infantil, com pelos espessos, e vagarosamente fui beijando e sugando aquela bucetinha, a minha disposição, aquele gostinho característico de cabacinho em minha boca me dava mais tesão ainda, com uma das mãos alisava toda a xota e cuzinho de Babinha que gozava ruidosamente, pedindo que eu enfiasse o maximo possível, e assim o fiz, enfiava meus dedos na xota e no cuzinho de Babinha e mamava gostosamente a bucetinha cabaço de Bruninha.
Durante um bom tempo, mamei aquele corpinho inerte pelo sono profundo, mamei seus peitinhos, sua barriguinha, sua xotinha, levantei suas perninhas e mamei a olhotinha de seu cuzinho. Isso tudo acompanhado pelos olhares e palavras de minha putinha, pois mesmo com aparelhos que dificultavam seus movimentos, arranjava jeito de satisfazer seu macho.
Ao acordar na manhã seguinte, as duas ainda dormiam profundamente, aproveitei e fui fazer um café, após tomar um bom gole de café, voltei para a cama e fiquei aguardando as duas acordarem.
Alguns minutos depois Bruninha abriu os olhinhos, e sorrindo deu-me um bom dia lindo, dei-lhe de volta um bom dia com um beijinho em seus lábios, e falei para ela acordar Babinha vagarosamente. E ela então num gesto lindo, passou seus dedinhos pelos lábios de Babinha e falou quase que em seu ouvido... patroinha, acorda, nós já acordamos e estamos esperando você acordar... Babinha abriu os olhos e puxando Bruna para perto também lhe deu um beijinho nos lábios, onde pude notar que foi correspondido, pois Babinha enfiou sua língua dentro da boquinha dela e pude observar que as línguas brincaram por alguns segundos.
Babinha pediu-nos que a ajeitássemos na cama, o que fizemos com todo o cuidado, só que de repente, vendo Babinha nua, Bruna sorrindo disse-nos que quando ela tinha ido dormir ontem a noite ela tinha certeza de que estava vestida e que tinha amanhecido nuazinha... sorrimos todos juntos, e Babinha falou-lhe que naquela cama, quando as pessoas deitavam para dormir, a primeira coisa que se fazia era tirar toda a roupa e esperar o soninho nuazinhas, ela ainda sorrindo disse... então ta bem... mais isso tem que ser segredo, pois se minha mãe descobrir ela com certeza vai me bater... falei-lhe que tudo que acontecesse em nosso quarto, ou fora dele, em nossa casa, seria segredo entre nós três...
ela sorrindo levanta-se nuazinha da cama, e diz que assim está bem... que ela ficará mais tranqüila... puxo-a para perto de mim e lasco um beijo gostoso em sua boca, e sinto a mão de Babinha entrar entre suas coxinhas, continuo a beijar sua boquinha e alisar seus peitinhos, enquanto sinto que Babinha está batendo uma siririca nela, e logo seus gemidos se fazem ouvir e ela pede a Babinha que faça mais rápido pois ela estava sentindo uma coisa gostosa em seu corpo.
Pronto estava aberto nossos caminhos, além de acompanhante na recuperação de Babinha, teríamos agora uma ninfetinha para brincarmos gostoso durante nossas noites... e depois eu conto mais, senão fica muito longo... só posso dizer que foi bom... muito bom.

Nosso e-mail para contato é [email protected]






Nossa deliciosa NINFETINHA – parte 2

Oi sou o hoteleiro, casado com Babinha, que tem diversos contos publicados e sempre fomos liberais em questão de sexo.
A coisa de cinco meses atraz, Babinha foi atropelada na Barra da Tijuca, quebrando uma perna e um braço e mais algumas escoriações pelo corpo.
Uma conhecida nossa nos trouxe uma menina, e Babinha falou-lhe que naquela cama, quando as pessoas deitavam para dormir, a primeira coisa que se fazia era tirar toda a roupa e esperar o soninho nuazinhas, ela ainda sorrindo disse... então ta bem... mais isso tem que ser segredo, pois se minha mãe descobrir ela com certeza vai me bater.
Ela sorrindo levanta-se nuazinha da cama, e diz que assim está bem... que ela ficará mais tranqüila... puxo-a para perto de mim e lasco um beijo gostoso em sua boca, e sinto a mão de Babinha entrar entre suas coxinhas, continuo a beijar sua boquinha e alisar seus peitinhos, enquanto sinto que Babinha está batendo uma siririca nela, e logo seus gemidos se fazem ouvir e ela pede a Babinha que faça mais rápido pois ela estava sentindo uma coisa gostosa em seu corpo.
Quando sinto que o corpinho de Bruninha treme de prazer, sento-me na cadeira ao lado da cama e peço a ela que sente na minha caceta, pois eu a queria inteirinha ali, naquela hora, com Babinha assistindo ela me dar seu cabacinho, e ela então pedindo para que eu fizesse devagar pois ela tinha medo de sentir dor, vai sentando com sua xotinha linda e pequenina em minha caceta que vai entrando vagarosamente, sentindo o prazer de um cabacinho ser estourado por uma caceta que esperou tanto pelo que estava agora acontecendo.
Sentia ela tremer em minhas mãos, seus gemidos de prazer eram uma linda canção de sexo em nossos ouvidos, suas mãozinhas passeavam pelo corpo de Babinha e ela ora intercalava beijos na boca, beijos nos seios e então sinto sua bundinha bater em meus culhões, pronto minha caceta estava todinha dentro daquela menininha que gemia de prazer e pedia que eu a fizesse minha mulherzinha, que ela queria sentir todos os prazeres prometidos e sentidos. Ajeitei-me na cadeira, sem deixar ela sair de cima da caceta, e ela então na nova posição que estava tinha a buceta de Babinha totalmente a sua disposição, que logo recebeu sua boquinha, e ela enfiava a língua bem profundamente pedindo a Babinha que gozasse em sua boquinha. E Babinha atendia a seus pedidos, gozava abundantemente em sua boquinha, e puxava-a pelos cabelos mandando ela engoli-la inteirinha, e eu segurando meu gozo, pois não queria parar naquilo que estávamos fazendo, mais ela piscava sua xotinha em minha caceta que logo anunciei que iria gozar e quando tentei tirar para gozar em sua boquinha, ela me pediu para que eu gozasse dentro dela, pois ela queria sentir meu leitinho quentinho em seu útero, e então Babinha consentiu que eu gozasse dentro de nossa menininha, e fiz a vontade, descarreguei todo meu leite naquela bucetinha quentinha e que agora estava desbravada e prontinha para novas aventuras.
Ainda com a caceta em sua bucetinha, falei-lhe que naquela noite ela seria completa como fêmea, pois eu iria fuder seu cuzinho, como ela já tinha visto eu fuder o cuzinho de sua patroinha, e ela então vira-se e me beija sedutoramente na boca e diz com vozinha de criança que agora ela era nossa e que faria tudo que nos quiséssemos, e ela sabia como eu queria fuder seu cuzinho... e durante todo o dia nós nos preparamos para a noite... queria sentir aquele cuzinho piscando em minha vara e daria um jeito de arrumar uma posição para Babinha, onde ela com o consolo poderia fuder aquela bucetinha tesuda, linda e gostosinha...


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Sobre este texto

hoteleiro

Autor:

Publicação:15 de dezembro de 2015 14:42

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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