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Muvuca - II

Continuação de Muvuca - I


- Não fuja nunca mais de mim! Você é meu...
- Ah, sim, porque não? Aceitou Armando.
O encanto rompeu-se: Ela encontrou-se como ao sair de um sonho. Vestiu um roupão, sacudiu os cabelos. Ao perceber que o marido continuava a dormir e Vânia não deixou por menos; arrastou o amante para o quarto do casal e depois de um longo sexo oral ela foi possuída mais uma vez pelo sócio de seu marido. Depois de tanto desgaste físico ela adormeceu nua na cama, enquanto Armando Pinto se vestira e partira pé ante pé, até atingir a escada. O quarto ficava no andar superior da casa. Depois mordendo a respiração, os seus passos mais sutis, fazendo ranger mesmo que levemente o degrau da escada que era em madeira. Cautelosamente deixara a casa sem acordar João. Ele estava completamente apagado pelo álcool. Algum tempo mais tarde, ela se encontrava debruço sobre os lençóis que estavam maculados por uma mancha enorme de espermatozóides na altura de seu sexo. Nesse momento ela foi acordada pelo marido que gritava no quarto indignado:
- Acorda sua rapariga de merda, o que significa isso no lençol?
- Está xingando por que, isso no lençol o quê, amor?
-Amor coisa nenhuma! Sua traidora. Aproveitou meu fraco por bebidas para dar para o meu sócio.
- Parado ai! Você nunca me disse que ele era seu sócio. Nem ao menos eu sabia que você o tinha convidado para vir aqui em casa.
- Isto justifica você dar para ele na nossa cama?
- Qual é o problema? Agora a sociedade se completou. Isso não é bom para os negócios?
- Como você pode ser tão cínica! Basta um vacilo e você já me põe chifres?
- Chifres foram inventados para enfeitar cabeça de marido distraído. Que costuma deixar a mulher só para sair com os amigos. O boi usa de enxerido. Além do mais você não tem que se preocupar com isso. Chifres são como dor de dente, só dói na primeira vez, depois acostuma... Isso passa você vai ver...
- Como pode você ter coragem de fazer isso comigo?
- Eu estava de porre. Bobagem. Você faz terremoto em copo d água. Ele já foi e eu estou aqui com você, isso é o que interessa. Não caiu pedaço, lavou tá novo. Vai ver televisão e não me enche o saco.
Eles haviam esquecidos de Lilica que escutou toda a discução passando para sua mãe que morava na capital. A notícia correu rápida. Foi um escândalo danado. Pensil Vânia ficou sendo atormentada desde aquele dia fatídico. O marido a torturava todos os dias voltando ao mesmo assunto deixando-a com uma raiva muda.
Chegava a sua casa, logo ao abrir a porta, deparava com aquela criatura mesquinha, sórdida e provocadora que não lhe dava um minuto de descanso, fazendo-o passar os dias e as noites mais infelizes e atribulados da sua vida. E só Deus sabia como ansiava estar nos braços daquele homem e fazer amor com ele. O bom senso a alertava a não se deixar levar pelas fantasias e encarar a realidade.
Resolveu declarar guerra àquela megera, acintosamente deitada em sua cama, como a desafiá-lo, ostensivamente. Atirou-se à cama para agarrá-la e castigá-la, masculamente. Ela fugiu, logrou escapar, indo para a sala tentando esconder-se, numa atitude covarde, digna, somente das criaturas inexpressivas. Ele a seguia furiosamente, tinha de uma vez por todas que acabar com aquele sofrimento brutal, que fazia do seu lar, um cubículo triste e aterrorizador.
Outras vezes, ela se refugiava em seu quarto aferrolhando-se por dentro. Mas a voz agressiva do marido não cessava. Pareciam vir do inferno de tempo em tempo.
- Cale essa boca, pare de repetir sempre as mesmas coisas, gritou ela de dentro do quarto.
- Piranha, Vagaba é o que você é!
- Que diabos mais queres tu, xingar todo tempo, é?
- Você vai me pagar muito caro.
- É mesmo... Que tu vai fazer? Não tem coragem de me matar porque é um covarde, nem coragem de se separar de mim porque sabe que não acha outra mulher como eu. Então se cala e vai dormir. Aqui a bandeja é grande. Onde come um pode comer dois tranquilamente porque tem carne de sobra. O que aconteceu foi apenas uma troca de óleo necessária. Você tem que se conformar. Vá para cama que é lugar quente, e não encha mais a minha paciência.
Sentiu dor no estômago e lágrimas ameaçaram deslizar pelo seu rosto. O coração dela bateu mais rápido e sua determinação enfraquecera. Não adiantava, aquele conflito se perdera para ela.
O vácuo dava a ele uma dose brutal de realidade. Afogando-se na própria condição humana de que era apenas matéria e o resultado de inúmeros processos químicos que nela se dava. É assim que amava Pensil Vânia, chorando e rimos, ao sabor das substâncias químicas que corriam no corpo como um rio. Ora calmo, ora agitado. Foi nesse rio que esbracejou para tentar alcançar uma margem qualquer, nadando contra correntes sem direção. Tentou desprezar o amor e reduzi-lo a isso mesmo: uma equação química qualquer. Acho até que o consegui durante algum tempo, mas nem por isso deixou de se sentir náufrago. Até um dia em que essa equação se tornou maior do que ele abandonando por um momento o contexto materialista da vida. Voltou a sentir o sorriso como felicidade e o choro como tristeza. A esposa era a esposa, e não uma lógica qualquer que já nem saberia explicar. Uma pessoa tem paciência, engole sapos, cala a boca, tudo por bom ambiente. Mas havia limites. Ou não... Era um amor esquisito. Era uma máquina avariada, algo como uma válvula entupida ou artérias obstruídas. Mais do que esquisito a situação do casal, era esquizitóide, esquizofrênica, esquizóide. Pensil Vânia era influente persuasiva e convincente. Era quem arrastava multidões e quando falavam aos outros, eles abaixavam as orelhas. João cometera um erro fatal, por uma fração de segundo, imaginando que fora sua vontade de torná-la sua esposa que o fizera negligenciar sua saúde. Certamente não faria isso novamente.
Àquela hora João acordara, e sentado numa cadeira, imóvel, com soluços cansados que o ainda sacudia, pensava nela. Agora, na cozinha João estava extenuado tomando um cálice de vinho, uma fatia de pão na outra mão, lembrando de tanto desgostos passados na véspera que o tinha lavado em lágrimas. Com os olhos inchados, fitava a borda da mesa. A face contraída, fazendo dobras na toalha.
Ele tinha um desejo furioso de estrangulá-la cada vez que ela o encarava, mas cadê coragem? Foi no dia seguinte com ela visitar sua mãe em Teresina que era a sogra dela. Aquela casa estava sempre cheia de gente. Sentiu rizinhos pelas costa a escarnecê-la. Sua reputação tinha baixado a zero; mas que isso importava a ela nessa altura dos acontecimentos?
Visitou em seguida sua sogra. A casa dela estava sempre cheia de gente. Sentiu risinho pelas costas a escarnecê-la. Sua reputação tinha baixado a zero; mas o que isso importava para ela na altura desses acontecimentos.
- O que eu hei de fazer? Que hei de fazer? Murmurava às vezes com as mãos apertadas na cabeça.
A sua sogra sentenciou assim que a viu:
- É uma pouca-vergonha... É deitar ao desprezo.
Então a essa altura, seu amor pelo médico se tornara uma realidade. Nada no mundo o afastaria dela. João ficou na capital descansando por uma semana na casa da mãe enquanto ela retornava às suas atividades profissionais no hospital. Ao ver o médico ele perguntou a ela preocupado. Aquele olhar irreverente revelava um extremo bom humor:
- Como você está?
- Bem... Ótima, melhor impossível.
- E João, seu marido?
- Viajando para a capital. Estou com sete dias de folga.
- Vamos sair daqui, disse-lhe Pensil Vânia.
- Para onde?
- Espero-te lá em casa hoje à noite.
- Acho imprudente, ir a sua casa. Porque voltou a me procurar? Ele perguntou-lhe depois de um breve silêncio.
- Porque gostei de ti.
- Foi meus amigos que te pediram para me pregar uma peça, não foi? Pois se foi…

- Ei… Ea interrompi. Seus amigos não têm nada a ver com isso. Nem os conheço, nem quero conhecer. Gostei de ti, e é você que eu quero.
Mas por quê? – ele corou.
- Porque só gosto de homens reservados.
Ela passou sensualmente a ponta da língua sobre o lábio inferior. Apenas havia partilhado de um tipo de sexo que era pura necessidade física. Havia gostado de ficar com ele. Todavia, ser irresponsável e libertina parecia muito mais prazeroso. Depois:
- Verdade? Ela fez uma careta e seus olhos brilharam perigosos... Não tenha medo. Mas privado que isso é impossível.
- Se seu marido aparecesse de uma hora para outra, o que diria a ele?
- Simples. Fora tratar de negócios, deixar documentos, afinal das contas vocês são sócios ou não são?
- Sim... Temos um negócio em comum. Dependendo da hora, isso pouco se justifica. Tenho que deixar de lado minha consciência, o meu senso do certo ou errado, a decência humana sob quaisquer circunstâncias, esteja bêbado, de ressaca ou sóbrio.
- Tens medo de mim?
- Não, não é isso.
- Então é o quê?
- Na verdade… Preste bem atenção no que eu vou te dizer. Eu não vou desistir mais de você. Eu também agora sou parte nessa sociedade e ele vai ter que engolir; uma vez que não tem coragem de se separar de mim.
Armando entendeu que ela o queria e teria todos os seus desejos sexuais satisfeitos.
No entanto, com que ansiedade esperou a noite toda daquele dia esperando o toque na campainha ou uma ligação telefônica qualquer. Mas ele não apareceu, e aquela ausência que a razão dele julgava prudente dava ao coração de Pensil Vânia o desespero de abandono. No dia seguinte ela fora trabalhar no hospital; porém ele não aparecera no local. Ela ficara branca como um cal, teve imediatamente a certeza que ele estava a evitando, e isso ela não permitiria jamais. Sua paixão pelo médico flamejava deixando-a irritada. Infame! Desejava violentamente apertá-lo ao coração... Esbofeteá-lo. Teve a idéia insensata de procurar o número do telefone fixo na área dos recursos humanos do hospital, e, não teve dúvida. Ligou para lá. Adivinha quem, atendeu? Ele...
- Alô doutor Armando?
- Sim, quem fala?
- Não reconhece mais a voz, cretino?
Sua voz se elevara com uma modulação ardente, Não sentia naquele momento escrúpulos.
- Não estou entendendo senhora, dizia ele tentando enrolá-la.
- Vai entender direitinha se não aparecer às oito horas em ponto na minha casa. Tente não ir, para eu acabar com você. Ninguém me usa e depois me joga fora dessa maneira.
- Acalme-se senhora. Vou ver o que posso fazer para resolver o seu problema de internação. às oito horas em ponto estarei no hospital para tratar do problema. Esteja lá sem falta.
Ela desligou o telefone experimentando certo alívio. Agora não tinha mais dúvidas que receberia o falo de seu amado dentro dela.
Assim que ele entrou na casa, ela o beijou na boca até não agüentar mais e depois sentenciou:
- Você é meu amante e não fuja mais de suas obrigações.
- Tentarei.
- Desejei ardentemente seus beijos.
Fora ventava forte, e a chuva fustigando as vidraças dava-lhe apetites luxuriosos e segurança. Fechou a porta o segurando pela cintura. Fez com que ele se sentasse no sofá e foi buscar dois copos enormes onde cintilavam cristais dentro um licor verde. Lambendo de leve o lóbulo da orelha de Pensil Vânia, ele se atreveu ir mais longe. Os dedos deslizaram pela parte da frente do vestido que ele tão bem conhecia e chegaram aos mamilos, sentindo-os endurecer ao seu toque. Inclinou-se e a beijou na curva do ombro, deliciando-se com o perfume.
- Diga-me quando quiser que eu pare.
- Não consegue, não é?
- Menta picante on the rocks, anunciou ela, vamos tomar juntos que isso dará ânimo a nos dois.
- Vou possuir você!
- Já sou sua, seu bobinho.
- Estou em suas mãos.
- Eu adoro ser adúltera. Você é o homem escolhido para essa missão.
- Então mostre de que é capaz.
- Vou mostrar, mas não tente me recusar nunca mais. Pode te sair muito caro.
- Aja. Não ameace...
Ela não entendia o que ele queria dizer, ou recusava-se a compreender. Fosse o que fosse era só pedir que ela aceitava.
- Eu nunca tive amante. Você vai ser a minha primeira.
- Eu já sou. Coloque isso na sua cabeça.
O tempo não parou. Ninguém deixou escapar um som. Porém esse ato impulsivo fora um suplicio durante os primeiros minutos da felação. Teve de lutar contra a náusea que lhe subia a garganta. Não era o fato de achar degradante em si, o fato de se entregar aos gestos do amor que sentias pelo amante. Ela o ouvia soltar gemidos de prazer. Aquilo era uma forma tentar ser completa e diferente para o parceiro sexual. Ela sentia a pulsação do amante na sua boca em movimentos seguidos naquela felação nervosa.
- Não duvido nada. Foi muito bom.
Sentiu-se satisfeita com a forma diferente de fazer amor. Indefinida aquela tensão que sentia com o saciar da carne se sentia legitimamente contente, e a sua alma gozaria os encantos daquela devoção amorosa. Tudo vinha a calhar bem, por fim... O marido se acalmara e ela reatara com o amante. Porém ele voltara para casa altes do previsto. Voltou dois dias antes do previsto. Ao chegar em casa e empregada vem chorosa:
- Patrão eu vi um vampiro!
- Marielza, vampiros não existem.
- Mas eu vi patão, na hora que eu entrei ele estava se escondendo no armário. Então ele foi correndo para o quarto, chegando lá pega sua mulher "dormindo", ele então abre o armario e encontra Armandão, amigo do casal.
-Pó, Armandão, logo você?
-Calma, eu posso explicar. Não é isso que você está pensando.
-Eu nunca esperava isso, gostava muito mesmo de você.
- Calma, não se precipite.
- Pra que assustar a empregada? Ela fez alguma coisa de mal?

Um dia, em preces João virou-se para Deus e perguntou:
- Deus, por que o senhor fez a minha mulher tão bonita?
respondeu:
- Para que você gostasse dela!
- Mas então, por que fez ela tão burra?
E Deus respondeu:
- Para que ela pudesse gostar de você!
Os dias nublados eram estranhos e profundos. Estranhos porque impressionam João com seus tons de cinza melancólicos, deprimentes não dava vontade de olhar mais detidamente, incomodava aos olhos mais treinados e acostumados a perceber a beleza que os rodeava. E profundos porque exista alguma coisa naquela mistura de cores derrotistas que parece arte abstrata, quase erótica, mexendo com a libido mais interior. Iria tentar, achava até que conseguia sair sem seqüelas. Será que era possível? A partir da chegada do marido na casa, ele já era outro. Fora aconselhado a superar aquele episódio. A sala de sua casa evocava o consultório de um dentista, antes da consulta. Todos os objetos estavam livres de bactérias. Imaginei-a despendendo uma tarde inteira para decidir a posição da réplica de “As meninas”, do Renoir. Uma vez ali, o quadro permaneceria imóvel, condenado ao encaixe perfeito do prego e a ausência de pó. Havia duas almofadas por sofá e uma por poltrona, fazendo um contraponto de cores: almofada verde no sofá marrom, almofada bege na poltrona verde. Os guardanapos de crochê esticados nas mesas. Ela era miúda, clara e parecia exausta. Não era uma preguiça de se arrastar entre uma tarefa e outra, e sim a expressão do esgotamento de alguém que tem sempre um problema urgente a resolver. Os traços delicados se desfiguravam com as sobrancelhas erguidas. A própria existência das coisas tinha para ela uma gravidade aguda. Segurava as juntas dos dedos umas contra as outras. A voz lhe escapava ansiosa, formando parábolas de sons, altos e baixos, baixos e altos. As mãos permaneciam contraídas, repousadas por sobre o vestido comprido. Só poderia se chamar Pensil Vânia. Parecia uma senhora, mesmo sendo um pouco mais jovem do que eu. Ela tinha uns trinta e cinco anos, no máximo quarenta. Passou demonstrar tranqüilidade no dia a dia, porém se enervava quando ela atrasava muito quando saia do serviço. Vivia se perguntando “de que servia ser um homem com sangue nas veias, se não tinha coragem de se separar da rapariga?” Não conseguia nem pensar em ficar sem ela. Então fez um pacto com ela de não se importar com as saídas dela nem ela se importar com as saídas dele. Em suas ilusões, nas noites de insônias, na demência de suas horas as quais ele padecia, vivendo em meio a cegueira, acreditando numa alegria real, e usufruindo o melhor que a vida poderia lhe dar... Uma armadilha. Casamento foi aberto dali para frente. Nesta nostalgia de sonho erótico com as saídas da esposa, adentrava a recintos de suspiro e orgias. Permitindo que seus pensamentos viajassem a lugares desconhecidos, que lhe rendiam muitas horas de algazarras.
O marido chegou em casa e dá a maior dura, berrando com a mulher:
- É o fim da picada! Não tem jantar outra vez!
- Mas, querido!
- Não tem mais, nem meio mais. Quer saber? Eu vou jantar num restaurante e é pra já!
- Espera só uns cinco minutos, tá bem?
- Você está querendo me provar que o jantar vai estar pronto daqui a cinco minutos?
- Não é isso, é que eu vou com você, no restaurante...
Ela aproveitou para fragilizá-lo, ainda mais...
- Desculpo você, principalmente, por você não ter feito a única coisa que pedi: dizer que o sentimento acabou. Você nunca fez isso. E olha que eu implorei muitas vezes por isso, porque eu queria ser livre e você não deixou. Desculpo você por isso, por ter feito eu sentir a fraqueza e uma dependência tosca, porque depois eu me tornei forte. E fui eu quem tomou a coragem e acabou por dizer as palavras que precisavam ser ditas: “Eu não amo mais você.” Desculpo-lhe ainda pela resposta injusta que recebi, pelo mau julgamento que você fez a meu respeito, achando que o que eu queria, era, na verdade, magoá-lo ou esfregar na sua cara que eu estava feliz sem você. Não sou isso e você sabe muito bem o que carrego no coração. A verdade verdadeira é que eu cumpri uma promessa feita por nós dois há tempos: a de zelar pela honestidade, pela verdade e pela amizade. Fiz isso, ainda que eu tenha sido a parte fraca na história. Porque eu tomei fôlego e soube recomeçar.

- Tá! Agora vamos sair...

Continua...

Ivan
escritor
criticas [email protected]

Sobre este texto

le bresilien

Autor:

Publicação:6 de junho de 2012 09:02

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Este texto foi lido 48 vezes desde sua publicação em 06/06/2012. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Cláudia
    Postado porCláudiaem7 de junho de 2012 23:12

    Uma história erótica completa, adorei! E aguardo o muvuca III.

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