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FANTASIAS COM AMINHA ESPOSA 1

Olá amigos!
Tenho lido muitos depoimentos, aqui nesse site, e sei que muitos deles (a maioria) não passam de fantasias dos leitores. Por isso resolvi escrever a minha também.
Sou casado e eu e a minha esposa temos um excelente relacionamento, em todos os setores, inclusive na cama. Nos amamos muito! Mas com o passar do tempo é óbvio que a relação, pelo ponto de vista do sexo, tenha tendência a esfriar um pouco, por causa da vida atribulada que a gente passa a ter.
E conosco não foi diferente!
Sempre que transamos, nós gostamos de ver filmes de sacanagem, ela sempre fica extremamente encharcada. Sempre falo muitas sacanagens no ouvido dela e ela fica doida.
Minha mulher é maravilhosa, tem um corpo espetacular e sempre chama a atenção na rua, tanto de homens como de mulheres: morena, seios e bunda grandes. Eu já sou um pouco mais velho, não sou propriamente atlético e tenho um pau dentro dos padrões normais (nada igual ao desses atores pornô).
Há tempos eu venho fantasiando as nossas transas com mais uma mulher nos assistindo e se masturbando ou com um casal transando ao nosso lado, mas sem ser swing.
De tanto falar nisso, resolvemos ver na internet assuntos a respeito e chegamos a um site que oferecia homens, mulheres e casais como acompanhantes. Entramos em contato e explicamos exatamente o que queríamos e quais as características das pessoas.
Marcamos o dia e o local. Estávamos com muito medo e muito excitados. Me preveni e tomei um comprimidinho azul, para poder agüentar o batidão (rsrs). Apanhamos o casal no local combinado e nos dirigimos a um motel.
Lá chegando, começamos a beber umas cervejas, para descontrair e a jogar um pouco de papo fora. Passados uns 20 minutos o cara, que chamaremos de A, moreno claro, 1,80, 80 kg, disse: “Bem está na hora de começar”. Disse e já partiu em uma chupação de língua na menina, que chamaremos de Z. Ela era do tipo mignon, bem proporcional, cabelos castanhos claros, em 1,65, com uns 55 kg. Era uma esfregação e uma gemeção, até que ele começou a tirar a blusa dela e o sutiã. Nós permanecíamos sentados no sofá, só olhando. Ele começou a mamar nas tetas e apertar-lhe a bunda. Ela só nós olhava e, às vezes, piscava o olho. Logo depois ele tirou a calça dela, deitou-a, afastou a micro-calcinha e começou a chupar a bucetinha raspadinha. Ela rebolava, se mexia, gemia e apertava a cabeça dele (sei que eles eram profissionais, mas não me pareceu que fosse somente uma encenação por parte dela). Depois de algum tempo, ele se levantou e aí foi a hora dela começar a tirar a roupa dele: primeiro a camisa, com direito a chupada no peito dele, depois a calça e a "passação" de mão no pau dele, que já estava duro (e maior do que o meu), por fim ela tira a cueca fazendo questão de nos mostrar que o pau dele está para fora e duro e começa a fazer um boquete (sempre nos olhando).
Minha mulher começou a ficar assanhada e a passar a mão no meu pau por cima da roupa. Não me fiz de rogado e passei a mão nos seus peitos. Nos atracamos num beijo, enquanto ela começou a abaixar o zíper da minha calça e a enfiar a mão por dentro até pegar no meu pau, que já estava duro. Tirou ele e, assistindo ao boquete, começou a me punhetar. O cara percebeu e imediatamente deitou a garota, tirou a calcinha, apontou a cabeça e passou a enfiar, no que ela começou a gemer.
Eu tiro a blusa da minha mulher, (ela estava sem sutiã, como eu pedi) e começo a chupar aqueles peitões (que eu adoro) e ela continuando na punheta. Sem parar com nada, meto mão por baixo da sua saia (eu pedi que ela fosse de saia e sem calcinha) e começo a brincar com o seu grelinho. Ela estava encharcada!! O dedo entra muito fácil.
Me levanto, pego ela pela mão e vamos até a cama, aonde os dois continuam fudendo. Ali em pé, com os peitos a mostra, ela olhando fixamente para o casal, tiro a saia, rapidamente e começo a esfregar o grelo. Ela volta a pegar o meu pau e a punhetar. Tiro as minhas roupas logo! O casal nos olha atentamente e eu pergunto ao cara: “Aí, minha mulher não é muito gostosa?” Ela fica vermelha de vergonha, mas eu inicio um novo beijo e jogo ela na cama e começo a chupar a buceta. Ela prefere se sentar na cama, na beirada, enquanto eu continuo chupando, ajoelhado no chão, porque assim ela pode ver os dois transando. Não demorou 5 minutos e minha mulher tem um tremendo orgasmo na minha boca. Totalmente mole, eu puxo o corpo ela, para ficar deitada e começo a meter o meu pau, na posição de frango assado. O casal muda de posição para pode assistir melhor: ela fica de 4 e ele atocha por trás. As 2 mulheres estão lado a lado e gemem alto. Vendo a gente fuder, isso incentiva a eles e ela começa a pedir para meter com força, o que ele faz. Ela tem (ou finge ter) um orgasmo bem barulhento e o cara avisa que vai gozar. Aí nós paramos e eu peço para ele gozar em cima da bunda dela. Ele faz e sai muita porra. Eu volto ao ataque à minha esposa: deito de costas e mando ela cavalgar, de costas para mim e de frente para eles. O cara fica assistindo, enquanto a garota se limpa da porra. Minha mulher está doida: sendo fudida por mim e observada por um casal. Ela passa a mão no grelo, chupa o bico do próprio peito, passa os dedos na buceta e lambe e geme, geme muito.
Z, depois de se limpar, senta-se ao nosso lado (e o cara no sofá) e fica observando minha mulher subindo e descendo. Então ela faz uma coisa que nós não esperávamos: ela começa a alisar os peitos da minha mulher, brincando com o biquinho. Nós não esperávamos que ela fizesse isso por 2 motivos: porque não havia sido combinado e não esperava que minha mulher aceitasse. Mas ela aceitou e gostou. A garota esfregava a mão nos peitos dela, apertava os bicos e minha mulher estava de um jeito que eu nunca tinha visto. Gemia, gritava, se lambia e cavalgava. Eu apertava a sua bunda e passava o dedo no cuzinho. Ela caiu para trás, meu pau saiu e ela gozou muito, esfregando a própria buceta. Não me lembro de ter visto ela gozar tanto.
Eu, que sempre gozo rápido, ainda não tinha gozado e, mesmo vendo ela totalmente mole, pedi para pagar um boquete, para eu gozar na sua boca. Ela mal conseguia se levantar, mas mesmo assim veio e chupou com muita vontade. Aí me deu um estalo e eu pedi para ela não engolir e jogar toda a minha porra em cima dos peitos e da barriga de Z. Assim foi feito: Z se deitou ao nosso lado, eu dei uma gozada como, também, há muito não dava e ela acumulou na boca e depois deixou cair nos peitos e na barriga dela e nós ficamos vendo Z espalhar o meu líquido nela mesma, com aparente satisfação.
Demos uma descansada, mais uma seção de cervejas e água (porque ninguém é de ferro). Conversamos sobre amenidades, se eles gostavam desse tipo de profissão, se eles se sentiam bem com vários parceiros e coisas do tipo.
Depois de uma meia hora, liguei a TV e coloquei no canal pornô. É claro que já tinha a maior foda passando. Como eu estava sob o efeito da “pilulinha”, o meu amiguinho já começou a dar o ar da graça e eu comecei a dar uns peguetes na minha mulher. Comecei no pescoço, como ela gosta, fui descendo e já pegando um peitão e, sem perder tempo, esfregando o seu grelo. De novo ela estava muito molhada. Ela agarrou o meu pau com tanta força que parecia que queria tirar ele fora. Agora nós é que fazíamos o espetáculo para eles. Sempre olhávamos para eles e vimos que o pau do cara começou a fica duro.
No sofá mesmo, Z já começou a se encaixar no cara, sempre olhando para nós, sendo que eu não sei (nem nunca saberei) se ela estava mesmo excitada com tudo aquilo ou se ela era muito larga, pela facilidade com que entrou. O certo é que ela “escorregou” no pau de A e começou uma cavalgada fantástica. Para melhorar a brincadeira, fiz o mesmo: sentado na cama, virado para eles, sentei minha mulher em outra cavalgada. Nós transávamos, literalmente, um em frente ao outro.
Aquilo era um ambiente de sexo puro!
Z saiu de cima, o cara se levantou e ela se ajoelhou e começou um tremendo de um boquete. Engolia ele todo, babava bastante, lambia as bolas, punhetava com vontade. Sempre olhando para a gente, como querendo mostrar que sabia fazer um boquete. De repente, vendo que minha mulher não tirava os olhos da chupada, pergunta se ela não queria participar. Imediatamente eu digo que não: chupar não podia! Mas se ela quisesse eu deixaria ela tocar uma bronha no pau de A. Meio sem graça, ela não sabia o que fazer. Logo Z puxou o cara para mais perto de nós e eu disse que ela podia tocar uma no cara. Ela estendeu a mão e, muito timidamente, segurou o membro, sem sair de cima da trepada, começando uma punheta lenta. Aos poucos foi se soltando e já segurava com mais força, gemia e saltava no meu pau com força. Punhetava, gemia, trepava, estava como eu gosto: uma verdadeira puta na cama. Botei ela de 4 e mandei A ficar na cabeceira da cama. Enquanto enfiava por trás, ela masturbava o cara bem de frente, agora com mais velocidade e com as 2 mãos. Ela podia ver, e eu também. Sem ninguém esperar, Z avançou, de novo, nos peitos da minha mulher e se arriscou mais ainda, descendo até o grelinho dela. Aí minha mulher pergunta: “Amor, eu posso dar uma chupadinha nele? Deixa? Quero sentir esse pauzão na minha boca!” Fico um pouco indeciso, muito com ciúmes. “Deixa eu dar uma mamada nessa rola?!”, mas já que era para o prazer dela e nós estávamos doidos de tesão, deixei; mas aviso: “só não pode gozar na boca!!!!”. Ela muito assanhada e doidinha, começa passando a língua na cabeça, fica assim poucos minutos e depois cai de boca e enfia ele todo e manda uma chupeta como só ela sabe fazer. Chupava e punhetava ao mesmo tempo. O pau era grande e ela não consegue botar ele todo na boca, como faz com o meu, mas mesmo assim tenta. Era o meu pau dentro dela, a mão de Z no grelo e ela chupando o cara. Como ela estava de 4, aproveitei e comecei a massagear o cuzinho dela, que começou a “piscar”e aceitou bem um dedo meu. Não preciso dizer o que aconteceu. Ela teve uma sequência de orgasmos inacreditável, depois do qual ela caiu de lado na cama e ficou “estatelada”.
Completamente zonza, eu pedi a A que tocasse uma punheta dizendo que era para minha mulher. Ele começou logo, com a piroca ainda brilhando da baba, olhando para ela dizia que era para ela, que ela era muito gostosa, que se pudesse ele comia ela, que lambia ela toda, que chuparia o grelo até ela gozar, que metia no cuzinho dela bem devagar. E minha mulher mais mole ainda, com a respiração super ofegante, abriu bem as pernas, se mostrando toda, escancarando a bucetinha, mostrando o grelo durinho, sem pudor nem vergonha e começou a se tocar mansamente, passando os dedos na buceta, nos bicos, enfiando na boca, prestando atenção na punheta do cara e nas sacanagens que ele falava: “Essa rola é toda tua, gostosa, no dia que puder eu te meto até o talo nessa buceta linda”. Então eu caí de boca e chupei o líquido dela. Foi como se uma corrente elétrica tivesse passado pelo seu corpo. Ela tremeu toda! Gemeu alto, quase gritou! Nem sei se minha mulher gozou de novo, de tão caída que estava. A continuava se masturbando e dizendo sacanagens e Z também esfregava a buceta vendo tudo aquilo.
Eu só pedi a A que quando fosse gozar que o fizesse na boca de Z. Depois de alguns minutos ele disse que iria gozar, aí eu falei para minha mulher ajudar a ele jogar porra na boca da garota. Ela se levantou, ainda zonza, agarrou o pau dele, deu uma meia dúzia de chupadas firmes, sentindo que ele iria gozar, tirou da boca e tocou uma com bastante energia. Z se posicionou, de joelhos, ao lado deles e o cara gozou bastante, na boca de Z e também na mão da minha mulher. Quando acabou, falei para ela limpar a mão no corpo de Z. Ela esfregou bem a mão pela barriga dela e deu umas resvaladas nos peitos e na virilha, mas não quis se aventurar mais do que isso.
Como era minha vez de dar a 2ª gozada e minha mulher estava grogue, deitei ela de lado e cravei-lhe o pau, na posição que ela mais gosta. Não precisou muito tempo e a inundei com a minha porra.
Ficamos ali deitados bastante tempo, quase 1 hora. Eles resolveram tomar banho e nós fomos assistir e pedimos que fizessem bastante sacanagem debaixo do chuveiro, quando ele voltou a comer ela, em pé. Daí nós pedimos para ele comer o cuzinho dela. Ele deu umas passadas de sabonete e foi metendo lentamente, passou a cabeça e o resto foi entrando devagar. Nos posicionamos dos dois lados de Z para poder ver melhor o pau entrando e saindo do cuzinho. Chegamos, até, a agarrar, cada um, uma banda da bunda, para arreganhar mais e melhorar a visão e minha mulher, com a outra mão, segurou o pau dele, como se quisesse “facilitar” a entrada. Z metia 2 dedos na buceta, machucava o grelo, de tanta força que fazia, que acabou gozando (ou fingindo) de novo. A tirou um pouco e nós vimos a sua porra (agora pouca quantidade) ser esparramada na entrada do ânus dela. Minha mulher, segurando o pau dele, esfregou a cabeça no cuzinho e espalhou a porra na bunda e no buraquinho. Eles acabaram o banho aí foi a nossa vez. Só que o nosso foi rápido porque eu queria voltar para a cama para, também, comer a bunda da minha mulher.
Meu pau estava duro (azuiszinhos são bons mesmo!!!). Passei um pouco de cuspe, ainda estava molhada do banho, a posicionei deitada de lado e deixei que ela fizesse a introdução (como gosta de fazer). Foi entrando muito lentamente, porque não fazemos anal com muita freqüência. Passou a cabeça, fui estocando devagar, abri as pernas dela, o que dava uma visão melhorada para os que assistiam. Minha mulher começou a brincar com o grelo e eu perguntei a ela se ela deixaria Z brincar e ela, muito sem graça, mas com tesão, disse que sim. Z sentou-se ao nosso lado, arreganhou as pernas, deixando a sua xota totalmente aberta e começou então uma belíssima siririca, nela, com uma das mãos e na minha mulher, com a outra. A só assistia, mas estava sem fôlego para qualquer coisa mais, por mais que passasse a mão no pau mole. Minha mulher gritava, pedia para meter com força, mandava Z tocar mais rápido e enfiar um dedinho também e ela estava tão molhada, que Z enfiou 2 dedos com certa facilidade, ao mesmo tempo em que continuava com a massagem. Aí eu mandei Z pegar um consolo, que de vez em quando a gente usa e meter na buceta da minha mulher.
Ele assim fez: pegou o consolo (que é grande) e foi enfiando, bem devagar, sem que eu tirasse o pau do seu cuzinho, ligou o vibro. Minha mulher gemia muito alto. Era uma DP, a nossa DP! Z começou com estocadas leves e passou para mais fortes. Massageava o grelo. Aí Z parou com o movimento do consolo, deixou ele enterrado até o talo, vibrando na xota da minha mulher e ficou com as mãos nos 2 grelos, com intensidade e velocidade. Eu aumentei as minhas estocadas no rabinho dela. Então aconteceu aquilo que eu sempre li, mas nunca pensei que acontecesse: gozamos os 3 juntos. Dessa vez, nem porra saiu.
Ficamos ali mais um pouco, tomamos mais um banho, pagamos (o motel e a eles), saímos e deixamos no mesmo ponto de encontro, dizendo que, de repente, algum dia voltaríamos a chamá-los. Voltamos para casa com tudo ardendo e por, pelo menos, 1 semana ficaríamos só nas recordações. Só que no dia seguinte, entrei no banheiro, na hora em que ela tomava banho e a vi nua; tirei a minha roupa, entrei no box junto com ela e toquei uma punheta para ela assistir e falando dos momentos que tínhamos passado. Quando ia gozar, abaixei ela um pouco e gozei nos peitos, depois esfreguei e lambi bem a minha porra espalhada.
Hoje, isso deu um upgrade na nossa relação. Sempre que transamos, lembramos daquele dia e dos detalhes e isso aumenta em muito o nosso tesão.
Já estamos pensando em um dia repetir a dose

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Sobre este texto

J. C. Nepomuceno

Autor:

Publicação:8 de março de 2015 20:32

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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