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UM É POUCO,DOIS É BOM E QUATRO É ÓTIMO

UM É POUCO,DOIS É BOM E QUATRO É ÓTIMO
No mês de dezembro de 2008 meu marido tirou as férias e fomos pra João Pessoa, PB. Depois de três dias de passeios resolvemos ir à praia de coqueirinho perto de Tambaba que fica a uns 40 km de João Pessoa. Lá chegando pegamos a beira da praia e numa parte meio deserta paramos, armamos o sombreiro e o meu marido passou o bronzeador e me deitei na esteira. O maridão sentou com o isopor de cervejinha na sombra e começamos a tomar uns goles. Depois de umas três latinhas o meu marido perguntou se eu não gostaria de ser fotografada por um homem estranho e eu falei que seria realmente excitante e sorri, pois adoro loucuras. Ele falou que o primeiro homem que passasse ali ele convidaria para bater as fotos. Como era dia de semana era muito difícil passar alguém ali. Depois de uma hora apareceu de longe um caiçara que quando se aproximou de calção largão e bem queimado de sol pude notar que era um rapaz de mais ou menos 18 anos se tivesse. O meu marido acenou para ele que se achegou até nós. Eles conversaram e ele lógico topou vendo eu ali com um mini biquíni de bundinha arrebitada pra cima. A gente se apresentou e o seu nome era José Paulo. Ele era magro, alto e pegou a máquina e o maridão pediu pra me levantar e ele começou a me fotografar. Tomamos umas cervejinhas e ao som de George Michael começamos a loucura. Pouco a pouco fui me soltando e dava umas reboladinhas ai meu marido pediu para tirar o sutiã e eu virei de costas e obedeci quando me virei os olhos verdes do caiçara ficaram arregalados pensei que ele ia ter um treco. Continuei a fazer as poses e já toda excitada com muita tesão. Virei novamente de costa e comecei a baixar a calcinha bem devagarzinho e com aquele som eu fiquei rebolando peladinha, que gostoso e me virei pude contemplar aquele Pinto duro do Zezinho se elevar na minha frente e ficou uns minutos de boca aberta como se fosse a primeira vez que visse uma mulher nua na sua frente. Eu fiquei mais tarada ainda, só de pensar que ele era virgem. Meu maridão me abraçou por trás e mandou o zé continuar fotografando e fizemos várias poses a última o eu fiquei de quatro e o meu marido me pegou pela cintura colocou o pau pelo lado da sunga e me puxou e eu senti colar nele e se levantou e foi pegou a câmera e então o Zezinho pediu pra tirar uma foto comigo nuazinha porque nunca tinha feito isto na vida .O maridão perguntou se eu topava e eu toda nua e meladinha balancei o ombro e disse sim. Quando o Zezinho chegou atrás de mim e eu encostei a bundinha nele ele suspirou e colocou a mão na minha cintura e pude sentir vara novinha me cutucar, depois me pegou nos seios, em seguida me virei de frente e ele pediu pra mim se deixava ficar peladinho comigo. Eu sorri e gostei da ousadia dele e mandei falar pro maridão, mas ele disse que não tinha coragem. Ai o meu marido perguntou o que era e então falei e ele disse que eu é quem sabia. Eu já toda molhadinha consenti pois estava fervendo e quase gozando. Repetimos as poses os dois peladinhos. Quando fiquei de frente pude ver que era um belo pau do Zezinho e encostei devagarzinho a xaninha nele e me pegou pela bundinha e eu encostei os peitos nele. Depois me virei de costa e ele pegou nos seios e colei a bundinha naquela vara dura e toda babada e escorregou e tocou na minha xaninha eu fui ao delírio. O maridão pediu pra ficar de quatro e o Zezinho se ajoelhou atrás e colocou o pau nos lábios da minha xaninha eu bem assanhada apoiei os cotovelos na areia e bem puta fiquei toda arreganhada e afastei as pernas. Quando ele me viu com a xaninha toda abertinha, Ele enfiou a vara todo afobado na minha xana eu mexi adoidada com aquela vara dentro de mim e ele não aguentou e gozou eu ali ainda seca de tesão. O maridão deitou-se e me colocou em cima e concluiu o trabalho. Fomos os três pelados pra água. Aí me limpei e o maridão me beijou e me abraçou e logo senti também o Zezinho encostar-se à minha bundinha e começamos a nos esfregar e os dois ficaram excitados e eu sentia os dois paus se cruzarem por baixo da xaninha. Saímos do mar e tomamos umas cervejas, cheios de amasso e fomos até um morrinho de areia e ali o Zezinho ficou deitado de barriga pra cima eu já louca por um ferro, sentei sobre aquela pica inchada e bem mais gostosa. Inclinei e dei os seios pra ele mamar que nem um bezerrinho. O maridão chegou do lado sorriu colocou uma camisinha naquela tora e eu fiquei preocupada imaginando se ele ia enterrar o pau todo no meu cuzinho. Comecei a ficar doida com aquela experiência e rebolando provocava o maridão que se ajoelhou e começou a enfiar a vara todinha no meu reguinho. Senti um fogo e comecei a rebolar e a gemer nossa sempre pensei que era só simulação nos filmes, mas senti realmente na pele esta loucura e ali com duas varas eu gozando como uma putinha na praia. Nisto ouvi um barulho de moto, mas nem liguei já estava toda comida mesmo. A moto se aproximou e parou e desceu um moreno claro jovem e sorrindo se aproximou e perguntou se podia participar da festinha e eu assustada, toda excitada e bem safada, falei sorrindo que não tinha mais vaga. Ele disse que eu tinha e uma boquinha linda. Eu entendi e disse que eu não conseguia chupar porque me enojava e quase vomitava. Ele abaixou a sunga e botou bem pertinho da minha boca e disse pra chupar só a cabecinha eu ali toda vaidosa dando conta de dois homens comecei a lamber aquele pau e comecei a gozar e peguei com a mão no meio do pau e comecei a masturbar ele e a chupar quando dei por mim já estava com metade do pau na boca ele gemeu e gozou e eu engoli a metade e gostei, pois realmente é delicioso. Com a boca toda lambuzada e vaidosa por dar conta de três homens comecei a rebolar e foder com muita força e o Zezinho gozou me enchendo a xana de porra e o maridão quando viu eu gritando e que nem louca me bulinou forte e gozamos juntos. Desengatamo-nos e fomos pra água e eu senti a xaninha e meu cuzinho inchadinhos de tanto foder. Já na água nem conseguia limpar a xaninha de tão sensível que estava como não sei nadar fico com água abaixo da cintura fiquei sozinha no raso então o motoqueiro se aproximou me deu um beijinho e agradeceu e foi embora. Ficamos só eu e o maridão e o Zezinho. Minhas pernas estavam moles e eu saí da água rebolando toda satisfeita como se ainda estava com aqueles paus todinhos enfiados em mim. Deitei de bruços na esteira e cansada, com a cabeça sobre os braços satisfeita. Passou um carro gritaram e eu nem estava ai peladinha deitada toda esgaçadinha de bunda pra cima e com as pernas aberta. Nossa eu me achei gostosa e vaidosa por dar quatro fodas deliciosas e uma chupetinha meio fraca, mas a primeira foi demais. Estava cochilando quando senti as mãos me acariciando as coxas, achei que era o maridão e nem liguei de repente senti uma língua quente na minha xaninha inchadinha e abri as pernas mais um pouquinho e comecei a tremer com aquela língua me engolindo com o nariz respirando e quase esfregando no meu reguinho. Comecei a gozar gostoso e senti melar a minha xaninha toda lambuzada de cuspe. Levantei o bumbum com o rosto na areia e gozei de novo com o cuzinho arreganhado pra cima. Quando senti o cheiro de suor e me virei era um gato de cor preta com quase dois mts. E colocava a camisinha que ficou no meio do pau. Eu quis me desvencilhar ele me agarrou e disse que eu ia adorar e encostou aquela vara no meu cuzinho. Eu falei que era muita pequenininha e que ele ia me arrombar. Ele disse pra eu só rebolar e deixar rolar. Eu obedeci curiosa e desafiada de sentir aquele pau de jegue. Ele me puxou pra trás e me pôs de quatro com a cara no chão e mandou eu esgaçar bem o meu cuzinho com as duas mãos. Eu arreganhei bem o meu reguinho e comecei a rebolar como uma vadia e ele começou a enfiar aquela enorme mangueira preta. Eu fui rebolando e gostando daquela delícia de vara que ia arrebentando o meu cuzinho e ele enfiou tudo. Eu naquela praia linda peladinha rebolava como uma louca gritando de dor e prazer. Que gostoso, eu gritava cada vez que gozava, ele se ajeitou eu fiquei quase pendurada na vara dele. Ele mexeu rápido e eu gozei com ele. Quando ele tirou toda aquela vara e foi pra água conversar com o meu marido. Eu não acreditei no que estava acontecendo. Pensei em ir embora, pois parecia que eu não pararia mais de ser comida. Cai na sombra com o meu cúzinho todo esgaçado e fiquei olhando as nuvens. Com a minha xaninha toda lambuzada. Comecei a esfregar as coxas uma na outra e começou a me dar um calorão, um fogo e cheia de tesão me esfreguei e fiquei louca para ser fodida de novo. Torci para que o maridão viesse e me comesse a xaninha que estava queimando de tesão. Não sei o que era aquilo quando mais fodia mais vontade me dava, mas pra minha surpresa aquele negrão gigante saiu da água e veio na minha direção. Comecei a abrir bem as pernas e dobrei os joelhos, deixei a xaninha toda abertinha para provocar mais, quando ele chegou perto nem falou nada caiu de língua na minha bucetinha como se soubesse que estava louca de tesão e chupou até cansar. Eu gozando direto ele tirou a boca da xaninha e respirou fundo e ai eu pude ver bem o que eu tinha aguentado no meu cuzinho. Ele encostou aquela tora na boquinha da minha bucetinha e eu gemi e imaginei o que iria acontecer e aquele tarugo foi arrombando a minha bucetinha. Quando chegou na metade eu agarrei nas pernas dele e mandei ele bota tudo, tudo, tudo e que eu queria enfiasse tudo como no cuzinho, mas ele não conseguia porque era muito grande ou não queria. Então ele saiu de cima de mim e deitou do lado e disse: você não quer tudo? Então vem putinha safada, gostosa e mostra que você é poderosa. Eu ardendo de fogo, levantei como uma vadia abri as pernas em cima dele e parei pra provocar. Ele disse que a visão era maravilhosa da minha xaninha arreganhada e doida pra engolir a sua mangueira. Fui me abaixando devagarzinho e fui sentindo aquele bastão duro entrando e me arrombando. Eu comecei a gritar e a gozar na metade daquele mastro e fui enterrando, enterrando e novamente gritei e sentei com aquele ferro todinho dentro de mim e comecei mexer ajudado por ele agarrado na minha cintura e me ajudava a rebolar. Chupava os meus seios engolindo naquele bocão e quanto mais mexia mais gozava e pensei que não ia parar mais até que tive um clímax completo e já sem forças pra mexer o negrão é quem me mexia até que ejaculou com tanta força que eu pensei que ia me inundar. Cai com a cabeça no seu peito e desmaiei. Quando acordei estava sobre a esteira toda esgaçada com as pernas abertas e o maridão com a máquina na mão sorrindo. Eu perguntei se eu tinha sonhado ou aconteceu de verdade e ele sorriu. Eu me levantei e vi a minha bucetinha toda inchada e fui para a praia me lavar. Quando passei a mão na minha xaninha os lábios estavam inchados, doloridos e sensíveis que quase não conseguia passar a mão. O meu cuzinho todo arrombado e inchado. Sai da água me sentindo a gostosona comida por inteiro e totalmente satisfeita. Enxuguei-me e entrei no carro peladinha, pois após ter passado o dia todo nuazinha não queria nem por mais a roupa e fui até a garagem do prédio nua e gostosa. Na garagem enrolei a toalha ao redor do meu corpo, calcei meu tamanco bem alto e subi o elevador com todos olhando as minhas coxas toda de fora e as bochechinhas da bunda aparecendo. Parecia que os vizinhos iam me comer no elevador e eu nem dei a mínima e se me agarrassem me comiam sem nenhuma resistência. Cheguei no ap. tomei um banho delicioso e me joguei na cama e me apaguei. Beijos a todos

Sobre este texto

jenifer

Autor:

Publicação:19 de junho de 2015 23:05

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Exibicionismo

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