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Muvuca - XIV


Muvuca - XIV

Capitulo – XIV

O sol de Julho era escaldante. Agora ele descia uma colina parecendo singularmente distante. Em dois dias, Ilidio que era natural de Embusertão dos Rochas no interior do estado, havia percorrido trechos de três estados e, naquele momento, achava-se no parque central do posto de pedágio do estado do Tocantins, com os nervos eletrizados pelo excesso de cafezinhos tomados em lanchonetes e bares de beira das estradas. Tinha pálpebras pesadas pelo sono em atraso. Sua esperança era de passar o quanto antes para o estado do Piauí. Dirigia pensando todo o tempo em sua amada. Relembrando o dia que fora com ela a Campo Maior na maior festa religiosa do interior do estado. Ela estava com um mau hálito horroroso e ele lhe perguntou:
- O que você tem na boca, Cacildis?
- Uma ponte fixa, Ilidio. Por quê?
- Vê direito... Porque alguém deve ter cagado debaixo dela. Tua boca fede bosta.
Havia um tom maldoso de divertimento na voz dele, e naquele momento ela o odiou. Foi ali que tudo terminou. Ela em lágrimas:
- Olhe nos meus olhos, ria da minha cara… Me subjugue, me rebaixe, me diminua. Humilhe-me. Achincalhe-me, me reduza a pó. Mastigue meu ego, esmague meu superego, amarre meu id, não tenha dó. Submeta-me, me derreta, me prometa… E não cumpra, me deixe só.
Nunca mais se encontrou ou ligou para Cacildis. Ela imaginava todos os motivos possíveis. Ela estava confusa e grávida dele. No meio de tudo isso, uma criança deformava seu corpo por meses. Obrigando-a se recolher e esquecer a boemia. Lágrimas, vergonha e sofrimento de dor e humilhação sentida em geral nas longas noites. Noites e mais noites da presença de rapaz, noites insones de espera. O desejo de tê-lo ao seu lado era uma ferida exposta. Estremecia em arrepios; num desconforto de tristeza, naquela cama cheia apenas de ânsia e de abandono. Era aquela anarquia sem cabimento. A partir daí começou alimentar um ódio mortal dele. Então seu pai depois de exaustiva investigação conseguiu chegar até o Ilidio. Acompanhado de dois elementos atarracados e mal encarados ele começou o diálogo:
- Seu Ilidio, eu sou o pai de Cacildis e ela está grávida do senhor. Gostaria de saber como é que vai ficar isso?
- É simples... Caso nasça menino ou menina ela receberá um milhão de reais. Porém se ela abortar por qualquer motivo, não leva nada. Porque meu maior sonho é ser pai.
- Entendi! Então ficamos assim. No caso de ela abortar o senhor a come de novo.
O que eles não sabiam que ele era um lascado. Um simples chofer de político. Morava na zona nobre da cidade de favor. A criança nasceu. Uma bela menina que se chamou Mary Gabi. Ilidio muito feliz resolveu assumir Cacildis. Fez o que estava no seu alcance algum tempo. Porém isso não funcionou. Eles brigavam o tempo todo, motivos não faltavam. Ele na rua todas as noites sem lhe dar notícia; ela no leito roendo a dor de cotovelo, aguda dor de côrno, aflição. Ele dormia na rua com freqüência, com certeza no leito de vagabundas. Em contrapartida, ela exigia cada vez mais e ficava cada vez mais agressiva. Num sofrimento quase mórbido, doentio, amargo desinteresse pela existência. Até que uma noite, depois de uma briga verbal, ela ligou para delegacia do bairro pedindo socorro para escapar das agressões. Tudo mentira. Era uma armação para tirá-lo do apartamento em que os dois viviam. Na delegacia o quadro era mais ou menos este:
- Delegado, prendemos este cidadão suspeito de agressão a sua companheira.
- Ah! Um daqueles é? Bom trabalho rapazes. E o que você alega cidadão? Pergunto a autoridade de plantão para Ilidio.
- Eu não estava em nenhuma atitude agressiva. Apenas discutimos como qualquer casal.
- Hum, suspeitíssimos. Se fosse inocente, a vítima não teria pedido socorro. Sua situação está preta. Concluiu o delegado. Ilidio se manifestou.
- Posso dar um telefonema para o meu advogado?
- Agora não. Só depois de o interrogatório estar concluído.
- Eu gostaria que esse retardado ficasse preso senhor delegado, disse Cacildis.
- Por que retardado, senhora?
- Porque tudo de sexo que fizemos, fui eu que ensinei a ele.
- Você bebe rapaz?
- Sim. Nos finais de semana eu encho a cara.
- Por que faz isso?
- Para afogar minhas mágoas.
- E resolve?
- Que nada, elas aprendem a nadar.
Nesse exato momento chega à delegacia uma co-irmã de Ilidio. Ao ouvir a negativa do chefe de polícia a um direito constitucional do detido se manifestou:
- Com licença Doutor! Ele tem o direito de ligar para o pai adotivo dele. Nada menos que o doutor Raimundo e Silva.
- Então ele é afilhado do magistrado, é?
- É isso mesmo que o senhor ouviu. Essa Cacildis é uma Peri guete de carteirinha muito conhecida na noite de Teresina. Não sai dos forrós de ponta de vila. Arruaceira de vida irregular. Ela não tem moral para pedir a prisão dele.
- Vocês são casados, naturalmente...
- Rapariga não casa, se ajunta, disse a parenta do Ilidio... Ele devia ter desistido dessa Jaca de beira de estrada há muito tempo.
- Bom... Então esclarecido os fatos, a conversa é outra. Disse o delega virando-se para os policiais que tinham conduzido Ilidio ao distrito, ele lamentou:
- Como é que vocês querem que o público nos respeite se nós também andamos detendo inocentes? Temos que dar o exemplo. Sr. Ilidio Broxildo da Silva, pode ir embora. Está encerrado o caso.
A voz de Cacildis era um gelo, teve vontade de ranger os dentes, ela sentia-se derrotada, haviam-na deixado sem ação, um desânimo completo.
- Caso houvesse bom senso, esse canalha estaria na cadeia... Enfim esse excomungado vai me deixar em paz! Reconforta-se a loira.
Estava distraída no trânsito tentando organizar mentalmente o caos diário de idéias e compromissos que a soterrava, fora acometida de um lampejo, um pensamento, uma lembrança sua que estuprava sua disforme e inócua planilha mental… O desejo de ter um outro relacionamento com um homem tarado, desses viciados em sexo, estava na ordem do dia. Fechou os olhos e se imaginou pouco a pouco e sua mente com sorriso sagaz, olhar furtivo, lábios lascivos, sua tez lisa e perfeita, firme e cheirosa… curvas suaves, reclamando por sexo, carentes por castigo, não poderia ficar só. Seu desejo era uma fonte constante e larga, viscosa e quente… E não há nada neste mundo que a estanque.
A ausência de sexo dela se tornara um caso de saúde pública. A vida poderia ser tão ridiculamente clichè… Sua revolta não tinha limite. Sem dúvida, que dali para frente sua vida se tornaria um video pornô de 5ª categoria, daqueles sem história, com personagens caricatos e meteção pura e simples, com direito à musica brega de fundo.
Ela olhou em direção à janela daquele quarto, para as gotas de chuva que molhavam o vidro na noite escura. A chuva… Sempre teve fascínio pelas forças da natureza. Sentia-se tão mínima, tão impotente… E ao mesmo tempo tão fascinada, tão livre. Inexplicavelmente… Ficou feliz que fosse uma noite de chuva. Aproximou-se da janela, segurando com firmeza a toalha que cobria seu corpo, seu coração batia acelerado, descompassado, não sabia se o corpo ainda estava úmido dos resquícios da água do banho, ou se suava de ansiedade. De excitação… Sabia que ele a observava, mas de onde?! “Ah… Isso era o que menos importava agora” Pensou.
Cacildis era uma loira de parar o transito, profissional liberal que se tornara de domínio público, queria dar para todo mundo. Dotada de um belo par de seios empinados com os mamilos rosados, coxas grossas e uma bunda arrebitada que fica um espetáculo dentro de um mini-vestido. Ela estava com um vestidinho de alça branco transparente que se achava uma tesão pois quando soltava as alcinhas os seus seios quase amostravam os bicos. O bom é que ele era muito confortável. Era só por uma calcinha e não precisa usar um sutiã. Colocou uma sandália branca de salto bem alto e com tiras de brilhantes. Ela havia acabado de entrar no elevador de seu prédio, quando escutou alguém gritando para que eu segurasse a porta, era um homem bonito, um negro, alto e forte. Viu aquela maravilha de negro musculoso com um corpão sarado. Ele agradeceu e apertou o sexto andar e em seguida perguntou para qual eu estaria indo, ele apertou também o oitavo que ela agradeceu, subiram em silencio desviando os olhares que sempre se encontravam através dos espelhos. Ele fitava hora seus olhos hora seu decote, suas pernas através do espelho, foi quando num destes movimentos, ela viu o volume em sua calça que se apresentava de forma bem saliente, pela forma que estava a mostra parecia de propósito, de tão saliente que percebeu que ele estava somente de calça, a todo momento seu olhar voltava para aquele lugar, ao perceber que estava reparando ele passou a mão sobre o volume o que realçou toda a dimensão. Não sabia explicar o súbito calor que ela sentiu, mas seu coração acelerou, suas mãos começaram a suar e eu podia sentir a sua vulva latejando de tesão, o elevador parecia estar subindo em marcha lenta, um tranco inesperado entre o quinto e o sexto andar, desta vez o elevador parou entre os andares e ai foi só um pretexto para ela abraçar aquela maravilha que lhe pedia calma, alguns minutos abraçados ela podia sentir a pulsação da sua rola se desenvolvendo quando ela encostou os seus peitos. Ele foi lhe dando suaves beijinhos no seu rosto e de repente ela se viu mordiscando aquele peito másculo enquanto sua mão invadindo o seu ventre e apertando a sua enorme rola. Sentiu as mãos dele pelo seu corpo e seus joelhos fraquejaram.
- Impossível não olhar para você. Será que essa coisa não baixa nunca? Brincou Cacildis
- Porque você não experimenta fazê-la baixar? Será que consegue?
-Posso ajudar? Ela falou.
Ele foi pressionando suavemente sua cabeça na direção que logo ela estava ajoelhada abocanhando aquela cabeçorra roxa e rombuda, seus dedos entranharam em seus cabelos e ele lhe puxava fazendo um vai e vem na sua garganta, o pau dele saia da boca dela. era um pau descomunal. Ele puxou forte o seu cabelo, levantando-a, ficou por atrás, levantou seu mini-vestido até a cintura, abaixou-se, abriu bem as suas pernas e jogou sua minúscula calcinha para o lado. Sua língua áspera percorreu o seu sexo enquanto ele a invadia com os seus dedos longos, levantou-se enfiando a sua rola negra entre as suas pernas, lhe fazendo gozar sem conseguir possuí-la por inteira, mas a incompatibilidade da altura logo foi resolvida quando ele lhe pegou no colo, pendurada em seu pescoço, envolveu suas pernas na sua cintura dele e com maestria ele guiou seu pau pra sua encharcada boceta, num só golpe seu grosso calibre penetrou em sua boceta ate o talo. Frágil aos seu 1,65m, até que ele ficou incontrolado de tesão e começou a forçar cada vez mas rápido e mas forte, parecia que ela ia sendo dividida ao meio, junto aos seus berros, ela gozava a todo instante e não tinha forças para sair das suas mãos que aceleravam aquele sobe e desce enquanto enchia a bela loira de esperma.
- Que delícia de homem. Exclamou.
Mais uma vez ansiosa como uma criança, ela voltou a sorrir e se vestiu calmamente. Eles ajeitaram suas vestes e ficamos exaustos esperando a chegada do socorro.
- Olha, aqui tem meu cartão, meu nome é Bernardo, se precisar de mim me telefona, qualquer hora, qualquer dia.
- Meu nome é Cacildis, a gente se fala.
Guardou o cartão na bolsa. Depois de alguns minutos, o elevador voltara a funcionar. Pois levou uma eternidade para chegar ao sexto andar quando a porta se abriu:
- Está bom, vou esperar a repetição, queria meter em você mais uma vez. Pode? Perguntou ela com um sorriso maroto.
- Você é maravilhosamente gostosa, me liga quando chegar. Beijos
- Beijos
Cacildis jamais pensou que aquele elevador fosse levá-la a tamanha loucura. Depois disso... A loira era fodida por aquele negro hora do almoço. Com Coca-Cola e fritas. Queria mais, queria muitos. Quero todos. O tempo todo, o ano inteiro, queria sexo.

Diante daquela lógica irrefutável, Ilidio sentiu se sangue ferver. Para um homem com o seu temperamento. Aquilo foi imperdoável. Passou a alimentar um ódio mortal contra Cacildis, e não pensava noutra coisa que não fosse o abandono total dessa mulher. Quando saiu da delegacia ainda havia um restinho de sol que tornava o céu muito vermelho, especialmente uma nuvenzinha no horizonte, pequeninha, do tamanho da mão de uma pessoa. Os olhos dele ficaram estranhamente presos e fascinados por aquela nuvem, que já estava ficando mais escura, como se fosse algum presságio de calamidade.
Depois daquela desgastante viagem de Brasília à Teresina numa BMW do deputa, dormir dezessete horas e acordou com uma revelação. A unha do pé tem função ainda não revelada. È isso! A unha do pé é a chave de tudo. No final dos tempos saberemos da serventia da unha do pé. Coçou com a unha do dedão do pé direito, enquanto tentava descobrir a tal revelação. Não conseguindo dormiu de novo. Um aborrecido sinal que as coisas começavam a se mexer como um mecanismo suíço. Tinha consciência que Deus criara o mundo em seis dias, descansando no domingo. E na segunda feira se arrependera. Assim foi descoberto o dia da ressaca.
Ele havia roubado um celular num bar universitário cheio de estudante e levara a pior ao ser descoberto. Levou a maior surra de sua vida. Ele estava com os olhos querendo saltar das órbitas e todos os músculos do pescoço tensos como cordas de violino. Estremeceu deixando pender a cabeça por trás do tronco. Uma hora mais tarde, os olhos dele estavam inchados da surra levada. Nesse instante, um forte fedor de merda exalou dele. Tomado de pânico incontrolável seus esfíncteres haviam relaxado liberando excrementos. Fora socorrido por seu amigo Pablo no seu Fiat Uno que ele chamava de “Pelo Menos”. Pelo menos eu não ando de ônibus. O carro tinha letreiros no vidro traseiro que dizia. “Vendo esta Bosta”.
Era o maior cara de pau da redondeza. Naquela Noite ele dera entrado no pronto socorro do Hospital das Clínicas todo arrebentado. Porém lúcido. O médico de plantão era o doutor Mão Santa. Ele foi logo falando que não o atenderia se não fosse particular.
- O senhor tem plano? Perguntou o médico.
- Tenho plano de sair bom daqui, recuperado.
- Então vai ter que pagar pelo atendimento.
- O senhor faz desconto para colega? Tentou negociar o atendimento o esperto Ilidio.
- O senhor é médico também?
- Não... Também Ladrão...
- Que mau cheiro é este? Perguntou a enfermeira que o atendia.
- Apenas uma flatulência, também conhecido com o pêido, disse ele.
- Que hora imprópria para soltar isso.
- Não se preocupe enfermeira. Esse só é um prenúncio do comboio de bosta que está a caminho.
Não Santa foi coroinha, propagandista dele mesmo, alcagüete e formou-se em medicina estudando a noite. Tudo isso aconteceu muito depois dele ter passado pelo jardim da infância, onde se revelara um líder na pintura com o dedão. Durante sua adolescência dedicou-se a fenômenos parapsicológicos, sendo encontrada, certa madrugada, saindo em levitação da janela da casa de uma namorada. Eleito vereador para seu primeiro mandato em Parnaíba, abriu vagas para egressos da penitenciária local. Ele se identificava com essa gente. Destacou-se na Câmara pela sua intransigência em defesa das filas do INPS, segundo ele a única vida social acessível aos pobres. Na assembléia no seu primeiro discurso disse que permaneceria fiel ao seu lema, do qual não conseguiu se lembrar naquele momento. Ele sobressaiu-se por um grito que deu certo dia, ao bater com o joelho violentamente na quina da tribuna. Lutou para criar a semana de oito dias. Para os outros trabalharem, é claro. Porém foi derrotado. Foi o inventor da campanha para erradicar o nó na garganta dos pobres.
Dois anos mais tarde o deputado Não Santa estava em campanha para o governo do estado e Ilidio apareceu no meio do comício na primeira fila.
- Caros eleitores votem em mim. Só assim eu posso me dar bem, dizia ele na maior cara de pau.
- Vou acabar com o apagão aéreo. Vou fechar o aeroporto da cidade e construir metrô para todo o estado. A coisa vai funcionar por baixo da terra. Como fazem os tatus e as minhocas. No espaço aéreo só vai ser permitido o tráfego dos passarinhos e das borboletas.
- No INSS eu vou liberar a fraude. Aposentadoria aos 29 anos de idade.
- Você que fumou maconha há mais de trinta anos será aposentado por falta de memória e excesso de fumaçê... Já derreteu todos os neurônios e nem para votar presta mais... Assim mesmo eu conto com o voto da sua família.
Vote em mim ou você se fudim...
Nesse momento Ilidio Gritou com a força do peito.
- Olha aqui, Doutor! O senhor não vai querer que seu eleitor vá votar com esse tênis rasgado no pé, vai?
- Claro que não! Disse o homem que já tinha levado um seixo de Ilidio.
Pegou o celular e ligou para sua esposa:
Alô! Adalgisa... Vou mandar um eleitor meu aí para você lhe dar um par de tênis na caixa. Porém pergunte o número que ele calça antes, ouviu?
Esse era o código para ela não dar nada ao infeliz. Porém com Ilidio os ventos eram outros. Sopravam em todas as direções. Assim que ele tocou a campainha da mansão do homem, uma voz de dentro falou:
- Quem é que está ai?
- Zé Pidão, falou Ilidio desconfiado que não fosse atendido. Vim buscar o tênis que o doutor me deu.
- Qual é o seu número?
- Qualquer um, disse espertamente Ilidio Broxildo da Silva.
- Como qualquer um. Tem que ter um número. Todos nós temos um número.
- Qualquer número serve senhora, insistiu ele.
- Como assim? Explique-se melhor.
- Se for grande eu encho o bico de papel. Se for pequeno eu dobro os meus dedos e serve do mesmo jeito.

Continua...

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Ivan

Sobre este texto

ivan

Autor:

Publicação:17 de junho de 2012 10:21

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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