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Muvuca - XV

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Capitulo – XV



Ao entrar no escritório do deputado no final de expediente, Ilídio deparou com a secretária boasuda que vivia assediando-o. Nesse dia ele não resistiu e soltou o verbo:

- Há meses que você vem me provocando. As cruzadas de pernas em minha direção. Seus seios roçando minhas costas no elevador. Sua mão roçando minha perna disfarçadamente. Teu olhar sedutor.

Naquela sexta feira, ela estava de vestido vermelho curto e sensual ao extremo. Ora cruzava, ora abria as pernas expondo, durante uma fracção de tempo, exibindo a sua minúscula calcinha vermelha. Olhos verdes, um corpo perfeito, um traseiro empinado e bem desenvolvido, com belas ancas e uma cintura bem marcada. Além disso, logo de imediato me enfeiticei com os seus pés, tamanho 35 (não que o tamanho seja importante para ele) e uma característica que muito lhe excita nuns pés: O segundo dedo mais longo que o dedão. Deixara o rapaz em situação desesperadora. Sempre se sentiu fisicamente muito atraído por ela pois era uma mulher bela, sensual. Um sorriso iluminou o seu rosto moreno, deixando à mostra seus dentes brancos. Seu cérebro recusava-se a admitir aquilo que ele tinha visto. Momentaneamente, ficou sem reacção.
- Estas assustadinho? Não vale a pena. Não te vou morder... Disse ela com um sorriso sarcástico nos lábios.
- O que é isto? Tá doida?
Ana parecia não desistir, e de uma forma talvez desesperada, e inesperada. Ilidio imaginva aqueles seios pequenos, dourados do Sol, com a marquinha do biquini, era o suficiente para lhe deixar louco de desejo. Adoraria poder chupar os seus peitinhos, deixando-a doida. Porque ele suspeitava que a moça fosse amante do patrão. O que significaria perda do emprego por justa causa. Às dezoito horas, terminara o expediente mais Ana continuava na sua mesa atenta aos movimentos do motorista Ilidio. Então ele foi ao banheiro esperando que todos saíssem. Quando voltou a bela secretária Ana estava em pé na porta com os braços cruzados, desafiadora olhando para ele fixamente.

- Achas que iria perder uma oportunidade desta?

Ele perdeu a cabeça. Olha-a nos olhos e sem dizer palavra foi logo puxando-a, beijando seus lábios, sugando sua língua e se esfregando nela. Suas mãos desceram por suas costas, empurrando-a contra a parede. Deslizou sua língua pelo seu pescoço. Mordidinhas na ponta da orelha descendo para o ombro, alisando seus seios e suas coxas, começando a falar asneiras no seu ouvido:

- Você é muita tarada... Gosta de me alucinar, não é vadia?

Sua respiração disparou, seus gemidos ficaram altos. Ele logo percebeu que xingar fazia o corpo da mulher tremer de desejos. Levantou seu vestido e enfiou a mão no meio de suas pernas. Puxou a calcinha para o lado, e começou a alisar sua vulva quente e úmida. Seus dedos manipulavam seu clitóris e seus grandes lábios inflados de desejo.

- Vai sua sem vergonha, mexe gostoso nos meus dedos, mexe safada. Assim mesmo, não pára, continua...

Começou com movimentos circulares rápidos. Ana não se conteve e atrevidamente começou a massajar o pénis dele, por cima das calças. Desapertou-lhe o fecho e enfiou a sua pequena mão dentro dela, sentido aquele órgão quente, que já estava duro mas era muito macio. Eles masturbavam-se mutuamente, não se importando onde estavam.

– Estás cheio de tesão, Ilídio, disse-lhe ela.

- Isso sua Periguete, arreganha, abre gostoso, abre sua cachorra.

- Deixa eu chupar sua rola?

Ele falando e ela se alucinando, desesperada, totalmente louca. Ela ajoelhou-se e começou a beijar-lhe a cabeça de leve e com a língua fazia círculos ao redor da mesma, colocando só a cabecinha na boca. Como ela sabe fazer muito bem e sempre o deixando louco, ele colocava as mãos na cabeça dela, pedindo-lhe:

- Mete-a toda na boca. Chupa-me a pica, anda!

Ela agora finalmente chupava-o desenfreada como se não houvesse amanhã, de joelhos, no meio das pernas dele. Movimentando-o para cima e para baixo, ela continuou assim durante cinco minutos sem parar, engasgando-se várias vezes.

- Chupas tão bem! Chupa, anda. Ai que bom, que língua tão quente, que boca! Sinto os teus lábios grossos a passarem na minha pica dizia ele agarrado ao cabelo dela.

- Agora mete filho da puta, agora você vai ter que me comer todinha.

Ela gemia igual uma cadela no cio. Coloquei sua rola na entrada da buceta dela e começou a enfiar, ela dizia “por favor me come logo”, quanto mais ela implorava mais excitado ele ficava, enfiava toda sua rola na buceta dela, era como ele imaginara, quente e apertadinha, já não precisava segurar as mãos dela, já estava conformada ou estava gostando, segurava na bunda dela e metia com força, “toma sua putinha, vou meter na sua buceta até ela ficar bem arrombada”

– Ai que boa pica, dizia ela. Enterra mais, agora mais um pouco, ai! Que bom! Anda! Ai que nunca mais acaba! Ai! Que pica maravilhosa tu tens...

Pequenas obscenidades revelam o descontrole dos orgasmos que se anunciava. Então, urros de prazer, cúmplices, uníssonos rasgaram o silêncio. E corpos desenhados em seus suores, pela tênue luz da tela de um notebook em cima da mesa, os dois descansavam enfim, a saciedade, num longo abraço.

Tinha acabado aquela loucura.


Ninguém escapava das astúcias de Ilidio. O pior era que ele pegava dinheiro e agrados de todos os candidatos, quando chegava no dia das eleições ele votava em branco. Pode?... No dia seguinte, Ilidio passava no centro da cidade diante de uma igreja evangélica quando um homem elegantemente vestido com uma bíblia na mão tentava barrá-lo no intuito de salvar mais uma alma para o reino espiritual:

- Pare pecador.
- I... Fodeu... Fui reconhecido.
- Pare pecador e ouça. Pois trago a você uma mensagem de Deus.
- Deve ser engano, meu senhor disse Ilidio.
- O senhor nunca se engana. Foi o escolhido.

Ilidio olhou para todos os lados devera embaraçado.

- Ahhh... Olha o vexame, eu não acredito nessas coisas. Deixe-me seguir meu caminho pô...
- Pare pecador e ouça...
- Eu me chamo Ilidio e não pecador.
- Foi o escolhido!
- É mesmo? O que eu ganho com isso...
- É como ganhar na loteria sem precisar jogar.
- E o prêmio eu recebo onde? De quem... Ou levo um seixo...
- Ai que está. Depois que tu morrer...
- És mais esperto que eu, sou obrigado a confessar concluiu Ilidio.
- Você não conhece os mandamentos de Deus?
- Claro que não. Quais são?
- Não roubarás.
- Não dá. Estragaria minhas finanças. Manda outro.
- Não cometerás adultérios.
- Impossível. Estragaria meus finais de semanas.
- Que Deus tenha piedade desse ateu, desistiu o pregador.
- É isto que eu chamo de vender gato ensacado.

Então o religioso tomou uma medida drástica. Aproximou-se dele e colocou a mão na sua cabeça fechando os olhos:

- Sai desse corpo demônio. Disaloja, disaloja agora em nome de Jesus!
Ilidio começou a dizer todas que ele lembrava no momento.
- Casas Bahia, Insinuante, lojas Pintos, Pernambucanas e Riachuelo, disse Ilidio sem entender o desfecho do desacarrego.
- Não é isso não, irmão. Você deve entrar na igreja e receber a graça.
- Para receber a graça não é de graça. Tem que pagar. E pagar não é o meu forte.
Nesse momento ouviu-se de dentro da igreja muita gritaria, então Ilidio perguntou:
- Que algazarra é essa, pastor?
- É Jesus operando.
- Mas ele não usa anestesia? Porque esse povo grita tanto?

De tanto insistir que Ilidio resolveu entrar na igreja e assistir a um culto evangélico pela primeira vez na sua vida. O pastor com uma Bíblia aberta na mão falava em voz alta e pausadamente: “E Deus disse: "Que cresça a erva, que a erva dê semente, que da semente cresçam árvores de frutos". E Deus povoou a terra com brócolis e couves-flores, espinafres, milho e vegetais verdes de todas as espécies, de forma que o homem e a Mulher pudessem viver longas e saudáveis vidas. E Satanás criou o MacDonald"s e a promoção de dois Big Macs, a cinco reais. E Satanás disse ao homem: Queres as batatas fritas com que? E o Homem disse: Pacote mega catchup e mostarda; e o homem engordou 5 quilos. E Deus criou o iogurte saudável, para que a mulher pudesse manter a sua forma esbelta de que o homem tanto gostava. E Satanás criou o chocolate. E a mulher engordou cinco quilos. E Deus disse: Experimentem a minha salada. E Satanás criou os pratos de bacalhau com natas e marisco. E a Mulher engordou 10 quilos. E Deus disse: Enviei-vos bons e saudáveis vegetais e o azeite para que os possam cozinhar. E Satanás inventou o óleo vegetal, a galinha frita e o peixe frito. E o Homem ganhou dez quilos e os níveis de colesterol bateram no teto. E Deus criou os sapatos de corrida, e o Homem perdeu aqueles quilos extras. E Satanás criou a televisão por cabo com controle remoto para que o Homem não tivesse de se levantar para mudar de canal. E o Homem ganhou mais vinte quilos. E Deus disse: "Estás a passar da conta, Demônio", e Deus criou a batata, um vegetal naturalmente baixo em calorias e nutritivo. E Satanás tirou a saudável pele, cortou em palitos o miolo e fritou-as em óleo vegetal. E com o resto do miolo criou o purê de batatas com natas. E o Homem agarrou no controle remoto, nas batatas fritas, no purê e n"outros pratos e foi ver televisão, carregando-se de colesterol. E Satanás disse: "Isto está bom." E o Homem teve um ataque cardíaco. E Deus criou a intervenção cirúrgica cardíaca. E Satanás criou o sistema de saúde brasileiro... Não tem saída! Se entregue a Jesus... Concluiu o pregador.

A varanda estava aberta mas a frescura se congelara fora e nada entrava do jardim, como se qualquer transbordamento fosse uma quebra de harmonia. Só algumas moscas brilhantes haviam penetrado na sala de jantar e sobrevoavam o açucareiro. A essa hora, Teresina não havia despertado de todo. "Se eu tivesse dinheiro..." pensava Ilidio, e um desejo de entesourar, de possuir com tranqüilidade, dava a seu rosto um ar desprendido e contemplativo.

- Não sou um jogador.
- Deixe de tolices, respondeu a avó dona Gegê. Não recomece com histórias de dinheiro.

Na realidade ele não tinha vontade de iniciar nenhuma conversa premente que terminasse em soluções. Seu irmão de sangue Eridio sempre tentava descobrir o que queria dizer o significado de “Coisa”. Ele usava a coisa para tudo. Parecia amais abrangente que a vida. Numa tarde, no bar do Edinho em frente da igreja São Benedito estavam sentados Eridio, Ilidio, João e doutor Arqui Mede. Na primeira rodada de cerveja, Ilidio perguntou:

- Como vão as coisas?
- Que coisa? Explique-se melhor o que é coisa perguntou Eridio irritado.
- A coisa é aquilo que está embaixo da sua cama e não te toca. Cada batida do teu coração é uma deferência especial da coisa. Você vai me dizer que nunca sentiu uma coisa estranha? A vida é o que a coisa usa para distrair nossa atenção. Em resumo... A coisa está por trás de tudo. Deus é apenas um teste de ferro.
- Não entendi nada. Vamos beber e mudar de assunto encerrou o diálogo.
- A espantosa realidade das coisas. É a minha descoberta de todos os dias.

Cada coisa é o que é, e é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra, e quanto isso me basta, confessou o doutor Arqui medes.
Fazia alguns meses que o garanhão de periferia não pegava ninguém. Estava a perigo nesse quesito encontrara uma Periguete velha conhecida a fim de preencher o seu vazio. Sempre se sentiu fisicamente muito atraído por ela pois era uma mulher bela, sensual. Para impulsionar e dar um novo fôlego à sua vida sexual. Foi o suficiente para aguentar as brincadeiras dela. Imaginar aqueles seios pequenos, dourados do Sol, com a marquinha do biquini, era o suficiente para o deixar louco de desejo. Adorava chupar os seus peitinhos, deixando-a doida. Fui despertado dos meus devaneios ao sentir os seus braços a serem puxados para a cabeceira da cama. Ilidio sabia que todos da casa teriam ido a missa das dezoito horas. O caminho estava livre. Não perdeu tempo. A Pajeiro que dirigia arrancou num solavanco, disparando na Av. João XXIII como só os taxistas sabiam fazer. Acelerando, cortando, freando, mudando continuamente de marchas, derrapando, mas nem por isso estava ganhando tempo. Eram muitos semáforos de trânsito que teimavam em fechar a sua aproximação. Com uma freada brusca ele parou na frente da casa. Pegou a quenga pela mão e subiu a rampa da entrada da casa a passos largos. O local estava deserto naquela hora. Ele iria passar a noite com ela, depois sairiam bem cedo. Porém a farra fora tão boa que perdeu a hora. Na verdade Ilidio não estava nem aí, se fosse surpreendido.
Naquela manhã, Dona Gegê passava pelo corredor da Mansão dos Raimundos, ouvindo sons estranhos e gemidos um tanto vindos do quarto de Ilidio. Parou e começou a ouvir:

- Não bem... Pára.
- Querida...
- Não insista.
- Mas por que não?
- Porque não.
- Você não gosta de mim?
- Não seja bobo, gosto sim. Acho que a gente tem que respeitar o ambiente.
- Mas o mundo vai acabar.
- Não faça drama.
- Você não leu os jornais?
- Não sei ler.
- Ah não... Analfabeta.
- E precisa ler para fazer isso que você quer?
- Não... Realmente não. Nem enxergar é preciso. É só apalpar que a coisa rola.
- Está bem. Você me convenceu. Vamos...
- Espera um pouquinho.
- Ué! Você não queria tanto?
- Pois é fiquei deprimido.
“Que azar... Eu só pego mulher inculta. Por que será? Deve ser algum karma...” Concluiu Ilidio.

No corredor Dona Gegê quis logo acabar com aquilo, gritou:

- Ilidio, seu canalha. Aqui é lugar para você trazer essa cachorra. Abra essa porta e some os dois daqui, imediatamente...
- I... Sujou, fomos descobertos. Veste a roupa rápida e vamos para outro lugar.
Nesse exato momento atraído pelos gritos da dona da casa, aparece Lilica com cara assustada:
- O que está acontecendo aqui, Mainha?
- O canalha do Ilidio trouxe mulher para minha casa, Isso não vai ficar assim. Vou contar tudo ao Silva. Você vai ver no que vai dar essa fuleragem debaixo dos meus olhos.
- Como Mainha? A senhora não mandou Painho embora? Ele já foi ver a vaca. Deve nessa hora ter se afundado no brejo.
- A é! Eu nem me lembrava mais disso. Ele já foi tarde, porque eu já o esqueci...
- Está bem! Deixe comigo que eu me entendo com esse folgado do Ilidio.
Um dia Gê Paraguaia irmã de Ilidio, encontrou Cacildis. As duas jovens se cumprimentaram afetuosamente, bloqueando por alguns instantes a saída do metrô da estação Miguel Rosa. As idades de ambas somadas não dariam mais que cinqüenta anos.
- Oi Cacildis... Há séculos que não a vejo. Por onde tem andado? Tudo bem?
- Mais ou menos... Mande Ilidio embora de minha vida. Não agüentei mais.

Ela sabia de alguns problemas daquela relação. Seu irmão sentia muito ciúme por causa de seu comportamento irregular. Possuía o hábito de usas saias muito curtas e fumava em público, atos que Ilidio julgava imorais. Ela não chegou a pronunciar as palavras que estavam na ponta da língua. A ansiedade quase imperceptível na voz dela não escapou aos ouvidos atentos da Gê Paraguaia. Era como se lesse os pensamentos dela.

- Mas por quê?
- Você conhece teu irmão. Ele coloca em qualquer buraco. Eu nunca vi uma pessoa de tamanho mau gosto. Ele come até papel rasgado.
- Você tem razão. Até você, ele comeu!

Uma noite dessas, Ilidio estava deprimido e encheu a cara. Girou a chave na porta e parou por um momento, tentando ouvir algum sinal de presença. Parecia não haver ninguém em casa. Seria possível? Fechou a porta de entrada atrás de si batendo com força. Tudo estava uma imensa escuridão. Nada se enxergava. Deu três passos na direção do corredor levando as cadeiras da sala no encontrão. Ouvindo toda aquela bagunça, Dona Gegê se levantou furiosa:

- Ilidio, seu imprestável. Foi bebê... Foi?
- Para dizer a verdade Maínha, eu fui bebê, depois fui menino, adolescente e hoje eu sou um adulto, ou a senhora acha que nasci deste tamanho?
- Toma vergonha nessa cara, safado! Caminha, procure dormir sem acordar os outros.

Ilidio estava desesperado com a rejeição de Cacildis e rezou sete vezes para Santo Eurípedes do Bagaço pedindo proteção. No dia seguinte por muito pouco não fora atropelado por uma carroça desgovernada que capotou ao atingir um poste de iluminação. Ilidio Broxildo de Pádua nada sofrera. Porém um dos jumentos morreu. Uma viatura policial de trânsito passava pelo local naquele momento e parou para atender a ocorrência.

- O que aconteceu aqui?
- Por muito pouco não fui atropelado pelo carroceiro. Bafômetro nele, seu guarda.
- O senhor está bem?
- Estou ótimo. Apenas revoltado...
- Com quê? Perguntou o policial.
- Acho uma odiosa descriminação, nós motoristas sermos obrigados a preencher requisitos cada vez mais complicados para ganhar licença de dirigir enquanto que nada parecido é exigido de carroceiro. É um fato comprovado. Não é a primeira vez que um cidadão é atropelado por uma carroça. Por que esse privilégio?
- O senhor está bem?
- Estou.
- Então vai circulando, disse o policial demonstrando irritação.

Um dia, Ilidio numa Lan house jogou na rede mundial de computadores o seguinte texto:“Procura-se uma mulher para compromisso sério. Tem que ser solteira ou divorciada, analisada com carro renda e apartamento”. Deixou seu e-mail. Cinco minutos mais tarde a primeira resposta: Loira, bela, divorciada, advogada com muitos bens. O computador zumbiu. Ele viu aquele monumento de mulher aparecer na tela. Ele relaxou forçando as costas na cadeira e esticando as pernas. Agora estava diante de uma hispânica, grande e simpática. Ela parecia por inteira no cantinho da tela. Cabelos longos e prateados inteiramente penteados para trás. O que permitia que ele visualizasse seu belo rosto. Agora aparecia com belas unhas pintadas de vermelho sobre o teclado. Ilidio percebeu que ao vê-lo através do webcam, a mulher arregalou os olhos.

- O que você oferece em troca?
- I... Fo deu, desabafou Ilidio. Ele não tinha prestado atenção nesse detalhe.
Então respondeu:
- Vi sua foto e gostei. Você realmente é muito bela. Seus dois olhos parecem dois poços de águas claras onde brinca a luz da manhã.
A resposta.
- Tu precisas de um hospício para se internar e não de mulher. Vai se tratar.
- Que coisa! Não agradei... Isso não é mulher, é uma quarta-feira de cinzas, termina com a alegria de qualquer um.

Continua...

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Sobre este texto

ivan

Autor:

Publicação:19 de junho de 2012 11:10

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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