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Do fundo do baú

a esfregadinha

Uma noite dessas, meu marido perguntou se eu queria ir na cama do meu cunhadinho, deitar de ladinho e ficar esfregando o bumbum no pau dele, só pra ver qual seria a reação, e eu perguntei se era só esfregadinha, pois eu achei muito pouco, já que o melhor é quando a gente é introduzida, mas mesmo assim eu aceitei.
Bem de vagarinho eu me aproximei da cama dele e meu marido ficou olhando de longe; ainda em pé eu comecei a esfregar o pezinho naquele calção para sentis se aquele pau esta durinho, e, bastaram apenas uns toques para aquele pintinho se transformar em uma barra de ferro, ai eu vi que estava na hora de me deitar e começar a excitá-lo mais.
Da longe meu marido fez sinal para eu deitar e começar, ai eu fiz como ele pediu; comecei a rebolar naquele pau mesmo por baixo do calção, e meu cunhadinho continuava quietinho só se deliciando, e eu idem.
Depois de algum tempo sendo excitado, ele não resistiu, tirou o calção e encostou aquele pau grossão no meu bumbum, confesso que naquela hora senti vontade de abrir as pernas pra esconder aquele pau latejante e quente que estava igual a uma barra de ferro de tão duro, mas tive que me conter por que meu marido tinha dito para eu somente ficar esfregando sem abrir as pernas.
Lembro-me que estava usando uma calcinha bem larguinha que gostava muito, pois deixava a minha bocetinha bem livre, e nesse ponto a calcinha já estava toda encharcada, tanto do que saia de mim quanto do que saia daquele pauzão, era um liquidozinho transparente e viscoso; eu não estava mais resistindo ficar com as perninhas fechadas, mas lembrava do que meu marido tinha pedido e também ele estava me olhando de longe.
A casa estava escura e não dava pra ver muita coisa nítida, e quando eu procurei meu marido, ele tinha saído de onde estava, ai eu fechei os olhos pra me concentrar mais, foi quando senti um tapinha no pé, era ele que tinha vindo rastejando para não ser notado, ai ele deu uma puxadinha de leve na minha perna, deixando eu entender que podia levantar uma perna e fazer o que eu mais estava querendo naquele instante, ai amigos, eu não pensei duas vezes.
Levantei uma perna, puxei a calcinha de lado, meu cunhado segurou aquela barra de ferro, deu uma alisadinha básica na minha bocetinha e foi empurrando bem de vagarinho, que delícia! Estava tão lubrificado que apesar daquele pau ser bastante grosso, eu nem percebi, era tudo que eu estava esperando; ai eu continuei e rebolar e dei a primeira gozadinha e com mais intensidade continuei naquele movimento, dai a pouco ele me segurou firme pela cintura e aumentou a velocidade, aquele pau entrando e saindo em mim era tudo de bom, eu não queria que acabasse, estava delicioso, daí a pouco, um gemidinho apertado na minha nuca, era ele gozando, derramando aquele liquido quentão dentro de mim, ai eu também botei dois dedinhos na minha bocetinha, comecei a esfrega-la e juntinha com ele dei mais uma gozada.
Depois , ficamos mais alguns minutos relaxando, ai eu me levantei para completar a noite com o maridão que já estava quase subindo a parede de tesão, gozamos mais umas vezes e apagamos.

Sobre este texto

jani

Autor:

Publicação:2 de abril de 2012 15:13

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Este texto foi lido 793 vezes desde sua publicação em 02/04/2012. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • jani
    Postado porjaniem9 de abril de 2012 09:33
    jani é uma autora no História Erótica

    obrigada pelos comentários.

  • rebfontes
    Postado porrebfontesem5 de abril de 2012 12:53

    que tezao minha kerida
    tb gostava de ser teu cunhado
    bjs

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