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A Noviça

É costume que as noviças visitem suas famílias antes de fazer seus votos definitivos. Quando voltei da escola recebi a notícia de que receberíamos uma prima chamada J. cujos pais já não mais viviam entre nós há algum tempo. Como sempre duvidei da beleza das freiras, por só as ver velhas e gordas, não fiquei muito ansioso em saber se era feia ou não.

Num domingo após à missa fui com minha mãe buscá-la no convento. Ao vê-la subitamente fui tomado por uma onda de calor que subiu-me às faces. Era loirinha, olhinhos azuis muito claros e uma boquinha avermelhada cujos lábios inferiores destacavam-se projetando-se um pouco para frente. Imaginei suas bochechas rosadas, exibindo no centro a fruta de anfractuosidades róseas, meio úmidas como gotas do orvalho matinal, exalando todo o seu frescor feminino em florescência.

A moça mostrou-se muito recatada, só vivia pegada ao Bom Livro. Foi quando um dia que eu e ela estavámos a sós que ao caminhar pelo jardim, uma inexplicável lufada de vento, daquelas que levantam o vestido das mulheres, tentou fazer o mesmo com as vestes ascéticas de J., ao tentar proteger seu pudor o livro despencou-lhe da mão e a página aberta revelava a foto de um homem cujo instrumento manejava de maneira hábil em uma explosão vulcânica de êxtase e sêmem.

J. ficou vermelha de tanta vergonha e pediu que não contasse nada à minha mãe. Eu disse que cumpriria com a palavra se ela deixasse que eu fizesse o mesmo que o rapaz da foto, entretanto, dessa vez dentro dela. Ela disse que não podia, pois as freiras examinavam as noviças em busca de traços de violação, no entanto, olhando para mim de uma forma maliciosa, disse que poderia oferecer a outra via. Perguntei, se ela já tinha polinizado aquele botãozinho de rosa, ela respondeu que costumavam as noviças enfiar velas de sebo umas nas outras a maneira dos homens.

Senti que não podia aguentar mais, tomei-a pelos braços, posicionei-a sobre o sofá da sala de estar ao que ela ofereceu gentilmente o ânus com uma leve curvatura da espinha dorsal. Foram quinze minutos que meu pilão maltratou aquela pobre florzinha no fim deixou que o líquido branco e espesso escorresse como uma torrente de néctar.

Sobre este texto

Johannes

Autor:

Publicação:6 de janeiro de 2016 00:50

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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