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Do fundo do baú

Bia - a Inocente Sedutora

Beatriz, uma jovem mulher de 23 anos, aplicada nas funções do trabalho, decide aceder ao pedido de João, seu colega de trabalho e ir com ele a um almoço de negócios. Sabendo que a arte da sedução é fundamental para a concretização de importantes negócios, Bia opta por usar um vestido preto justo que mostra as suas costas.
Tal como combinado João esperava-a dentro do seu carro, no decurso da viagem eles trocavam considerações acerca da estratégia de negócios que eles iriam assumir. Contudo, de repente, sentem um embate por trás, surpresos, ambos saíram do carro para perceber o que tinha acontecido. Uma má decisão, uma vez que dois indivíduos encapuzados de arma em punho saíram do carro que provocou o pequeno acidente. João, levantando as mãos, disse:
-Podem levar o carro, não ofereço resistência, podem levar tudo, mas não nos façam mal!
Um dos encapuzados afirmou:
- Não queremos apenas o carro, façam aquilo que nós mandarmos e não vão morrer!
O encapuzado mais alto e que dava as ordens apontando a arma a João ordenou-lhe que este entrasse no carro e que conduzisse. O outro, mais baixo, cerca de 1,80 de altura, aproximou-se de Bia e agarrando-lhe a cintura colocou-a no banco traseiro entrando em seguida. O chefe da quadrilha, sentado no lugar do pendura, ordenou a João que este seguisse o carro que provocou o acidente. Após 40 minutos de espera aflitiva chegaram a um local repleto de armazéns que aparentavam estar abandonados, talvez fruto de falências de empresas. João ia perguntado o que eles verdadeiramente queriam, mas eles não respondiam, só diziam para ele seguir as ordens e que não levantasse problemas. Bia mantinha-se calada e quieta, talvez devido ao choque ou porque simplesmente ainda estava a tentar perceber o que realmente se passava. Após a paragem dos carros dentro do armazém, o terceiro elemento com o auxílio de cordas ajudou a atar a Bia e o João. De seguida revistou os pertences, retirou os cartões de crédito e exigiu os códigos que prontamente foram cedidos. O terceiro, que aparentava pelo discurso, ser o mais novo e nervoso ia fazendo comentários acerca da aparência de Bia “oh chefe as namoradas dos ricaços são sempre boazonas” “já viram bem este corpinho e esta carinha?” “Esta mercadoria nunca passa pelas minhas mãos”. O terceiro elemento, apelidado por Tozé passava as mãos pelo corpo de Bia, ela não reagia, nem respondia. João pedia para não lhes fazerem mal, que já tinha tudo o que queriam, q os deixassem ir embora. Tozé, rindo da angústia de João, respondeu – “Agora queremos um pouco de diversão, uma gaja assim tão boa está a pedir um trato de macho”.
Bia, como se despertasse do estado catatónico, olhou para Tozé e perguntou: -Quem é esse macho? Só estou a ver três miúdos a brincar aos ladrões.
Tozé puxando-lhes os longos cabelos castanhos disse –A chavala gosta de provocar, mas ela vai acalmar quando passar por nós. Bia, perita em jogos mentais, afirmou: -“Estejam à vontade, eu sou uma promiscua mesmo, neste momento devo estar infestada por tudo o que é doença mesmo”. Tozé ficou apreensivo no entanto o chefe da quadrilha disse –“Isto é tudo letra, ela não tem ar disso, nota-se que é daquelas q só dá para o namoradinho, podemos estar à vontade”.
A mente de Bia estava a mil, ela sabia que não adiantaria dizer mais nada, não sabia o que mais fazer, não queria mostrar desespero, mas já estava mt aflita com o que se avizinhava. Foi neste momento que o 2º elemento, apelidado de Rokkie, virou-se para o chefe e disse :-“Boss, quero essa gaja só para mim, depois do que se passou na semana passada, acho q mereço”. Apesar dos protestos do Tozé o chefe acedeu ao pedido de Rokkie, dizendo “ A gaja fica com o Rokkie, o Tozé vai estourar os limites dos cartões, e eu fico aqui a controlar o cornudo, ou melhor, o futuro cornudo”.
Rokkie puxou Bia para uma divisão mais afastada que continha um colchão com lençóis. R disse-lhe: “seja bem vinda ao meu canto”, B respondeu “um verdadeiro encanto, nem sem se sou merecedora de tanto luxo”. R desatou B. Bia em tom ameaçador disse, “Eu vou dar luta”. R rindo, num movimento rápido deitou-a na cama e com o auxílio de uma navalha rasgou-lhe o vestido deixando-a praticamente nua. Apontando a navalha ao pescoço ele retirou as calcinhas de Bia deixando-a nua. Com uma das mãos acariciou todo o corpo de B, dando especial atenção às mamas redondinhas, lisonjeando os mamilos pequenos e hirtos. Continuou a percorrer o corpo de Bia e chegando à vagina brincou com o facto dela não ter nenhum pêlo no monte de Vênus, dizendo “Estou a ver que és adepta da moda brasileira, se fosses minha mulher tinhas de ter alguns pêlos, pelo menos para distinguir das crianças”. Bia sentindo-se humilhada e vendo que nada poderia fazer para evitar o acto nada respondeu, dirigiu a sua cabeça e o seu olhar lacrimejante para um canto daquela divisão, tentando, de todas as formas evitar contacto visual com R.
Com dedo percorrendo os lábios vaginais, R disse “estou a ver q aquela história de seres promíscua é mesmo mentira, és mt fechada, dever ser bem apertadinha”. Tentando evitar a penetração, como último recurso, Bia foi sincera com R e pediu-lhe em tom de súplica :”Por favor, não faça isso, eu nunca fiz sexo, deixe-me ir, por favor”
R aproximou-se do ouvido de Bia e num tom mt baixo, quase inaudível, disse-lhe: “Sou polícia, estou a trabalhar infiltrado, uma camara está atrás de nós, o chefe da quadrilha deve estar a ver, não lhe vou fazer mal, mas tem de confiar em mim e colaborar, ok?” Como se o peso de mil toneladas lhe saíssem dos ombros Bia sentiu-se aliviada e direcionou o olhar a R mostrando concordância. Deste modo, R abriu o zíper, retirando o pénis que estava erecto e pondo-se em cima de Bia, colocou o seu pénis em cima do monte de Vénus. Começou a fazer os movimentos de vai e vem, simulando a penetração. Bia ajudou a simulação, entrelaçando as suas longas pernas em R e fazendo movimentos e gemidos de dor.

Continua…

Sobre este texto

inocentesedutora

Autor:

Publicação:25 de abril de 2014 19:42

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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