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Muvuca - XII


Muvuca - XII

Capitulo - XII


A tarde se passara de maneira agradável. Ela tinha umas camisas de seda com mangas compridas. Vestia uma bem vistosa e com uns desenhos num tom cinza-prata, dobrava as mangas até á metade dos braços e olhava no espelho. Ela cobria até quatro dedos abaixo do seu ventre, sendo que o último botão ficava bem em cima dos pelos pubianos. Para dar um "Tchan" a mais, marcava a cintura com um cinto de barbantes que ficavam pendentes até ao meio da coxa e colocava uma corrente pequena de ouro, bem delicada no tornozelo. Voltava a se examinar no espelho. "Acho que ficou ótimo!" pensava. Deixava os dois primeiros botões da camisa abertos e falava comigo mesma: “Tô pronta!" Calçava uma sandália prateada com saltos bem altos, pra combinar com a camisa, e partia na direção de seus objetivos.
A noite estava mais agradável ainda quando a loira sinistra atendeu o celular. Adivinha quem era? Era o velhinho apaixonado por ela, Téo das farmácias “Lusimânia”. Empresário boa praça, era considerado um sujeito tranqüilo e correto pelos amigos. Ávido fã de formula 1, mesmo depois da morte de Senna, nunca perdeu uma corrida. Cabelos brancos como cabeça de cotonete, porém, os bolsos cheios de pílulas azuis, aquelas milagrosas para momentos especiais. Mary passou o telefone para sua mãe dizendo:
- Fale mãe, com o meu novo namorado.
Ela atendeu sorridente e aos poucos foi fechando a cara. Depois desligou.
- Mary! Onde arrumou esse Matusalém... O homem tem voz de um ser de cem anos pelo menos. O que tu pretendes com esse idoso, menina?
Encostou-se na cadeira, cruzou as pernas, uniu as pontas dos dedos e começou a falar em tom baixo e monótono:
- Divertir mamãe, divertir. Ele é intelectual. Faz amor de forma diferente. Dá nome diferente a coisas simples.
- Como assim?
- Homens comuns têm pau mamãe!... Intelectual tem pênis.
- Não entendi a diferença.
- A diferença é que pênis é mole, só isso.
- Eu não sei o que te faz ser tão burra assim, só sei que está funcionando! Como é ele, Mary?
- Tudo bem que ele é um velhinho muito feio, mas às vezes eu penso que ele já está passando dos limites! “Ele é tão gordo que se cair no chão vira um puf!”
A mãe não pode conter uma risada. Depois aconselhou:
- Cuidado Mary! Você vai matar o velhinho.
- Pense no lado bom das coisas, mamãe. Com tantas farmácias na minha mão, não vão mais faltar remédios para suas hemorróidas.
Dona Gegê se pronunciou:
- Esse tal de Téo saindo com a Mary, o patrimônio vai certamente parar no beleléu...
Não fazia muito tempo, as pessoas culpavam a bomba atômica pela inconstância do tempo e pelas catástrofes naturais. Os testes atômicos de americanos e franceses na superfície da terra, supostamente abalavam os esquema pré-ordenado de ventos e nuvens do planeta e os resultados eram desequilíbrios tropicais e súbito inverno no Piauí. Era algo parecido com Mary, capaz também de desestabilizar o planeta. A favor da tanga, fio dental e topless, a favor do apelo primitivo numa simplicidade lógica e atraente. Os tempos mudaram. Não é mais como antigamente que era mais fácil de identificar o pecado. Mary Caçapa se comunicava com seu público masculino através da roupa. Era a maneira de informar seu estado de espírito. Fazia o gênero, sóbria, alegre, desleixada, exótica e provocante.
Lembrou-se do que havia combinado pegou o celular, teclando os números anotados num pedaço de papel dobrado. Uma voz estranha
respondeu do outro lado.
- Alô?
- Mary? Perguntou hesitante.
- Sim, quem é?
- É o Téo... lembra-se?
- Téo?
Acabei de sair de casa. Ahn...
- É? Então espera aí! Tô saindo de casa agora também! Chego aí em menos de 1h.
- Ok. Onde te encontro?
- Relaxa. Te ligo nesse telefone quando chegar!
- Encontre-me na praça do Liceu! Eu estou indo para lá.
- Está bem princesa.
Desceu até um ponto de ônibus mais próximo de sua residência e tomou o primeiro coletivo que passou. Apesar de estar cheio, ela não se importou com o desconforto. Com roupas ousada e corpo monumental não demorou nada para ser encoxada por um estranho abusado no ônibus.
Ela lá, parada, em pé, se equilibrando nas curvas enquanto tentava ler um artigo em uma revista, quando senti alguém lhe empurrar de leve contra o ferro. Encostou a revista no peito, fechou os olhos e respirou fundo, pronta para se virar e tirar satisfações, ao menos olhar com uma cara feia, deixando claro seu protesto, quando se deparou com o tipo de homem de seus sonhos. Malhado, novo e lindo. Ficou sem fala, voltou para sua posição inicial, confusa, não entendendo muito bem o que estava acontecendo. Ele devia ter uns 26, 27 anos, cabelos aloirados, castanhos bem claros, cuidadosamente despenteados, olhos verdes e uma barba ralinha, bem loira. Ele me olhou de rabo de olho, sorriu discretamente e, aproveitou a lotação do ônibus e lhe encoxou… Pá! Na maior. Mordeu os lábios, seu coração disparou. Tentei disfarçar voltando a ler a revista, mas é óbvio que não conseguiu pensar em porra nenhuma. Aliás, conseguia pensar na porra dele, escorrendo pelo seu corpo nu…depois de terem trepado feito animais…
Decidiu entrar no jogo. A fantasia de entrar num ônibus, se esfregar em alguém, ficar excitada e sair para trepar com um completo desconhecido lhe acompanhava há tempos, desde que assistiu A Dama do Lotação com Sônia Braga e Nuno Leal Maia. Mas obviamente que isso era pura utopia, ou era pedir para ser, no mínimo roubada e esquartejada na esquina… Mas enfim… Por isso é fantasia, certo? Entrei no jogo e empinou gostosa a bunda para ele. E ele entendeu a mensagem e comprimiu ainda mais seu corpo contra o seu e agora ela podia sentir certo volume na sua bunda. Ficou louca de tesão, ficou molhada na hora. Começou a rebolar de leve, e se mexer sem necessidade só para roçar seu rabo nele, fui ficando realmente a fim de trepar. Já estava suando, ofegante, com a boca seca, só a boca, aliás. Ela atreveu-se a virar e encará-lo. Ele lambia os lábios freneticamente e a olhava fixo, os olhos injetados de um verde folha intensos. Ficamos assim por alguns segundos, sem saber o que fazer, ou sabendo e receosos em fazê-lo. O local à sua frente vagou. Como, por mais que eu estivesse com vontade, não iria correr o risco de descer e foder com um completo desconhecido, mesmo com a cabeça e o corpo fervilhando, desistiu e se sentou, se afastando dele.Uns dois pontos depois ele desceu. Mas seus olhos se procuraram à medida que o ônibus se afastou. Só lhe restou encontrar com Téo e fazer um sexo gostoso pensando em tudo aquilo.
Ela se considerava uma vadia exibicionista. Adorava transar em lugares pouco convencionais, de preferência públicos, na esperança de que alguém lhe desse um flagrante.
Um pouco mais tarde...
- E então senhor leão, para onde você quer ir agora? Perguntou com um sorriso no rosto.
- Ah... – disse e olhou ela nos olhos... Para qualquer lugar onde eu possa arrepiar cada fio de cabelo do teu corpo...
- Hmm! – disse tentando disfarçar o rosto corado... Acho que conheço um lugar assim aqui perto.
No interior de um motel. O alvoroço foi causado pela música Only You da Ashanti. A batida da música invadiu o quarto conduzindo a Mary numa dança lenta e sensual sobre o colo do amante.
Ele havia tirado o paletó e afrouxado a gravata se espreguiçando em seguida.
- Aqui está.
- Obrigada. – disse ela sorridente.
- Você parece estar muito cansado, falou a Mary se posicionando atrás dele e colocando as pequenas mãos sobre meus ombros
- Desculpe-me por te causar tanto trabalho.
- Tu-tudo bem Gaguejou ele... Estou aqui para isso.
- Tens medo de mim?
- Não, não é isso.
- Então é o quê?
- Na verdade… nunca imaginei que estaria com uma mulher como você.

- Então não imagina nada… Deixa acontecer…
- Não sei o que fazer.
- Não precisa… Deixa que eu faço tudo.
- Você é tão gentil. Se tiver algo que eu possa fazer pra te recompensar... Falou no pé do seu ouvido enquanto massageava seus ombros.
– É só falar...
- Essa massagem está muito boa... – falei enquanto um volume indiscreto se formava por debaixo das suas calças.
- Que bom que está gostando. – disse deslizando as mãos pelo seu peito até seu abdômen... Porque pode ficar muito melhor...
Suas mãos percorriam seu peito e abdômen no ritmo da música, enquanto ele lambia seus seios lentamente sentindo volume e contorno. Ajeitou-se no seu colo e puxou sua cabeça para trás para que pudesse lamber seu tórax. Sua mão deslizou pelo seu abdômen chegando até o jeans, desabotoando-o de uma vez. Continuou o trajeto de sua língua descendo pela sua barriga, mordendo-a não tão de leve vez ou outra. Estava quase ajoelhada quando mordeu a ponta do jeans e puxou, abrindo o Jeans com a boca sem tirar os olhos dos seus. Ajeitei-me na cama para facilitar e ela levantou me puxando para ficar de pé de frente para ela. Beijou-me novamente passando os braços pela minha cintura e descendo as mãos por dentro do Jeans. Ela desceu o corpo lentamente acariciando sua bunda com as mãos e sua fronte inteira com os lábios. Quando baixou o Jeans por completo, estava ajoelhada com uma mão em cada panturrilha sua e a boca na parte interna das suas coxas roçando ocasionalmente no volume rígido debaixo da sua cueca. Sua respiração quente fazia meu cacete latejar de vontade enquanto suas mãos subiam por minhas pernas até minha bunda. Levantou-se então e beijou-o intensamente, as unhas percorriam seu peito e pescoço provocando arrepios pelo corpo inteiro. Naquele instante ele queria arrancar as amarras e possuir aquela felina de juba farta. Foi aí que ela puxou-o pelos cabelos e ordenou 'De joelhos, agora!'.
Ajoelhou perto da cama, ela se aproximou dele e acariciou seus cabelos. Ele tocava, apertava, como se experimentasse pela primeira vez, como se fosse comprovar que eles eram mesmo reais. Seus biquinhos rosados ficavam excitados, como se estivessem com frio.
- Também podes colocá-los na sua boca… Mary sugeriu, já chegando os seus peitos bem perto dos seus lábios.
Ele chupou, como um bezerro desmamado. Ela tirava uma mama e colocava a outra, bem devagarzinho. Ele foi ganhando o jeito, e chupando uma enquanto acariciava a outra com a mão. Sentiu o seu cacete crescer, bem debaixo da sua cona. Seu sexo parecia ferver, de tanto desejo.
Apoiou uma das pernas na cama liberando sua fragrância hipnotizante e deu uma ordem que não precisaria repetir:
-Agora, Leãozinho, me chupa!'
Ela puxou seus cabelos de leve para que chupasse seu sexo. Tocou seus lábios nos dela e pode sentir o quanto estava molhada. Beijei-a, lambendo-a toda. Sua saliva se misturava com seus fluidos que sugava com tanto gosto. Rodeava a ponta da minha língua em torno de seu clitóris e a estalava contra ele provocando gemidos da minha felina. Enfiou o língua fundo em seu sexo abocanhando-o todo, estava deliciado. A Loira puxava sua cabeça controlando a pressão que a satisfizesse enquanto seu subordinado a chupava com vontade. Lambia ela de cima a baixo quando puxou minha cabeça para trás.
- Vem, meu Leão!
E se levantou, tirando sua cueca preta de uma vez e se jogando de costas na cama. Ela então se virou de costas para ela e deitou sobre ela encaixando num 69 delicioso. Com sua cabeça entre as pernas dela tinha a visão perfeita e gemeu com ela abocanhando meu pau. Ela chupava freneticamente, sugando ele intensamente e salivando nele inteiro. Ele só pode lambê-la e o fez cheio de tesão. Notou que ela o chupava no ritmo da música acelerando e diminuindo de acordo com a batida e fazia o mesmo. A felina começou a gemer se excitando o bastante para arrancar gemidos seus. Não demorou muito para que seus gemidos se tornassem freqüentes e que a molhasse todo num gozo intenso. Suguou-a toda antes que se levantasse, auxiliando a sentar recostado na cabeceira da cama. Sentou-se com ela pegou uma camisinha na sua carteira, colocando em seu pau. Mary sorriu linda para ele antes de acomodar seu cacete inteiro dentro de si. Ela rebolava gostoso em cima do seu caralho num ritmo envolvente. A felina segurou-se nos seus ombros e jogou o corpo para trás, penetrando cada centímetro do seu cacete em seu corpo.
- Está bom? Perguntou
- Muito. Muito
- O que sentes
- É quente. Úmida. Apertada.
- Gostas de me foder?
- Gosto, gosto muito. É muito bom…
O ritmo foi acelerando com o aquecer dos nossos movimentos. Ela pendeu o corpo para frente se encarando enquanto continuava o rebolar e arranhou seu peito com uma das mãos, deixando rastros vermelhos por onde passavam suas unhas. Gemeu de genuíno prazer, fazendo-a acelerar ainda mais o movimento do quadril.
- Goza comigo… - eu disse.
- Estou quase…
- Continua… continua… continua…
Ela saboreava cada expressão sua como um troféu enquanto ele entrava num caminho de prazer sem chance de volta. Ela gemia no transe do pré-gozo enquanto ela acelerava o ritmo freneticamente gemendo junto e arranhando-o com força. Gozaram juntos entre gemidos e a batida ritmada da balada que rolava no andar inferior. Sua leoa desacelerou o ritmo e tirou as unhas da sua pele marcada. Beijou sua boca e seu tórax arranhado levantando devagar.
Abraçaram-se, suados, e ficaram a dar longos e demorados beijos na boca. Ela já tinha percebido: o Téo era um homem mulherengo, do tipo que gosta muito de sexo. Estava sempre a sair com várias mulheres. Ele acabava de sair do banho, vestindo apenas numa toalha branca, amarrada na cintura. Fez uma cara de espanto inicial, mas depois já não parecia preocupado com a sua presença.
- Foste uma das minhas melhores fodas.
Ela autorizou que se vestisse e disse que já poderia ir embora, mas, quem saía por aquela porta, agora, não era o mesmo homem que entrara.
Um dia ela estava extremamente depressiva, Terê a aconselhou procurar Jesus que seria a solução para todos os seus problemas. Resolveu aceitar a idéia e começou a procurá-lo. Estava cada vez mais difícil de encontrá-lo. Isso porque ela não sabia nadar. Sabendo disto, Jesus começou a andar somente sobre as águas para evitar a aproximação daquela mal maior.
Depois do jantar íntimo com alguns de seus amantes, o clima ficava totalmente descontraído e eles se acomodavam numa confortável e ampla sala de estar, decorada com extremo bom gosto e onde havia um enorme espelho de cristal que tomava uma parede quase inteira. Tudo no seu apartamento era proposital.
O casal se despede no aeroporto:
- Sempre fico preocupada com as suas viagens de negócios, querido! Comenta Mary.
- Bobagem, meu bem! Estarei de volta mais cedo do que você pensa!
- É justamente isso que me preocupa! Confessou ela.
- Por quê?
- Porque sou uma pessoa muito requisitada.
- Explique-se melhor. Como assim, requisitada?
- Bobagem querido, bobagem. Faço uma ótima viagem.
Ilidio abriu a porta e deu uma espiada pelo corredor. Era um eterno desconfiado. Ouviu vozes e ficou preocupado. Entrou rapidamente em seu quarto fechando a porta. Sentiu uma onda de alívio. As vozes que escutara, era de um aparelho de TV. Virou-se para ir ao quarto de Lilica Neurotilde. O barulho de seus passos o incomodava. Bateu na porta e Lilica abriu imediatamente com cara de poucos amigos:
- O que foi agora, Ilidio?
- Você me assustou com essa televisão ligada com som alto. Cadê Maínha?
- Ela está dormindo. Vai dormir e não incomode mais ninguém.
- Meu Deus! Que péssimo humor, disse ele retornando aos seus aposentos.
Deitado na cama ele pegou um maço de cigarros da cabeceira e acendeu um fumando-o com muito gosto. Depois começou a analisar a embalagem dos cigarros exibia uma foto horrorosa de um cara sem as duas pernas por causa do fumo.
- Fiquei curioso agora, disse ele a si mesmo. Como é que esse cara faz para ir comprar cigarros na padaria sem essas duas pernas? Como será pegar um enfisema pulmonar? E tem mais... Cigarro provoca dois males que é morte e impotência sexual. Nos dois casos o cara fica deitado, sem ação. Outra coisa, cigarro fede. Deixa a roupa e a boca fedida. Bem, a boca eu resolvo chupando uma bala de menta e a roupa eu quero que se foda.
Na Farmácia... Ilidio entra na farmácia gritando:
- Me dê uma camisinha que hoje vou molhar o biscoito!
E o farmacêutico indignado com a presença de senhoras:
- Cuidado com a língua, rapaz!
- Então me dê duas camisinhas então.
Mergulhado em pensamentos Ilidio se encontrava na mesa de um bar perto de sua casa. O rosto estava franzido e não se sentia nos seus melhores dias. Subitamente ele se recorda das ofensas de Cacildis e desfere um violento golpe na mesa, com o punho cerrado. O garçom andou de lá prá cá e de cá prá lá, como fazem todos os garçons durante meia hora, na preliminar de atender fregueses, mas o garçom andou de lá prá cá e de cá prá lá, como fazem todos os garçons durante meia hora, na preliminar de atender fregueses, mas, afinal, atendeu-o, já que não lhe restava outra possibilidade, pois, por mais que faça um garçom, acaba mesmo tendo que atender seus fregueses. Até que enfim, o garçom e perguntou ao rapaz o que desejava consumir.
Todos que estavam no bar ficaram de sobressaltos, porém o garçom se aproximou dele na maior cautela.
- Boa noite, o que o senhor toma?
- Eu tomo vitamina C pela manhã, ônibus para ir ao serviço e uma aspirina quando tenho dor de cabeça.
- Desculpe, mas acho que não fui claro. Eu quis dizer o que o senhor gostaria?

- Ah! Tudo bem! Eu gostaria de ter uma Ferrari, de comer a Cléo Pires e mandar a mãe da Cacildis para o inferno.
- Não é nada disso, meu senhor! – continuou o garçom, ainda calmo.
- Eu gostaria de saber o que o senhor deseja beber.
. - Ah! Isso? Bem… o que você tem para me oferecer, além de veneno é claro?
E o garçom:
- Eu? Nada, não! Só um pouco chateado porque o São Paulo perdeu de cinco para o timão na última rodada do brasileirão!
- Não está tão ruim assim. Eu e o doutor Neto na verdade, torcemos é para o River do Piauí da terceira divisão do campeonato de futebol Piauiense.

Continua...

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Sobre este texto

ivan

Autor:

Publicação:14 de junho de 2012 09:31

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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