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Do fundo do baú

Na fazenda

Lia sempre viajava para o interior nas férias, depois de meses e meses de trabalho e faculdade, ela se dava esse presente, na casa da família tinha o merecido descanso.
Passava horas e horas, caminhando entre as árvores, olhando a paisagem do sertão...
Era tudo tão diferente da cidade grande, o barulho de carros, os gritos de vendedores...
Lá tudo que se ouvia era o coaxar de sapos, e o canto alegre das cigarras.
Todos a conheciam, ela tinha 25 anos, e crescera ali, depois indo pra capital estudar e trabalhar, mas não esquecia deles, em especial da filha do caseiro Nina, na infância eram inseparáveis, apesar da diferença de cinco anos de idade, foram criadas como irmãs, cresceram juntas; na adolescência, quantas descobertas... A recordação fez Lia sorrir, ela era linda, alta, magra, cabelos longos de um tom castanho, quase preto.
Nina fora muito especial na vida de Lia, agora quase não se encontravam porque ela fora estudar em outro estado, e depois de formada, voltou poucas vezes pra visitar os pais, era uma médica conceituada, sempre ocupada com seus pacientes, e com pouco tempo para amigos e vida social.
Nesse começo de férias, qual não foi a surpresa de Lia ao chegar à fazenda e descobrir que Nina passaria o fim de semana lá.
Uma ansiedade tomou conta de todo seu ser. Nina a amiga inseparável, aquela que nunca saiu do seu pensamento, todos esses anos, estaria ali na sua frente, há poucas horas...
Foi só à tarde que um carro esporte, entrou cantando pneus na estradinha empoeirada da fazenda, os bichos reclamaram, os peões correram e Lia ouviu os gritos da caseira...
Chegando à janela, afastou as cortinas e a viu descer do carro, era a mesma sorridente Nina de antes, os cabelos agora curtos lhe davam um ar mais jovial, ela já estava com 30 anos e ainda mantinha a beleza da pele, o corpo malhado que a camiseta listrada não escondia, e as pernas torneadas que a saia jeans permitia ver.
Lia era bissexual, seu ultimo envolvimento com homens, fora bastante intenso, terminaram por motivo de trabalho, ele viajava muito. Ela sempre gostou deles, eram avoados, românticos, quando queriam sabiam agradar.
Mas amor, amor ela sentia com mulheres, o carinho, a troca, o companheirismo, o beijo, o cheiro, o sexo...
E Nina foi sua primeira namorada, Lia com 16 anos, ela já com 21, nos jardins, no celeiro da fazenda, em todos os cantos elas se amavam, foi com tristeza que a viu partir pra capital, e nos breves encontros que tiveram, sempre rolava um clima, desta vez não seria diferente, era o que ela esperava.
Apesar da vontade de correr pra seus braços, ela tentou ficar calma, suspirou e fechando a cortina, escovou os cabelos, trocou o short, por um vestido leve, e desceu...
Encontrou-a rodeada de pessoas da fazenda, todos queriam abraçá-la, falar um pouco, e até consultas gratuitas pediam, ela atendia a todos sorrindo, sem demonstrar cansaço, a viagem de oito horas era puxada, ela dirigia muito bem, mas Lia sabia que ela estava morta de cansaço. A mãe tentava tira-la sem sucesso do meio do povo que se reuniu, e depois de longos minutos finalmente, eles dispersaram, então ela olhou pra cima, e viu Lia no alto da escada, a vontade de Lia era se jogar dali, nos braços dela, mas se contentou em descer a escada quase correndo, e o abraço foi forte e caloroso, mas na frente da família toda elas eram reservadas, ninguém sabia da opção delas.
Subiram para o quarto, todas juntas, mães, empregados com a bagagem, etc.
Lia não sabia, quando teria chance de ficar a sós com ela, mas foram arrumando a roupa nos armários e falando de tudo um pouco, como estava a vida, o trabalho, as cobranças...
Nina respondia e perguntava, até que a mãe dela perguntou como estava o relacionamento dela com o Gustavo, Lia esperou a resposta tensa, mas
ela respondeu que ele estava bem, e deu uma rápida explicação pra Lia, dizendo que era um medico também da sua equipe.Então todas saíram do quarto, e Nina deitou na cama sob a colcha de retalhos, olhou pra Lia e disse que estava morrendo de saudade, Lia deitou ao seu lado, e passou a mão na sua barriga, por baixo da blusa, a boca encostando no seu pescoço quente, Nina olhou em seus olhos e segurando sua nuca, beijou-lhe a boca, o simples toque fez com que Lia sentisse o quanto necessitava dela, seus braços a envolveram com força, e elas se entregaram aquele beijo, enquanto as mãos se acariciavam mutuamente, as mãos de Lia acostumadas com o trabalho de fisioterapia, tocava nos pontos certos, Nina suspirava e como sempre fazia pediu uma massagem, tirou a camiseta e foi a vez de Lia tremer, os seios dela eram fantásticos, firmes, num tamanho que cabia na mão e sobrava, Lia os adorava, Nina sorriu ao vê-la fitando-os e pediu pra que ela tirasse o seu vestido também, ela sabia que seria difícil se concentrar na massagem, tendo ela ali do seu lado, na mesma cama, e estando tanto tempo distante uma da outra, mas tirou rapidamente ficando apenas de calcinha, pediu pra que ela deitasse de costas e pegando um óleo que estava sob a mesinha derramou nas costas dela, começando a massagem pelos ombros tensos de cansaço e desejo. As mãos subiam e desciam pelas costas, passavam pelos braços e Nina sentia-se totalmente lânguida, o tesão tomava conta de todo seu corpo, sabia que seu sexo estava completamente molhado, ansiava pelo contato da mão e da língua de Lia, que por sua vez morria ao sentir a pele macia e quente de Nina, substituiu a mão pela boca quando chegou ao pescoço, o perfume que vinha do óleo, estava deixando-a tonta de prazer. Deitou por cima dela, beijando e lambendo seu pescoço enquanto suas mãos escorregavam para os seios encontrando o bico rígido, que ela ansiava chupar, Nina queria virar de frente para ela porque ansiava aquele toque também, e sabendo disso, Lia saiu de cima dela e deitou de lado puxando-a consigo, ficaram de frente uma pra outra, as mãos nos seios e as bocas coladas... Durante longos minutos as línguas se tocaram com carinho, com desespero, tudo ao mesmo tempo. Nina desceu a boca para o pescoço dela e acariciou o pescoço e a orelha, a língua fazendo com que Lia se arrepiasse inteira, desejando ser tocada e ao mesmo tempo adiando o toque, pra ter mais, muito mais de sua parceira.
A boca desceu pelo pescoço e tocou o seio com delicadeza, Nina gostava do seio dela, firme e pequeno, chupou-o sentindo que o bico enrijecia na sua língua, sugou-o várias vezes levando Lia ao delírio, ela acariciava as costas de Nina de alto a baixo, as unhas riscando de leve, marcando, excitando, provocando... Nina gemia baixinho, mesmo com a boca ocupada no seio dela, isso deixava Lia completamente louca, sentiu quando as mãos dela tocaram no elástico da calcinha e tentaram puxa-la, um suspiro saiu dos seus lábios e ela esperou, enquanto Nina tentava manter a calma e não rasgar aquele pedacinho de pano que separava seus dedos do paraíso. Desceu a boca por sua barriga firme e segurando a calcinha com os dentes, escorregou por toda coxa dela, jogando-a longe, voltou por todo caminho, lambendo e beijando com paixão, as coxas firmes tremiam ao simples toque da boca de Nina, ela segurou seus cabelos curtos e tentou guia-la para o centro do seu prazer, mas Nina a torturava, passando de uma coxa pra outra sem pressa, voltou pra barriga, seios e pescoço, beijou a boca com volúpia, a mão passeou pelas costas e nádegas firmes, então se afastando um pouco dela, sem largar a boca, a mão tocou seu sexo quente e molhado, os dedos afastaram os grandes lábios e sentiram a maciez e o calor que vinha dali, Lia queria senti-la dentro de si, implorou baixinho pra ser penetrada, Nina acariciava sem pressa e foi assim que a penetrou, sentiu seu corpo arfar de prazer, os movimentos se intensificando, Lia jogou uma perna sobre ela pra facilitar, apertava os seios dela com força, beijava sua boca com vontade, a mão livre de Nina segurava Lia pela nuca, puxava seus cabelos, largava os lábios molhados e ia pro pescoço, tentava não marca-la mas estava ficando difícil, o tesão crescia dentro dela, estava ficando incontrolável, a cada gemido daqueles lábios, sua vontade de penetra-la mais forte vinha, e ela intensificava os movimentos, agora eram dois dedos ávidos que iam e vinham, enquanto Lia se movia desesperadamente em busca do prazer, fazia muito tempo, ela não queria e não podia esperar mais, o orgasmo veio, foi forte, os espasmos percorrendo seu corpo, ondas de prazer que a deixaram fora de si, ficou ali , nos braços de Nina, sentindo-se completa por longos minutos, ela ainda tocava seu sexo bem devagar, com carinho, ela se arrepiava com o toque e foi delicioso sentir que Nina descia beijando sua barriga, e tocando o sexo molhado com a língua, lambeu toda extensão, segurou suas pernas e mantendo-as abertas lambia a parte interna da coxa e beijava seu sexo delicadamente, lógico que não demorou muito pra que Lia, saísse do estado que estava de total languidez pra sentir novamente todo tesão que sempre teve por Nina, segurou seus cabelos e apertou sua cabeça de encontro ao seu sexo, tocou a boca de Nina, e sentiu sua língua passando no seu sexo e nos seus dedos, penetrou um dedo em si mesmo e sentir seu dedo e a língua dela juntos era alucinante até mesmo pra Nina que não agüentando mais, começou a se tocar também, seu sexo roçava na coxa dela o que lhe dava imenso prazer e vê-la se tocar ali na sua frente era demais pra ela, levantando a cabeça viu Lia com a cabeça jogada pra trás, totalmente entregue as suas próprias caricias, a visão deixou Nina, mais alucinada e levantando o corpo, encaixou seu sexo no dela, ficando coladinhas, os movimentos foram ficando mais e mais rápidos, suas mãos se encontraram , suas bocas colaram-se e o orgasmo ficou mais próximo delas, Lia sentia seu cheiro em Nina, os lábios cheios e convidativos estavam levemente inchados, sentiu naquele momento que era dela e seria assim pra sempre. Separou a boca e desceu acariciando o corpo de Nina todo, a boca e a língua fazendo todo caminho até chegar ao sexo, enfiou o rosto nele com vontade, seu sexo totalmente sem pelos, rosinha e molhado, pronto pra ser seu, ser chupado, ser comido com força, com delicadeza, e foi isso que ela fez...
Nina não se entregava assim há meses, e não demorou muito pra gozar na boca de Lia, sua mulher, sua amiga de sempre, seu amor.
Seus gemidos fortes foram abafados pela boca de Lia, que levantando, colou-se nela por inteira, as coxas entrelaçadas, as bocas famintas se tocando, se lambendo, as mãos acariciando-se mutuamente, até a respiração voltar ao normal e o desejo reascender...
O fim de semana na fazenda se transformou em uma semana inteira, Nina conseguiu uma licença no hospital, foram dias quentes, onde elas fizeram amor em todos os cantos da fazenda.
Para Lia e Nina o importante era estarem juntas e felizes.

Sobre este texto

Lia

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2011 21:24

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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Comentários

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  • Denise agora Bi
    Postado porDenise agora Biem26 de agosto de 2011 09:45

    Demorei muito pra me decidir, mas foram contos assim que me animaram a experimentar e adorei. Sou bi e me sinto feliz. Parabéns pelo conto

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