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SENHOR DO BONFIM - partes I & II

PARTE I

Tudo o que vi, tudo o que toquei, cheirei e saboreei, extasiou-me de tal forma que nem a melhor foda, que pudesse experimentar, conseguiria fazer.

Em todo o meu tempo, na carne, me senti nua. Na verdade, procurei me sentir nua. Adorava. A pele exposta mostrava-me com fulgor semelhante ao Sol. Era magnífico.

Amava dinheiro como amava vermelho. Vermelho, hoje, que só vejo do meu ânus.

Não sei explicar por que gostava de ser chamada de puta. Adorava ser reconhecida pelas minhas odisseias sexuais. Isso era quase cultural na minha família.

Até a pouco tempo era sutil, discreto, calculista, perfeccionista, rápido. Mãos hábeis para qualquer trabalho desde que fosse do meu feitio.

Rompi com meu namorado. Fato este que me deu muito mais liberdade (e nudez) nos momentos derradeiros de minha vida.

Felicidade.

Felicidade.

Me mudei para Salvador em abril de 1989. Pensei que fosse um ótimo lugar para os meus negócios.

Passagens compradas. Iria passar o carnaval de 1991 com minha irmã em Salvador.

Por três anos exerci minha profissão sem levantar qualquer suspeita. Minha criação de porcos e vermes era muito útil

Morria de medo de avião, por isso fomos de ônibus.

Minha conta bancária era invejável, mas não podia viver com luxo. Também não gostava muito. Unia o útil ao agradável.

Passei horas nua no banheiro do ônibus. Era uma forma de a viagem, de dezoito horas, passar mais rápido.

Quando me instalei em Salvador percebi que podia lucrar muito. Com aquele bando de pessoas tapadas, cobertas de pulseirinhas do Senhor do Bonfim, poderia receber muito mais encomendas. E recebia. Conseguir um coração tinha ficado muito mais fácil.

Quando fui pra Salvador, no carnaval de 1991, esperava ter minhas sensações mais carnais e libertinas. De fato tive, mas não sabia que iria ser dada aos porcos.

Em 1990 meu trabalho me rendeu tanto dinheiro que pude comprar uma cobertura com bastante conforto para minha mãe e uma casa de férias pra mim em Miami. Miami era meu retiro quando eu me dava folga. Casa era simples, mas ficava de frente pro mar.

Muitas pessoas acham que eu não tenho estudo. Infâmia que me assombrava. Até meus 17 anos estudei no melhor colégio de Porto Alegre.

Como em 1990 foi um ano de vacas gordas, talvez por otimismo, pensei que 1991 seria também.

Me mudei pro Rio de Janeiro em 1988, quando tinha 18 anos. Morava com minha irmã que já morava lá há quatro anos. Ela tinha 24.

No início da minha carreira promissora usava apenas larvas. Cultura vinda de meu pai. Depois que fiz medicina e curso de autópsia, me profissionalizei. Com reconhecimento, principalmente, internacional, era o brasileiro mais atuante no mercado.

Saí do apartamento à beira-mar da minha irmã e fui morar na favela com meu namorado. Me sentia em casa. Tomei gosto, e vício, pela nudez, o sexo e todas suas variações

Até fevereiro de 1991 tinha recebido cerca de 7 encomendas. Houve anos que eu não recebi cinco. Eram três corações, um fígado, dois rins e uma córnea. Isso me totalizava um lucro de 5,7 milhões de reais. Na época, tudo era bem valorizado. Não havia muitos profissionais na área.

Em janeiro de 1991 rompi com meu namorado. Pensava que a fossa não era lugar pra ninguém. Por isso, no carnaval deste mesmo ano, fui para Salvador com minha irmã.

Até o carnaval de 1991 eu já tinha entregue dois corações, dois rins e a córnea. Faltava um coração e o fígado.

Cheguei na quinta-feira pela manhã. A cidade estava muito cheia. Eram foliões para todos os lados. Pulseirinhas do Senhor do Bonfim brotavam feito semente de abóbora. Fedia, mas quem ligava pro cheiro com toda aquela diversão?

Com a cidade lotada de turistas com pensamentos medíocres e pulseiras do Senhor do Bonfim, decidi buscar meu coração. Tudo devia estar de acordo com o cliente. As especificações do fígado e do coração eram congruentes.

Não queria perder tempo. Cheguei no albergue, me instalei, troquei de roupa, vesti meu abadá, meu shorts jeans e saímos eu e minha irmã. A expectativa se sair atrás do trio era muito grande. Tão grande era, também, a vontade de me atracar com o máximo de homens que eu pudesse.

Era quinta-feira e o carnaval da cidade começava. Peguei meu abadá para me disfarçar entre os foliões. Precisava de uma mulher desesperada por sexo, assim, seria mais fácil leva-la pra minha casa. Tinha o corpo com músculos bem definidos. Isso deixava muito mais fácil a caçada.

Cheguei na festa. Devia ter mais de 100 mil pessoas. Comprei minha pulseira do Senhor do Bonfim e fui logo pro meio da galera. Lá, vi um homem alto, bonito e bem forte. Comecei a me insinuar pra ele. Quando o vi queria ficar nua imediatamente, mas me controlei.

Vi uma mulher de beleza pobre se insinuando pra mim. Cheguei mais perto. Ela piscou pra mim e meu bolso também piscou. Nem nos cumprimentamos, já fomos logo nos beijando. Seu beijo era bom, mas sua boca tinha gosto de vodca. Eu detestava vodca.

Ele veio perto de mim e eu o agarrei como se não houvesse amanhã. De fato não houve.

Convidei-a pra ir até minha casa para continuarmos e fazermos o que queríamos fazer ali mesmo. Ela relutou um pouco, mas logo aceitou. Eu morava perto da avenida onde os trios passavam.

Ele me convidou pra ir até sua casa. Por dentro eu me dizia: “diga sim logo! Vai logo. Não importa se você vai parecer uma vadia, vai!” Mas eu tinha que ter um mínimo de dignidade. No primeiro momento eu neguei, porém ele insistiu, então eu fui obrigada a ir. Obrigada o caralho! Eu estava me controlando pra não tirar minha roupa e pular no colo dele. Queria que ele também estivesse sem roupa.

Ela foi ate à minha casa. Mal chegamos e ela já estava tirando a roupa. Usava uma lingerie preta com detalhes rosa que a deixavam muito sensual. Apesar de sua beleza pobre, ela tinha os seios, não muito grandes, mas davam para encher a mão e a boca. Suas nádegas eram bem redondas e proporcionais ao seu corpo, eram bonitas. Ela devia ter 1,60, pois era uns vinte centímetros menor que eu.

Logo que entramos, em sua casa, eu tirei a roupa. Queria ficar completamente nua, mas me mantive um tempo de lingerie. Assim que me despi, fiquei parada na sua frente. Ele ficou me comendo com seus olhos verdes. Em seguida tirou sua blusa e sua bermuda. Ele tinha pernas bem fortes e bonitas. Seu abdômen era bem torneado, assim como seu peitoral atlético. Apesar da cueca azul marinho, deu para reparar bem no volume que seu pau duro fazia. Parecia bem grande. Isso me deixou excitada e molhada instantaneamente.

Tirei minha roupa e logo meu pênis ficou ereto. Ela me observou por três segundos e me agarrou. Eu me deitei na cama e ela me beijou. Primeiro minha boca. Depois foi descendo até que chegou perto da minha cueca. Tirei minha cueca e ela chupou meu pênis. Ficou chupando por dez minutos mais ou menos. Seu seio tocava minha perna. Isso era muito excitante, mas não queria sentir nada, me controlei.

Eu o agarrei e ele se deitou. Beijei todo o seu corpo e, depois paguei-lhe um boquete. Seu pinto tinha um sabor adocicado. A cabeça era bem grande. Quase que ela ocupava toda a boca. Quando terminei tirei o sutiã e a calcinha. Em um salto sentei em cima dele e enfiei seu caralho em mim. Comecei à cavalgar vagarosamente, assim, sentíamos mais prazer. Ficamos assim por meia hora até que gozamos juntos. Sentia sua porra dentro de mim e isso me fazia explodir mais ainda de prazer. Depois que gozamos, ele me pegou no colo, me deitou na cama e começou a lamber minha xota. E rapidamente gozei de novo. Foi a melhor foda da minha vida.

Ela tirou o resto da roupa e começou a cavalgar em cima de mim. Mostrava delírio com seu seio balançando perto da minha face. Por várias vezes ousei chupa-los e lambe-los. Eram deliciosos. Depois que o orgasmo fora consumado, eu a peguei no colo e a joguei na cama. Chupei sua vagina e ela gozou outra vez. Sua vagina parecia ter sido arquitetada por divindades. Era pequena e bem desenhada. Era depilada e parecia virgem. Toda vez que a via, me dava água na boca. Quando terminei ofereci-lhe um vinho. Eu adorava vinhos então, tinha sempre um em casa. Era um luxo que gostava e sustentava. Fui até a adega buscar um Pinot Noir de 1912 que eu tinha comprado num leilão no Chile. Ele havia custado vinte e dois mil e quinhentos reais aproximadamente. Na taça dela, pinguei três gota de uma substância que eu sempre usava com minhas vítimas.

Ele me ofereceu um vinho e eu aceitei. Não bebia vinho, mas não custava nada eu aceitar. Provei um gole e cai na cama.

Aquela substância, o vambton era bem eficaz. Ele não matava as pessoas, apenas às deixavam sem reação. Elas conseguiam enxergar, cheirar, saborear, escutar e, o melhor de tudo, sentir tudo que acontecia à sua volta, inclusive a dor. Quando ela caiu na cama, percebi que a substância tinha feito efeito. Carreguei-a e levei-a até uma sala no subsolo da minha casa. Lá havia uma maca e instrumentos cirúrgicos. Eu a depositei na maca e tapei sua boca. Iniciei a retirada de seus órgãos. Com o bisturi e sem anestesia fiz um corte preciso desde entre seus seios ate logo acima de seu umbigo. Depois cortei do início do corte até os ombros, formando um grande Y. Ela gemia bastante, mas não conseguia se mover. Lagrimas de desespero desceram sobre sua face. Ela revirava os olhos de dor, mas permanecia lúcida. Todo o processo devia ser feito com ela ainda em vida, apenas para garantir a durabilidade dos órgãos.

Ele me pegou no colo e me levou até uma sala escura. Me pôs numa maca e tapou minha boca. Estava muito assustada. Ele começou a cortar meu corpo de cima a baixo. Como não estava anestesiada, senti cada avanço do bisturi. Quando terminou ele colocou uma coisa no meu peito que eu não sabia o que era. A coisa tinha uma manivela. Ele girou a manivela e eu queria conseguir implorar pela morte, mas não conseguia falar. Pensei que durante o corte eu tinha sentido dor. Mas a dor da coisa abrindo meu peito era insuportável. Aquilo abria meu tórax, deixando meu coração e meu pulmão expostos. Foi a maior dor que já senti.

Peguei minha asa-asteca e coloquei no seu peito. O abri rapidamente. Escutei sete estalos, eram costelas quebrando. Com o auxílio dos meus instrumentos, abri seu abdômen até que tudo estivesse à mostra. Prendi as peles para que elas não me atrapalhassem. Iniciei o processo examinado todo o seu corpo. Quando cheguei no útero, percebi que estava um pouco dilatado. Existia um feto no seu interior. Antes que ela morresse, disse-lhe que estava grávida. Por mais uma vez ela chorou. Neste momento, por mais impressionante que seja, eu tive pena dela e do bebê que estava por vir, porém eu sou muito egoísta então, continuei o processo de retirada dos órgãos. Mas pensei que não podia deixar o feto morrer, mesmo que não fosse meu, então, peguei outra maca.

Ele examinava minhas vísceras. E, de repente, me disse que eu estava grávida. Chorei de emoção por estar grávida e desespero pelo fato de meu bebê morrer naquele momento.

Me sentei na maca e, fiz um corte não minha barriga. Não me anestesiei. E, com técnicas experimentais, empurrei o intestino delgado para o fundo e o grosso para baixo. Implantei o útero dela em mim, numa tentativa de salvar o bebê. Fiz ligações do meu corpo com o cordão umbilical e o útero, unindo vasos sanguíneos, e fechei minha barriga. Tive que esticar bastante a pele pois era magro. Me costurei. Por sorte meu corpo não rejeitou o útero. Providência divina. Com dez minutos terminei o implante do útero em mim, então voltei a retirar seus órgãos. Iniciei pelo fígado para que ela não morresse. Coloquei-o num pote cheio de larvas que comeriam o tecido morto. Depois depositei-o num recipiente próprio para transporte de órgãos. O mesmo fiz com o coração. E, assim, ela morreu.

Ele me disse que tentaria salvar o bebê, o que me tranquilizou. Agora estou morta e não sei o que aconteceu com meu neném, mas espero que tenha sobrevivido.

Pronto. Terminei. Peguei o resto do corpo, moí e joguei aos porcos.

***

PARTE II

Estava, tecnicamente, grávido. Minha gestação foi tranquila. Tinha um amigo que era conivente com meus feitos. Sabia de tudo que eu fazia. Ele era obstetra e ia me auxiliar no parto. Seu consultório ficava na área hospitalar de salvador.

Quando comecei a engordar, apareceram várias estrias que me incomodavam muito. Perguntei ao meu obstetra se havia solução pra aquilo. Ele disse que a solução seria uma cirurgia plástica para removê-las e que ele poderia me indicar o cirurgião. Mas isso não vem ao caso.

Fiz várias ultrassonografias e, com sorte, ele cresceu saudável. Dia 22 de outubro de 1991 ele nasceu. O parto foi de risco, pois eu tive eclampsia. Mas tudo ocorreu bem e Marccio nasceu. Com 53cm e 2,820kg.

Contei toda a história pra minha mãe e ela cuidou de Marccio enquanto fazia minha cirurgia pra retirar as estrias.

Sempre me dediquei a cuidar de Marccio. Quando ele tinha quatro anos, nos mudamos para São Paulo. Lá, comprei um apartamento de alto luxo, pois queria dar uma boa vida ao meu filho.

Ele era um ótimo filho. Aprendeu a ler e a escrever aos quatro anos. Eu mesmo ensinei. Quando fez sete, matriculei-o na melhor escola de São Paulo. Não exigia estudo dele, pois acho que as obrigações, ele, é quem devia reconhece-las e executa-las.

Em 2009, depois que Marccio completou 18 anos, contei-lhe toda a história de seu nascimento. Chorávamos compulsivamente e ele desejou minha morte várias vezes. Com os ânimos acalmados, fragilizado, perguntei-lhe o que queria que eu fizesse e ele me pediu para que eu me entregasse para a polícia.

E no dia primeiro de janeiro de 2010 eu me entreguei. Fui condenado à 25 anos de prisão. Poderia ter a pena reduzida por bom comportamento, mas não seriam mais que 6 anos.

Na cadeia pude conhecer o inferno. Era feito de mulherzinha todas as noites. A minha primeira noite na cadeia foi traumatizante. Meu colega de quarto era conhecido como Grande e, nessa noite, eu pude saber o porque do apelido. Ele metia em mim até que saísse sangue do meu cú. Depois fui sendo compartilhado com os outros presos.

Hoje, como eu gostava de ver sangue em outrem, só posso ver o do meu próprio ânus. E o prazer que eu sentia, só posso ter com outros penetrando em mim.

Até que eu estou gostando.

Sobre este texto

Jawa Fernandes

Autor:

Publicação:13 de agosto de 2014 12:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Concurso Literário

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