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Do fundo do baú

Meu Vizinho

Meu nome é Alberto, tenho 17 anos, sou branco, olhos e cabelos castanhos, não sou muito alto, algumas espinhas no rosto, mas nada de muito sério.
Eu tinha perdido minha virgindade a 10 meses atras, e desde então não tinha transado com mais ninguém, por conta disso estava na maior seca, sempre fui um cara um tanto caseiro, só saindo com amigos para algumas festas e coisas parecidas, mas naquele dia eu estava em casa em frente ao computador falando com caras que mal conhecia em salas de bate-papo. Minha mãe e meu pai fizeram uma viagem de poucos dias e ainda não tinham voltado e eu fiquei sozinho em casa e como sempre com tesão e entediado.
Estava de tardinha, olhei para o relógio do meu PC, já eram 17:47, coloquei o PC no modo de descanso e abri a porta de casa, do outro lado da rua estava o meu vizinho, (e minha nossa) como ele estava gostoso, seu peitoral musculoso estava exposto e seus braços musculosos tinham uma tatuagem que começava no ombro e terminava no pulso, ele tem um olhar sedutor, com olhos verdes, cabelos loiros e lábios vermelhos e bem feitos.
Ele olhou pra mim e sorriu e acenou com a mão.
- Olá Alberto! Tudo bem?
O sorriso dele me fez suspirar, ele só estava de bermuda e estava vindo na minha direção.
- Estou bem Gui!
Ele parou na minha frente e colocou sua mão no meu ombro.
- E seus pais? Como estão? Já tem um tempo que os vi. – falou ele
- Eles estão viajando, acho que eles voltam no sábado- - falei sorrindo timidamente
- Nossa, só daqui a três dias? E você vai ficar sozinho até eles voltarem?
- É o jeito - falei sorrindo
- humm, Betinho agora tenho que ir a academia, depois a gente se fala tá?
- tá, tudo bem – falei
Ele deu um lindo e sedutor sorriso e voltou pra casa.
Eu voltei e fui tomar um banho, depois tirei um cochilo na minha cama, quando acordei já eram 19:33h, levantei, lavei o rosto e fui direto pro pc, antes de sequer toca-lo, ouvi alguém batendo a porta, fui até ela e abri, e lá estava meu vizinho Gui, recém-saído do banho, o perfume dele era daqueles de macho, eles usava uma camiseta que deixava seus braços musculosos e tatuados à mostra, quando ele me viu sorriu mostrando seus dentes brancos e perfeitos.
- Oi Betinho! Eu de novo, vim te devolver uns DVDs que você tinha me emprestado. – falou ele me mostrando uma sacolinha.
- Ohh, OK, entra, senta ai no sofá. – falei dando espaço para ele entrar e indicando o sofá.
Ele entrou e sentou, fechei a porta e sentei no outro sofá, ele me olhava de um jeito diferente, mais sério, e sorri desconcertado pelo olhar dele.
- Então, você quer um suco? Um refri?
- Quero um refri. – falou ele me olhando enquanto eu levantava e ia até a cozinha.
Peguei o refri e coloquei em um copo grande, e fui até a sala onde ele estava já em pé, dei o copo a ele e ele o levou até os lábios e seus olhos estavam vidrados nos meus, o refrigerante quase todo derramou na camiseta dele, e ele olhou pra baixo surpreso.
- ohh, nossa, como eu sou desastrado - falou ele colocando o copo numa estante próxima e tirando a camiseta em seguida. Eu fiquei vermelho e desviei o olhar, mas mesmo assim eu pude ver aquele corpo escultural, ele enrolou a camisa e a pôs no chão.
- Você quer que eu lave pra você? – falei me abaixando para pegar a camisa do chão, mas antes que eu a pegasse ele segurou meu braço, me levantou, e me encostou na parede e ele ficou a poucos centímetros de mim. Minha respiração aumentou e ele olhava nos meus olhos sem piscar.
- Você é muito gostosinho sabia? – falou ele quase sussurrando.
Eu fechei os olhos para controlar minha respiração, dai ele pegou meu queixo e começou a roçar seus lábios abertos nos meus. Eu abri meus lábios sentindo seu halito entrando em minha boca, ele tinha bala de menta na boca, depois ele se aproximou mais e e me beijou e comeu a chupar minha língua e eu a dele. Meu fogo subiu e coloquei minhas mãos no peito dele e o empurrei no sofá. Ele caiu sentado e eu abri as pernas e sentei em cima dele e continuei a beijá-lo. Ele me abraçou com força e comecei a roçar minha bunda na virilha dele, ele estava de bermuda jeans e deu pra sentir sua ereção embaixo de mim.
- Você é muito gostoso, tenho um puta tesão em você – falei sussurrando no ouvido dele enquanto ele mordia meu pescoço.
Ele levantou e coloquei meus braços em volta do seu pescoço e prendi minhas pernas em volta da cintura dele.
- Onde é o seu quarto? – perguntou ele
- Bem ali – falei apontando com o dedo
Ele foi direto até lá, passou pela porta que já estava aberta e me deitou na cama e eu acendi o abajur que estava no criado-mudo, ele puxou minha mão e a pôs em cima do seu pau, eu abri a bermuda e o despi com a cueca, o pau dele era grande e grosso, ele voltou a me beijar e eu comecei a masturbar ele, ele estava por cima de mim, então eu levantei um pouco e fiz ele deitar na cama, o despi por completo e minhas mãos começaram a explorar o corpo dele, ele as pegou e colocou em seu pau.
- Me chupa, quero sentir essa sua boca quente no meu pau – falou ele se contorcendo de tesão.
Eu sorri e coloquei o pau dele na boca fazendo movimentos de vai-e-vem, eu olhei pra ele e vi seus lábios começando a se abrir e depois o lábio inferior ser mordido, acelerei os movimentos e ele começou a gemer e colocou sua mão na minha cabeça empurrando-a para baixo fazendo seu pau entrar mais fundo em minha garganta.
Eu parei e comecei a me despir, ele pegou a bermuda e do bolso tirou uma camisinha e começou a coloca-la, depois pegou um frasquinho de lubrificante, despejou na mão e passou em seu cacete, eu subi em cima dele totalmente pelado, e ele me penetrou bem devagar, eu comecei a sentar nele até que todo o seu pau entrasse, depois deitei em cima dele, ele pegou minhas nádegas com as mãos e começou a me foder, eu enfiei minha língua na boca dele e ele a chupou, depois fui beijando e mordendo seu pescoço enquanto ele começava a me foder com mais força, eu segurei os músculos dos braços dele e comecei a me movimentar também, ele começou a gemer em meu ouvido.
- aii que cuzinho gostoso, quero que ele seja meu. – sussurrou ele entre gemidos no meu ouvido.
Depois de alguns minutos ele me fez levantar e me pôs com as mãos na parede e puxou minha cintura para ele e eu empinei minha bunda, ele me penetrou de novo e começou a foder, eu empurrava minha bunda de encontro a ele mais rápido e para que seu pau entrasse com vontade. Ele colocou as mãos junto das minhas na parede e começou a foder mais rápido, ele colou seu peito já suado em minhas costas, e seu rosto suado junto ao meu, eu virei meu rosto e coloquei minha língua pra fora e ele fez o mesmo fazendo com que uma língua desse pequenas lambidas na outra. Ele tirou uma mão da parede e começou a me masturbar enquanto me fodia, a sensação era muito boa, eu iria explodir a qualquer momento, ele aumentou a velocidade e começou a respirar mais fundo e gemer, e começou a me masturbar com velocidade e a apertar mais o meu pau, Eu senti a tensão aumentando e antes de ejacular tirei a mão da parede e agarrei uma nádega dele, fazendo um barulho como de um tapa, ele gemeu mais forte e sua respiração ficou mais curta e acelerada no meu ouvido.
- eu vou... gozar agora – falou ele ainda me fodendo, suas estocadas ficaram mais lentas e ele tirou sua mão da parede e me abraçou enquanto gozávamos.
Ele parou, beijou meu pescoço e me trouxe ainda abraçado com ele até a cama e deitamos, eu estava totalmente sem energia e com a respiração pesada.
- Uau, gastei minhas energias – falou ele olhando pra mim e sorrindo, seu rosto suado combinando com seu cabelo desgrenhado sobre o rosto.
- Eu também tô esgotado – falei rindo
Ele me pegou pela nuca e começou a me beijar, seus lábios macios passeavam na minha boca com facilidade, eu peguei em seus cabelos atrás da cabeça fazendo com que o beijo ficasse mais profundo, paramos e ficamos olhando um para o outro.
- Sabia que havia um tempo que eu estava querendo fazer isso, não fiz antes porque eu não tinha muita coragem e não sabia se você gostava de mim desse jeito.
Sorri para ele e passei minha mão em seus cabelos e no seu rosto.
- E porque hoje você teve coragem? Como ficou sabendo que eu gostava de você desse jeito? – falei olhando para nós completamente suados e pelados.
- Quando você me olhou hoje mais cedo, foi diferente, percebi que você me queria – ele se apoiou no cotovelo e colocou a mão na cabeça ainda olhando pra mim – Eu não quero sair daqui.
- Como assim? – perguntei a ele
- Eu não quero simplesmente sair e deixar você aqui sozinho. – falou ele
- Então não saia – falei dando um selinho nele – você quer tomar banho?
- Quero sim – falou ele sorrindo e se levantando
- Pode ir, é no fundo a esquerda, tem uma toalha lá.
Ele sorriu e me puxou com ele e me levou até o banheiro, abriu o box e ligou o chuveiro, a água fria começou a descer levando nosso suor pois-coito pelo ralo, ele pegou o sabonete e começou a passar em minhas costas e depois em meio peito e braços, depois eu peguei o sabonete dele e comecei a passar em seu peito definido , seu pescoço e em seus braços musculosos, ele apoiou suas mãos na parede atrás de mim e fui passando a mão com sabão pelas suas costas e depois fui descendo, coloquei minhas mãos em seus abdômen e desci até chegar em sua virilha, vi que seu cacete estava duro outra vez, com isso fiquei outra vez com tesão, passei sabão no seu pau e ele fechou os olhos enquanto eu o masturbava devagar.
Ele me virou, levantou minha perna esquerda, e me penetrou bem fundo, e começou a me comer devagar. Ficamos um tempinho assim e ele tirou seu pau de mim, nos enxaguamos e fomos para a sala nos beijando, olhei de relance para o relógio, já eram 21:23h.
Deitamos um em cima do outro, ainda me beijando ele levantou e foi ao meu quarto quase correndo e trouxe com ele uma camisinha e o frasco de lubrificante, ele me deitou e ficou por cima de mim, levantei as pernas e ele me penetrou e começou a se movimentar aumentando a velocidade, Eu gemia com ele enquanto ele me beijava e me comia...
Meu telefone começou a tocar, eu olhei para Gui e ele olhou pra mim de volta, ele não parou de me foder, peguei o telefone que estava em uma pequena estante perto do sofá e atendi.
-Alô?
- Alô, Alberto? Aqui é o seu pai.
-ahh, oi pai!
Gui começou a sorrir com uma cara de safado e começou a foder com força e rápido, eu fechei os olhos e comecei a arfar, depois olhei para ele e disse a ele para ir devagar silenciosamente, depois ele piscou pra mim e sorriu.
- Eu liguei para avisar que não vai dar para eu e sua mãe voltarmos por agora.
- ahh, hmm, e quando, ahh, vocês voltam hmm? – perguntei arfando e gemendo
- Só no final da semana que vem, tem algum problema pra você filho? – perguntou meu pai
- Não, claro que não, ahnn, eu vou hmmm, eu vou ficar bem ahh. – falei com os olhos fechados, coloquei minha mão livre sobre os cabelos de Gui e puxei, e isso fez com que ele me fodesse mais rápido.
- aiiihhnnnn – exclamei sem querer
- Filho? O que houve? – falou meu pai pelo telefone
- Nada pai, bati meu dedo do pé na parede – falei
- ah tudo bem então, eu já vou desligar tá, dorme bem, tchau filho.
- Tá, tchau pai – falei e desliguei
Gui olhou pra mim e me beijou no pescoço ainda me comendo.
- Boas notícias eu espero – falou ele no meu pescoço com a respiração acelerada.
- Pode ter certeza – falei sorrindo e senti ele gemendo mais alto e estocando mais forte, eu o abracei e fechei os olhos e pensei enquanto ouvia os gemidos dele “você agora é meu!, bom, até meus pais voltarem...”

FIM

Sobre este texto

J. Albert

Autor:

Publicação:5 de fevereiro de 2014 19:02

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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