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Muvuca

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Lilica estava passando férias em Luiz Corrêa. Estava hospedada na casa de Pensil Vânia. De origem francesa essa mulher era um show a parte. Loira, corpo violão e muita sensualidade. Casada com um empresário da área do entretenimento nunca aceitara ser provida por ele. Formada na área da medicina, trabalhava e pagava suas próprias despesas, era uma libertária que se decidiu muito cedo ser libertina.
Diabos, o marido não sabia quanto dinheiro tinha nem quanto custaria atender as fantasias domesticas dela. Mas, se era para fazê-la feliz, gastaria o que fosse preciso. Pensil numa mulher biscate... Para o esposo ciumento ela se fingia de morta. As suas resoluções honestas ressequiam-se, morriam como débeis florinhas naquele fogo que a percorria. Ela acolhia alvoroçadamente todas as razões insensatas que lhe vinham de demonstrar amor para seu marido. Sempre sonhou com um marido rico que satisfizesse todos os seus caprichos e que lhes desse permissão para dar as suas voltinhas com amantes sempre que quisesse. Quando estava em lugar público que se sentia atraída por algum rapaz, resistia a vontade de se aproximar e se jogar com tudo para saciar sua sede constante de prazer sexual. Era uma verdadeira ninfomaníaca.
João era extremamente ciumento, era o verdadeiro boi. Tomava chifres de dia e de noite. Naquele dia ensolarado eles estavam na praia. Ele esperou que ambos tivessem tomado umas cervejas para iniciar uma conversa.
- Esta praia é mesmo bonita, não é?
- É. Está falando da praia ou das pessoas que a freqüentam?
- Da praia, claro, e tira os olhos dessa morena para quem passaste a manhã toda a olhar.
- Qual?
- Essa que está com aquele mulato que é só músculo.
- Não me digas que passaste a manhã toda a olhar para ele, disse ele desconfiado..
- Estava a tentar descobrir a mulher para quem estava olhando e bati com os olhos nele. O que é que quer dizer com isto?
- Não quero nada. Esta praia é mesmo bonita, não é?
- É. Por acaso é.
Ele sempre cedia aos argumentos dela. Há duas maneiras de enfrentar uma contradição com a esposa: engolir ou cuspir. De fato, quem não quer discutir tem sempre a opção de engolir a sua própria opinião e contornar o problema. O jeito encontrado era mudar imediatamente de assunto. Mesmo que fosse para falar de futilidades.
- Meu Amor preciso que me prometas uma coisa.
- O quê?
- Se algum dia você reparar que eu estou careca no topo da cabeça, por favor, diz-me.
- Por quê?
- Para eu rapar o cabelo completamente. Não quero andar com o cabelo grande e uma roda careca lá no meio.
- É um otimista.
- Por quê?
- Acredita mesmo que vamos estar juntos quanto começar a ficar careca?
- E não vamos?
- Vamos embora que essa praia já rendeu o que poderia render.
Ele havia conhecido Pensil Vânia num mês de novembro. Gostou dela. Costumava ser sempre assim quando se apaixonava. Conheceu alguém e gostou. É só isso e não tem muito mais que dizer. Esse é o princípio que poderia ser chamado, o ponto zero. Esticava as toalhas e automaticamente começava os dois a limpar as lixeiras espalhadas na areia. Os dois odiavam lixeira na areia e isso foi apenas mais uma das coisas que os uniu depois do ponto zero. O ponto zero é importante porque acontece, mas tem o valor zero se a seguir não houver mais nada. Todos os anos numa ação que considerava pedagógica pediam a sua filha que limpasse a área da praia onde estavam e colocasse todo o lixo na lixeira que encontrasse. Era pedagógico porque os ensinava que o pouco lixo que eles produziam era essencial para o muito lixo que existente, uma mania que perdurou.
Era nas férias que percebiam que havia muito tempo que o silêncio os havia abandonado, e que viviam constantemente ao lado de ruídos. Não estavam a falar apenas dos ruídos sonoros, embora também, mas sim de todo o tipo de ruído. O ruído de ter um comboio para apanhar, um trabalho para acabar ou uma hora para acordar. O ruído da vida é muito parecido com o ruído do Amor. Aquele ruído que os fazia esquecer-se da importância da pessoa que está do lado, aquela que divide a vida. Quando se deixava de aperceber que o ruído era isso mesmo, apenas ruído e ele passava fazer parte da normalidade. É assim, com ruído, que uma vida inteira pode passar sem ser vivida. É assim, com ruído, que um Amor grande pode passar sem ser Amado. É o pior e o mais injusto que poderia acontecer, e só por isso já devia ser obrigatório haver uma regulamentação do trabalho para que todas as pessoas, sem exceção, tivessem direito a intercalar o trabalho consigo mesma. João na realidade estava começando com um quadro de neurose. Começava a reclamar de tudo e de todos.
Queixava-se dos olhares de desconfiança do esposo, suas monótonas conversas sobre assuntos banais. A suas noites eram sacudidas de sonhos lúbricos; de dia preocupada com suas responsabilidades profissional no único hospital daquela cidade. Às vezes se irritava com as perguntas constantes e repetitivas do marido:
- Acho que vou vestir algo bem leve e vou ao Shopping que estou com um calor dos diabos.
- Credo, rapariga! Que tens tu?
- Tesão... Tesão recolhido.
- Não sei o que me deu na cabeça para me casar com você, disse ele.
- Não foi a cabeça o responsável. Foram seus olhos para cima desse corpão cheio de energia curvas e muito tesão.
- Você é uma doente, Pensil Vânia. Devia procurar um especialista.
- Para quê? O meu mal só se cura com potência masculina. Por falar nisso, por que você não procura comprar na farmácia meu amor, aquelas pílulas milagrosas para resolver o meu problema. É essa a saída.
- Você precisa é de vergonha.
-É... Eu não sabia que tinham mudado o nome daquilo que mais me satisfaz.
- Se sair agora, irá só. Tenho mais o que fazer.
- Isso é tudo de bom. Passear pelas butiques da moda livre de seus palpites.
Ele encolheu os ombros, com resignação, numa relação a dois que havia só incoerência e dolo. Considerada uma desavergonhada, arrastava-se duas vezes por semanas pelos motéis da cidade, regalando-se lá de extravagâncias, bebendo champanhe, fumando e subindo ao sétimo céu, delirando, para depois revelar ter feito enormes sacrifícios em prol dos seus desejos incontidos... Só no chicote para corrigir isso!...
Lilica, cunhada de Pensil Vânia estava com trinta e cinco anos, virgem, era alta de bonitas formas. Ela nunca tinha visto o mar antes; e não se fartava de estar sentada na areia, fascinada pela vasta água azul, muito mansa, cheia de sol; às vezes no horizonte passava um ou outro daqueles luxuosos iates; em redor as ondas marinhas adormentavam-a e a visão era para o infinito sob um céu azul anil. O suor tomava conta de seu corpo debaixo daquele sol ardente de quarenta graus. Era hora do banho. As barracas de lona vendendo petiscos e bebidas se alinhavam naquela praia à perder de vista.
Assim começara a intimidade de Pensil Vânia e seu colega de profissão, o médico oftalmologista doutor Armando Pinto. Sempre com ar de superioridade quando lhe falava! Um modo de encolher os ombros, de exclamar: “Tu não percebes nada disso?” Se perguntava o médico às vezes. Chegava a ter palavras cruas, gestos deselegantes. Ela começava a desconfiar que seu colega não a estimasse; porém a desejava. Ela mal o via para despertar todos os seus desejos reprimidos. Quando o encontrava no corredor do hospital ela era só sorriso ao cumprimentá-lo:
- Ora viva... Homem bonito!
- Jogo perigoso, jogo perigoso, brincava ele.
- Vamos ao refeitório?
- Sim, vamos concordou o médico.
O ar estava abafado, tinha um cheiro complexo, indefinido. No refeitório, ele se sentara de frente para ela com bandejão de comida se preparando para experimentar as primeiras colheradas quando sentiu o roçar de seus pés por debaixo da mesa, um olhar penetrante que se trocavam todos os dias como um mútuo juramento de uma atração eminente e proibida. Ambos casados e cheios de compromissos sociais. Naquela sexta-feira Pensil Vânia aparecera trabalhar num vestido de seda discreto, porém, colado ao corpo exibindo um belo decote. Andou rebolando os quadris na frente do médico provocando-o escandalosamente. Ele a contemplava com paixão, num desembaraçar daqueles dois molhos langorosos fitos nela. Nenhum dos dois tinha coragem suficiente para se declararem um ao outro. Até que um dia ele tomou coragem e disse:
- Nossa relação pessoal está tomando o caminho da indecência, você não acha?
- Não... Não acho! As regras foram criadas para serem quebradas.
- A cidade é pequena e um encontro entre a gente seria muito, perigoso para ambos.
- É nada! A noite todos os gatos são pardos!
- Será?
- Experimente e descobrirá.
Nesse momento, discretamente ela passou seu pé nu na braguilha da calça dele por debaixo da mesa do refeitório e brincou:
- De Armando Pinto, você só tem o nome. A coisa já está de pé como o diabo gosta, murmurou Pensil Vânia.
- Você é louca! Louca varrida.
- Louca por você, acorda e vê se faz alguma coisa...
- Precisamos ter mais cautela. Estamos em ambiente de trabalho. Você não deve olhar tanto para mim, nem estar tão chegada... Já houve quem reparasse.
- Quem reparou?
- Ninguém. Eu é que tenho medo. É preciso disfarçar.
Doutor Armando Pinto saiu do refeitório com a coisa armada e uma pasta de exames laboratoriais na frente, tapando tudo. Estava mais atraído por aquela loura ousada e caliente sentindo uma sensação deliciosa pelas palavras ousadas dela, lembrando de certos olhares desejosos. Era gostoso pensar em tudo isso sem acabar em sexo. Nas paixões de ambos existiam grandes impaciências. Às vezes ela precisava se conter, absorvendo a voluptuosidade que se exalava de todos os seus movimentos. Ela estava tão carregada de desejos que necessitava se conter para não agarrá-lo ali mesmo, na frente dos colegas de serviço. Um detalhe que ela não sabia, era que o médico Armando Pinto era sócio de seu marido num novo empreendimento e jogava bilhar no clube habitualmente com ele. Apesar de correr um boato que o médico era boiola; e tinha inclusive um caso amoroso com um enfermeiro do próprio hospital em que trabalhava. Os dois comentavam de mulheres, futebol e política, passavam horas tomando cervejas. A situação entre o médico e Pensil Vânia continuava indefinida até o dia que aconteceu o inesperado. O bairro que Pensil Vânia morava era um lugar confortavelmente isolado daquelas avenidas barulhentas ladeadas de edifícios de concreto. Era uma casa linda e confortável. Sua esposa ia freqüentemente a centros comerciais, comprava vestidos caros e jóias. Visitava mercados de antiguidade comprando adornos para a casa. Ia muitas vezes ao teatro mesmo sem gostar dele. Era de uma vaidade singular. Visitava todos os Shoppings - Centers da cidade. Cedia sem vontade aos desejos do marido. Pensil Vânia que sempre dormia nua; mas para tomar café com Jõao, seu marido na larga varanda do quarto, ela vestiu uma dessas camisolas muito curtas e nada mais por baixo, que possuía em grandes números (compradas nas suas inúmeras viagens feitas para Fortaleza, Natal e São Luis). Compradas por vaidade da beleza do seu próprio corpo de que por pudor. Em partes era só pelo prazer da prova. A que estava usando nessa manhã era transparente e pregueada, na cor azul turquesa. A bainha não ia além das virilhas. Era apertada na cintura por três botões. O mais leve sopro e levantava exibindo as curvas de seu bumbum perfeito.
Um carro para em frente a casa e buzina.
- Meu Deus! Tinha esquecido que tinha convidado ele para passar o sábado com a gente.
- Eu o conheço? Pergunta curiosa.
- Eu acho que sim, é médico no seu hospital.
- Ah, não... Não vai dizer que é que eu estou pensando?
Quando o viu... Ela caiu das nuvens. Não acreditava no que ouvira. Que ironia do destino! Pensil Vânia não conteve um sorriso de felicidade:
- Não vou me trocar. Vou ficar assim mesma. É hoje que a Jurupoca vai piar! Disse para si mesma.
No fundo era tudo que ela desejava. Um momento como esse. Ela estava acostumada a andar sempre nua dentro de casa, ela estava à vontade.
João levantou-se de pressa para atender o portão e receber ao amigo e sócio esquecendo que a esposa está praticamente nua dentro de casa. Porém se despreocupou em seguida. “Esse cara não gosta da fruta mesmo, não haverá nenhum problema com o exibicionismo de Pensil Vânia.”
- Encantadora! Apreciou-o antes de beijar a mão dela. Os meus cumprimentos, meu caro! Acrescentou dirigindo-se para João. Espero que o seu trabalho lhe deixe algum tempo livre para cuidar dessa diva!
Pensil Vânia não ousava olhar para Armando. Contudo, mesmo contra a vontade, divertia-se agora com a estranha coincidência e começava a bolar alguma estratégica.
João instalou o recém-chegado. Dirigindo ao mesmo tempo um sorriso de encorajamento a esposa, cúmplice. A expressão equívoca divertiu-a secretamente e aguçou ainda mais seu lado libertino. O médico sentou-se na sala de estar do casal muito pouco à vontade. Não conseguia afastar seus olhos dos belos seios avantajados que a luz dava vida através do plissado da camisola. Era demasiado incapaz de disfarçar as suas emoções, para que a perspicácia de Vânia não fosse logo desperta. Ela jogava com seu charme sem estar certa do efeito que isso poderia produzir no seu marido.
- Não se preocupa não, que somos adeptos de nudismo dentro de casa e em praias especiais. Curtimos o erotismo até as últimas conseqüências. Tentou João deixar o convidado menos constrangido.
- O erotismo não é um produto da decadência, mas um progresso. Porque ele ajuda a desvendar as coisas do sexo, um instrumento de salubridade mental e social.
- Muito bem, zombou Pensil Vânia.
- Tempos modernos, meu amigo. Tempos modernos.
Enfim, ela se acalmou. Na realidade, quase sem saber, era vivia um erotismo abstrato que inspirava sua sensualidade elementar imaginando uma oportunidade de ceder ao médico que povoava seus sonhos eróticos. Enganar seu marido era seu esporte favorito. Tinha bruscamente a sensação de se ter encontrado, segura dos seus desejos, orgulhosa do que gostava tão incapaz de simular como de esperar. Pouco faltava para que saísse gritando a sua alegria enquanto caminhava pela casa. Um canto de esperança cantava-lhe a cabeça. “Enfim, enfim!” O médico olhava para ela com admiração e perplexidade. A elegância do ambiente e o modernismo da decoração agradavam o visitante. Elogiou os arranjos de flores, talento japonês que Pensil Vânia havia adquirido recentemente, Móveis de cerâmica, pias de pedra e um gigantesco aquário translúcidas com peixinhos coloridos, corais e conchas, Um grande móvel de ferro forjado que se erguia no meio da sala provocante, tinindo com toda a sua insólita folhagem de ferro.
Ela se levantou indo até a cozinha, retornando sorridente com um prato de biscoitos, frutas e mel, a brisa matinal entreabriu a lingerie até o umbigo, e o triangulo das bermudas nunca ficou tão próximo do seu rosto, como naquele momento. Não ousou levar a xícara até aos lábios com receio de suas mãos tremerem. Pensou logo nas dificuldades. “Que faço eu se tiver que levantar para esconder essa barraca armada nas minhas calças”. Por felicidade dele Pensil Vânia exibia através da transparência seu bumbum saliente e perfeito antes de ir para seu quarto, dando assim tempo para que os homens tivessem tempo de engolir as suas torradas. Assim, Armando teve tempo de se dominar.
Tempos mais tarde, depois de algumas doses de uísques João sugeriu ao amigo:
- Vamos ficar todos nus. Você vai adorar a experiência.
O médico ficou perplexo e sem saber o que dizer ou fazer. Pensil Vânia na sua frente tirou a camisola e ficou inteiramente nua com tanta pressa como se estivesse pegando fogo. Ela era excepcionalmente fantástica. Seu corpo era escultural, seios grandes e firmes, gostosos, pernas grossas uma bundinha maravilhosa. Mulher com cara de safada, mas depois de beber e ter um pouco mais de confiança ela ficava completamente louca. Armando, sem jeito para coisa, começou a tirar lentamente suas roupas.
- É normal no começo esse embaraço, depois que acostumar ele desaparece, justificou João.
- Qual a parte de meu corpo que mais te agrada? Perguntou ela sem se importar com o marido presente.
- Você tem seios admiráveis, observou ele.
- Que interesse tem ver seios tão grandes? Expôs ela. Só se vê disso nas capas de revistas masculinas.
- Se você quer mesmo saber, nunca vi nada tão excitante que essa prática de nudismo. E não digo isso de brincadeira.
- Confesso que a mim isso me diverte bastante, disse o marido já bastante embriagado com tantas doses de uísques.
Pensil Vânia se ausenta por alguns instantes deixando os dois conversando mais a vontade, quando reaparece o impressionou a protuberância de seu púbis raspado. Nunca tinha visto nada igual, cujo relevo se destacasse tanto do plano do ventre, nem que fosse tão inchado de sexualidade de fêmea. Pensou que não conhecia nada mais belo no mundo, nem que fosse tão digno de ser amado.
Em dado momento o marido João cai no sofá em sono profundo. Ela então caiu em seus braços. Os seus lábios se uniram num beijo profundo, penetrante. A excitação dos nervos deu-lhes momentaneamente a sinceridade da paixão; e estava sendo uma manhã deliciosa. Em dado momento, ela se aproxima dele e o convida:
- Venha para cama comigo.
- Não. Seria muito perigoso. Teu marido poderá acordar.
- Você está certo que eu te agrado? Indagou-a intimando-o.
- Estou louco por você! Isto te basta?
- Então nós vamos fazer amor debaixo do chuveiro. Hoje você não me escapa, disse ela firmemente.
O banheiro branco estava equipado com várias espécies de duchas. Uma estava fixada no teto, outra na parede, uma terceira menor na extremidade de um tubo em espiral que se podia segurar na mão e orientar a vontade. Junta uma da outra, debaixo dos chuveiros cruzados, os dois davam pequenos gritos de frio pela água gelada que fluía abundantemente deles. Ela quis ensaboar o corpo do convidado. Ela sabia fazê-lo tão bem, deslizando a mão entre as pernas dele. Ela segura a ducha flexível e regula a água no morno e dirigir obliquamente para o sexo do médico. Com movimentos masturba tórios ela o mantém ereto e o higieniza cuidadosamente.
- É bom? Pergunta.
- Sim, é muito bom.
O êxtase prolonga-se por algum tempo até que ela não resiste mais... Ela passa os braços ao redor do pescoço dele e o beija ardentemente.

Ivan
escritor

Continua...

criticas para [email protected]

Sobre este texto

le bresilien

Autor:

Publicação:6 de junho de 2012 08:53

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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