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Uma Mineira Quente

Uma Mineira Quente
Existem duas coisas que me fazem perder a cabeça e ultrapassar limites: O sexo oral molhado e o anal oferecido.

Conheci Cristina num chat. Uma mineira de quarenta e dois anos, um espetáculo de mulher. Divorciada, descobrira a internet há poucos anos e se divertia muito com os homens enlouquecidos pelo seu belo corpo bronzeado. Dona de uma bunda grande e gostosa, e seios fartos, Cris sempre colocava fotos que mostravam seu “talento” na janela do bate papo.

Alguns dias de muitas conversas quentes e bem humoradas e ela topou se mostrar na webcam pra mim. Estava bem à vontade, pois havia tomado algumas taças de vinho conversando comigo. Uma delícia! Já com roupas de dormir, Cris vestia apenas uma camiseta que cobria a calcinha. Fiquei louco. Depois de muito insistir, ela acabou se tocando pra eu ver. Ficou louca se masturbando pra mim.

Com o fone eu podia ouvi-la gritar um monte de putarias pra me deixar cada vez mais louco. Foi quando ela disse que gostava de chupar gostoso, com o pau todinho dentro da boca e soltou uma frase mágica:

“Se você estivesse aqui, eu te chuparia todinho e depois pediria pra comer o meu cú”.

Aquilo foi como jogar álcool num fósforo riscado. Eu fiquei louco de tesão e disse que iria ao seu encontro. Cris duvidou, e pra falar a verdade, eu também estava duvidando. Quase não acreditei quando me peguei planejando sair de São Paulo pra transar com uma mulher deliciosa em Belo Horizonte.

Vai entender o desejo!

Em dois dias estava eu no aeroporto indo pra Minas Gerais. Cristina não estava acreditando. Estava entusiasmada com aquela aventura.

Um pouco antes de embarcar recebi uma mensagem sua no celular que dizia:



“Vem logo que eu vou engolir você todo”.
Ela sabia seduzir um homem.

Fui contando os minutos até chegar lá. Cheguei por volta das três da tarde. Estava um calor de matar.

Assim que avistei Cristina meu pau ficou duro. Senti mais calor ainda vendo aquela mulher deliciosa num vestidinho curto marcando sua bunda deliciosa. Ela veio em minha direção, me deu um beijo quente e demorado. Encostou seu corpo no meu e pôde sentir meu pau duro roçando um pouco abaixo do seu umbigo. Me guiou até seu carro e disse que iria me levar num lugar que eu iria curtir, que era um pouquinho longe mas que iria valer a pena.

Fomos conversando durante o caminho e eu sempre olhando para aquelas coxas deliciosas e aquele vestidinho curto que hora ou outra mostrava sua calcinha.

Que buceta gostosa! Carnuda e aparentemente peladinha!

Ela estava dirigindo a mais de uma hora quando entrou numa estrada mais afastada e deserta. Andou mais um pouco adiante e disse que precisava parar. Disse que faltavam uns quarenta minutos pra chegar, mas que ela não agüentaria, que precisava fazer uma coisa.

Ela soltou seu cinto e o meu. Começou a me beijar. Pediu para que eu deitasse só um pouco o banco enquanto abria o zíper da minha calça. Cristina engoliu meu pau de uma vez. Começou a chupar com muita vontade. Sua boca quente e molhada conseguia engolir ele todo. Peguei no seu cabelo pela nuca e ela delirou.

“Isso”. Ela disse com uma cara bem de vadia, do jeito que eu gosto.

Comecei a empurrar a cabeça dela forçando bem gostoso. Eu puxava o cabelo dela e empurrava com força. Ela me chupava deliciosamente. Colocava minhas bolas na boca e me masturbava sempre com a cara de safada. Ela chupou e chupou até me enlouquecer. Quando fui gozar ela percebeu e mais uma vez engoliu meu pau todinho, fazendo assim com que eu gozasse na boca dela. Ela realmente adorava aquilo. E eu estava muito relaxado. Eu havia gozado gostoso.

Foi quando ela disse que era melhor seguirmos, pois o melhor ainda estava por vir.

Chegamos num sítio muito bonito. Cris me disse que era de uma amiga que morava perto de sua casa na cidade e que ela sempre ia lá para cuidar das plantas e relaxar na cachoeira. E era pra lá que ela queria ir. Mas antes passamos na casa para deixar minha mochila e pegar tomar um vinho. Cris adorava vinho.

Quando chegamos na cachoeira ela logo se despiu toda. Pude ver ao vivo o quanto ela era gostosa. Ela mergulhou e quando voltou me chamou. Eu prontamente tirei a minha roupa e fui ao seu encontro.

Começamos a nos beijar. Fiz questão de passar minha mão por todo o corpo dela. Senti sua buceta molhada e gostosa. Passei a mão na sua bunda e dei um tapinha de leve. Ela adorou e pediu pra eu puxar seu cabelo pela nuca. Com a outra mão, segurei o meu pau e comecei a passar a cabeça em seu clitóris. Cris, ainda me beijando, me puxou até uma pedra onde encostou e entrelaçou uma das pernas na minha cintura. Pediu pra eu comer ela gostoso e eu assim fiz. Coloquei meu pau na sua buceta e comecei a comer gostoso. Era apertadinha e muito molhada. Ela gemia gostoso e dizia muita putaria. Eu a chamava de vagabunda e ela adorava. Lambia a mordia seus seios.

Ela de repente puxou minha cabeça e colocou a boca no meu ouvido. Disse aquilo que soou como sinfonia para meus instintos:

“Coloca esse pau gostoso no meu cú”



Peguei Cristina pela cintura e a girei rapidamente fazendo assim que ela ficasse de costas e empinasse aquele rabo gostoso. Ela colocou as mãos na pedra e levantou uma das pernas, abrindo assim, aquele cú gostoso que eu estava louco pra comer.
Coloquei meu pau lentamente. Eu queria aproveitar todo aquele momento delicioso. Meu pau foi escorregando e Cris gemeu como uma cachorra.

Comecei a comer seu cú com muita vontade. Com uma das mãos eu puxava seu cabelo e com a outra, batia em sua bunda. Ela pedia cada vez mais forte.

A visão do meu pau entrando e saindo daquele cuzinho gostoso era de acelerar o coração. Eu estava delirando de tesão. Seu cú engolia meu pau da mesma maneira que ela tinha feito com a boca. Enquanto meu pau comia seu cú, ela se masturbava e gemia gostoso.

Cris gritava que ia gozar e aquilo estava me deixando louco de tesão.

Gozamos juntos!

Que delicia gozar com aquela mulher e vê-la gozando. Parecíamos dois animais num cenário maravilhoso de um fim de tarde gozando e brindando a delícia de viver.

E só de pensar que ainda ficaria uma noite todinha com ela meu pau permaneceu duro.

Eu estava com fome!




(por Kaliu Ávila)

Sobre este texto

Kaliu

Autor:

Publicação:5 de fevereiro de 2014 03:01

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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Comentários

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  • Larissa
    Postado porLarissaem19 de fevereiro de 2015 11:44

    Oi tenho 32anos sou de montes claros. sou casada a quatro anos e meu marido sempre insinua que quer comer meu cuzinho, eu nunca deixo até que em nosso aniverssario de casamento fique toda oferecida e quando disse pra ele comer ele ficou tão assustado ou surpreso sei lá que não conseguiu, na hora foi bem chato e só conseguimos um tempao depois. bjo

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