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Do fundo do baú

A vizinha

O ruído de passos na calçada fez com que eu me voltasse rapidamente pra olhar, dei de cara com uma vizinha nova, fazia pouco mais de um mês que ela havia se mudado pro bairro, e eu ainda não tinha conversado com ela, tirando o bom dia que dei uma vez...
Lá vinha ela da sua corridinha matinal, eu suando, e ainda sem fôlego depois da minha, e ela sorrindo na minha direção, meu coração acelerou de imediato. Ela era alta, morena, tinha um corpaço, os cabelos pretos estavam presos por uma faixa verde que realçava seu rosto, era uma visão daquelas que deixam à gente boba, logo cedinho...
O bom dia radiante que ela me deu deixou-me feliz, respondi que agora era mesmo um bom dia, e ela gargalhou, risada contagiante, nossa fazia tempo que não encontrava uma mulher assim. Meu nome é Amanda, sou lésbica, tenho 35 anos, 1,75 de altura, e ando fora do meu peso ideal, isso me deixa depressiva, por isso resolvi voltar a correr nas manhãs tranqüilas do meu bairro... Nesse dia especial eu estava com uma legging preta e uma camiseta surrada que uso pra caminhar, ao contrário de minha vizinha gata, que estava linda num conjunto azul marinho...
Sentei num banco de pedra e olhei o mar, disse pra minha vizinha que éramos pessoas privilegiadas por morar ali, ter a companhia do mar não tinha preço.
Ela foi direta, disse que tinha preço sim e era caro. Rimos muito... Seu nome é Laura, tem 27 anos e como eu já descrevi acima, é um espetáculo de mulher... Ela reclamou da sua “gordura” excessiva, eu sinceramente não consegui ver nada além das pernas torneadas, e dos seios grandes, que o decote me deixava ver; aquele caminho entre os seios dela, me deixaram louca, eu via o suor escorrer entre eles, e me imaginava ali, passando a língua, beijando, torturando...
Não falamos de nada além do bairro, das compras, dos cursos que eu fazia e da faculdade que ela cursava, por alto ela me falou da vida sentimental, recém separada do marido, sem filhos, sem nada que a impedisse de viver um grande amor... Fiquei olhando pra sua boca atentamente, os lábios cheios me faziam sentir coisas...
Eu encarava tanto, ora sua boca, ora seus seios, que ela parou o que estava falando e me perguntou se eu estava bem, eu fiquei desconcertada... Laura era capaz de desaparecer da minha frente se eu continuasse daquele jeito, mas confesso que sentia uma excitação louca, desde que a vi chegar ao bairro, num dia chuvoso, com uma capa de chuva transparente, os cabelos fugindo do capuz; lembrava do sorriso dela, e de ter jurado que faria amizade logo que fosse possível.
Marcamos de correr no dia seguinte e assim dia após dia o percurso foi aumentando, e nossas conversas também, chegava em casa tão feliz, que minha mãe começou a estranhar, achava que eu estava com algum namoradinho na rua...
Depois de uns 10 dias de corrida intensa, chegou o momento... Eu disse que mamãe ia fazer uma viagem e eu ficaria sozinha em casa. Com desculpa de não gostar de cozinhar pra uma pessoa só, a convidei... Ela aceitou e prometeu levar o vinho se eu fizesse uma boa massa. No sábado eu estava uma pilha, não saí pra correr porque chovia muito e ela me ligou dizendo que não sairia de casa, a não ser à noite pra jantar comigo, e as horas se arrastaram... Eu fiquei sem saber o que vestir... Acabei me decidindo por um vestido frente única, fiquei descalça mesmo, porque apesar da chuva, estava um calor horrível e eu queria que ela se sentisse em casa. Coloquei um som baixinho, MPB de qualidade, eu sabia que ela também adorava...
Ela chegou com meia hora de atraso, eu tentei parecer tranqüila, mas estava muito ansiosa... Ela estava linda, com uma bermuda verde, e uma blusa branca, trouxe o vinho e nós passamos horas conversando, bebendo... Estava tudo tão bom, era um clima tão tranqüilo, o vinho deixando a gente mole... Teve uma hora que eu não agüentei mais, passei a mão pelo cabelo dela, enrolei um cacho no meu dedo e disse que há um bom tempo ela estava tirando o meu sono. O sorriso que ela me deu, fez meu sexo acordar, fiquei molhada na mesma hora... Ela me olhou nos olhos, e disse que já tinha curtido muito uma mulher, anos atrás, antes do seu casamento... Mas que elas não se entenderam e ficaram amigas... Eu perguntei a ela se podia beijá-la e ela disse um “porque não?” Acho que nunca senti tanta vontade de beijar alguém como senti naquela hora, eu segurei seu rosto com as duas mãos e a trouxe pra mim, toquei em seus lábios macios bem de leve, passei minha língua entre eles, ouvi um leve gemido, pressionei então minha boca na sua, e dei vazão a todo sentimento que estava guardando... Minha língua não encontrou resistência, invadi sua boca com força, senti seu gosto doce, o hálito de vinho tinto, sua saliva na minha, encaixamos nossas bocas perfeitamente, um beijo de tirar o fôlego... Sua língua entrava e saia da minha boca de um modo sensual, eu me afastava e prendia sua língua, nos meus lábios, lambia o canto da sua boca devagar, ela suspirava e retribuía, e a cada beijo a minha excitação aumentava...
Quando a soltei, ela segurou meus ombros e me pediu mais, eu não podia negar... Outro beijo, seguido de outro e mais outro, minhas mãos percorriam todo seu corpo... Então no meu som, tocou uma música deliciosa e ela me convidou pra dançar, senti seus seios colados nos meus e ao som de uma cantora de MPB, senti sua mão na minha nuca tentando desatar o laço do vestido. Ele desceu fácil até a minha cintura, ela olhou pros meus seios demoradamente, sua mão deslizou do meu ombro até eles, apertou de leve o biquinho que estava louco pra ser sugado por sua boca... Eu a puxei pra mim, minha mão entrando na sua blusa... Puxei de uma vez e vi um par de seios fantásticos, ela não tinha bicos pontudos, era lisinho e eu coloquei na boca um de cada vez, sugando forte, fazendo os biquinhos aparecerem... Ela era perfeita, tirei com dificuldade a sua bermuda, que tinha uns oito botões, e reparei que ela usava uma cueca Box xadrez linda, que, é claro foi pro chão junto com a bermuda... Eu tinha aquela mulher ali, nua na minha frente, de pé mesmo como estávamos eu beijei seus seios, e desci beijando sua barriga, a lateral da coxa, seu sexo... Ela não tinha um pêlo sequer, era tão lisinha que aumentava a minha vontade de dar prazer e sentir também... Ela começou a pressionar minha cabeça contra seu sexo, mas eu não queria que fosse tão rápido, me afastei, terminei de tirar o vestido, sentei no sofá ainda com a calcinha preta e provocante que tinha colocado só pra ela... Ela ajoelhou-se no tapete e começou beijando minhas pernas, sentir a sua boca deslizando, a língua molhada e áspera em mim, me tirava o fôlego, ela subia até minha virilha e voltada, eu notava que ela estava adorando me torturar, meu sexo gritava pra ser saciado, eu queria gozar naquela boca perfeita, que tanto me maltratava. Ela passava a língua sob minha calcinha e subia em direção aos meus seios, eu tentava abraçá-la, mas ela não deixava segurando minhas mãos com força, aos poucos consegui relaxar e ela beijou meus seios demoradamente, um de cada vez, sugando, mordendo... Eu gemia baixinho totalmente entregue aquela morena sedutora... Consegui me desvencilhar de suas mãos e abracei-a com força, minhas mãos passeando em suas costas, sua nuca, trazendo-a pra perto de mim... Beijei novamente aquela boca que me matava, e ela tocou no elástico da minha calcinha e começou a puxar devagar, eu ajudei como pude e longos minutos se passaram até minha boca soltar a sua e ela me tirar a calcinha totalmente... Deitamos no sofá do jeito que deu, colamos nossos corpos nus, e no afã de tê-la pra mim, sussurrei no seu ouvido palavras quentes, disse tudo que sentia por ela... Enquanto a sua boca mordia meu pescoço, meus seios eram acariciados por sua mão macia e eu me sentia dentro de um redemoinho, eu era tragada para um mundo onde não existia o tempo, o espaço, só o sexo... Com dificuldade devido ao espaço do sofá, fiquei por cima dela, beijei seu pescoço, sentindo o cheiro delicioso do seu perfume, mordia de leve pra não marca-la, mas a vontade era de deixar minhas marcas naquela mulher que me enlouquecia a cada minuto que passava; minha mão escorregou pelas costas, e segurei com força seu quadril ela gemeu, mordeu o lábio inferior, os olhos semi-cerrados denunciavam o prazer que ela sentia no momento... Então meus dedos tocaram sua vagina, invadi de uma vez só, era delicioso senti-la toda molhada de prazer, e vê-la se contorcer nos meus dedos experientes, fiz movimentos fortes e circulares, entrei e saí centenas de vezes, ela me apertava com força, ora os braços, ora minha bunda, arranhou minhas costas diversas vezes, eu sentia arder e enfiava os dedos mais forte e mais fundo ainda, e ela cravava suas unhas... Enquanto meus dedos invadiam sua vagina fazendo com que aquela mulher se derretesse na minha mão, minha língua invadia sua boca, num entra e saí continuo, que acompanhava o movimento dos meus dedos, rápido e devagar, movimentos circulares e de entra e saí,
ela tentava me beijar, mas seus gemidos eram fortes, sua cabeça virava de um lado pra outro, pra trás... Com minha mão livre eu segurava com força pela nuca e tomava a boca de assalto, gemi com ela, ver sua cabeça jogada pra trás, os lábios entreabertos era por si só muito excitante, imaginem sentir o calor que vinha do seu sexo em minhas mãos... Minhas caricias em Laura duraram um longo tempo, ela era uma delicia de mulher, sabia sentir prazer como nenhuma outra, segurou o máximo de tempo que conseguiu, então senti seu sexo contrair diversas vezes, ela gemia alto, um som delicioso de se ouvir, e eu quase gozei junto com ela. Estava excitadíssima... Ela tinha uma coxa firme minha vagina estava colada nela, se eu continuasse com os movimentos eu gozaria ali mesmo. Mas eu queria senti-la em mim, dentro de mim, e esperei... Ela relaxou, um sorriso no canto da boca, os olhos fechados, o movimento dos seios subindo e descendo...Deitamos no tapete, ela veio sobre mim, senti sua boca na minha e sua mão passeando pela lateral do meu corpo, e só aí então senti seus dedos tocarem minha vagina molhada, primeiro por cima, tocando os poucos pêlos que tenho depois a mão em forma de concha entrou no meio de minhas pernas, tocando forte, separando os lábios, tocando meu clitóris inchado de prazer, seu toque era firme, eu delirava, repetia a todo instante que queria ser chupada por ela, e ela me respondia com um “Calma”; ela foi descendo a boca até meus seios, barriga, e chegou ao meu sexo, seus beijos eram provocantes. Perguntou-me algumas vezes, se eu queria que ela parasse, eu morria só de pensar em tal coisa...
Senti sua língua forçando passagem e relaxei totalmente, escorreguei um pouco mais na almofada e abri as pernas, segurei sua cabeça contra meu sexo pulsante, e ela não perdeu tempo, me chupou como ninguém jamais tinha feito, eu sentia sua língua indo e vindo, me penetrando... E ao mesmo tempo sua boca me sugava com uma pressão que me fazia ir à lua, não demorei muito pra sentir as primeiras contrações vaginais, o orgasmo me deixou livre, sentia vontade de ter a Laura dentro de mim, e ao mesmo tempo entrar nela. Ela não me abandonou em nenhum instante, ficou chupando meu clitóris com uma delicadeza, enquanto eu me contorcia pedindo pra que ela parasse, sentia um desespero enorme, uma vontade de arrancá-la dali, joga-la na minha cama, e fazer dela minha... Minha mulher. Ela saiu de cima de mim, e ajoelhada me olhou com uma cara de safada, prendeu seus cabelos no alto, me perguntou se ela era gostosinha... Eu ri alto, ela era uma delicia, era uma mulher e tanto...
Aproveitando a posição em que ela estava, eu deitei de barriga para baixo e fui de encontro dela, minhas mãos tocaram nos seios dela, fiquei passando meus dedos neles, só pra ver o biquinho aparecer, depois toquei de leve com a língua, Laura apertava minha cabeça com força, tinha pressa em ser sugada, em ser possuída, já eu queria prolongar ao máximo as carícias, queria sentir seu corpo, queria dar prazer a ela, de uma forma mais lenta, queria chupá-la, ainda não tinha sentido seu gosto... Acabei por atendê-la e foi a experiência mais incrível da minha vida, ela era uma delicia, sua vagina apertadinha e molhada, minha língua escorregava pelos grandes e pequenos lábios, entrava na vagina e eu sugava forte, e ela gemia e pedia pra chupar mais, e mais... Seus quadris indo e vindo dificultando minha boca, eu tentava segura-la, mas estava ficando difícil, apertava com força, seus quadris, insistia em penetrá-la e ela se contorcia mais e mais, passei a dar mordidas na lateral da coxa pra poder respirar melhor, ela me consumia, eu me afogava em seu sexo... Entrei com tudo, penetrei língua e dedo, alternava uma e outra, as duas ao mesmo tempo, ela não resistiu muito, seu gozo foi forte, sentia seu liquido escorrer, ela me pediu pra parar. Obedeci, subi dando beijos em sua barriga, passei pelo vale entre os seios, cheguei à sua boca. Ela chupou minha língua demoradamente, sentindo seu próprio gosto... Seus lábios macios toquei vezes sem conta... Sentindo sua respiração acalmar, olhando seu rosto bem perto do meu, eu a vi dormir...
Passamos meses juntas, nos amamos de todas as maneiras possíveis, até que o trabalho de mamãe nos separou... Fomos morar em outro estado, durante meses fizemos sexo pelo telefone e pela internet... Mas o tempo tratou de apagar o sentimento. E hoje posso dizer que tenho uma amiga que mora longe e que eu amo muito.


Sobre este texto

Lia

Autor:

Publicação:27 de julho de 2011 21:32

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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