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Do fundo do baú

No hospital

Já era bem tarde, Samanta andava pelos corredores do hospital fazendo a ronda noturna, gostava do seu trabalho, os pacientes da ala de pediatria sempre dormiam a noite inteira, eram uns anjinhos. Essa noite tinha uma diferença, uma das crianças estava sozinha, até o momento nenhum parente presente. Sam resolveu que ficaria até o momento que a coitadinha se sentisse protegida pela mãe. Qual não foi sua surpresa ao entrar no quarto particular da garotinha? Estava sentada numa cadeira, segurando as mãos da menina, uma ex namorada, que ela não via desde os tempos da faculdade.
Helena era morena, alta, seios pequenos, cabelos longos e cacheados, os olhos agora úmidos, eram de um castanho escuro que quando elas se olhavam Samanta sentia-se mergulhar num abismo.
E foi o aconteceu naquele momento, ela parada no meio do quarto de um hospital, olhando pra mulher que foi a pessoa que ocupou sua mente durante anos e anos.
Ela então levantou a cabeça e olhou a enfermeira, num primeiro momento não a reconheceu, desejou uma boa noite e quis saber como estava sua sobrinha querida, mas quando aquela enfermeira começou a falar, Helena foi levada pelo tempo a dez anos atrás, quando ainda era estudante universitária, lembrou das brincadeiras, dos dias deitadas na grama, dos beijos... Então levantou e deu um forte abraço nela, que ficou surpreendida e feliz pela lembrança.
Depois de toda explicação do quadro de saúde da menina, elas foram tomar café numa cantina que ficava atrás do hospital.
Conversaram sobre tudo, a vida, a carreira, os sonhos, planos, riram ao lembrarem-se do passado...
E a noite passou rápida, o plantão de Samanta terminou e ela apressou-se em ir pra casa, tinha coisas pra resolver, no entanto a figura de Helena, não lhe saía da cabeça. A noite não via a hora de revê-la e ao chegar ao hospital soube que a garotinha recebera alta naquela manhã, o desapontamento era visível, mas no final do expediente, ao entrar na sala dos médicos, uma surpresa a aguardava. Helena em pessoa com um vasinho de flores, as preferidas de Samanta. – Então você ainda lembra? Perguntou. -Sim, não me esqueci de nada, e aproximando-se beijou de leve seus lábios, Samanta não se conteve e praticamente esqueceu-se que estava num hospital, abraçou-a bem forte, puxando-a de encontro ao seu corpo, o beijo ficou quente e então ela viu que era hora de levá-la pra outro lugar... Havia uma sala desativada numa ala do hospital, que os médicos usavam pra tirar um cochilo, foi pra lá que Sam levou Helena. Uma maca foi a única coisa que elas encontraram, mas não estavam muito preocupadas com conforto, a fome que sentiam era de amor, e assim não pensaram duas vezes, bocas se tocaram, línguas se entrelaçaram, Helena chupava os lábios de Sam com adoração, enquanto suas mãos deslizavam pelo uniforme branco, que cobria o corpo macio. Ela sentia que o tempo não havia passado, elas estavam ali, unidas como sempre... Dora então retirou o vestido azul delicadamente, Helena usava uma calcinha minúscula preta e estava sem sutiã, os seios pequenos cabiam na sua mão e ela os beijou delicadamente, sentindo o perfume que eles tinham, a mão foi em direção à calcinha que foi puxada pra baixo e então Helena estava nua em frente à mulher da sua vida, os cabelos emoldurando seu rosto meigo, seus olhos escuros olhavam fixamente aquela mulher, que agora desabotoava o uniforme sem tirar os olhos dela, a blusa fina foi parar no chão e a calça comprida também, Sam ficou de calcinha e sutiã, abraçou a mulher nua a sua frente, e a fez sentar na maca, beijou na boca, desceu pro pescoço, a língua percorrendo os seios, a barriga, descendo pras pernas ligeiramente abertas. Ela percebeu como Helena estava molhada, então passou a torturá-la com beijos leves, enquanto ela se contorcia sem parar, implorando pra ser chupada.
Samanta então atendeu seu pedido e abrindo bem suas pernas afundou a boca em sua fenda molhada e chupou com vontade. Helena sentia que a qualquer momento ia entrar em órbita, não queria que ela parasse nunca, sentia que não ia agüentar por muito tempo e gritou pra que ela parasse se não gozaria em sua boca, Sam parecia não ouvir, agora além da língua, também introduzia os dedos, um, dois, três, enfiava ora devagarzinho, ora forte, e bem fundo isso fazia com que ela gemesse alto, uma mão agarrada ao lençol da maca, a outra puxava os cabelos de Sam, que lhe acariciava os seios e a vagina com total voracidade, até que Helena não agüentou e gozou forte, rebolando os quadris de encontro ao rosto de Sam...
Samanta gozou só de ouvir os gemidos e ver a cabeça dela virada pra trás totalmente entregue. Deitou-a na maca e subiu também se colocando de uma forma que suas vaginas se encontraram, e ali enquanto beijava forte na boca, com a mão em seu seio, apertando o bico forte, seu clitóris pressionando o dela, as mãos em suas nádegas firmes, enquanto falava em seu ouvido que ela era muito gostosa, que gostaria de possuí-la inteira... Helena pedia pra ser comida, pra ser preenchida novamente por ela, Sam aumentou a intensidade dos movimentos, enquanto os dedos apertavam o clitóris bem devagar. Assim as duas em poucos momentos gozaram juntas e felizes. Beijos longos e molhados vieram, palavras foram ditas, mãos acariciaram costas, peitos, braços.
Tomaram um banho cheio de delicados toques e beijos, vestiram-se e saíram do local, calmamente.
Um táxi as conduziu a um barzinho, onde sempre iam na época da faculdade,sentaram e conversaram longamente, quem as visse, não imaginaria que eram amantes. Elas eram mulheres adultas e que sabiam que o mais importante na vida não é a cor, a idade, nem a opção sexual. O mais importante é o sentimento que une dois seres, o amor.

Sobre este texto

Lia

Autor:

Publicação:1 de abril de 2012 01:20

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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