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Do fundo do baú

Amor em Noronha.

Cris não podia acreditar na sua sorte, ganhar uma passagem pra Fernando de Noronha era algo que não acontecia sempre, a única coisa que não lhe agradava era não poder levar acompanhante, mas... Coisas da vida.
Então partiu com sua mochila e algum dinheiro na bolsa, seria um fim de semana de sonho, soube que não era a única ganhadora, logo que chegou ao local combinado. Havia duas senhoras cheias de pose, um jovem senhor e uma menina da sua idade mais ou menos.
Cris tinha completado 23 anos duas semanas atrás, era baixinha e elegante, com seus 49 quilos bem distribuídos, cabelos longos e lisos, emolduravam um rosto comum, porém bonito.
O tempo colaborou, ao chegarem foram brindados com um pôr-do-sol inesquecível, todos os visitantes ficaram maravilhados, e assim a chegada ao hotel foi sob risos, e promessa de muita diversão.
Cris puxou papo com a menina que se apresentou como Carla, as duas tinham muitas coisas em comum, ambas cursavam Direito e descobriram que estavam na mesma faculdade, só que em horários diferentes.
Arrumou suas coisas, tomou banho e nem pensou em descansar, queria jantar e ainda curtir um pouco na noite de Noronha. No restaurante do hotel, vários hóspedes se acomodavam em mesas de vime, Carla estava conversando com um jovem, e assim que a viu, veio ao seu encontro, ambas queriam desfrutar ao máximo o passeio, e decidiram saírem juntas depois do jantar.
Cris escolheu um vestido estampado curtinho, bem cara de verão, encontrou Carla no corredor e não escondeu sua admiração, a amiga estava com um shortinho curto verde, deixando boa parte das pernas torneadas de fora, um top deixava os seios bem à mostra e ela era uma delícia de se olhar, Cris era lésbica assumida, desde os 15 anos quando descobriu que amava sua professora de Ciências... A lembrança a fez sorrir e Carla perguntou o motivo, entre risos ela confidenciou seu segredo e ficou sabendo que Carla, aquela menina linda que estava ao seu lado, tinha embarcado na viagem pra esquecer um amor antigo, uma mulher dez anos mais velha que tinha entrado na sua vida a pouco tempo...
Percorreram toda extensão da praia, a areia macia envolvia seus pés, chegando a uma pedra enorme e lisa, ela sentaram e ficaram olhando a lua, Carla não resistiu e deitou, disse que o cansaço da viagem estava pesando, Cris riu e olhou aquela mulher ali deitada, a luz da lua iluminando seu rosto, seus cabelos, então não resistiu e a beijou no rosto, ela suspirou fundo, e segurando o seu rosto beijou seus lábios carnudos e macios, Cris não cabia em si, devorou aquela boca com vontade e doçura, sentia aquela menina delirar enquanto sua mão passeava no corpo dela, os seios firmes e grandes- do jeito que Cris gostava- se arrepiaram, os bicos ficaram duros, quando os dedos de Cris apertaram de leve, ela suspendeu a blusa e os beijou , a língua passando de um pro outro com rapidez, o corpo de Carla estava arqueado, sua respiração entrecortada, Cris achou melhor voltar pro hotel, entre protestos e risos elas voltaram... Mal entraram se atiraram na cama, beijos longos e molhados, Cris sentia o seu sexo molhado procurou o de Carla e sentiu o mesmo, seu dedo penetrou devagar o que serviu pra ela gemer baixinho e dizer o nome dela várias vezes...
Mas Cris n deu continuidade era cedo ainda, tirou o top dela, admirou os seios, tirou o short, a calcinha era tão minúscula que mal escondia seu sexo, Cris beijou por cima da calcinha, a língua em suas pernas, era uma sensação louca, ela tinha pernas firmes, a parte de trás foi um passeio, que levou Cris até o sexo inchado de prazer, então tirou a calcinha e invadiu-a levando aquela menina à loucura, com sua língua deslizando sem parar, resolveu leva-la ao êxtase só chupando, então pegou seu grelinho inchado e lambeu, chupou, enquanto Carla se contorcia , gemendo, gritando o nome dela, puxando seus cabelos, Cris ajoelhou-se no chão e puxou-a pra beirada, deixando suas pernas dobrada, a visão de sua vagina aberta, deixou-a louca de tesão, não agüentava mais, lambeu-a, bebendo o líquido que escorria, chupou-a loucamente, enquanto enfiava um dedo em sua própria vagina molhada e assim conseguiu gozar como louca antes de Carla.. Aquela menina deixava Cris louca, não tinha nada que ela pedisse que Carla não fizesse, resolveu realizar uma fantasia que sempre teve, mas não encontrara parceira ainda, usar um brinquedinho, pegou um vibrador que sempre a acompanhava, e começou a tocar Carla de leve passava ele na sua vagina e fingia que ia penetrar, ela gemia alto, fez isso várias vezes, até que não agüentou mais e a penetrou gostosamente, começou a fazer os movimentos, entrando e saindo devagar, enquanto a língua lambia
seu clitóris. Carla dizia palavras desconexas, gemia, implorava para gozar, e Cris chupava com vontade então sentiu que estava a ponto de gozar, segurou com força os cabelos de Cris e estremeceu, o mundo parou e rodou, tudo ao mesmo tempo, ela ficou sem força, não sabia dizer quanto tempo passou, até que saiu daquele estado de leveza, Cris beijava de leve seu pescoço e dizia palavras doces, Carla deitou sobre ela e beijou-a , seus lábios macios estavam vermelhos de tanto prazer que tinha proporcionado à ela, Carla então passou a retribuir os melhores momentos de sua vida, não tinha tanta experiência quanto Cris, mas era deliciosa só de olhar, sabia disso, e usava bem seus dotes, beijou os cabelos dela, passando a mão nos seios, as bocas se encontraram e enquanto a língua invadia a boca os dedos invadiam o sexo completamente molhado, um, dois, movimentos contínuos, suspiros, gemidos, Carla sentia-se tão bem, vendo Cris assim dominada por inteiro, por inteiro nas suas mãos, que sua vontade era prolongar ao máximo aquela tortura deliciosa, passou a provocá-la tirando os dedos e passando-os em toda extensão da vagina molhada, ela se arrepiava inteira, e pedia pra ser penetrada. A boca de Carla não deixava os seios de Cris em paz, eles eram deliciosos, um perfume de lavanda exalava daquela mulher, os lábios entreabertos pediam, imploravam pra serem beijados, sugados...
Os dedos iam e vinham, ela se mexia, freneticamente nas mãos de Carla, o gozo veio forte e intenso, ela segurou firma a mão dela dentro de si, olharam-se nos olhos e adormeceram juntas. Foi uma noite especial pra ambas, sentimentos, sexo, prazer, descoberta, são coisas que quando são compartilhadas se tornam inesquecíveis. Sexo entre mulheres é a coisa mais doce e bela que eu já tive o prazer de fazer.
Momentos que estão gravados na minha memória eternamente e sempre que tenho tempo passo para o papel em forma de contos, com personagens fictícios e em lugares que gostaria de ir ou de voltar um dia. Até o próximo. Espero que curtam.

Sobre este texto

Lia

Autor:

Publicação:28 de dezembro de 2011 22:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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Comentários

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  • Amanda Arndt
    Postado porAmanda Arndtem10 de abril de 2012 11:48
    Amanda Arndt é uma autora no História Erótica

    Ta muito bom, mas é quase que impossível isso acontecer quando duas pessoas se conhecem, de ter tantas coisas em comum, (como tu chegar num lugar, bater o olho numa mulher e ela ser lésbica também). Pra facilitar a vida, bem que podia ser assim né? haha
    Mas ta tri hsauhsauhsa abraço.

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