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Muvuca - XX

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Capitulo – XX


O conjunto residencial onde morava Gê havia mais ou menos doze prédios de apartamentos de aparência imponente, perto da Universidade Federal do Piauí. O apartamento 22 ficava no segundo andar. A essa altura, Seu amante Gerúndio havia saído do apartamento dela sem nenhuma explicação. Estava conversando, ele fez uma breve pausa e depois, num súbito impulso:
- Desculpe-me, Gê, mas preciso ir! Tem alguém me esperando aqui perto. Outra hora a gente continua essa conversa. Bye...
Ele tentou convencê-lo de ficar mais um pouco; mais foi inútil. Desceram as escadas e atravessaram o saguão até a porta. A mão de Gê apertou o braço de Gerúndio com toda a força. Ele se desvencilhou dela e apressou o passo. Os pensamentos dela enveredaram por outro caminho. Ela recordou sistematicamente os acontecimentos da noite anterior. De certa forma, pareciam estar vinculados à uma figura feminina. Jamais aceitaria ser enganada de forma vil e traiçoeira.
- Vou atrás dele! Disse Gê Paraguaia inconformada com a atitude do amante. Vou descobrir o que ele está me escondendo, disse para si mesmo.
O dia estava quente. Havia uma brisa suave que desmanchava seus cabelos enquanto caminhava. A fileira de árvores da rua coberta de folhas, como árvores de seus sonhos. Sonhos poesias, romances. Todos tinham significados ocultos. Mas naquele momento era a dúvida e desconfiança que tomava conta de seu ser.
Ao virar na Avenida, ela conseguiu avistar Gera e um homem estranho andando apressado na direção da Universidade Federal. Gê partiu atrás deles imediatamente e chegou bem próximo dele no momento em que passavam pelo contorno de acesso a Universidade. Suas passadas vigorosas permitiam-lhe encurtar a distância que já era bem menor. Chegaram à Avenida Ininga que estava relativamente deserta e ela achou que era mais sensato contentar-se em mantê-lo à vista. O esporte de caminhar era novo para ela. Ela era aficionada em leitura de romances policiais. Porém nunca antes ela teria tentado seguir ninguém. Logo teve a impressão de que, na prática, era um procedimento repleto de dificuldades. Agora os dois entraram num posto de gasolina e pegaram um carro preto que ela não conhecia. E saíram rapidamente. Como no local havia um ponto de táxi, ela entrou rapidamente em um deles e ordenou ao chofer:
- Siga aquele carro preto que está entrando na Av. Ininga sentido bairro centro. Não o perca de vista em hipótese nenhuma.
O motorista, um homem já idoso, não demonstrou o menor interesse. Limitou-se a resmungar e baixou a bandeira do taxímetro. Então, ela prometeu pagar mais do que seria a corrida para que ele não perdesse aquele carro de vista. Quando ela avistou o carro na sua frente respirou aliviada. Naquela correria ela sabia que poderia acontecer de uma viatura policial os parar para pedir-lhes explicações pela correria. Próximo o troca-troca na beira do rio, ela avistou o carro preto estacionado e os dois tentando atravessar a rua no sentido da Praça das Bandeiras. Soltou um suspiro de alívio e pegou na sua bolsa a maior nota que tinha e entregou ao motorista mesmo antes de saber o valor daquela correria.
- Obrigada motorista, fique com o troco.
Ela correu alguns segundos até se aproximar novamente dos dois que caminhavam devagar e descontraídos. Quando tentava se aproximar dos dois, ela fora segura por uma mão forte e decidida. Olhou para trás era um policial que demonstrava não ter mais que vinte e cinco anos.
- Ei moçinha, parado aí. Não tenha tanta pressa assim.
- O que foi seu guarda! Largue meu braço. Vou encontrar-me com meu companheiro e estou atrasadíssima. Por favor, me deixe seguir meu caminho em paz.
- Negativo! É suspeita de tráfego de drogas. Vamos revistá-la.
- Ah não... Não acredito que está acontecendo isso comigo...
- A casa caiu, falou o policial sem largar de seu braço.
- Caiu como? Ninguém me disse nada, não li nada a respeito em nenhum jornal.
- Cheia de graça, não é? Mas fique tranqüila que nada lhe acontecerá, desde que facilite a revista... É uma garota esperta.
- Não sou não... Situação ridícula que o senhor está me submetendo.
- Está reclamando de quê? Quem não deve não teme.
- Está bem. Pode revistar tudo. Já conseguiu estragar o meu dia.
Brotou do nada, mais três policiais que ajudaram mutuamente a revistá-la. Bolsa bolsos e faziam um monte de perguntas estranhas. Eles não estavam inteiramente satisfeitos, mas perceberam que ela estava disposta a não dizer nada. Eles compreenderam que tentar arrancar mais alguma informação seria pura perda de tempo. Depois um olhou para o outro e disse:
- Pegamos a garota errada.
- Simples não é? É só atrasar meu lado e ficar por isso mesmo.
- Vai andando Periguete de merda. Sem falar mais nada, senão vai para o distrito para averiguação. Circulando... Circulando.
Houve um rápido brilho nos seus olhos de alivio, antes que as pálpebras abaixassem outra vez.
- Educação nunca foi o forte de quem usa farda. Disse ela sem saber agora para onde ir. Tinha perdido muito tempo. Nenhuma referência do que fazer.
Gê olhou para o relógio. Ao começar a andar rapidamente sem saber que rumo tomar. Era quase meio dia e ela estava excitada demais para sentir fome. O que ela iria fazer agora? Ela detestava ficar de braços cruzados, sem fazer nada. Entrou pela Praça da Bandeira. Ela vestia um camisão branco, aberto formando um bonito decote lhe desenhando soberbamente a curva de cada seio, deixando entrever a doçura de sua pele. Podia-se adivinhar um belo par de seios que balançavam a cada um de seus passos. Mini saia vermelha modelando seu lindo traseiro como uma luva. Ela se equilibrava sensualmente em cima de saltos quinze atraindo todos os olhares masculinos para si. Estava mais sexy que nunca... Ela estava satisfeita com o efeito que provocava. Uma atmosfera eletrizante. Sentou-se num banco da Praça cruzando as pernas deixando suas belas coxas quase na totalidade descobertas. Ela estava satisfeita com efeito eletrizante que isso produzia em público. Um homem de meia idade e boa aparência segurando uma pasta de documento em uma das mãos sorriu para ela e depois se sentou ao seu lado, não sem antes pedir licença.
- Tu és um pedaço de mau caminho.
- Obrigada.
- Para mim o sexo é um prazer cheio de culpas; mas não vivo sem ele.
- Nem eu, respondeu sorrindo Gê.
- A melhor parte do sexo é o desejo; ele nos devora, consome sem lógica ou razão.
- Falou tudo, concordou a beldade.
A bela Gê sentiu uma atração irresistível por aquele homem, alto e forte de aspecto sedutor que estava ali sentado. Havia algo de realmente fascinante no seu tom de voz, profunda e lânguida. Um encanto estranho movia-se enquanto falava. Parecia ter uma linguagem própria. Ao mesmo tempo, ela sentia uma espécie de medo. . A cumplicidade se instalara imediatamente entre eles.
- Você aceita almoçar comigo?
- Acho que sim.
- Então vamos que aqui bem perto tem um ótimo restaurante.
Ela se sentia livre e feliz totalmente envaidecida com os elogios contínuo do convidado. Ela se aproximou o bastante daquele homem, para sentir o aroma da colônia que usava. O roçar de suas coxas no ritmo de seus passos, provocava um discreto curto-circuito que ela sentia no fundo do seu ventre. Impossível ignorar que ela estava toda úmida. Homenagens discretas e sorrisos malignos se multiplicaram. Ela estava tomada de seu próprio jogo e submissa aos seus desejos curtindo aquele prazer com emoção.
- Obrigada, por ter aceitado almoçar comigo! Disse ele apertando-lhe a mão com força.
Ela havia provocava frissons nos homens presente no restaurante. Gê encarnava um ideal de erotismo patente. O empresário a olhava com ar de superioridade. Mas depois, relaxou...
- Uau! Você é imbatível quando decide arrasar! Vermelho é definitivamente a sua cor.
- Achei que seria a cor mais adequada para hoje com todo esse calor que faz aqui em Teresina.
- Depois de a gente almoçar, você poderá ir comigo para um lugar incrível.
- Para onde está querendo me levar?
- Para o céu! Disse ele cheio de malícia.
- Lugar melhor é impossível, respondeu ela sorrindo.
Uma curiosidade erótica havia tomado conta dos seus pensamentos e mexido com ela. Milhares de idéias eróticas brotavam em sua mente, um verdadeiro caleidoscópio dos prazeres físicos. Um jogo de sedução dos mais intensos. Ela adorou aquele almoço. O restaurante ofereceu guardanapos de linho de um branco impecável, e não aquelas mesas de cozinhas com toalhas de papel enroladas que ela estava acostumada nos restaurantes de periferia.
-O que vamos fazer agora?
- Sexo... Foi direta e precisa.
- Bem... Na verdade me parece fantástico... Gosto de mulher desinibida, direta.
- Gosto de fazer sexo completo.
- Como assim? Indagou curioso.
- Em todas as posições: frango assado, rã com câimbra, canguru perneta, colibri manco, decúbito ventral, vaca atolada, cachorrinho, helicóptero e até papai e mamãe...
- Interessante... Eu aprendi que fazer sexo em pé fortalece a coluna, de cabeça para baixo fortalece a circulação sanguínea, de barriga para cima é mais prazeroso, sozinho é estimulante mas muito egoísta, de joelho pode ser doloroso.
- É mesmo?
Os lábios daquele homem curvaram-se num sorriso matreiro e os olhos acinzentados brilharam. Aquilo fazia parte de um jogo de sedução e ela sabia que a intenção daquele homem era lhe dar prazer. Ao sair do local, Gê Paraguaia sentia uma sensação nova, nunca provada antes. Ele deixou a mulher caminhar meio passo à sua frente, a fim de poder melhor observá-la. As solas de seus sapatos de couro, salto alto metalizado rangiam contra os paralelepípedos. Sua saia bem acima dos joelhos movia-se com graça de uma bailarina clássica, as pernas se retesavam em movimentos delicados e femininos. Ela mantinha a cabeça abaixada como se não quisesse ser vista.
A cada passo o tesão aumentava... Os raros homens que encontraram, viravam-se à sua passagem.
Os dois entraram num WC público. Como não tinha ninguém eles entraram num cubículo da área masculina.

– Vem, vamos para ali.

Nisto arrasta-me para um dos cubículos existentes e fecha a porta. Sem dizer absolutamente nada começa a beijar-me com um fulgor tal que nos faltava o ar para respirar. Acariciava meus seios e beijava-me, as suas mãos percorriam o meu corpo até que passou seus dedos no meu ninho de amor e reparou que estava sem calcinha e toda depiladinha.

– Uhm, vejo que vens preparada!

Ela nada disse. Ele ajoelha-se então e começa a lamber a sua cona. Ela não agüentava tanto prazer que ele lhe dava, tinha de conter sua respiração para não gemer ou gritar e isso lhe dava ainda mais prazer. Naquela posição ele fez-me vir a primeira vez. Agora, ela ajoelhou-se no chão em frente do homem, possuído de tesão, aproximou-se dela colocando a sua braguilha a um palmo da sua sedosa boca desapertando o fecho e o cinto das calças. Gê então meteu ali os dedos dentro e num segundo vê o seu enorme e pesado caralho sair para fora envolvido pela mão dela que o puxou assim para fora da sua prisão.Viu que era sem dúvida um cacete de respeito e ela não demorou nada a engoli-lo, introduzindo-o entre os seus quentes lábios centímetro a centímetro. Lá foi escorregando todo o seu comprimento para dentro do paladar da mulher que de seguida inicia o tira e mete de dentro de si, até aos culhões do homem. Este agarrava a nuca dela com ambas as mãos para se espetar com violência na sua garganta fazendo-a quase cair. Ela teve que se segurar às coxas do homem para se equilibrar já que o macho agora se impulsionava com vigor aplicando violentas e ritmadas estocadas para a frente, ao encontro da boca dela. Esta segurava com uma mão a base daquele cacete para refrear o ímpeto daquele homem excitado ao máximo, o que não era de admirar já que o corpo bem torneado de Gê Paraguaia era de uma perfeita volúpia. Com a bela e jovem de joelhos, perante aquele homem que ali estava de pé, perante si, introduzindo-lhe todo o seu pujante membro na boca acetinada e úmida e ela chupando-o e lambendo-o, roupa aberta onde pendiam as suas mamas bamboleantes, ora engolindo todo o membro, mergulhando-o sem prévio aviso nas suas goelas que pareciam sequiosas. Contudo, o homem não queria manter-se por ali muito tempo, pois com certeza adivinhava que não conseguiria agüentar segurar seu gozo por muito tempo.
O homem sobe-lhe a saia para cima, até às costas expondo logo as doces nádegas dela aos seus olhos arregalados. Estas surgiram logo redondas e inchadas como globos mas perfeitamente iguais e espetaculares. Um autêntico objeto de desejo onde o homem de imediato colocou o seu cacete, mas não sem primeiro por ali passar o seu mastro bastas vezes para cima e para baixo, roçando o seu membro pelo rego apertado e quente dela como que se preparando para a penetrar o sexo, coisa que fez de seguida entreabrindo ligeiramente as pernas bem torneadas dela e colocando-se entre as suas coxas. A seguir não é difícil de adivinhar que o homem começou a meter a enorme e brilhante cabeça do seu pênis naquela vulva úmida. Primeiro lentamente, lá foi fazendo escorregar o seu membro lentamente na intimidade da mulher até ver desaparecer por completo no interior quente e doce de Gê Paraguaia. Quando os seus grandes culhões bateram nas nádegas dela, era sinal de que a cópula estava consumada e todo o seu pênis se encontrava dentro das suas entranhas o homem começou a menear as ancas para a frente e para trás metendo e retirando o seu membro da vulva acetinada da moça.
Naquela posição teve dois orgasmos, ele não tinha dito nem uma palavra e assim saiu dali a correr e apos ter se recomposto no WC saiu na direção da rua.

Continua...

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Ivan




Sobre este texto

ivan

Autor:

Publicação:23 de junho de 2012 11:07

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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