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Cacau, A Morena

Cacau, A Morena
Transar na primeira noite pode ser um risco, afinal, não sabemos quase nada da personalidade do outro. Podemos encontrar uma pessoa que não tem nada do que a gente gosta. Mas por outro lado, se a sorte sorrir pra você, pode ser muito prazeroso.

E naquela noite essa sorte estava do meu lado.

Cacau era uma morena deliciosa. Devia ter no máximo um e sessenta de altura e uns vinte e poucos anos, com pernas grossas, uma bunda redonda, durinha. Um par de saios fartos, daqueles que da vontade de morder. Sua pele morena, cheirosa, combinava perfeitamente com seus olhos cor de mel.

A conheci num trabalho que fui fazer com uma banda de pagode num bar bem tradicional de São Paulo. Ela estava vendo o show com algumas amigas, bebendo, brincando e cantando. Com um vestidinho preto bem curto que deixava suas belas pernas a mostra. Entre as fotos do grupo tirei várias dela, sem que ela percebesse. Vê-la dançar estava me dando muito tesão e eu já não via a hora daquele show acabar pra eu poder conversar com ela. Eu estava decidido a falar com ela.

Um pouco antes de o show acabar, notei que ela estava conversando com uma das amigas e olhando na minha direção. Fiquei tranqüilo, não queria dar na cara que eu estava louco por ela. Mas aquilo me encorajou ainda mais.

Assim que terminei meu trabalho, sentei na única mesa disponível no bar e pedi uma vodka com gelo. Passei a fitar aquela morena deliciosa e na primeira oportunidade em que nossos olhos se cruzaram eu sorri e ela retribuiu. Mais umas duas trocas de olhares e já estávamos nos apresentando.

Aquela boca carnuda e gostosa estava me fazendo perder a cabeça. Quando percebi que ia rolar, não perdi tempo. Tomei Cacau pela cintura e a beijei com muita vontade. Pude sentir seu corpo delicioso junto ao meu, suas coxas, nuas, roçando nas minhas. Seu cheiro era doce, mas com um tom de pecado, uma delícia.

Ela já estava bebendo a algum tempo, e estava soltinha. A coisa começou a esquentar naquele bar e ela não fez muita cerimônia para aceitar meu convite de vir até meu apartamento.

Quando chegamos, ela perguntou se podia tomar um banho, pois estava um pouco tonta e queria melhorar. Decidi deixa-la à vontade no banheiro, mas a safada deixou a porta um pouco aberta e eu pude notar ainda mais a beleza daquele corpo que eu estava prestes a provar.

Ela saiu só de toalha e me pediu uma camiseta. Eu dei uma camisa bem folgada pra ela e fui tomar um banho também.

Assim que voltei ao quarto, vi uma cena que simplesmente despertou um instinto meio que animal em mim. Ela estava de bruços, deitada na minha cama, só de camiseta, com a polpinha da bunda a mostra. Meu pau ficou duro na hora, e em uma fração de segundos eu estava beijando suas coxas e subindo até a buceta. Cacau, meio sonolenta, gemeu bem gostoso e empinou o quadril, mostrando toda beleza do seu sexo.

Comecei a lamber aquela bucetinha linda e rosada. Vez ou outra estendia a língua até o cuzinho, o que deixava ela louca de tesão. Chupei ela gostoso. Ela começou a rebolar na minha boca e gemer cada vez mais alto. Numa das vezes que passei a língua no seu cú, ela disse como se ordenasse: “Isso!”.

Não saí mais dali, e aproveitei para colocar o dedo na sua buceta que estava muito molhada. Comecei a masturbar Cacau, e com a língua no seu cuzinho apertado, ela gozou gostoso. Suas coxas tremiam bastante e ela deixou o corpo cair na cama. Alguns segundos de respiração ofegante e ela me empurrou, me colocando deitado. Pegou meu pau duro com uma das mãos e colocou na boca, quase engolindo ele todo de uma vez. Aquilo me deu muito tesão. Ela chupava meu pau com muita vontade. Uma coisa bem molhada e sacana. Ela me olhava com uma cara muito safada e colocava minhas bolas na boca. Ela me chupou como quem chupa um sorvete bem delicioso num dia de muito calor. Cacau mandava muito bem.

Eu queria comer aquela buceta gostosa e disse isso a ela. Cacau parou de chupar meu pau, foi até a ponta da cama, ficou de quatro e com uma cara bem safada me disse: “Então vem comer a minha bucetinha!”.

Meu pau estava tão duro que parecia que ia explodir. Coloquei só a pontinha e a puxei pela cintura, nem forte nem devagar, mas com pegada. Ela gemeu mais uma vez deliciosamente. Comecei a colocar com bastante intensidade e cada vez mais forte. A safada gemia muito gostoso e cada vez pedia mais. Comecei a comer Cacau com força. Ficava olhando meu pau entrar e sair daquela buceta e apertando sua bunda com muita vontade. Molhei a ponta do meu dedo na boca dela e coloquei na entradinha do seu cú. Ela gritou de tesão e notei que ela contraía ele como se sugasse meu dedo. Ainda com o meu pau na buceta dela, comecei a penetrar seu cuzinho com meu dedo o que fez ela gozar mais uma vez, só que com bem mais intensidade. E aquilo fez ela ficar com mais vontade ainda e ficar mais safada.

Ela se levantou, foi até perto da porta e com as mãos na parede, empinou a bunda e com uma cara de cachorra me ofereceu seu cuzinho. Era justamente o que eu queria!

Peguei no seu cabelo, na parte da nuca, e coloquei meu pau no seu cuzinho apertado. Que delícia!

Mesmo apertado, meu pau entrava e saía sem muita dificuldade, pois Cacau queria muito aquilo e estava louca de tesão.

Me pedia pra bater na sua bunda e eu batia muito gostoso. Ela era muito safada e começamos a trocar palavras bem quentes. Ela gostava de ser chamada de vadia e agia como tal. Aquele cú estava uma delicia e logo me veio a vontade de gozar. Ela percebendo isso disse: “Goza no meu cuzinho!”.

Foi como se ela apertasse um botão mágico que me fez explodir de tesão. Gozei gostoso naquele cú, e enquanto eu estava gozando ela rebolava com ele no meu pau todo molhado.

Foi uma noite fantástica. Cacau é uma mulher que sabe o que quer. Depois da transa conversamos bastante. O que me fez perceber ainda mais o quanto ela era madura e agradável, além do fato, é claro, de ela ser uma mulher deliciosa.

Nós saímos mais algumas vezes e até hoje tenho saudades daquela vadia gostosa.




(por Kaliu Ávila)

Sobre este texto

Kaliu

Autor:

Publicação:5 de fevereiro de 2014 02:51

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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