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FANTASIAS COM A MINHA MULHER 2

Depois de muito fantasiar, em nossas transas, que estávamos em uma casa de swing, com um monte de gente vendo a gente trepando, resolvemos, depois de procurar e nos informar pela internet, ir a uma dessas casas.
Como somos bem conhecidos na nossa cidade, que é pequena, resolvemos ir até a capital, que é perto.
Cheios de medo, curiosidade e tesão, chegamos lá!
Ainda era cedo. Sentamos em uma mesa de canto, de onde podíamos ver bem, ser sermos muito notados. A casa começou a encher um pouco mais. Casais se falavam como se fossem velhos conhecidos dali. Bebemos uma caipirinha (até porque caipirinha sempre deixa minha mulher um pouco mais relaxada). Mais ou menos 1 hora e meia depois começou um show, com strip-tease feminino, depois um masculino e depois uma simulação de sexo com 2 casais. Parecia que esse era o sinal, porque, de repente, muitos casais começaram a sumir para dentro da casa.
Perguntei para ela: “Ta gostando?” ao que ela, meio envergonhada, sorriu e disse ao meu ouvido: “Muito, tô toda molhada!!!”. Para me certificar, discretamente, enfiei a mão por baixo da saia, chegando à bucetinha, que, realmente, estava bem molhada. “Vamos, então, lá dentro ver as coisas?” Sem responder, ela já levantou e me pegou pela mão (que, aliás, as nossas duas, estavam bem geladas, de tesão e nervosismo).
Seguimos as outras pessoas e entramos em um corredor estreito, aonde as pessoas tinham que passar de lado e, às vezes, se esbarrando. Depois entendemos que isso era proposital, porque vimos que muitas pessoas (mais experientes) passavam a mão nos corpos das outras. Ouvíamos sussurros, frases desconexas. Vindas dos quartos e isso aumentava o nosso tesão. Chegamos a um quarto que mais parecia um pequeno estúdio, com uma parede de vidro, e lá dentro um casal trepava sem a menor cerimônia, com muita gente olhando pelo vidro. Coloquei minha mulher na minha frente (encoxando ela pela bunda) e ficamos apreciando. Já fui levantando a saia dela (mesmo com gente em volta, circulando), até chegar ao seu grelinho duro e começar a brincar com ele, mesmo por cima da calcinha. A bucetinha estava mais molhada do que eu jamais tinha visto (ou sentido – rsrsrs). Ela colocou a mão para trás e pegou o meu pau, por cima da calça, e começou a punhetar, baixou o zíper e tentou botar ele para fora. Outros casais se beijavam, sarravam, passeavam com as mãos. Ela, sem se importar, com mais nada, vira de frente para mim, livra o meu pau, se abaixa e começa com um boquete quente. Quem está em volta, assiste com prazer. Quando noto que a minha situação está muito crítica, levanto ela e falo: “Vamos procurar um lugar melhor”.
Saímos dali (ela com a saia levantada e eu com o pau de fora) até que achamos um pequeno quarto, com um sofá bem grande, que estava livre.
Lá, começamos a nos beijar e o clima foi ficando mais quente, ouvindo aqueles gemidos e imaginando o que poderia estar acontecendo. Eu a coloco de costas para mim e apoiada nas costas do sofá, afasto a calcinha e caio de boca naquela bucetinha hiper molhada. Ela começa a rebolar na minha boca e a gemer. Ficamos assim alguns minutos, quando, de repente, olhamos para a porta e lá estava um casal nos observando: o homem atrás, apertando os peitos dela e ela, na frente dele, se esfregando. Paramos um pouco assustados. Eles notam (devem ter concluído que é a nossa primeira vez em um lugar como esse), ela sai da frente, abre as calças dele e tira o pau para fora. Levamos um susto: o pau do cara era muito grande e escuro e a mulher dele (consciente de aquilo era o grande atrativo) acaba de tirar as calças e começa a punhetá-lo, minha mulher, excitadíssima está olhando aquele mastro e me punhetando também.
Faço um sinal com a cabeça para que eles entrem de vez. O que eles fazem rapidamente e fecham a porta. Continuo por trás da minha mulher e começo a passar a mão nos peitos dela, de frente para eles (e a mulher punhetando aquele cacetão). Levanto e tiro a blusa dela, continuo passando a mão e apertando os biquinhos (duros), por cima do sutiã. Desabotoou e livro aqueles peitões à mostra para os dois. Ele faz o mesmo com ela. Os peitos dela são médios, mas são muito brancos e os bicos bem rosinhas (porque ela é aloirada, enquanto ele é alto e bem moreno, quase mulato, ambos por volta dos 40 anos). Venho pela frente dela, me abaixo e começo a chupar (os da minha mulher) ora um, ora outro. Enquanto isso, vou desabotoando a sua saia, que cai e ela fica só de calcinha, mínima, que mal tapa nada (como eu havia pedido que ela usasse). Vou para a traseira dela e começo a lamber a sua bunda, enquanto vou arriando a sua calcinha para que eles tenham uma visão boa da bucetinha dela, com os pelinhos bem aparados. Tiro a peça. Deixo ela nuazinha, toda exposta para os outros (e só em saber que tem gente olhando e apreciando aquele lindo corpo, totalmente nu, isso me deixa cheio de orgulho, tesão – acho que a ela também, porque não ficou envergonhada - e o pau mais duro). Abro um pouquinho a sua bunda e começo a lamber o cuzinho. Ela adora a idéia, empina o rabo (para facilitar), se remexe, começa a gemer baixinho, aperta os peitos, brinca com os bicos, molha os dedos na boca e enfia na buceta, sempre olhando para eles.
Faz um show para nós! Se libera totalmente, é a nossa fantasia!!!!
A mulher dele que está só de calcinha (e o cara peladão), visivelmente molhada, se aproxima, com ele, pega a mão da minha mulher e leva até o pau dele e juntas tocam uma bronha.
O cara me pergunta: “Posso tocar nesses peitos?” Eu digo para ele: “Pode! Só não pode beijar e gozar na boca, nem transar na frente ou atrás. O resto pode!!!”
Aí ele já se adianta e “enche” a mão nos peitões dela e brinca com os biquinhos, que estão duríssimos, fica ali, alisando e apertando delicadamente (ela, atentamente, observando). Ele se abaixa e começa a lamber e chupá-los, mordiscando os bicos e eu lambendo o pescoço dela, passando a mão no grelo, enfiando o dedo na bucetinha. A punheta das duas continua, sendo que a minha mulher toca pro cara e para mim, ao mesmo tempo. A mulher dele tira a calcinha e mostra uma buceta com muitos pelos, quase loiros. Ela é tão branca, que nem tem marcas de biquíni, diferentemente da minha mulher, que está um tesão com aquelas marcas de sol.
Meu amor está no paraíso!
Se vira para mim e começa a me beijar. Um beijo muito louco, muito molhado. Ele ao ver aquela belíssima bunda, virada para ele, passa a mão em toda a extensão, aperta, dá tapinhas e depois “arrasta” a mão pelo reguinho, para cima e para baixo, passando na entradinha da xana e no cuzinho (como ela me disse, mais tarde), então ela aumenta a intensidade do beijo, segurando forte o meu pau e forçando a cabeça de encontro ao seu grelinho, esfregando e gemendo. Ele se aproveita e “sanduicha” minha mulher, encostando aquele pauzão nas costas e bunda dela, esfregando para cima e para baixo. Instintivamente ela abre as pernas e ele enfia aquela rola entre as pernas e faz uns movimentos de vai-e-vem, roçando na bucetinha. A mulher passa a mão pelas costas dela, chegando até a bunda, no reguinho, no cuzinho, faz uma leve pressão e volta, dando umas “apertadinhas” nos peitões.
Ela solta um suspiro! Não reage a nada!
Eu digo no ouvido dela (ao mesmo tempo em que falo, fico passando a língua na orelha): “Vai, aproveita, vamos realizar a nossa fantasia, brinca com essa rola imensa!!!!”. Ela olha nos meus olhos, sorri, me beija de novo, empurra o cara, para que ele sente no sofá, se abaixa entre as pernas dele e começa, primeiro admirando a anatomia daquela peça, depois punhetando e, por fim, começa um delicado boquete, que vai aumentando de intensidade na mesma medida que eu sei que o tesão dela está nas alturas.
O meu pau está bem duro! Mas estou com muito ciúme (já tínhamos falado inúmeras vezes sobre esse momento, já tinha visto ela mamar um pau de borracha imaginando e me dizendo que era um de verdade, pois ela sabe que eu tenho tesão em vê-la chupando outro pau. Mas na hora H... bateu o ciúme!). Me aproximo dela e coloco o meu pau na altura do seu rosto, quase colado com o dele. Ela me entende e começa a chupar o meu, sem, no entanto, deixar de punhetar o cara. E começa a revezar: quando me chupa, toca nele, depois chupa ele e toca para mim.
A mulher dele senta ao lado dele e, com as pernas bem abertas, começa uma siririca bem lenta, enfiando 3 dedos dentro dela mesma. Ela se abaixa e começa a dividir o pau, do marido, com a minha mulher. Enquanto as duas se divertem mamando naquela rola, eu vou por trás (da minha mulher), fico de joelhos e posiciono para meter e vou enfiando bem devagar. Ela empina um pouco a bunda. Começo aquele vai-e-vem maravilhoso, vendo minha amada boquinha chupando outra rola, como ela fantasiou.
Depois de algum tempo, mudo de posição. Deito ela atravessada no sofá e faço um “frango assado”. Ela geme alto. O cara vem, pelo lado, e oferece o pau para ela chupar. O que ela faz logo. Parecia que estávamos participando de algum daqueles filmes de sacanagem que sempre assistimos! Ele começa a fazer um entra-e-sai, fudendo com a boquinha dela. A mulher vem pelo outro lado. Os dois seguram, cada um, uma perna, “escancarando” a sua intimidade. Eu começo a socar e ela gemendo. O cara tira o pau da boca, esfrega a cabeça no bico do peito e depois começa a chupá-lo. Excitada, a mulher começa a chupar o outro e a massagear o grelo (mesmo com meu pau dentro), que está muito duro. Minha mulher vai à loucura: agarra o pau dele e começa a bater uma com energia, com a outra mão aperta a bunda da mulher, com força. Geme e grita e tem dois ou três orgasmos seguidos. Eu aumento os movimentos e ela começa a me pedir: “Goza, goza, goza em mim! Me dá a tua porra! Me dá teu leitinho quentinho!!!!!” Eu não agüentando mais, dou uma gozada espetacular e encho ela com meu leite quente. Enquanto eles continuam mamando e siriricando, agora mais rápido. Ela, super ofegante, quase sem voz, pede para que parem. Tiro o pau e ela fica toda aberta, com a porra escorrendo da buceta, quase desmaiada. Vou até a sua boca e a beijo com muito tesão, carinho e amor, mesmo sabendo que ela tinha acabado de mamar um pau, chupo a sua língua, faço isso para lhe dar segurança e confiança, para que ela saiba que eu estou com ela em tudo, para sempre e dou apoio às fantasias, (que também são minhas).
Caio sentado no chão!
Então eu digo para o cara: “Aí é a tua vez, come a tua mulher para a gente ver”. Ela não se faz de rogada, se assanha e vem para o lado dele, dá uma série de mamadas e quando o pau está bem babado, ela vai se ajeitando e começa a sentar naquela cabeça . A rola começa a sumir, devagar, dentro dela. Vai, pelo menos, mais da metade e ela começa a cavalgar. É claro que transar ao lado de alguém, que está observando ou transando também, é muito bom e isso foi mexendo com a gente. Eu tento retribuir todo prazer recebido, repetindo a cena anterior. Fui até o ouvido da minha mulher e perguntei bem baixinho (fiz isso porque, se tomasse um “não”, ninguém saberia – rsrsrs): “Posso dar uma mamada naqueles peitos?”. Ela olhou para mim e concordou com a cabeça. Imediatamente fui até eles e comecei, primeiro apalpando, em seguida metendo a boca e começo a chupar um peito dela, depois o outro, revezando, mordendo os bicos clarinhos. Aí instigo minha mulher, mesmo caidíssima e que observava bem atenta, a passar a mão no outro. Mesmo não sendo a praia dela e sem nenhuma tendência a ter relação com outra mulher (muito embora saiba que a minha fantasia é vê-la deitada, com as pernas bem abertas e uma mulher chupando a sua bucetinha até ela gozar), mas com muita curiosidade por novas sensações e experiências, e cheia de tesão, ela fica de joelhos no sofá, do outro lado deles e apóia a mão no peito dela e começa a esfregar, depois aperta o bico e fica brincando. Só a visão da minha querida passando mão no peito de outra, já me deixou de pau duro. A mulher, é claro, tem muita experiência em montar aquela vara e fica pulando, desesperada, num sobe-e-desce rápido. Às vezes o pau saia da bucetinha e aparecia brilhando do lado de fora e ela enfiava de novo. Depois da terceira ou quarta saída, a minha mulher pegou, sem largar o peito, bateu uma punheta rápida e depois colocou ele de volta na xota da mulher. O cara notou e fez mais algumas vezes, de propósito, e ela repetiu o gesto todas as vezes. A mulher dele, no auge do tesão, sem que eu esperasse, pega no meu pau e começa a tocar uma punheta e o cara, vendo isso se empolga e começa a passar a mão no grelo da minha mulher, que não reage. Ela já está encharcada, de novo. De repente o dedo médio dele some dentro dela (sem nem querer saber que ainda tinha minha porra por lá) e ela começa a rebolar e a suspirar (enquanto acompanha, atentamente, a tudo o que está ocorrendo, para guardar na memória e depois, só nós 2, ficar relembrando). Caralho! Fiquei puto, ele enfiando o dedo na buceta maravilhosa da minha mulher amada (como ela também ficou – me disse depois – por ter visto a mulher me tocando)!!!! Me controlo, é o prazer dela/nosso (as regras foram estabelecidas antes e isso podia!). Depois de algum tempo nessa sacanagem: pulando no pau dele, tendo um peito chupado por mim, me batendo uma, o outro peito bolinado pela minha mulher (nessa altura já apertava todo ele e “espremia” o bico e apostaria até que só faltou um tiquinho de coragem – ou mais tesão - para meter a boca), que está rebolando e gemendo com um dedo dentro dela, ela se joga para trás e começa a gemer alto: “Me fode, me fode!!!”. Goza, começa a tremer a barriga e as pernas, e cai de lado. Larga o meu pau, ele tira o dedo todo melado de dentro. Cada um senta totalmente ofegante.
O cara ainda está com aquele “troço” duro e não gozou. Fica alisando o pau. Então eu digo: “Porque vocês (apontando para as 2) não ajudam a ele dar uma gozada?” Então elas sorriem, se entreolham e começam um novo revezamento: uma chupa a cabeça, a outra punheta pelo meio, uma chupa as bolas, a outra brinca com as mãos. E assim vai até que na hora que a minha mulher, que está chupando, sente que ele vai gozar, ela chama a outra: “Vem rápido!” e elas começam, a bater uma com a maior rapidez. As mãos das 2 davam, com sobra! E vão aumentando o movimento, às vezes a mulher passa a língua na cabeça e dá uma chupadinha rápida, até que o cara avisa que vai gozar, levanta o quadril, estica mais o pau e saem jatos de porra (e é muita porra, proporcional ao tamanho do cacete, eu acho!), caindo na própria barriga. A mulher dele enfia a boca, lambe e mama, muito gulosa, deixando tudo limpo. Ela chupando a cabeça e a minha mulher, assistindo extasiada bem de perto, segurando pelo meio do pau e continuando a bater e a “apertar”, como se quisesse espremer para tirar as últimas gotas.
Ele sentado, esparramado no sofá, ao seu lado a mulher e nós 2, em pé, abraçados. Estamos vendo a cena, sem acreditar que estávamos ali: a mulher dele toda aberta. Minha mulher fala ao no meu ouvido “Chupa ela para eu ver, chupa?!”. “Tem certeza?”. “Tenho!”. Me ajoelho entre as pernas dela, afasto delicadamente, seguro o grelo, dou umas massageadas. Ela, mesmo cansadona, colabora e facilita abrindo bem as pernas. Abro o máximo que posso a xotinha, para expor bem, e começo uma série de linguadas rápidas. Minha mulher se senta ao nosso lado para poder apreciar melhor. Aí começo a lamber com vontade e a mordiscar o grelo, que é bem saliente e, além do mais, está duro. Ela ainda passa mão na piroca do cara, que está meia bomba, mas sem nenhuma reação. A minha mulher fala para ela: “Se quiser, pode dar uma chupada no pau dele (apontando para mim), para eu ver”. Então ela, bem experiente, se levanta e diz, olhando para a minha mulher, entendendo a situação: ”Vou satisfazer a tua fantasia!”. Me manda deitar. O cara e a minha mulher se levantam. Eu deito e ela deita em cima de mim, em um 69. Eu olho para minha mulher e ela não reclama (rsrsrs). Ela ataca o meu pau e eu chupo o grelo. O cara vai para trás da minha mulher, que está maravilhada me observando, e “gruda” nela, passando os braços pela barriga (com o pau amolecido encoxando no rego) e fica massageando os peitões, apertando os biquinhos, com uma das mãos e passeando com a outra pelo corpo, inclusive na bucetinha (e se esfregando). Puxo minha mulher para perto de mim, ela se ajoelha ao meu lado e eu pergunto: “Posso meter língua no buraquinho dela?”. “Pode, pode, mete logo para eu ver e escutar esse barulhinho!”. Enfio com vontade e ela assiste (e escuta) bem de perto, quase enfiando a cara junto comigo. “Tá gostando?”. “Amando!”. Então tasco-lhe um beijão de língua, bem molhado, com o gosto da outra buceta, para ela sentir. “Mas eu quero gozar na tua boca”, eu digo. “É só você avisar!”, ela responde. Baixo a minha mão e passo pela bucetinha dela que está, de novo (ou ainda), encharcada e começo a enfiar 2 dedos e a friccionar o grelo com o polegar. Entra fácil! E volto a chupar. Fico brincando, massageando o grelo. A mulher se esfregando na minha boca, babando o meu pau e eu pegando de leve com os dentes, no grelo; a minha, gemendo muito com a siririca (e a visão). O cara se aproxima, a meio mastro, na altura da boca e minha mulher diz: “Esse momento é só nosso!”. Ele entende e fica apenas olhando. Depois de algum tempo a mulher fala: ”Mais rápido, mais rápido, eu vou gozar de novo”. Eu aumento bem a sucção e as “linguadas” e ela e se contorce toda num grande orgasmo. Vendo isso, minha mulher, faz movimentos mais rápidos de sobe e desce nos meus dedos, se contrai, suspira forte e fala baixinho, ao meu ouvido: “Estou gozando de novo, só para você! Aaaaaah!!!! Meu corpo é teu, minha buceta é tua, meu cú é teu, eu adoro fuder com você! AAAAH!!!! Meu macho!!!!!” Eu fico doido ouvindo isso! Enquanto ela goza, mete a mão, outra vez, na bunda da mulher, alisando e apertando. Me aperta e dá mordidinhas na orelha. Mando outro chupão na boca, agora com a boca cheia do “suco” da mulher, que, aliás, saiu bastante. A outra não pára de me chupar, eu aviso: “Me chupa amor, vai!!!!”. Minha mulher corre, tira o meu pau da boca dela e manda um puta boquete. Nem deu muito tempo: GOZEI MUITO! Que delícia, era a primeira vez que eu tinha uma mulher segurando meu pau para a minha dar uma chupada. Eu encho a boca de porra, ela engole e vem me beijar. A mulher ”se aproveita” e ainda dá mais umas chupadinhas, como querendo deixar o local bem limpo. QUE LOUCURA!!!!
Passada, mais ou menos, meia hora, começamos a nos vestir. Nos arrumamos para ir embora, ainda “grogues” com a nossa noite de sexo. Quando vamos nos despedir, o cara nos diz: “É uma pena a gente não chegar aos “finalmentes”, porque eu gosto muito de ver a minha mulher sendo comida por outro cara e adoraria enrabar a tua, ela é muito gostosa e essa bunda é uma loucura!”. Ao que eu respondo: “Para nós, fica por aqui, mas tem muitos outros casais por aí”. “Pois é nós vamos continuar a noite!”. E eu reparo que, só de falar, o pau dele começou a ficar duro.. Nós já estamos vestidos (e os 2 ainda nus), quando a mulher dela fala: “Será que você deixaria ela nos dar de presente a calcinha?” Eu olho para ela, como perguntando. Ela, sem dizer nada, levanta a saia, bem sacana, se exibe um pouco mais e com ela levantada, esfrega bem a calcinha na xota e depois tira a peça, esfrega mais um pouco na rachinha, sempre gemendo baixinho, e “pendura” no pau do cara (que já está bem duro, de novo), dando-lhe uma punhetadinha. O cara pega a calcinha, esfrega no cacete, depois no nariz e passa a sua mulher, que também “cheira”, depois passa a língua no “molhadinho” e esfrega na própria xana. Em seguida, me manda um selinho nos lábios e manda um nos da minha mulher também: “Adorei, vamos repetir!” “Sim, vamos, quem sabe?!”
Saímos de volta para o bar, pagamos a conta. Muita gente ainda chegava e muitas entravam naquele “labirinto”. Eram quase 3 da manhã e, pelo jeito, aquilo iria até as 7. Saímos e fomos pegar um táxi.

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Sobre este texto

J. C. Nepomuceno

Autor:

Publicação:8 de maio de 2015 09:45

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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  • claudiosorocabasp
    Postado porclaudiosorocabaspem18 de agosto de 2015 14:43

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  • claudiosorocabasp
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