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Muvuca - XVII


Muvuca - XVII


Capitulo - XVII


Ilidio Broxildo abriu o caminho pelo rush do começo da noite mais mal humorado do que de costume ao manobrar o automóvel que dirigia em direção à pista da direita e preparar-se para fazer a curva. Para variar, assim que tomou posição, o sinal fechou. “Que sina a minha, pensou consigo mesmo. Toda vez que penso estar chegando a algum lugar, é a mesma coisa... Eles me barram a passagem”. Batucou com os dedos impacientemente no volante, os olhos raivosos fixados no brilho dos faróis do tráfego engarrafado que se refletia no espelho retrovisor. Antes mesmo de o sinal ficar verde novamente, pisou no acelerador e começou a fazer a curva. Vislumbrou-se através do pára-brisa uma sombra, e o ruído de um grito repentino misturando-se ao ranger dos freios quando seu carro parou bruscamente, escapando por pouco de atingir o fluxo de pedestre que passavam pela faixa. Ele debruçou-se na janela para ver melhor os rostos assustados que passaram correndo. Gente comum é claro. A merda de pedestres estava cheia deles.

- Por que não olham onde andam? Gritou.

A faixa de pedestres ficou livre e ele completou a curva entrando na segurança relativa da rua secundária. Com algum esforço, tentou relaxar a pressão no acelerador. Era melhor diminuir a velocidade, tentar acalmar-se. A última coisa que lhe poderia acontecer agora era um acidente. Alguns pulos na frente do carro e logo depois aparecia outro pedestre desavisado. Ele desviou com habilidade, depois se debruçou para ligar o rádio. Uma musiqueta para acalmar os nervos, era o que precisava. Procurava um pouco de relax, alguma que afastasse de sua mente a lembrança de Cacildis.
As luzes brilhantes de um bar faiscaram a sua frente do lado esquerdo, Ilidio diminui a velocidade do carro, procurando uma vaga no lado direito. Finalmente encontrou uma, a meio quarteirão dali. Desligando os faróis do carro certificou que fechara a porta. Deixar o carro aberto por um minuto era dar adeus a ele para sempre. Era o progresso. Antigamente só se roubavam galinhas e melancias; agora, se não ficássemos de olhos abertos, levavam o carro, ou a carteira ou a vida. Ilidio deu os ombros, afastando aquelas idéias, depois se empertigou, ao atravessar a rua, dirigindo-se para a entrada sob o letreiro de néon, Boate Bete Cuzcuz. Era hora da bebedeira. Não tinha sentido entrar com a testa franzida. Ali era o paraíso para ele. Centro de putaria, sexo a toda hora a gosto do freguês. Era muita mulher a toa por metro quadrado. Elas alinhavam-se ao longo do balcão e enchiam as mesas que cercava uma pequena plataforma onde, sob luzes giratórias, uma dançarina nua dançava ao ritmo vibrante da música estéreo. Por um momento, Ilidio ficou assistindo deleitado o desempenho da garota que encerrou escorregando-se na barra de ferro com uma sacudida no final. Depois, quando a música parou, as luzes de cima diminuíram e a dançarina saiu rapidamente da plataforma em meio a aplausos dispersos e assovios estridentes dos fregueses que estavam em mesas próximas.
Então uma mulher se aproximou de Ilidio com sorrisos amáveis.

- Por que demorou tanto? Disse ela.
- Por causa da merda do transito. É mais rápido andar a pé.
- Há algo errado?
- A porra do mundo que está errado.
- Beba cerveja que vai se sentir melhor.
- Não conte com isso, murmurou ele desanimado.

Na noite seguinte, depois do trabalho, ele encontrou-se com Sevê do lado de fora da residência. Sevê tinha lhe telefonado na manhã daquele dia. Ilidio demonstrou prazer em encontrá-lo e, depois de se apertarem as mãos, exclamando com entusiasmo:

- Vamos começar a noite!
- Vamos sim, Sevê, mas primeiro vamos comer alguma coisa?
- Eu não, obrigado. Já comi às cinco horas e estou satisfeito. E você?
- Eu estou bem...
- Eu mal conseguia me conter depois que telefonei para você, Agora me conte esse negócio mal resolvido chamada Cacildis.

Ilidio mostrava-se aflito e falava nervosamente enquanto caminhavam pela calçada cheia de gente. Sevê ficou calado. O temperamento exaltado do amigo não permitia que aquele assunto fosse tratado naquele momento. Não era apenas uma aventura e sim uma paixão devastadora que ele sentia por aquela mulher que tinha até chamado a policia para ele. Porém depois de alguns segundo, ele resolveu responder a pergunta:

- Cacildis é a mulher que tira meu sossego. Você sabe muito bem disso. As coisas nunca vão se encaixar com essa infeliz. Estou procurando outro relacionamento. Vou tentar virar a página.
Depois disso atravessaram o parque em silêncio, passando pelo coreto. Estavam agora no centro velho da cidade. Nesse momento Sevê avistou uma morena baixinha que passava no outro lado da rua e:

- Desculpe-me Ilidio, tenha que falar com aquela mulher.
- Tudo bem, depois você me liga.
- Pois tá! Até mais.

Atravessou a rua na direção de uma luz amarela indicando casa noturna. O salão era velho e percebia-se seu antigo refinamento na forração em veludo manchada e nos abajures em cima das mesas já bem usadas; nas paredes havia reproduções de quadros de corrida de cavalos. Um espelho atrás do bar com moldura quebrada. O salão estava começando a se encher com os fregueses da noite, quando Ilidio se encaminhou para uma das mesas de carvalho escuro. Sentou-se, pediu cerveja depois olhou com cuidado para não chamar a atenção. Mal tinha se acomodado quando a porta se abriu para dar passagem a uma mulher que caminhava com desembaraço e se dirigiu a uma mesa próxima da mesa de Ilidio. Uma sensualidade ondulando em sincronia com seus passos, saltos agulhas em metal dourado que a fazia ganhar mais uns bons centímetros. Ela um vestido de alçinhas no meio das coxas, duas sandálias de salto alto na mesma cor do vestido completava sua indumentária que era de encher os olhos, provocava frissons nos homens presente. Ela estava um pouco complexada com seu corpo que exibia alguns quilos a mais, que não a afetava em nada, muito pelo contrário a deixava mais mulherão. Ele a encarou de alto a baixo. Tinha os olhos acinzentados, uma covinha no queixo. Seu coração acelerou. A sensualidade da bela loura atingira-o em cheio.
Ele desconfiou logo, com um aperto no coração. Ela era muito parecida com Cacildis, porém um pouco mais velha e muito mais sexy e bonita. Aquela beldade, bronzeada, com cabelos e pele bem tratados. Ela sentou-se e pediu uma dose de uísque ao garçom. Depois de mexer na sua bolsa olhou em sua volta. Quando seu olhar cruzou com o de Ilidio, ele sorriu, mas a mulher logo virou o rosto com se estivesse sendo insultada. Mas, dois minutos depois, ainda com um ar ofendido, ela tornou a olhar na sua direção. Enfezada ela começou a demonstrar que era uma mulher que sabia o que queria para atingir seus objetivos, sem se deixar deter. Ela era uma mulher intensa, louca para se libertar e explorar os limites da própria sensualidade. Exibindo suas belas coxas sob a luz dourada que se espalhava dos difusores. Os olhos dele são atraídos como ímã para suas pernas. Ao perceber os olhares de Ilidio, ela estava entregue a contemplação narcisista, diante da qual ela sabia que uma vez mais ficaria sem defesa. A bela loura passou a cruzar e descruzar lentamente aquelas pernas bem torneadas, a todo o momento.
Então, ela sorriu e se abaixou deixando cair à alça do seu vestido desafiando à lei da gravidade, a opulência de seus atributos. Deu um show de sensualidade num flash de dois ou três segundos. Um apelo erótico irresistível. Mostrou logo que era uma mulher de peito, para delírio dos homens presentes. Depois bebia o líquido do copo passando sensualmente a ponta da língua na borda do copo, provocando um frenesi no interessado. Uma curiosidade erótica havia tomado conta dos seus pensamentos e mexido com ela. Milhares de idéias eróticas brotavam em sua mente, um verdadeiro caleidoscópio dos prazeres físicos. Um jogo de sedução dos mais intensos. Nada era mais estranho ao seu caráter do que aquilo que estava fazendo, mas, com maturidade saiu-se muito bem. Então ele se aproximou dela:
- Boa noite.
Houve uma pausa.
- Está falando comigo?
- Estou sim. Se estiver sozinha, quem sabe a gente poderia beber alguma coisa juntos...
- Não... Não estou sozinha. Estou esperando um amigo.
- Mas que pena!
- Pode ser que ele não venha esta noite... Quem sabe vai trabalhar até tarde. Ele é um sujeito muito importante.
- Então é bem provável que não venha mesmo. E assim, o que ele perde nós ganhamos. Quer beber alguma coisa?
- Não. Realmente não quero. Contento-me com esse uísque. Mas se você insiste...
Ilidio fez um sinal ao garçom e ele apareceu com dois copos. Encheu os copos com cerveja e levantou o seu:
- A nossa saúde!
A presença daquela bela loura era um show à parte diante daquela platéia masculina ávida de sensações novas. A presença dela era notada por todos, naquela altura dos acontecimentos.
Ao saber alguma coisa da família Raimundo e Silva, ela passou a revelar seus contatos com desembargadores, juízes, procuradores, promotores e etc. Ilidio sacudiu a cabeça gravemente, ao mesmo tempo em que, pensava jamais imaginar em sua vida, encontrar uma mentirosa nata tão completa e perfeita.
Saíram da boate e de mãos dadas caminharam pela calçada de pedras e seguiram pelo caminho descontraidamente. Com sensualidade ondulava seus quadris com os movimentos de seus passos. A cada passo o tesão aumentava... Os raros homens que encontraram, viravam-se à sua passagem. Seu vestido bem acima dos joelhos movia-se com graça de uma bailarina clássica, as pernas se retesavam em movimentos delicados e femininos. A magia das cenas da casa noturna estava forte em sua memória. Agora queria fazer tudo que desejara. Ele não fazia nenhum esforço para resistir.
Era muito bom para ser verdade. Ao passar por um casarão antigo, ela parou beijou-lhe a face.
- Boa noite, Ilidio. Eu moro aqui e estou muito cansada. Outra hora a gente se encontra no mesmo lugar.
- Boa Noite Luiza! Não quer anotar o número do meu celular?
- Prefiro, não... Se for para acontecer a gente se encontrará, não se preocupe que eu acredito no destino.
Depois se afastou, deixando para trás um cheiro de lavanda de boa qualidade. Despedira completamente encabulado. Quando ele subiu para o seu quarto já quase duas horas da manhã, mas ele não conseguiu dormir. Andava de um lado para outro no quartinho muito apertado, quase sem ouvir através das paredes mais finas os ruídos de alguém da família que circulasse pelo corredor. Sentiu-se cansado e caiu na rede. Dormiu mal porque seus pensamentos ainda estavam em ebulição e os nervos, tensos e bem afinados para a ação. Ficou satisfeito quando o primeiro clarão da madrugada chegou ao seu quarto, através das frestas da janela. Durante todo dia no seu trabalho, mostrou-se cansado e preocupado. Na hora do almoço comeu dois sanduíches sem mostrar apetite como de costume. Um colega de trabalho observou a mudança de comportamento dele e perguntou:
- Você está bem?
- Sim, respondeu sem olhar para ele.
- Você mora sozinho, não é mesmo?
- Moro sim.
- Então não tem motivo para se preocupar.
- Você é que pensa!
Chegou afinal a esperada quarta feira, ele ficou ainda mais tenso pensando no que iria acontecer. O dia custou passar. Ele não tirava da sua mente aquela loura madura encontrada na boate uma semana atrás.
A noite de quarta feira estava escura e chuvosa. Quando saiu ao encontro de Luiza, a tensão no espírito e no corpo de Ilidio dava a seus movimentos uma impressão enganadora de calma. Ele chegou ao bar da boate pouco depois das nove, examinou bem as redondezas e depois espiou para dentro por uma janela sem cortina. Tudo parecia normal, e ele não entrou rapidamente, foi até a mesa que Luiza sentara na semana passada e sentou-se. Olhou em torno e viu que o salão ainda não estava cheio. Ele percebeu que ninguém estava preocupado com sua presença no local. Então olhou novamente para a porta, ele a viu chegar e caminhar em sua direção. Com uma camisa azul e mini saia Jeans branca muito justa no corpo, revelava a metade de suas belas coxas. Ela estava deslumbrante, linda e sexy. Ela estava maravilhosa. Levantou-se logo e estendeu-lhe a mão.
- Luiza! Mas que prazer em revê-la novamente!
Ela responde com meio sorriso e apertou-lhe a mão como uma grande dama, e depois com muita afetação, acomodou-se na cadeira junto à mesa. Ele notou que ela estava mais maquilada do que na outra ocasião. Tinha grandes olhos castanhos cintilantes, com cílios longos e curvos pelos quais muitas mulheres dariam a vida para ter. Sobrancelhas expressivas que funcionavam como pontos de exclamação para o que quer que ela diga. Ela possuía lábios macios e sensuais, altamente provocantes. Trazia um colar de contas de vidro azuis, um lenço bordado e fortemente perfumado, enfiado num pequeno bolso e parecia arrependida de ter vindo.
- Eu não devia ter vindo!
- Nada disso, Luiza... Só tenho pensado em você.
- Isso é o que você diz. Vocês homens são todos iguais.
Nesse momento fez uma pausa para ajeitar seus cabelos para trás das orelhas e acenou com intimidade para o garçom, que veio servi-los o de costume, uísque e cerveja...
Ilidio inclinou-se, com um sorriso fingido de admiração.
- Parabéns! Hoje você está de abafar.
- Vamos, deixe disso!
Ela estava realmente lisonjeada e falava com afetação, ao mesmo tempo em que tomava um gole de bebida. Depois olhou de lado.
- Não pense que eu não sei o que você está querendo?
- Ah, é sabe... Mas você pode estar enganada comigo. Talvez eu vim para esse lugar encontrar uma bela mulher madura só para comer pipocas, tomar sorvetes e assistir um filme da XUXA. Acertei?
- Errou... Vamos encher a cara para justificar a besteira que vamos fazer e mais tarde vamos ao motel Afrodite...
- Impressionante como vocês mulheres são iguais. Todas que conheci querem a mesma coisa no primeiro encontro. Dar para mim no motel mais caro da cidade. 600 reais para molhar o biscoito por duas horas.
- Meu anjo! O prazer para ser completo tem que custar caro.
Ela se recostou e bebeu mais um gole. Ela saiu a trás de uma aventura diferente naquela noite. Ela procurava uma relação selvagem, diferente. Agora seu olhar está cheio de desejos que lhes dão idéias perversas. A noite estava clara e a lua clareava zonas na penumbra. Na sua intimidade revelava uma indecente emoção. Ela estava um animal sedento de sensação e ávida de emoções. Num delírio narcisista, ela quer ser olhada e desejada. Ela sentia apetites libidinosos.
Houve um silencio tão tenso que Ilidio não conseguiu dizer nada. Encantada com o efeito que conseguira, Luiza soltou uma risadinha prolongada e bebeu mais um gole de uísque. Já não estava mais tão firme na cadeira.
- Desculpe-me, conseguiu gaguejar. Estou meio tonta.
- Beba mais um uísque. Espere que eu vou buscar...
- Não, não. Mas que tolice! Preciso ir embora...
- Não, não. Vamos ficar mais um pouco.
- Eu preciso ir.
Ilidio mordeu o lábio, perplexo. Era enlouquecer aquela interrupção exatamente na hora em que ele conseguiria levá-la ao motel. Porém, não teve mais acordo. Ela levantou bruscamente da cadeira e caminhou para a porta da saída. Ilidio só teve tempo de pagar a conta e saiu em seguida a tempo de ver ela na calçada do outro lado da rua caminhando abraçada a um segurança da boate. O desânimo foi total. Fazer o quê?...
Dias mais tarde ele arrumou mil reais e voltou a boate decidido.
No hotel, ele olhou aquele corpo delicioso a sua disposição ficou de pau duro na hora, ela estava de cabeça baixa e parecia tremer um pouco, nessa hora ele não sabia se era de medo ou tesão. Chegou perto dela virou-a de costas para ele e chutando seus pés deixei-a com as pernas bem abertas. Olhou novamente dentro dos seus olhos e dei dois tabefes nos seus peitos, ela só soltou um gritinho leve.

– Vai vadia, mostra esses buracos para mim!

Ela inclinou o corpo e com as mãos para traz, abriu bem a bunda mostrando aquela boceta deliciosa e o cuzinho que seria totalmente arrombado naquela noite. Ele passou a mão na sua bunda e disse:

– Olha que cu delicioso! Ele engole uma vara sem reclamar.
- Então foda-me que sou toda sua.
- Abra a boca sua vadia, e chupa...

Ela obedeceu imediatamente e sem perder tempo, ele socou o pau na sua boca. Ela começou a mamar com força. Ele ficou louco com aquilo e agarrando sua cabeça pelos cabelos foi fodendo a boca dela alucinadamente, de vez em quando tirava e batia na cara dela com cacete, depois a fazia engolir.
Ilídio que a segurava pelos ombros e socava o pau com vontade, e sendo fodida na boceta não parava de levar fortes tapas na sua bunda.

– Não cansa de levar pau né piranha! Enquanto falava dava uns tapas na cara dela.

Mas sabia que ela era puta demais para um homem só. Dona de uma bunda grande e gostosa e de peitões de dar inveja a qualquer siliconada Luisa não tem limites na cama, nunca viu mulher tão gulosa para chupar e agasalha um pau na boceta ou no cu com a mesma desenvoltura, rebolando e pedindo mais. Depois de foder a noite inteira ela acordou com o mesmo pique e com a boceta pingando mel e pegando fogo.

Continua...

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Ivan

Sobre este texto

ivan

Autor:

Publicação:22 de junho de 2012 09:44

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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