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Um Tapinha com Ternura


“Ssssssssssssssssszzzzzzzzzz........”. “SSSSSssssssssssssssszzzzzzzzzzz...”, era o som que saía dos finos lábios de Mônica numa mistura de ar e saliva. Mônica descansava os braços nos ombros de Marcílio, e beijava seus lábios carnudos, mordendo-os de vez em quando, esfregando sua boceta, já húmida debaixo do jeans, no pau duro de Marcílio.
E era impossivel não admirar aquele volume que parecia que em algum momento iria furar aquela calça. “SSSSSSSSzzzzzzzzzzzzzzz......”. E uma marca húmida já aparecia no jeans de Marcílio.
E os dois, finalmente, saíram do bar seguidos pelos olhos alheios, abraçados, beijando-se despudoradamente, mãos apertando bunda, seios, e algumas mordidas.
O apartamento de Mônica ficava logo ali. Marcílio e Mônica não eram namorados, mas sempre que os dois se encontravam no condomínio, uma energia avassaladora tomava controle de ambos os corpos. Os mamilos de Mônica inchavam e endureciam, sua boceta esquentava e melava, enquanto que o pau de Marcílio debatia-se de encontro à calça, em agonia.
Ao entrar no apartamento, os beijos, apertos, mordidas, alcaçavam um frenesi enlouquecido, e as roupas começavam ir ao chão, desenhando uma trilha até o sofá.
Mas dessa vez algo diferente e inesperado aconteceu. Marcílio lambia os seios de Mônica, degustando o leve sabor salino nos bicos entumecidos. E foi descendo... até a língua tatear os primeiros pêlos dourados, e o nariz sentir o aroma de cio; quando então, Mônica agarrou as mãos de Marcílio, este perdendo o equilíbrio, e ambos indo ao chão.
Gargalhadas, sorrisos, e Mônica ficou de pé, sem interromper o dialógo extrassensorial entre os seus olhos cor de mel, e os castanhos-escuros de Marcílio. E ao vê-lo nu ao chão, como uma barata imobilizada com as pernas ao ar, pisou no peito de Marcílio. Os dedos de seus pés sentiam as costelas e a suavidade do estômago. Mordendo os lábios, Mônica sorria para Marcílio, que retribuía o sorriso. O fogo serpenteou dos pés até o último fio dos cabelos louros de Mônica, que se abaixou e sentou em cima de Marcílio, segurando os braços esticados.
“Seu filho da puta”, e esbofeteou a cara de Marcílio, que continuou com um sorriso libidinoso a desenhar os lábios. “Cachorro... filho da puta”, e agora foi uma porrada com a mão esquerda. Só que Marcílio sorria, e Mônica continuava alternando entre as mãos, esbofeteando-lhe o rosto, que já começava a ficar vermelho e quente.
Com um olhar de gato preparando para dar o bote no pombo, Mônica gemeu e disse, “Estou gostando...”, e bateu mais.
“Bate, sua vaca”, e seu pau duro roçava na penugem dourada de Mônica.
E ela bateu, bateu até a cara de Marcílio ferver, e as últimas porradas não eram mais com as palmas, mas com o punho, e sentou no mastro de Marcílio, e cavalgou.
Marcílio entre cavalgadas, tapas e socos explodiu dentro de Mônica. Os dois se levantaram e sentaram no sofá. Mas Mônica ainda queimava por dentro. Agarrou Marcílio pelo pescoço, fazendo-o deitar de bruços em seu colo. E sem cerimônia meteu dois dedos em Marcílio. E após algum tempo, enfiou mais um.
“Filho da puta”, e agora era a bunda de Marcílio que ficava vermelha. Mônica espancava, tirando, lambendo e metendo os dedos, com maior intensidade a cada gemido de Marcílio.
Puxado pelo cabelos, a boca de Marcílio foi de encontro ao Eldorado de Mônica, que detonou um coquetel de gozo e mijo na face de Marcílio.
O momento da despedida chegou, mas algo diferente estava no ar. O adeus foi mais demorado, e os beijos mais apaixonados, num silêncio aconchegante. Os olhos de ambos brilhavam. A mão direita de Mônica deslizou num último carinho no rosto de Marcílio, terminando o movimento com um tapinha, um tapinha com ternura. Silêncio... e a porta fechou.

Sobre este texto

LCL

Autor:

Publicação:7 de abril de 2013 17:03

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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