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Sobre o Tratador de Cavalos...

Fui com umas amigas minhas passar as férias da faculdade que aconteciam em Julho num Hotel Fazenda que costumava hospedar algumas pessoas que quisessem passar um tempo lá. O local era lindo e todos me tratavam bem, mas nem tudo se resumia a café da manhã ao ar livre, brincadeira com cachorros, jogos na quadra de tênis, ou hidromassagem e nem mesmo andar a cavalos. Se resume também a conhecer um cara charmoso, dono de um belo sorriso e que acaba se interessando por você.
Leandro era mais alto que eu. Pele parda, barba rasa, olhos verdes, cabelos castanho claro e baixo. Ele tratava bem eu e minhas amigas. Era um tratador de Cavalos. Eu fiz um curso de Auxiliar de Veterinário, apesar de estudar Literatura na faculdade, então reconheci o problema de um dos cavalos que ele estava cuidando e foi assim que nos tornamos amigos. Todas as atividades no Hotel Fazenda eram legais, mas um dia ele chamou eu e minhas amigas para irmos com ele numa festa de rua que acontecia ali perto. Na volta pra casa, minhas amigas tinham encontrado pares perfeitos e eu fiquei passeando com ele pela Fazenda. A gente conversava sem parar e eu sentia que ia rolar alguma coisa, mas segurei a onda, porque como muitos de vocês sabem, eu ADORO flertar...
- Então, daqui a cinco dias você volta a cidade. – Ele disse.
- Pois é, as férias já estão acabando e vai ser meu último período na faculdade.
- Você bem que podia voltar no final do ano. O natal aqui é muito legal.
- Creio que sim. Mas o que me motivaria a voltar? Posso ter adorado esse lugar, mas existem inúmeros lugares no mundo pra se conhecer.
- Pois é, seu namorado também não ia gostar de você vindo direto pra cá.
- Eu não tenho namorado! - Eu disse.
- Como um garoto bonito e atraente como você pode não ter um namorado.
- Me acha atraente? – Sorri maliciosamente.
Ele ficou vermelho e coçou a cabeça.
- Não fique com vergonha. Também te acho atraente. – Pisquei pra ele e caminhei em direção a uns estábulos onde fiquei acariciando um cavalo branco.
- Ele gosta de você. – Disse Leandro se aproximando por trás de mim. Seu membro não estava duro, mas pude senti-lo tocar acima de minhas nadegas.
Fechei os olhos e suspirei. Então ao meu ouvido ele disse:
- Mas ele não é o único.
Deuses! Como eu adoro quando um voz grossa sussurra em meu ouvido. É um dos meus cinco pontos fracos. Fiquei duro e senti as mãos fortes deles acariciando a minha cintura e depois descendo até meu pau. “Gosto muito de você. Intensamente!”, ele tinha dito em meu ouvido e eu gemi quando seus lábios tocaram meu pescoço e sem tirar as mãos de meu pau, ele foi lambendo e beijando até meu pescoço e mexendo em meu pinto ele beijou a minha boca e sua língua me invadiu. Seu beijo era intenso. Ele pegou a minha cintura e com força me jogou na parede, esfregando-se em mim, totalmente grudado, sem a menor intenção de se soltar.
Senti suas mãos subirem e descerem pelo o meu corpo. Ele tirou a minha blusa e a tacou longe. Seus lábios ainda beijavam os meus quando ele desceu suas mãos até dentro da minha calça e começou a me punhetar. Eu gemia entre o beijo.
Logo, ele desabotoou a minha calça e desceu os lábios pelo o meu pescoço e meus mamilos, que ele chupou com força, minha barriga e chegou a minha virilha. Ele a lambeu que nem um gatinho lambe uma tigela de leite e depois cheirou meu saco antes de chupa-lo com força.Toquei em seu chapéu de cowboy, gemendo e revirando os olhos. Seus lábios subiram de meu saco escrotal até a cabeça de meu pênis que ele chupou bem devagar. Desceu os lábios pelo o tronco de meu pênis e o chupou, subindo suas mãos pela minha barriga e peito e fez uma vai e vem com a boca por um longo tempo. Então me virou e bateu na minha bunda com força (E como eu gosto disso!). Ele ficou metendo seu dedo do meio no meu cu e depois senti dois dedos. Mas dois tapas fortes e uma mordida em minha nádega. Oh Céus! Ele ficou brincando com meu ânus, dando uma voltinha com o dedo e cuspindo. Ele meteu três dedos dessa vez e ficou em pé, sem parar de meter o dedo. Então beijando meu pescoço ele acariciou meu corpo e meu pescoço. Me colocou de frente pra ele. Desabotoei sua camisa xadrez e a deixei cair no chão e toquei seu corpo musculoso, especialmente sua barriga e fiquei alisando. “Você é tão lindo!” Eu disse tocando em seu rosto. Seu chapéu caiu e ficou preso em suas costas pela alça. Ele me beijou mais uma vez e eu acariciava as suas costas.
- Quero te devorar. – Ele disse em meu ouvido. Eu dei risadas pelas cócegas que sua barba rasa fazia em meu pescoço. Ele desabotoou sua calça e a deixou cair. Estava de cueca branca. – Ai meu Deus, você é tão delicioso. – Ele tinha dito em meu ouvido novamente.
Eu virei de costas de novo, seus lábios beijavam minhas costas e ele me agarrou por trás (outro ponto fraco meu). Ele acariciava o meu peito e apertava meus mamilos, mordendo meu pescoço e dizendo putarias em meu ouvido: “Você é tão gostoso. Eu quero fuder teu cu e fazer você gemer que nem uma cabra. Vou te comer tão vem que você nunca vai olhar pra outro homem. Vou te fazer gozar tão forte que você vai querer ser meu pra sempre. Goza comigo?”
- Gozo! – Eu disse. Eu gemia de tanto tesão. Seu pau estava roçando em minha bunda e então me virei novamente. Eu peguei nele, ainda pela cueca e ele arrastou a minha cabeça até lá. Com os dentes, abaixei a cueca e libertei sua jeba enorme, fina, mas grande. Acho que 18 ou 19cm, não sei. Mas linda! Com as veias saltando. Ele pulsava de tesão. A gala já estava escorrendo pela cabeça. Eu lambi ela e abocanhei aquele pau. E chupei... Não! Eu suguei sua rola, e o gosto era tão bom, salgado de suor de um cara que trabalhou o dia todo e está aqui só pra me dar prazer. Ele gemia com aquela voz grossa, estava boquiaberto, apertando meu cabelo com força e acariciando meu rosto. Minha língua passeava naquele delicioso mastro, enquanto meus lábios subiam e desciam fazendo um perfeito vai e vem. Nossa, como era bom! E ele estava adorando. Elogiando a mim e minha boca, dizendo que nunca havia sido chupado assim.
- Você é demais! Aaaah! Você é demais! Isso, me faz gozar na sua boca. Delicia. Isso garoto! Isso! – Ele começou a mexer o quadril, literalmente fodendo a minha boca. E eu adorei sentir aquele pau gostoso entrando e saindo pelos os meus lábios. Mas ele parou. Não gozou. Pelo menos não ainda...
- Vem cá. – Ele me puxou. – Deixa eu sentir o gosto do meu pau na sua boca. – Ele então me beijou. De língua. Mordeu meu lábio inferior e me apoiou de costas, com a bunda empinada numa madeira.
Leandro deu dois tapas na minha bunda e cuspiu na entrada do meu cu.
- Pronto pra cavalgar sem a cela? – O Cavalo perguntou pra mim... Quer dizer, Leandro.
- Como quiser, querido! – Eu já estava rangendo os dentes. Eu o queria dentro de mim.
Então ele foi entrando lentamente. Ai que agonia. Enfia logo!, quase gritei, mas mantive a paciência, gemendo de lábios fechados. Ele entrou com tudo, mas ainda não começou o vai e vem, só ficou lá dentro. Se inclinou e me deu um chupão nas costas.
- Doce menino! – Sussurrou em meu ouvido. Então ele começou a meter. Ele agarrou meu quadril e ia fundo, lá dentro de mim. Ele metia mais e mais e urrando de prazer, enquanto eu gemia dizendo o quanto seu pau era gostoso e o quanto ele era gostoso e o quanto eu queria mais. Eu queria que ele gozasse dentro de mim, mas não parou por aí. Ele saiu de dentro de mim, me deu um tapa na bunda e com a respiração ofegante ele se deitou no chão.
Agora sim eu iria cavalgar.
Então ele segurou meu quadril, enquanto descia deslizando em seu pau todo babado pela gala. E eu sentei. Sentei e sentei e comecei a rebolar, eu sentava rebolando em seu mastro duro feito pedra. Eu adorava a sensação de sua rola dentro de mim. Ele não gemia, urrava de prazer e eu gemia de muita emoção. Estava revirando os olhos, parecia que eu estava possuído. Cavalguei gostoso em seu pau.
De repente, parecia até judô, porque ele me pegou e conseguiu me colocar de lado, ainda dentro de mim. E de ladinho ele foi metendo. Cara! Eu comecei a gemer mais alto, meu pau pulsava e sua voz grossa urrando de prazer em meu ouvido, dizendo: “Ai caralho! Isso porra! Aaah! Aaaaaah! Isso! Toma, assim!”
Ele metia com tanto prazer, que seu quadril mexia como se ele estivesse dançando. E então ele agarrou o meu pau e disse em, meu ouvido: “Goza comigo!”
Não tem nem como resistir a esse pedido. E então gemi quando suas mãos fortes começaram a me punhetar e acabei gozando, gritando de tanto prazer. Ele gemia também, alto e quando senti um líquido quente escorrer dentro de mim, notei que ele só poderia estar gozando também.
Ofegantes, caímos e estávamos tonto. Pelo menos eu estava. Tentavamos recuperar o fôlego e eu fiquei olhando pra cima. Era aberto naquela parte dos estábulos, então eu pude ver as estrelas. Acho que eu estava apaixonado pelo Leandro.
- Caio? – Ele interrompeu meus pensamentos.
- Sim? – Olhei pra ele.
- Quero fazer isso de novo!
Então eu caí na gargalhada e ele me beijou mais uma vez.
Ainda não sei como o pessoal não nos ouviu...


Se quiser conversar comigo sobre o conto, entre em contato pelo o meu e-mail: [email protected]

Sobre este texto

Kayke

Autor:

Publicação:6 de outubro de 2016 13:39

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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