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Capítulo II - Teresa, a envergonhadinha

Capítulo II - Teresa, a envergonhadinha
Sou gerente de uma empresa de webdesign e informática, com alguns empregados e, por isso, posso dar-me ao luxo de ter um computador em casa e em rede, onde posso monitorizar todo o trabalho. Assim e, por isso, posso não ir ao escritório algumas vezes. Neste dia foi esse o caso. Estava em casa. Eram onze horas da manhã, mais ou menos, não me lembro exactamente.
Lembro-me que a Teresa estava de férias. O encontro dos quatro casais que falei na publicação anterior (Capítulo I – os quatro casais) nesta altura, já acontecia há pelo menos dois anos.

Foi a primeira vez que a Teresa traiu o André. Foda-se... e logo comigo. Caralho. Foi escolher logo o coroa, amigo do André, só para me foder. Digo isto porque, para amainar o andré nos meses seguintes foi fodido. Foi preciso os meus outros amigos terem uma conversa franca com ele, sobretudo a minha mulher, que já fizémos tudo um ao outro, convence-lo de que foi bom para ele e para a mulher dele. Hoje está tudo bem. A Teresa e o André estão satisfeitos.

A Teresa, filha da puta da envergonhadinha, acho que fez de propósito, não sei. Ela estava de férias, e a minha mulher a trabalhar e a Teresa foi até a minha casa para falar sobre alguns comportamentos do marido, o André.
Foda-se e logo eu que não sou nada destas coisas sentimentais demais.

O que é que esta gaja quer? Aconsenhamento matrimonial? Não... cheirou-me logo a merda... Alguma coisa ela escondia e depressa se revelou, de forma envergonhada, mas para bom entendedor meia palavra basta.

Teresa tocou à porta, eu estava no computador, numa salinha mais interior, levantei-me e fui abrir.

Oi Teresa, por aqui hoje?
Oi Renato, desculpa vir sem avisar, mas precisava da tua ajuda..
Entra, entra... vem para a sala. Queres beber ou comer alguma coisa?
Não, ainda agora tomei o pequeno almoço...

A Teresa entrou primeiro e eu fui atrás depois de fechar a porta. Caramba. Para que vocês tenham a noção:
Mulher alta, magra, cabelo preto, curto, muito bonito e bem arranjado, destacando uma cara lindissima, com uns olhos castanhos escuros, pernas lindissimas, adelgaçadas, pés pequenos com uns ténis da rebook cor de rosa, uma meinha rendada curta branca, com saia de gança justa e curta na cintura, de forma a a ver-se ligeiramente a renda da calcinha junto á costura na parte de trás, uma blusa azul escura a dar pelo umbigo, este também pequeno e muito sedutor, numa barriga recta, lisa com pele macia, quase que brilhava, a blusa tinha alguma transparência, muito subtil, não se conseguia ver tudo, mas dava para perceber que os peitos são pequenos mas muito firmes, onde os mamilos se destacam no tecido da blusa, a forma como anda transmite de imediato o todo, o corpo desta mulher é um poema, fala sem dizer nada, porra.

Chegámos ao sofá eu sentei-me e, próprio da idade da Teresa (25 anos), em vez de cruzar a perna abriu-as.

Eu sou um bruto do caralho, com a minha idade já não há nada a esconder. Desde a porta até ao sofá, tenho a certeza absoluta de que ela reparou que a despi toda com o olhar. Mas tudo bem. Ela sabe como eu sou em relação a mulheres, conhece-me bem, e por isso, dificilmente teria sido este o motivo de que a história foi e onde chegou.

Mas... o mais peculiar é que eu sou bruto como o caralho no que e respeita a falar de sexo, admito. Mas no que concerne a uma conversa séria, sei ser uma pessoa muito meiga e gentil com as pessoas, amável e muito compreensiva, sossegada mas muito frontal e, sobretudo, sei lidar com alguns problemas. Por isso, disse:

Teresa, não estou preocupado, mas sinto que tens qualquer coisa chata para me dizer, ou estou enganado?
Não Renato, nada demais, não te preocupes... O assunto é foda de se falar.
Conta. Diz-me o que se passa...
Bem, é que...

Puta que pariu.
Teresa estava sentada na borda do sofá, sem estar encostada. Com a dificuldade de falar sobre o assunto, o corpo seguiu o pensamento e, de forma descontraida e sem se dar conta, encosta-se para trás e ergue ambos os braços para detrás da cabeça ao mesmo tempo.

Este gesto fodeu-me... Deu-me logo um pau que vocês não imaginam.
Ao fazer isso a blusa esticou para cima até aos peitos e viu-se perfeitamente que ela não trazia nada por baixo, as axilas estavam irreprensivelmente bem tratadas, sem pelos nenhuns, lavadinha, a blusa ao subir mostrou uma pequena parte dos mamilos, com uma roseta grande de rosa claro, e um mamilo da mesma cor, mas ligeiramente mais escuro bem espetado. Muito sensual e convidativo. Um tesão...

Sou bruto mas não sou parvo, coloquei a minha t-shirt mais para baixo de forma a esconder o tesão que começava a sentir.

Disfarcei bem, pois entrei logo a disparatar...

Teresa. Já sabes como eu sou. Diz o que se passa. Não engasgues.

Sem sair daquela posição e com os braços ainda para cima, levou as mãos à cara como quem está envergolhada e começa a falar do marido dela, o André.

Durante estes anos de encontros com os nossos amigos, sinto que é contigo que me posso abrir mais, perecebes? Desde o primeiro dia que tu és uma pessoa sensivel e carilhosa para mim, e por isso tenho de te dizer que não sei o que fazer. O andré está diferente. Sai muito com os amigos, está pouco tempo em casa, não se aproxima de mim...
Espera lá... Espera...

Eu não sou de meias medidas e para chegar o mais rápido possível ao assunto, perguntei logo.

Porra Teresa. Não me digas que o André está a foder tudo? Vou ser sincero contigo e pergunto: Há quanto tempo não fazes sexo com o André?
Ó Renato, o que é isso? Porra... (E começou a chorar)
Tem calma, chorar não resolve nada. Não te enerves. Há quanto tempo o André não faz amor contigo? Teresa, eu sei que tu és envergonhada, mas é por aqui que temos de ir, senão vais enrolar. Eu sei que o sexo não é tudo, mas tu sabes bem pelos nossos encontros que todas as nossas conversas chegam ao sexo, até mesmo tu, envergonhadinha. Há quanto tempo não fazes nada com ele, ou ele contigo?

Ainda mais envergonhada ela diz quase a medo...

Quase dois meses...
Foda-se... O que me estás a dizer Teresa? Dois meses sem sexo. Estás parva? Logo tu, uma mulher lindissima, gostosa, com um corpo lindo, ainda por cima és uma fisioterapeuta porra. Conheces o corpo humano como ninguém. Um dedo dos teus encosta num homem, e põe logo um pau a arder. Toma a iniciativa porra, toca-lhe, dá-lhe a entender o que precisas...
Ó Renato, já sabes como eu sou... não sou só envergonhada... também tenho o meu orgulho. Ele não quer... ou pelo menos é isso que eu sinto, vou ter de esperar um pouco e resolver o que vou fazer...
E foder? Como fazes teresa?
Não sei? Não sei como vou fazer...
Para estares aqui a falar sobre esse assunto para mim, já chegaste ao desespero, caralho... o que sentes?
Oh, o que sinto... o normal... um dia a mais e outro dia a menos...

Não sei o que me deu, mas só de pensar que esta linda mulher não tinha sexo há já dois meses, tirou-me do sério. Eu não queria, mas o meu tesão começou a ficar ainda mais forte, já não aguentei e aproveitei a confiança que ela tinha em mim , para entrar ao ataque.
Ela conhece-me bem e por isso nem estranhou como eu lá cheguei.

Bem Teresa. Estou farto desta conversa. As coisas são para ser tratadas de imediato. Já sabes como eu sou. Eu vou-te ajudar...
Como? Vais falar com o André?
Foda-se, falar com o André? Se canhar a esta hora está no amasso com outra qualquer... Dois meses, porra... impossível.
Porra Renato, não me digas isso...
Tem calma. Já sabes que quando nos encontramos todos, falamos de tudo e já fizemos quase tudo, por isso não comeces agora a estranhar.

A traição é muito clara, enquanto não acontece mesmo, todos nós nos fazemos de fortes mas... quando começamos a pensar a sério na nossa mulher ou no nosso homem a trair-nos, a coisa muda de figura. Dois meses sem um amasso... O André devia já andar a comer alguém...

Posso ajudar-te em muitos sentidos...
Não estou a perceber, disse Teresa.
Estás a perceber, sim. Confias em mim?
Claro... mas...
Nada de mas...

Foi soberbo, já não conseguia controlar-me... o tesão do meu pau já estava numa fase fodida...

Despe a blusa e os calções e deixa ficar só a calcinha.
O quê, Renato? Estás parvo?
Porra Teresa, não confias em mim?
Não é isso Renato, confio mas... eu não vim aqui para isso, desculpa... Não foi isso que eu queria insinuar.
Tu vieste aqui para eu te ajudar, e vou-te ajudar percebes? Faz o que te digo.

A Teresa era envergonhada e estava envergonhada, mas eu conhecia-a muito bem. Quando os quatro casais se encontram e a Teresa no meio das conversas está mais desinibida, apesar de ser envergonhada ela diz coisas que dão muito tesão. Muito mesmo. Nestas alturas é que eu a vejo como uma mulher nuito gostosa. A forma como fala e diz as coisas. Sabe exactamente o que gosta e o que quer.

Eu percebo a tua ideia, mas eu não queria ir por esse lado... Disse Teresa.
Despe a blusa, os calções e deixa ficar a calcinha, por favor. Confia em mim.
Não se trata de confiança. Eu confio em ti, mas tenho medo que as coisas fiquem piores do que já estão.
Despe-te caralho... deixa-te de merdas porra. Falei eu mais forte...

Tal como descrito no primeiro capítulo, a partir daqui, a Teresa (que está aqui comigo a meu lado) irá escrever o resto deste conto.

Aquela voz autoritária e bruta do Renato, misturada com uma frontalidade e segurança fora do normal, levou-me a pensar mais seriamente e por momentos, sobre o que me estava a propor.

O Renato tem 52 anos, é um coroa, e não posso dizer que tenha um corpo muito bonito, tem alguma barriga, é um pouco cheinho, mas forte e braços, musculado e tem uma cara de safado irresistivel. Além disso, transmite uma confiança incrivel, é seguro, firme, forte, sempre senti uma segurança e um carinho por ele acima da média. Foi isso que sempre me cativou no Renato. Sabe o que quer e atinge o que quer sem nos magoar. Todas as conversas que tive sobre sexo com ele, sempre me disse tudo o que quis mas sem parecer mal, entendem? Um cara respeitador... e safado ao mesmo tempo.

Neste momento estava perdida, admito. Aquela segurança peculiar mais os dois meses sem ninguém me tocar, deixou-me ligeiramente molhada. Sentia a minha bucetinha a ficar gradualmente melada e sem me aperceber o desejo aumentava, eu estava louca e ao mesmo tempo apreensiva com a situação. Nunca tinha traído o meu marido mas... ainda tentei ingenuamente, dissuadi-lo...

Para que queres que eu me dispa?

O Renato levantou-se do sofá, veio muito calmo perto do meu ouvido e disse-me...

Confias em mim? Ou não?

Eu não disse nada... segundos depois e com alguma vergonha começo a tirar a blusa, devagarinho. O Renato volta a sentar-se no sofá, à minha frente... e começa a olhar para os meus peitinhos, bem firmes, já com algum tesão, podia ver nos seus olhos aquele olhar matreiro e safado.
Ao mesmo tempo que tirava a blusa, descalçava-me com a ajuda dos pés e tirava os ténis.
Já tinha admitido, comecei a entrar no jogo dele, e aqueles movimentos que fazia inadvertidamente já era para o provocar. No fundo eu queria aquilo mesmo. Eu olhei discretamente para as suas calças e já podia ver o volume da sua rola. A sala estava quente, eu já não me continha e discretamente mordi ligeiramente os meus lábios, a imaginação e aquele ambiente levou-me muito mais longe do que eu estava à espera.
Mas o Renato conteve-se, mais experiente que eu, notava-se que estava seguro de si. E enquanto eu tirava os meus calções, ele levantou-se e disse-me que continuasse que já vinha.
Ainda eu não tinha tirado totalmente os calções já Renato estava de volta com um pequeno saco na mão.

Eu comecei a ficar intrigada e ao mesmo tempo segura e cada vez mais excitada. Aquele momento de traição já estava quase consumido, nua no sofá, toda entregue, pronta para tudo e, discretamente, passo a minha mão pela minha bucetinha por cima da cuequinha que ficou logo marcada pelo melaço que já tinha. Ele percebeu... e riu-se ligeiramente o sacana, mas sem dar a entender.
Eu conheço-me, e não olhei, mas por esta altura os meus peitinhos já estavam todos iriçados. O meu marido sempre gostou disso. E reparei que o Renato também, passou de imediato a mão pela rola, de forma discreta, ajeitando-a dentro das calças.

Não sei como ele conseguia, este filho da puta estava cheio de tesão, já com a rola quase a sair das calças, mas estava calmo, certo, sabia o que ia fazer. Só eu é que não... essa ignorância aumentava-me o tesão. Esperei por uns momentos e, envergonhada como sou, instintivamente, tapei os seios com o braço e uma das mãos e a outra ficou perto da minha bucetinha a mexer discretamente um dedo por cima da calcinha.
Sentia vergonha e ao mesmo tempo um apetite desmedido. O tesão e o desejo aumentava. Afinal de contas dois meses sem ninguém me comer, fica difícil.

Renato aproxima-se de mim com calma e confiante. Chega-se ao pé de mim e ajoelha-se á minha frente, eu abro de imediato as minhas pernas, tiro a mão da minha bucetinha e deixo ele encostar-se ao assento do sofá. Fiquei com o corpo dele entre as minhas pernas e continuei a tapar os meus seios. O meu tesão começou a aumentar ainda mais. Comecei a ofegar ligeiramente só de o sentir perto de mim. Aquela calma e experiência deixava-me expectante e curiosa... ele poisou o pequeno saco que trazia ao nosso lado, e bem devagar, debruça-se sobre mim e com uma gentileza devoradora, tira-me o braço que tapava os meus seios, e com os lábios bem devagar, apertou-me um dos mamilos e brincou um pouco com ele.
Não aguentei, aquele ligeiro calor em contacto com as minhas tetinhas, comecei a curvar-me aos poucos, fechei os meus olhos e passo a mão pelos cabelos de Renato, enquanto ele com os lábios continuava a dar pequenas mordidelas e chupadinhas nos meus mamilos. Como tenho uns seios um pouco pequenos, o contacto e o calor da sua boca deixava-me cada vez mais irrequieta e com desejo. E só ainda íamos no princípio.

Ele tirou as minhas mãos do seu cabelo e afastou-as para a posição acima da minha cabeça, e de uma forma subtil começou a beijar-me nas axilas e passou para a minha boca colocando a sua lingua húmida e quente enrolando-a devagar na minha e, com a sua mão, começou por cima da minha calcinha a movimentar um dos dedos no meu grelinho. Eu contorci-me e ele foi directamente com a língua para o meu umbigo, passando por toda a barriga enquanto continuava a massajar a com o dedo a minha bucetinha por cima da calcinha já muita húmida, e ao mesmo tempo colocou as mãos em cima do meu seio e foi pressionando o meu mamilo com dois dedos como se fosse uma tesourinha, apertando-o com um movimento lento e cadenciado.
Estava a rezar para que ele me tirasse a calcinha, mas não o fez. Aquela espera... a sua calma estava a irritar-me e ao mesmo tempo desesperava de tanto tesão, mas era essa mesma espera que me estava a deixar completamente perdida de desejo e ao mesmo tempo de curiosidade.

Devagar e deixando tudo, pega-me em ambos os pés, levanta-me ligeiramente, e obriga-me a chegar o cuzinho para a beira do sofá. Dobra-me as pernas para cima com os pés até aos meus seios, abriu-me as pernas ligeiramente e fiquei totalmente exposta, aumentou o meu tesão. Devagar começa a passar a sua língua por cima do melado da minha calcinha e mordiscava a minha bucetinha com gentileza mas com uma ligeira força, até que sentia a sua língua no meu grelinho.

Eu estava habituada com o meu marido a algo mais rápido, mais forte, mais directo, mas começava a perceber aquela técnica. Conter o desejo, aumentava ainda mais e ao extremo o meu tesão. Os meus conhecimentos do corpo como fisioterapeuta, levou-me a pensar como é que este safado sabe trabalhar tão bem uma mulher. Sabia exactamente o que fazer e como fazer.

Quando eu menos esperava ele deixou a minha bucetinha, tirou-me uma meinha devagar e começou a lamber o meu pé, passando a língua por entre meus dedos, fiquei doida, não estava a contar, essa manobra foi rápida e Renato enquanto isso começou aproveitou para me tirar a calcinha.

Do pé foi subindo com a sua língua até ás minhas coxas, foi até à barriga e voltou para baixo para me lamber de novo o grelinho e toda a minha bucetinha. Mordiscava os lábios da buceta de forma muito terna, passava a língua quente pelo interior da minha buceta, e ia passando a língua por toda ela, até conseguia ouvir a sua língua com moviumentos rápidos a passar pelo melaço e a fazer aquele barulhinho muito reconhecido e muito delicioso. Esse som deixou-me louca, contorci-me. Aos poucos e com calma e enquanto passava a língua sem cessar, levantou-me mais as ancas e deixei a descoberto o meu cuzinho que estava colado ao assento do sofá, enquanto me lambia a bucetinha toda melada, e bem devagar enterrou ligeiramente um dos seus dedos, aproveitando todo o melaço que já tinha, e colocou-o no meu cuzinho, mas apenas superficialmente, metendo apenas a pontinha de dedo para dentro, como quem não quer a coisa, e de vez em quando, empurrava devagarinho o dedo para ele entrar mais, nunca me aleijou. Ele viu que o meu cabaço nunca tinha sido arrombado. Foi inteligente e perfeito. Até agora era só prazer. Imenso prazer.

Puta que pariu o coroa safado. A esta altura já eu lhe pedia para me possuir com força.

Renato, fode-me, por favor...

Eu levantei-me rápido e obrigo-o a levantar-se também empurrando-o, e começo a tirar-lhe as calças. Tal como ele me ensinou, comecei a mordiscar a cabeça daquela rola completamente erecta, dentro do short e molhando-o todo. Eu sentada no sofá e ele em pé tesourando amavelmente e de novo os meus mamilos agora mais espigados, enquanto eu engolia a rola por cima do short. Este homem era fogo porra, quase que me torturava com aquela técnica. Era algo psicológico, não sei descrever...

Eu concentrei-me na rola dele e tirei-lhe o short devagar, disparou a rola para fora completamente dura. Não era muito grande, mas era grossa, bem cheirosinha, bonita até, completamente rapada sem nenhum pelo até ao saco, bem tratado, era diferente e isso deu-me tesão, e eu continuei a baba-lo todo do saco até á cabeça, empurrando-o para dentro da minha boca, com calma e depois depressa, até que ele me disse...

Calma Teresa, por enquanto vai devagar, puxa pelo meu tesão, não tenhas pressa...

Eu obedeci e comecei com movimentos mais lentos, passava a língua pela glande da rola, chupando por baixo da cabeça, passando a lingua por todo o pau, deixando-o cada vez mais molhado, de vez em quando apertava-o com as mãos sentindo-o forte e erecto, e batia suavemente com ele na minha língua, e estava a conseguir alguma coisa, pois Renato começou a torcer-se todo e a largar alguns gemidos de prazer. Fui até ao saco dele e chupei-os, fazia movimentos rápidos com a língua, passando-a por ele todo.

Ele agarrou na rola e começou a bater-me com ela na cara, e no seguimento obrigou-me a engolir a rola com mais profundidade. Eu não estava habituada a isso e de vez em quando engasgava, mas adorei sentir-me uma putinha nas mãos dele. Que tesão, Fazia algo comigo meio obsceno, meio respeitoso, mas de vez enquanto enfiava na boca com alguma força, mas sempre com cuidado. Puta que o pariu. Muito bom...

Eu comecei a agarrar a rola com as duas mãos mas ele tirou-as e meteu-me a rola na boca, e com sabedoria, puxou-me a cabeça pela nuca com movimento forte e devasso, aos poucos foi introduzindo a rola na minha boca de forma mais intensa e profunda, eu fui para segurar novamente a rola com a mão, mas ele não deixou, a segurar-me pela nuca, e eu com os cabelos bem curtos, senti aquelas mãos fortes no meu pescoço, e começou com as ancas a bombear a rola para dentro da minha boca, gradualmente fazia-a chegar até à garganta, num vai vem delicioso. Eu já não conseguia conter o meu tesão. Aquela novidade deixou-me toda molhadinha.

Vem Renato, come-me toda, por favor, enfia essa rola em mim, anda... está demais. Já não aguento... Fode-me caralho...

Ele não ligou... fiquei puta. Mas deixei-me ir pela ansiedade e expectativa que ele criou. Com os seus braços fortes pegou em mim com segurança e certeza, e fez-me colocar de quatro, de cara para as costas do sofá e com os joelhos na beirinha, pediu-me para empinar o meu cuzinho, devagar começou a lambê-lo, de vez em quando metia a lingua quente dentro dele com um calor indescritivel, cuspiu no meu cuzinho e meteu um dedo nele e ao mesmo tempo colocou-me dois dedos na minha bucetinha, com movimento continuo ia empurrando os três dedos, um no meu cuzinho e dois na minha bucetinha, e com a outra mão nos ombros perto do pescoço, obrigava o meu corpo a fazer força para trás. Eu comecei a desesperar e a arquear, ele entendeu que eu estava no auge e segredou-me ao ouvido...

Confias em mim...?

Eu nem disse nada mas percebi. Eu não aguentava muito mais, mas cedi ao seu processo e ele e sem tirar o dedo do meu cuzinho já todo molhado, foi com a mão à pequena mala e tirou um vibrador preto e luzidio. Olhei e fiquei meio estranha por momentos, mas não me interessou, Depresssa entrei naquele jogo quase sem sentido. O meu tesão já não me deixava pensar direito.

Este homem não me quer? O que ele vai fazer?
Ligou o vibrador e tirou da malinha mais um massajador colocando-o a funcionar, pediu-me para me sentar novamente e puxou-me os pés até á minha nuca ficando com eles ao lado das minhas orelhas, afastando-me ligeiramente as pernas para o lado. Eu sou magra e flexível e não me custou nada, mas quando olhei para a minha bucetinha veio de novo aquele calor intenso, estava á sua mercê, estava completamente aberta para o Renato. Não queria acreditar, isto já era tortura psicológica. Estava completamente entregue... Não podia estar mais aberta para ele.

Começou a colocar o vibrador com uma velocidade lenta dentro da minha buceta, eu até já empurrava as minhas ancas para sentir as pulsações daquele aparelho dentro de mim, de imediato e ele presentindo o meu prazer, colocou o massajador tremendo directamente e encostado no meu grelinho e, ao mesmo tempo, ia fazendo um vai vem delicioso com o outro. Ele pediu-me para segurar o massajador continuando com o vai vem do outro aparelho ficando com uma mão livre, e subitamente, passado alguns segundos, comecei a sentir um friozinho no meu cuzinho, era o dedo dele a penetrar o meu buraquinho com um dedo lanbuzado de gel. Dava para sentir aquele fresquinho, um prazer imenso. O vai vem do aperelho, o outro a massajar o meu grelinho e ele com o dedo a enfiar no meu cuzinho, toda aquela zona estava completamente molhada, muito melada. Eu já me contorcia e gemia com força e prazer. A sensação era de absoluto prazer.

A certo instante chegou ao meu ouvido e disse:

Vem-te...

Aquela foi uma ordem que obedeci de imediato, já não conseguia aguentar mais, com o vai vem mais rápido do aparelho, o massajador no meu grelinho, estava tudo molhado e, ele, sem me aleijar, foi enterrando cada vez mais o seu dedo no meu cuzinho com inteligência, muito bem lubrificado, sem me desflorar, apenas com um ligeiro ardor. Estas sensações dentro da minha cabeça, tudo ao mesmo tempo, dobrei-me toda e rendi-me. Comecei com as pernas a tremer, o meu ventre sacudia espasmos de prazer, abanava a cabeça, e gemia muito...

Grita se quiseres Teresa... Anda, vem-te...
Porra Renato, mais força, mete o dedo todo, mete tudo, anda, anda, annnnnda.. mete mais o dedo no cuzinho, por favor, mete, mete, anda, porra, fode-me, fode-me...

O meu corpo saltava conforme ejaculava, pela primeira vez vi o meu corpo a sacudir e senti o meu leite junto com o melaço a escorrer pelo cuzinho pela buceta e a escorrer pelas minhas pernas....

- Renato, disse eu ainda com a voz ofegante... Foi demais caralho....

Depois de me acalmar sentei-me e apercebi-me. Aquela rola estava ainda à minha frente dura e pronta...
Eu não estava habituada a este tipo de orgasmo tão intenso e, para ser verdadeira, sentia-me muito cansada e ao mesmo tempo com pena do Renato estar com aquele pau assim. Tinha de fazer alguma coisa por alguém que me deu tanto prazer.

Ajoelhei-me á sua frente peguei na rola dele e comecei a mamar nela, ele recusou.
Deitou-me no sofá e pediu-me para meter a rola no meio dos meus seios, e pediu-me para os apertar contra o pau duro e erecto, mal ele sentiu o calor dos meus peitinhos, começou num vai vem delicioso. Eu olhei para os seus olhos e sentia-o satisfeito. Pediu-me para eu ir colocando a boca quando a rola chegava perto, foi vindo e indo cada vez num movimento mais rápido...

Vou-me vir na tua boca, quero que me chupes a rola enquanto me venho.
Dentro da minha boca? Perguntei eu...

O André, o meu marido, nunca me tinha permitido sequer pensar neste tipo de coisas, seria a primeira vez que sentiria leitinho na minha boca.

Ele continuou com o vai vem continuado, a certa altura levantou, obrigou-me a ajoelhar no chão de forma rápida começou a bater o pau para dentro da minha boquinha, segurou-me no maxilar com força, apertou os dois dedos nas minhas bochechas, e forçou-me a abrir ainda mais a boca, começou a torcer-se e a colocar a rola mais para dentro pegando-me ao mesmo tempo na minha nuca, sentia as suas mãos fortes no meu pescoço, enquanto me deliciava com o pau bem grosso até à minha garganta. Eu não gostei muito da sensação de engasgar... mas o Renato merecia o esforço.

Comecei a sentir-me usada e isso foi o bastante para me aquecer de novo, ligeiramente, mas já dava para sentir de novo aquela sensação. Ele conforme me empurrou pela nuca, senti de imediato vários jactos na minha garganta, ele gemia intensamente e eu engasgava e sentia todo o leite a bater na minha língua e a escorrrer pelos cantos da boca, foi estranho mas muito delicioso.

Então Teresa, estás satisfeita?
Como posso dizer que não Renato?
Agora, logo à noite, quando o teu marido chegar a casa, vais utilizar com ele a mesma técnica. És fisoterapeuta e vais ter de utilizar a tua sabedoria sobre o corpo e ser paciente nas tuas acções. Ele vai estranhar e ficar surpreendido... mas vai gostar de certeza, eu conheço-o.
E tu Renato, porque não me possuiste?
Eu não te possui? Não fiz outra coisa na última hora...
Deixa-te disso, porque não enfiaste a tua rola em mim?
Para resolver o teu problema com o André, por causa de vocês, porra. Eu fui apenas mais um aparelho sexual, como uma sex-machine ou um vibrador. Percebes? Quando quiseres trair o teu marido a sério, já sabes que podes contar comigo.

Com aquela cara de safado, o Renato deixou logo em aberto outras oportunidades.

Pedi ao Renato para ir banheiro e, depois de tomar um banho, despedi-me e saí de casa. Entrei dentro do meu carro para me ir embora, e fiquei ali algum tempo a pensar. Eu já admirava o Renato, mas depois disto, nem sabia o que pensar... estava confusa e muito contente ao mesmo tempo. Homem do caralho...

Aos poucos, conforme pensava naquilo, começei a ter uma sensação estranha de desejo , aquela experiencia tinha-me modificado. Foi intenso demais. Só de pensar comecei a sentir de novo aquele desejo. Completamente absorvida pelos meus pensamentos, passei a minha mão pela bucetinha. Sem pensar saí do carro, dirigi-me á porta e toquei na campainha. O alpendre da porta tem um pequeno retiro antes de entrar na casa, longe de vistas indiscretas,. Não pensei duas vezes. Comecei a despir-me depresssa, de forma a que o Renato quando chegasse à porta eu já estivesse completamente nua.

Quando ele me abriu a porta eu mandei-me para cima dele agarrando-me no pescoço e dobrando as minhas pernas em torno da sua cintura, completamente nua, e pedi-lhe mais...

Renato anda, come-me outra vez, agora a sério...

Estava possessa, atirei-me a ele como se fosse um tarada e ele também não se conteve. Eu fiz de propósito, e tive sorte, ele tinha saído do banho e foi à porta só com a toalha na cintura. Comecei a esfregar as minhas tetinhas no peito dele e a beija-lo enrolando a minha língua na dele, enquanto Renato, comigo ao colo, com as minhas pernas todas abertas em torno da sua cintura, com uma mão fecha a porta, e enquanto ele me levava para o sofá, passava a sua rola começando a ficar durinha pelos lábios da minha buceta. Levámos alguns minutos a chegar ao sofá, sempre a roçar um no outro. O pau dele já estava de novo em forma e eu já estava na lua outra vez.
Agora fui eu que com o inesperado tinha conseguido fazer aquele pau endurecer de novo com a surpresa do meu desejo.

No sofá ele não fez mais nada, colocou o seu cacete dentro da minha buceta e estancou muito forte, directo, e meteu todo ao mesmo tempo, tirava-o completamente e metia-o outra vez, ele tirava-o mesmo todo da minha bucetinha e depois com bastante força metia de novo até ao talo, este movimento sem parar, por cima de mim levou-me a um grande tesão durante alguns minutos.

Agora de uma forma mais bruta, e com os braços musculados, obrigou-me a colocar de quatro, empurrou-me a nuca para baixo, obrigando-me a ficar com a cara estampada na almofada do sofá, e fiquei com tudo aberto para cima, para ele meter. Uma posição maravilhosa, senti-me toda aberta e já esperava uma reação mais bruta e impetuosa por parte de Renato.
Sem piedade meteu a cabeça da rola perto do meu cuzinho, e fez força. Senti uma pequena dor, mas a rola não queria entrar, era pequena mas grossa.

Ele chegou ao meu ouvido e disse...

Teresa, vais ter de aguentar, deve ir doer um bocadinho...

Eu ouvi,mas já não queria saber, o meu silêncio consentiu tudo, e ele como um bruto, apontou aquela pica no meu cu e foi metendo de forma sucessiva, primeiro a cabeça, gritei logo e fiz o movimento de afastar, ele não deixou e meteu até ao meio, começou a arder conforme ele cadenciadamente metia e tirava num vai vem forte e impetuoso, mas delicioso, eu já gritava de prazer e dor ao mesmo, ele meteu todo, obrigou-me a colocar de quatro e conforme metia no meu cuzinho metia também dois dedos na minha buceta, foi presssionando a sua rola cada vez nais forte e rápido, de forma cadenciada e rápida, foi metendo no meu cuzinho. Estava a sentir-me completamente arrebentado por aquele pau. Eu comecei a gemer e a gritar até que ele disse...

Temos de nos vir ao mesmo tempo, já não aguento muito mais... Faz sinal quando estiveres pronta..

Ele continuou, continuou cada vez mais forte no meu cu e os dedos na minha buceta, eu olhei para trás, ele percebeu, e começou pouco depois a vir-se dentro do meu cu, senti o seu leitinho a invadir o meu corpo, e eu comecei a vir-me para os seus dedos. Senti tudo dentro de mim, foi fantástico um enorme desejo, dor e prazer ao mesmo tempo que alguma vez tinha experimentado.

Quando coloquei o carro a trabalhar para ir para casa, pensei:

“Meu querido maridinho, as coisas vão mudar a partir de hoje”.

Mais tarde telefonei ao Renato a agradecer-lhe.

Renato, queria agradecer-te por esta manhã maravilhosa que me proporcionaste e aproveitava para te pedir para não contares nada ao André. Creio que tu conseguiste resolver os nossos problemas.
Não tens nada que agradecer... Mas em relação ao André, mais cedo ou mais tarde temos de lhe contar.

Renato volta a escrever este conto...

Três meses depois senti necesidade de contar à minha mulher Carla, o que se tinha passado.
Ficou puta comigo, caralho. Ficou mesmo chateada, mas não desarmou e disse:

Filho da puta, grande cabrão. E agora o que fazemos?
Não sei porra, aconteceu.
Aconteceu filho da puta, e eu? Como é que fico. Tu comes uma menininha de 25 anos e eu fico a chuchar no dedo.

Foda-se o que ela foi dizer. Eu sou bruto, franco, mas também me fodo, como os outros. Com esta mania que eu tenho da igualdade de posições, armei-me em parvo e disse-lhe.

Tens razão amor, Olha... se quiseres, faz o mesmo....

O que eu fui dizer...

Boa ideia cabrão, vou enfiar a rola do menino André bem novinho, dentro da minha bucetinha... para ver se também gostas...

A minha mulher é muito inteligente. Alguns dias depois, quando estavamos no nosso amasso delicioso, ela disse-me:

Está descansado que aquilo que eu te disse há dias, não o vou fazer. Mas tens de parar com essa atitude de traições, senão faço-o mesmo...

Ela não foi mentirosa, foi inteligente.
Aquele discurso foi para me deixar tranquilo e relaxado. Assim, quando quisesse, seria sem que ninguém soubesse e, sobretudo, de forma a ser mais apetecivel enganar-me.
O prazer da traição, está no engano, percebem, no perigo eminente da descoberta.
Alguns meses depois ela confessou que o fez, e este episódio da carla, a minha mulher, ficará para vos contar os pormenores dessa traição no capítulo seguinte. - Cá se fazem, cá se pagam.

Recebam um abraço do Renato e um beijinho da Teresa. Até breve.

Sobre este texto

João Renato

Autor:

Publicação:10 de janeiro de 2016 05:52

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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