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Do fundo do baú

Noite de Cinema

Meu nome é Peter, tenho 18 anos, baixo, moreno claro, magro, cabelos pretos e olhos castanho-claros. Durante toda a minha vida e até hoje não me acho muito bonito, na verdade me acho nem feio, nem bonito, embora certos amigos meus me achem bonito, e sempre discordo deles, e isso me faz uma pessoa insegura, ajudando a minha tese com o fato de que eu nunca namorei e nem me apaixonei por ninguém, até um certo dia...
Em plena noite de inverno eu tinha marcado um cinema com meu amigo Ricardo, alguns minutos antes da minha preparação para escolha de roupas apropriadas para um noite de cinema, Ricardo me mandou uma mensagem dizendo que seu primo Eduardo também iria ao cinema conosco, com pressa respondi a mensagem dizendo ”tdo bem! :)” .
Alguns minutos depois escolhi uma calça jeans e uma camisa preta de manga comprida e um par de All Star pretos. Desci as escadas de minha casa e fui caminhando até a casa de meu amigo que por sorte é muito perto, no caminho fiquei me perguntando se eu estava pelo menos “aceitável” com meu visual, lembrei quando fui ao espelho dar uma última olhada, eu estava normal como sempre, toquei a campainha da casa e a porta foi aberta.
E Congelei na soleira da casa do meu amigo...
Lindos olhos azuis me olhando, acompanhados de um rosto escultural e cabelos escuros lisos e emaranhados, lábios vermelhos e cheios...
-ahhnn, oi! – foi somente o que eu consegui responder.
-Oi, você é o amigo de meu primo Ricardo, certo? – perguntou ele abrindo um sorriso com dentes perfeitos.
- Sim, sou. – respondi tentando ocultar o meu certo desconcerto óbvio com um sorriso.
- Pode entrar, o Ricardo está terminando de se vestir. – falou ele enquanto me dava passagem para eu entrar.
Me sentei no sofá e olhei fixamente para as minhas mãos que estavam molhadas enquanto o primo de meu amigo subitamente foi à cozinha me deixando sozinho na sala.
- Ahh, me desculpe, esqueci de me apresentar, me chamo Eduardo! – ele de repente estava em minha frente com a mão estendida na minha direção e com um sorriso tentador no rosto, eu devia estar muito concentrado em minhas mãos molhadas por não perceber sua saída da cozinha, ele é alto, físico atlético de fazer menininhas de catorze anos suspirarem.
Enxuguei minhas mãos na calça e apertei sua mão com afago e lhe respondi:
- Prazer, sou Peter! – enquanto eu apertava sua mão ele olhava intensamente para meus olhos e isso me fez ficar mais desconcertado do que antes, seus olhos tinham um brilho azul magnífico, ligeiramente desviei o olhar e soltei a mão dele, ele pareceu ter acordado naquele momento e sentou do meu lado no sofá.
Enquanto ele pegava o celular do bolso e começava a mexer no mesmo, percebi que ele furtivamente se aproximava de mim, até que nossos ombros se tocaram, eu respirei fundo e tentei manter o controle, o perfume dele era inebriantemente atrativo, senti o volume da minha calça se elevar e um fogo dentro de mim começar a me queimar por dentro devastadoramente.
Sua mão esquerda que estava no celular se soltou e foi se arrastando da coxa dele para a minha, a ponto dos seus dedos tocaram meu jeans e cautelosamente foram se levantando para que com um movimento furtivamente inocente ele pudesse por a mão toda em cima de minha coxa, dois segundos antes de sua investida...
-Vamos! já estou pronto! – meu amigo Ricardo estava saindo de seu quarto e nos olhando inocentemente. Rapidamente Eduardo retirou o pouco que conseguiu sua mão para ficar em contato com minha coxa. Enquanto saímos da casa fiquei pensando em como aquele garoto lindo poderia ficar afim de mim, logo eu! Um sujeito desengonçado e não muito bonito, mas enfim, combinei comigo mesmo que eu não forçaria nenhuma tentativa com Eduardo, a menos que o próprio me pedisse.
Pegamos um taxi na avenida próxima a casa e fomos diretamente para o cinema, no taxi ficamos no banco de trás, mas dessa vez Ricardo estava entre mim e Eduardo. Percebi com uma olhada rápida que Eduardo estava olhando disfarçadamente para mim, sem querer eu dei um sorriso de satisfação ‘visível até demais’ retrai meu sorriso ao perceber que eu possivelmente tinha feito um tipo de sinal de “avance” para Eduardo. No fundo fiquei satisfeito por fazê-lo inocentemente.
Chegamos ao cinema e fomos escolher um filme, minutos depois escolhemos uma comedia-romântica, pagamos nossa entrada, compramos pipoca e refrigerante e entramos na sala.
Me surpreendi quando vi que o lugar estava quase vazio, olhamos em volta para ver um espaço excepcionalmente bom para termos melhor visão da tela, encontramos após algumas olhadas furtivas uma fila de cadeiras quase completamente vazia.
Sentei com um balde de pipocas na mão e o um copo de refrigerante na outra, percebi alegremente que Eduardo já estava sentado do meu lado e Ricardo estava na cadeira seguinte.
A sala escureceu e o filme começou...
Coloquei meu refri no meio de minhas pernas e comecei a comer a pipoca com a mão esquerda, a mão direita coloquei sobre o apoio da minha cadeira, olhei para meu lado direito e Eduardo estava olhando concentrado para a abertura do filme, até no quase escuro ele ficava deslumbrantemente lindo. Tentei me concentrar no filme o máximo possível, com 20 minutos de filme pude perceber pela minha visão periférica que Eduardo estava olhando pra mim diretamente sem ao menos disfarçar, eu respirei fundo para me manter calmo, mas isso só fez com que seu perfume inebriante entrasse ainda mais em meu nariz.
- Gente, se vocês não se incomodarem eu vou mudar de lugar, essa cadeira esta me incomodando um pouco, vocês não se importam não é? – baixo e subitamente falou Ricardo.
- Não! – falou Eduardo antes mesmo de esperar minha resposta.
Enquanto Ricardo se mudava para a fileira adiante da nossa (fiquei me perguntando por que ele não mudou só de cadeira!), vi um fabuloso e sedutor sorriso no rosto de Eduardo. Fiquei alegre com a súbita mudança de lugar do meu amigo, desta vez a possível investida de Eduardo não seria interrompida novamente.
Eu estava certo...
Alguns minutos de filme senti que minha mão estava sendo segurada e apertada contra outra mão gentilmente. Fiquei parado e com olhar direto para a tela, virei à palma da mão para cima e entrelacei meus dedos nos seus, ficamos alguns minutos assim até que ele cautelosamente foi arrastando minha mão com a dele até a abertura de zíper da sua calça, percebi que seu cinto estava aberto juntamente com a sua calça, me perguntei em que momento ele tinha feito isso sem que eu tenha percebido, ele habilmente se desprendeu da minha mão e a colocou em cima de sua virilha, ele também tinha descido a sua cueca o máximo permitido do seu zíper aberto, senti seus pêlos sendo roçados contra minha mão e seu pau semi duro, ele pegou minha mão novamente e a fechou sobre seu cacete e começou a fazer o movimento de cima para baixo, ele soltou minha mão e eu continuei o que ele havia começado, para a nossa sorte as poucas pessoas que estavam na mesma fileira minutos antes trocaram de lugares, só havia uma pessoa na última cadeira da fileira, um velhinho que dormia despreocupadamente.
Voltei a minha atenção ao que eu estava fazendo e furtivamente apertei mais o seu pau com minha mão enquanto eu o masturbava.
Eduardo começou a arfar com gemidos baixos, o seu cacete começou a ficar duro e a escorrer um líquido transparente, percebi que ele estava gostando muito. Enquanto eu o masturbava eu o olhei, vi sua boca ficar mais vermelha ainda, fiquei com muita vontade de beijar aqueles lábios, mordiscá-los, lambe-los, não só seus lábios, olhei para seu cacete irrevogavelmente duro, meu tesão subiu, queria enfia-lo na minha boca, chupa-lo compulsivamente... Ele estava de olhos fechados, gemendo baixinho, eu o olhava, admirava seu lindo rosto se contraindo por causa do tesão, por um momento ele abriu os olhos e os arregalou.
-Puta merda! – xingou ele baixo, eu ainda não tinha ficado sabendo qual foi a causa do espanto dele, até quando olhei para a tela e percebi que o filme tinha acabado de acabar, rapidamente eu retirei minha mão do pau dele e vi Eduardo o guardando habilmente dentro da calça, fechando o zíper, abotoando a calça e fechando o cinto.
As luzes se acenderam e nos olhamos, ele estava com um tom vermelho no rosto como se estivesse a ponto de explodir, seus olhos estavam devoradores, eu pude sentir que ele me queria, me queria agora...
- nossa, esse filme foi um tanto rápido não foi? - falou Ricardo chegando ao nosso encontro, percebi que Eduardo estava fazendo o possível para que seu rosto não deixasse transparecer sua “fome”.
- Foi sim – concordou ele.
Sorri desconcertadamente e caminhamos para a porta da sala, enquanto passávamos pelo balcão de vendedores de pipoca, Eduardo parou abruptadamente.
- poderíamos ver outro filme não é mesmo? Já que o que vimos durou tão pouco! - falou Eduardo.
- Não posso Edu, amanhã eu tenho aula de manhã, tenho que acordar cedo, mas se o Peter quiser assistir com você eu não irei me importar em ir para casa. – falou Ricardo sorrindo.
- Você quer assistir outro filme? – Edu me perguntou descaradamente.
- hmm, sim, pode ser! – Falei com indiferença, mas eu estava ansioso para sentir aquele cacete em minha mão.
- então está bem – falou Ricardo – irei pegar um taxi.
Ricardo despediu de nós dois e ficamos olhando os cartazes em volta. Ele escolheu um filme um tanto romântico, porém erótico, fiquei alegre com a escolha dele.
- Você pode ir comprando as entradas, eu vou ao banheiro, minhas mãos estão sujas de... ahnn pipoca – era verdade, minha mão estava suja de pipoca e a outra um pouco pegajosa por causa da inesperada porém prazerosa masturbação que fiz nele.
Ele concordou e se encaminhou para a fila para comprar as entradas. Entrei no banheiro e fechei a porta, me dirigi a pia e percebi que eu estava sozinho no banheiro, lavei as mãos e olhei para o espelho a minha frente e molhei um pouco o rosto, peguei o papel toalha enxuguei as mãos e o rosto, fechei os olhos durante alguns segundos e imaginei o corpo nu de Edu se enroscando contra o meu, isso me fez ficar em ereção.
Quando abri os olhos ele estava me olhando com olhos vorazes de anseio no reflexo do espelho, o que o deixava excitantemente sexy, eu me virei para encara-lo e ele andou até mim, segurou meu queixo e me beijou com sagacidade, eu retribui o beijo, ele me abraçou com força, me levantou e me fez sentar no mármore da pia , despiu a camisa, seus músculos do peito, abdômen e braços ficaram rígidos, ele parou de me beijar e começou a tirar a calça.
- espera, você é louco?! Alguém pode entrar! – falei quase desesperadamente com medo de que alguém pegasse a gente em pleno sexo dentro do banheiro.
- não se preocupe, junto à porta do banheiro tinha uma placa sem uso dizendo “interditado”, eu a coloquei em frente à porta e não há ninguém ai fora – falou ele me apertando contra ele.
- Bom, então acho melhor aproveitarmos a oportunidade, certo? – falei excitado.
Ele respondeu a minha pergunta com um beijo voraz, ele tirou do bolso da calça uma camisinha, tirou a calça e a cueca, seu cacete estava duro, saltei do mármore da pia o empurrei devagar contra a parede e me ajoelhei, coloquei seu pau todo em minha boca, lambi a cabeça depois o chupei com movimentos de vai-e-vem, ele gemia empurrando minha cabeça para seu pau. Ele colocou as mãos na nuca, enquanto eu o chupava minhas mãos iam explorando seu peito, braços e etc.
Ele me levantou e colocou a camisinha no cacete dele, me colocou com as mãos em cima da pia, desceu minha calça junto com minha cueca, afastou minhas pernas, e para que ele enterrasse seu pau todo empinei a bunda. Ele me penetrou devagar para que meu cú se adaptasse com o seu cacete grande.
- nossa, que cuzinho apertado! – falou ele quase como um gemido em minha orelha.
- ele é todo seu! – falei a sua orelha enquanto ele fodia meu cú com vontade, ele me abraçou com seus braços musculosos enquanto seu pau entrava e sai do meu cú.
“Porra! Como ele fode gostoso!” pensei na hora, ele gemia enquanto me comia loucamente, o que me fazia ir as nuvens de tanto prazer, segurei seus braços e os apertei quando ele enterrou de vez seu pau em mim por completo, dei um grito baixo e ele começou a me foder devagar enquanto eu fazia círculos com o meu quadril.
Eu senti o fogo que eu estava sentindo aumentar ainda mais, mudamos de posição, durante o intervalo me despi por completo, deitei no chão de costas, ele levantou bem as minhas pernas para que seu pau entrasse sem impedimentos e com vontade em meu cú, ele ficou em cima de mim e me fodeu deliciosamente, ele olhava diretamente em meus olhos enquanto me comia com voracidade. Minhas mãos agarravam suas costas fazendo com que minhas unhas o arranhassem, eu estava a ponto de gritar de tanto tesão. Com sua outra mão ele começou a me masturbar.
- tá na hora de retribuir o prazer que você me fez sentir lá na sala. – falou ele enquanto me masturbava e me comia enterrando seu pau todo em meu cuzinho.
O meu nível de tesão subiu de 100% para 120%, virei um pouco o rosto e mordi carinhosamente seu braço para me controlar.
Alguns minutos de puro prazer depois ele começou a me foder com mais vontade.
4 estocadas por segundo...
-ahhhhhhh eu vou gozaarr! – falou ele enquanto agarrava minha coxa.
- eu também vou gozar! Ahhh – senti meu esperma sendo ejaculado, enquanto meu cú apertava o pau dele, a sensação foi maravilhosa, como se o fogo que estava preso em mim fluísse através de mim queimando Edu e o banheiro. Ele deu um gemido alto enquanto gozava dentro do meu cú, não parando de estocar seu pau com vivacidade. Ele foi parando lentamente de foder e colocou seu peso em cima de mim enquanto ele arfava. Senti sua respiração forte em minha orelha. Ele levantou a cabeça e me olhou com cara de safado.
- Eu achei que isso seria melhor que o filme – falou ele sorrindo e arfando.
- Você estava completamente certo – falei respirando forte e sorrindo. Ele me beijou por alguns minutos, nos vestimos e saímos do cinema, pegamos um taxi que parou no jardim em frente a minha casa e bem perto da casa de Ricardo onde ele estava hospedado.
Esperamos o taxi ir embora para nos despedirmos.
- Eu adorei o nosso filminho particular no banheiro. Espero que haja outros – falou ele colocando a mão em minha bochecha e se arrastando até minha nuca.
Eu o agarrei pelo colarinho da camisa e dei–lhe um beijo na boca. Nossas línguas se entrelaçaram durante o beijo, ele me abraçou e aproveitei e sussurrei ao seu ouvido:
- Próxima semana estarei sozinho em minha casa, meu pai vai viajar, você esta cordialmente convidado a ficar essa semana comigo em minha casa.
– hmm, o que você acha de fazermos várias sequencias do nosso filme particular durante essa semana? - falou ele ao meu ouvido.
- Adorei a ideia – falei do modo mais safado possível na orelha dele. – estarei esperando com muita ansiedade.
- Pois eu já estou ansioso – respondeu ele me dando um imprevisível último beijo.
Olhei para o relógio em meu pulso e me assustei.
- Putz, já é tudo isso! Ainda bem que meu pai está fora da cidade senão ele cortaria minha mesada por dois meses! – falei sorrindo para ele.
Ele sorriu pra mim com seus lábios vermelhos e dentes perfeitos, esqueci durante um meio-segundo o que faria a seguir.
- Bom, então tchau! – ele sorriu e caminhou até a casa de Ricardo.
Sorri para ele sem conseguir falar uma palavra e caminhei até a minha casa, entrei no meu quarto e me joguei na cama. Logo após tomei um banho, escovei os dentes e me vesti para dormir.
Alguns minutos depois ouvi a campainha tocar. Eram mais ou menos 01:00h da manhã.
Desci as escadas me perguntando quem era àquela hora, abri a porta e lá estava ele, lindo como sempre, já com outra roupa e cabelo molhado, percebi que ele tinha saído de um banho recentemente por causa da nova onda de perfume inebriante que senti.
- Achei que você não seria contra se eu pedisse para dormir com você – falou Edu com uma cara que me derreteu.
- Eu já te disse não alguma vez essa noite? – falei olhando diretamente em seus olhos azuis. Imediatamente ele me chapou um beijo na boca, caminhamos até a escada nos beijando e nos amassando, (em meio a isso consegui arrancar sua camisa) subimos até o meu quarto do mesmo jeito.
Ele me jogou na cama e deitou sobre mim e colocou gentilmente seus lábios sobre os meus, eu abri a boca e aprofundei mais o beijo, sua língua começou a explorar minha boca começando pelos meus lábios e após se enroscando com minha língua.
Passei os meus braços por suas costas e o abracei com força enquanto ele deslizava sua boca para a minha bochecha e parando em minha orelha, ele começou a mordiscar e a passar suas mãos pelo meu corpo. Sentia que ele queimava de desejo, pude sentir sua ereção por sob a calça, ele me queria... de novo... agora...
E eu o queria também só que desesperadamente. Me enrosquei ainda mais sob o corpo dele, não queria que ele parasse, ou que alguém interrompesse ou que o telefone tocasse...
Foda-se tudo e todos!
Eu não queria me separar daquele garoto.
Não essa noite!
Não mesmo!

Fim.

Sobre este texto

J. Albert

Autor:

Publicação:22 de abril de 2013 20:37

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Este texto foi lido 426 vezes desde sua publicação em 22/04/2013. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Mário Augusto
    Postado porMário Augustoem26 de abril de 2013 16:01

    Nâo é minha praia, nem sei porque li esse texto, mas fiquei emocionado. Tomara que de certo entre vocês

  • fernando
    Postado porfernandoem24 de abril de 2013 14:49

    lindo adoreiiiiiiiiiiiiiiii achei tao fofo vcs estao juntos ate hj

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