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Mulheres que se querem demais

Dia 6/9 já é por si só, uma data safadinha... E como nós resolvemos comemorar o dia do sexo nela... A coisa fica feia. Esse ano eu não tinha nada pra fazer, estava deitada na rede quando recebi o telefonema de Letícia, fazia uns meses que não nos víamos, eu soube por outras amigas que ela estava namorando firme um rapaz mais novo e não quis me meter.
Foi com surpresa que a ouvi dizer que estava sozinha e gostaria de me encontrar. A Lê é uma mulher muito sexy, já ficamos várias vezes, tentamos um namoro sério, mas não durou muito, nossa amizade é bem maior que isso. Mas sexo entre nós era muito bom, quente demais pra ser desperdiçado. Marcamos de nos encontrar na casa de uma conhecida aqui na zona sul carioca, que estava comemorando seu aniversário com uma super festa em seu apartamento duplex. Ester era amiga de Lê há anos e na época do nosso namoro foi nossa confidente... Ela nos recebeu super bem, ficou feliz em nos ver e mandou que ficássemos a vontade. Nós só obedecemos.
Ela estava muito linda, a calça jeans clarinha deixava a mostra suas curvas bem feitas, e a bata que ela usava tinha um decote em V que deixava ver bem além do colo macio...
Os seios fartos de Lê sempre me alucinaram e naquele dia não foi diferente.
Eu estava com um vestido justo que deixava minhas pernas à mostra, Lê não tirava os olhos dela, desde a hora em que desci do taxi na porta do seu condomínio. Eu curti.
Fomos direto ao bar improvisado na grande sala de jantar, pedimos nossos drinks e fomos conversar na varandinha, a noite estava linda, e havia poucos presentes ali, ficamos no cantinho onde tinha uma palmeira que nos ocultava, e como estávamos no sétimo andar de um bairro residencial ficamos bem tranqüilas, Lê sentou na beirada do canteiro e ficou de frente pra mim que estava encostada na grade da varanda, senti suas mãos passeando em minhas coxas e relaxei, ela falava assuntos triviais enquanto me acariciava e eu mal podia responder... Minha respiração foi ficando puxada à medida que seus dedos se aproximavam mais e mais do elástico da minha calcinha, senti seus dedos me tocarem o sexo, aí não resisti, segurei seu rosto e a beijei, um beijo cheio de promessas, cheio de vontade... Ela segurou forte meu quadril, eu a levantei e nos juntamos quase nos fundindo... As bocas se desgrudavam apenas para tocar pescoço, rosto, e voltar à boca... A língua de Lê dentro da minha boca me preenchia totalmente, eu queria sentir seus dedos em mim, mas o local não era muito apropriado, então resolvemos parar... A festa corria solta, os convidados bem acomodados nos sofás, nas almofadas espalhadas pelo chão e nas mesinhas, todos conversavam muito e a energia era boa. Na pista de dança vários casais gays e héteros dançando em harmonia. Lá pelas tantas, fomos ao segundo andar, encontramos uns casais pelo corredor e a dona da festa saindo de um banheiro... Pedimos pra repousar em um dos quartos, o pedido foi recebido por ela com um sorriso e a indicação da segunda porta a esquerda. Logo ao entrar reparei na delicada colcha de retalho e nas toalhas ao lado da cama, sorri intimamente, Ester sabia receber e com certeza já imaginava que o quarto seria usado naquela noite.
Tanto eu quanto minha amiga estávamos bem suadas, e fomos direto para o chuveiro, fiquei olhando Lê se despir e te digo que ela é uma das mulheres mais desinibidas que eu conheço, ela conhece seu corpo como ninguém,tira proveito de tudo... Demorando a tirar o sutiã ela conseguia me deixar babando, virando de costas e soltando o fecho que era frontal, ela me fez imaginar os seios saltando, cheguei por trás e abracei-a, puxando a travessinha que prendia seus cabelos no alto, eles caíram macios no ombro, senti seu perfume e minhas mãos seguraram seus seios, beijei seu ombro e ela suspirou... Comecei a tirar sua calcinha e beijei suas costas... Ela se virou e me abraçou forte, deitando sua cabeça em meu ombro, ficamos assim longos minutos, apenas sentindo o calor que emanava uma da outra, apenas ouvindo o coração bater.
A ducha forte nos tirou do transe em que estávamos, senti as mãos de Lê em meu corpo, me ensaboando, me testando, fiquei de frente pra ela e senti sua boca tocando meu seio, a língua quente lambendo os mamilos túrgidos, mordi seu pescoço e senti o sabor da sua orelha, minha língua correu por ela, subindo e descendo, também as mãos, aproveitando a espuma do sabonete deslizando pelas costas, correram pelo corpo, toquei em seu sexo, ouvi seu suspiro...
Saímos do banho e eu sequei com delicadeza o corpo que me enfeitiçava, ela deitou na cama macia me puxou pra cima dela, cheia de vontade... Beijei sua boca carnuda que se abriu pra mim com desejo, minhas mãos acariciavam seus cabelos, e eu senti as mãos dela passeando nas minhas costas, arranhando de leve toda extensão, do ombro até a bunda, apertando esta com firmeza. Ficando de lado, passei minhas mãos pelas coxas firmes e subi até o triangulo macio do seu sexo, poucos pelos macios o cobriam... Ela dobrou uma perna pra facilitar minha mão que tocou aflita seu sexo molhado e quente, meus dedos já conheciam bem aquele caminho, já sabiam como fazer pra enlouquecê-la... Eles subiam e desciam apertando levemente o clitóris intumescido, chegava na entrada de sua vagina mas não entrava, só tocava, só brincava, escorregava levemente e voltava ao ponto de seu prazer... Ela gemia baixinho e intensamente, eu sabia que ela queria tanto quanto eu ser penetrada e ver logo aquela tortura terminar com longas contrações e espasmos deliciosos. Mas, prolongar aquela sensação também é torturantemente gostoso.
Vê-la gemer e implorar penetração pra mim que sou ativa até a alma, é prazeroso demais, só de olhar eu tenho espasmos... Ela é perfeita. Os seios subindo e descendo cada vez mais rápido, o olhar me implorando... Sons perfeitos saindo de sua boca, música para meus ouvidos, nesse momento só existia Letícia, não pensei em meu prazer, só no dela... Minha boca beijou seus seios com sofreguidão, seus mamilos duros de prazer, sensíveis ao toque, ficavam mais e mais duros, Lê chutava, batia as pernas com força, querendo se perder e se achar ao mesmo tempo, naquele emaranhado de sentimentos. Então meus dedos escorregaram pra dentro dela de uma vez só, com um grito que veio lá de dentro ela arqueou o corpo e jogou a cabeça pra trás. Intensifiquei os movimentos e senti seus espasmos fortes, prendendo meus dedos. Não resisti. Escorreguei meu corpo junto ao dela, pressionando-o contra a cama quente, e encostei meus lábios em seu sexo, ela protestou, tentou sair, mas eu segurei firme em seus joelhos abrindo bem as pernas e introduzi minha língua nele, sentindo suas pulsações... O liquido escorrendo ainda, néctar dos deuses, da minha deusa... Sabor especial, cheiro de fêmea... Lambi com força, com fome, chupei forte, ela gritou, gemeu alto, implorou para que eu parasse, disse que não agüentava mais, até que relaxou e passou a pedir ao contrário, que não parasse nunca, que chupasse e comesse mais e mais... Excitei-me ao ouvir isso, e encostei o meu sexo nas pernas dela, ela encaixou firme e com movimentos fortes eu gozei junto com ela. Coloquei-a sentada com uma puxada só, agarrei aquele corpo que me pertence, com meus braços e pernas, tomei sua boca de assalto, introduzindo minha língua entre seus lábios molhados e inchados de tantas mordidas e chupadas. Perdi-me ali, não sei quanto tempo fiquei naquela posição, encostada nela, sentindo seus seios em mim, seu suor escorrendo e misturando-se ao meu... Mas quando me desvencilhei dela, caí na cama macia e dormi...
Acordei horas depois sentindo a boca da Lê em minhas coxas, seus lábios corriam por minhas pernas, beijando e mordiscando... Na parte interna bem próxima do sexo ela corria sua língua quente e molhada... Senti-me tão mole naquela hora, tão oferecida, abri minhas pernas ao máximo e segurei sua cabeça, puxando os cabelos com força... Ela entendeu, e sua boca sugou meu sexo, a língua firme me tocando nos pequenos e grandes lábios, sugando cada um deles primeiro lenta depois fortemente... Suas mãos subiam em minha barriga acariciando lentamente até chegar aos seios, segurando-os com as mãos em concha apertando de leve, esfregando as palmas nos bicos... Minha respiração entrecortada... Num desespero delicioso, entreguei-me a ela... Letícia sabe como poucas fazer sexo oral, sua chupada é intensa e ela faz um barulhinho delicioso que só de lembrar sinto meu sexo molhar... Imagine nessa hora. Seus gemidos, misturados as lambidas intensas, me levaram ao orgasmo em questão de minutos... Meu corpo foi sacudido por espasmos, segurei suas mãos apertando-as de encontro ao meu peito. Esfreguei meu sexo em seu rosto com força, com ânsia, queria mais, muito mais...
Ela introduziu dois dedos em mim, e subiu pelo meu corpo alcançando minha boca, a língua fazendo os mesmos movimentos dos dedos. O meu cheiro e meu gosto nela, na boca, na pele... Eu me contorcia embaixo dela, sentindo seu corpo pressionando o meu, tentando dificultar meus movimentos, me dando prazer e tirando prazer daquele momento. Consegui abrir minhas pernas e deixando-a entre elas, consegui me movimentar com facilidade, subindo e descendo, indo e vindo de encontro a ela, minhas mãos agarraram os ombros cravando as unhas, virei minha cabeça pra trás, oferecendo meu pescoço a sua boca sedenta, ela me chupou forte deixando sua marca em mim. E eu gozei, como antes, como nunca... Deliciando-me, agradecendo intimamente aqueles dedos mágicos, que sabiam me dar prazer como nenhum outro soube. Aos poucos fui me acalmando, a respiração voltando ao normal, os dedos de Letícia, me acariciavam delicadamente, ainda tirando proveito dos sinais já fracos de um intenso orgasmo...
Ela me perguntou porque nosso relacionamento não deu certo, se tinha tanto tesão, antes que eu respondesse o celular tocou dentro da bolsa. Peguei e vi o nome “Fernando”, aquele nosso amigo baiano, senti meu coração disparar, mostrei o visor pra ela antes de atender.
Do outro lado uma voz macia e conhecida me disse: - Estou no Rio de Janeiro!
Avisei a Letícia e ela com um sorriso doce e sexy me respondeu: - Mais sexo nos espera.
Silenciei-a com um beijo molhado e quente, mas não respondi a pergunta que o Fernando acabou interrompendo, porque não tenho essa resposta.


ps Claro que logo, logo vem a continuação. Aguardem.



Sobre este texto

Lia

Autor:

Publicação:28 de outubro de 2011 23:13

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 28/10/2011.

Comentários

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  • mocalarga
    Postado pormocalargaem8 de fevereiro de 2013 16:22
    mocalarga é um autor no História Erótica

    belo conto o amor deve sempre se escrito e descrito sem ressalvas

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