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Do fundo do baú

Carla e Carlos

Carla e Carlos
Carla e Carlos eram irmãos, gêmeos, ao menos isso que sempre lhes disseram.

Ela nascera alguns minutos antes dele, ao menos isso que sempre lhes disseram.

Ambos foram crianças tímidas e reclusas. Porém Carla possuía uma beleza morena diferente, era de uma elegância ímpar desde a mais tenra idade. Ele, o Carlos, um desengonçado loiro sem atrativos, cabelos lisos e desengrenhados. Pela aparência era difícil notar a irmandade entre os dois. Mas, enfim, eram gêmeos.

Com o passar do tempo a convivência reclusa dos dois fez com que a irmandade fosse fortalecida, um defendia o outro com força e vitalidade invejáveis. Era inquestionável o amor que sentiam um pelo outro.

Quando completaram 15 anos Carla exigiu uma festa com toda pompa. Foram 7 vestidos utilizados durante a noite, eram 15 casais de padrinhos, a valsa, enfim foi a festa de uma vida. Enquanto Carla debutava e era apresentada a sociedade, Carlos ficava a margem, no escuro, completo em seu ostracismo, mas ele gostava. Pensava que quanto menos aparecesse melhor seria. Não se sentia digno da beleza de sua irmã e dos cuidados de seus pais. Era o verdadeiro "cara estranho" que habitava aquela casa.

Ela, linda com era, passou a ser cortejada por todos os rapazes da cidade, até que conheceu Eduardo. Eduardo era esportista, garoto forte e inteligente, era o cobiçado da escola.

Carla começou a namorar Eduardo, mas seu sinistro irmão permanecia nas sombras, sempre seguindo o casal. Sempre observando. Carlos era ofuscado pela beleza de Carla, e gostava da sensação, enquanto Carla sentia certa excitação com o observar calado de Carlos.

Carla e Eduardo criaram muita intimidade, mas sempre sob o olhar sinistro de Carlos. Certa vez estavam, Carla e Eduardo, transando no carro, em frente a casa dos gêmeos, quando puderam notar Carlos escondido e observando a transa. Era mórbida a fixação dos irmãos. Carla, ao perceber o olhar do irmão, monta em Eduardo, direciona o caralho do garoto para a sua buceta e mete gostoso, senta na pica dura do namorado, sobe e desce com força, gemendo alto e olhando fixamente para Carlos. O desejo de Carla era mostrar que gosta de meter, que adora uma rola dura entrando em sua buceta. Eduardo delirava e gozava muito dentro da buceta de Carla.

Carlos permanecia imóvel, olhando a sofreguidão dos dois namorados sem expressar reação, como que aguardando o seu momento.

No dia do aniversário de 18 anos dos irmão, Carla pediu ao namorado uma noite de amor. Eduardo delirou quando recebeu o pedido. Partiram então para a casa de Eduardo e em seu quarto tudo começou.

Carla estava linda, vestido preto justo, sapatos de salto, e sem calcinha. Carla era sensual e gostava das brincadeiras de sexo. Carla chegou até Eduardo e o abraçou, beijou sua boca ao mesmo tempo que acariciava seu pinto. Eduardo ficou duro com o toque.

Carla, "safadamente", foi abaixando ate ficar de joelhos na frente de Eduardo, abriu seu zíper e libertou seu membro da calça. Eduardo ainda não sentira a vontade de Carla em toda sua plenitude. Assim que liberou o pinto do namorado, Carla o enfiou na boca, ela era mestra na técnica de mamar a rola de Eduardo, a safadinha engolia a rola toda, passava a língua sobre a sua cabeça enorme e sugava com vontade.

Eduardo não aguentou os carinhos de Carla e explodiu em tesão, jorrando na boca de Carla. A garota tomou toda porra que Eduardo forneceu, mas a porra quente foi descendo pela garganta da moça e queimando, a sensação era que estava tomando um gole de ácido. Conforme engolia sentia a queimação vindo de dentro, do âmago do seu ser. Carla foi ficando vermelha e a dor foi se tornando insuportável, a sensação de Carla era que a dor havia tomado todo o seu corpo, sua buceta estava molhada e ardia de tão quente. O calor subiu até as costas de Carla. Em poucos instantes Carla foi de um simples boquete a uma sensação de dor e medo, que mesmo a dilacerando estava purificando. Eduardo por sua vez nem percebeu o que acontecia, tudo foi muito rápido. Carla, em sua loucura, voltou ao membro de Eduardo, passando a chupar com força e percebeu que a dor cessava quando fazia Eduardo sofrer. Carla chupou como nunca e Eduardo reclamou pedindo que parasse. Eduardo estava em pé e Carla ajoelhada, mas num golpe só Carla derrubou o namorado, sem parar de chupar seu pinto. Eduardo empurrou a cabeça da bela morena, mas ela não parava. Até que Eduardo olhou para as costa de Carla e percebeu um apêndice surgindo, crescendo sob o vestido. Eduardo assustado empurrou novamente a cabeça de Carla. A bela moça retirou o pinto da boca e olhou direto nos olhos de Eduardo. Os olhos de Carla estavam vermelhos, como se ardessem em fogo. Eduardo ficou mais assustado, começou a gritar. Carla num gesto rápido tapou a boca do rapaz, segurando-o com uma força sobre-humana e retornou a chupar o pinto de Eduardo. O cacete do garoto estava endurecido pois a atmosfera de dor e medo o estava excitando, Carla o mordeu com força, retirando a cabeça do pinto numa mordida só. Da lesão o sangue começou a jorrar.

Carla aproveitando a situação passou a sugar todo o sangue que saia. Conforme Carla
sugava o pinto já mole sem cabeça, Eduardo ia apagando, até desmaiar por completo. Carla terminou de chupar todo o sangue disponível do ex-namorado e conforme sugava seus apêndices nas costas foram se tornando asas, surgiram grandes asas negras nas costas de Carla.

Enfim Carla compreendeu o que era na verdade e a fúria percorreu o corpo de Carla, ela queria outra vida para suprir sua ânsia pela maldade.

Nesse momento, entra pela janela um vulto que se atira sobre Carla, pegando-a pelas costas. Com habilidade o forte vulto prende as mãos de Carla com um cinto, em três laçadas rápidas. Era Carlos, que observara o crime da irmã e aguardará o momento certo para agir.

Ao prender Carla com o cinto, Carlos a debruçou sobre o corpo sem vida de Eduardo, Carlos observa por um instante a posição, Carla caíra com a bunda arrebitada e a cabeça para baixo. Carlos segurou o cinto preso ao braços de Carla e puxou para cima com força, Carla emitiu um gemido, pois ela ainda estava excitada. Carlos olhando aquela bunda branca e apetitosa sentiu pela primeira vez seu pinto endurecer, em 18 anos isso nunca havia acontecido. Carlos, com uma força sobrenatural, puxou o braços de Carla para cima e direcionou seu pinto direto ao cu da irmã. A força da estocada teria quebrado ao meio uma mulher normal, mas Carla era forte e amoleceu de tesão ao perceber que estava presa e sem condições de reagir a sodomização de Carlos. Quanto mais Carlos metia na bunda de Carla, mais a paz entrava em seus corações. Carlos se sentia livre, sua alma estava aberta e conseguia escutar todos os sons ao seu redor. Carla sentia que estava entregue a seu dono, que só a dominação de Carlos aplacaria a usa ânsia por novos corpos. Carlos usou a bunda de Carla até se fartar, enfiou com força segurando os braços de Carla, até que explodiu em gozo, enchendo Carla com sua porra quente, mas desta vez Carla não ardera, a dor cessara e então compreenderam a missão de ambos. Carlos e Carla ascenderam, um para o outro. Para Carla foi preciso tomar a vida de um inocente para ascender e obter suas asas, mas para Carlos a ascensão veio pelo amor que sempre sentiu por Carla. As asas de um vieram do ódio e as do outro vieram do amor.

Carlos e Carla não eram irmãos, eram seres prometidos um ao outro. Eram criaturas misticas que ascendem ao completar 18 anos e que desenvolvem "asas brancas" ou "asas pretas". Carla tinha natureza perversa e hedonista, ascendeu com a morte de Eduardo, enfim usaria asas pretas para o restante de sua existência. Agora Carlos era de asas brancas e era forte suficiente para proteger Carla para toda a vida.

Os dois amantes fugiram para viver o amor, deixando o corpo sem vida de Eduardo, afinal é assim que as coisas acontecem... a natureza dita as regras e nossas escolhas ditam as consequências.

Sobre este texto

LAWER

Autor:

Publicação:31 de julho de 2016 18:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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