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Do fundo do baú

O cliente perigoso

A chuva caiu forte lá fora, Ana esperava no quarto, longos minutos se passaram, e ele entrou, o sorriso era lindo, o corpo atlético, estava nu...
Ela pensou:” como seria bom se todos os meus clientes fossem como ele”.
Ana fazia programas há tempos, sempre um ou dois por semana, não fazia por dinheiro, não precisava disso, mas fazia por tesão, por pura vontade de fazer sexo sem amor, sexo só pra matar o tempo e a vontade.
Por isso nunca fazia programa com o mesmo cliente, muitas vezes marcava o encontro e se arrependia, lembrou numa fração de segundos do último cara com quem dividiu a cama, era um senhor suado, e sem tato, que a comeu numa rapidez que arrancou risos dela durante uma semana.
Mas agora estava ali, na sua frente, um homem que a fazia tremer só de olhar, os cabelos úmidos após o banho, a barba por fazer... Os olhos dele a devoravam, ela estava completamente excitada, ele caminhou até a cama, ela sentou e foi de encontro à boca que ansiava beijar, sentiu os lábios duros e beijou com ardor, suas línguas travaram uma disputa sem fim, as mãos dele em seus ombros apertando, nunca sentira tanto tesão só com um beijo; ele desceu a mão pelos braços e sem deixar de beija-la deitou-a e ela sentiu seu peso, esmagando-a contra a cama. Ela sentia seu membro rijo no meio de suas coxas e ansiava pelo momento da penetração, mas ele parecia não ter pressa, sua mão passeou pela coxa, enquanto a boca percorria cada milímetro do pescoço fino, deixando um rastro de fogo por onde passava.
Ela sentiu um dedo firme passeando pelo seu sexo, e apesar de toda excitação, não conseguiu conter um gemido quando ele a penetrou rapidamente, nunca tivera um cliente como ele, ela sempre ficava no comando da situação e desta vez sentiu que ele não deixaria espaço pra ela.
Orgasmos não eram raros, ela os tinha com facilidade, saber que estava com um homem que pagava pra ter sua companhia a excitava profundamente. Mas ela sempre os tratava com um leve desdém, e desta vez, Erick a tratava como uma prostituta de verdade.
Os dedos ágeis não deixavam seu sexo em paz, ela já implorava para que ele parasse e ele nem havia começado, então de súbito ele retirou o dedo e a boca que roçava seu pescoço desceu para os seios, eram redondos. Os bicos eriçados pelo desejo, foram sugados com força, a língua passeava de um para o outro com ardor, ele prendeu-lhe os braços no alto com uma mão só, a outra acariciava suas costas e coxas, ela não conseguia se mexer, estava sendo torturada por uma boca selvagem e ávida de desejo.
A mão que acariciava suas costas separou as coxas com rapidez, e ele entrou no meio de suas pernas, finalmente libertando seus braços ele deu a chance dela poder tocar suas costas largas, sentir sua pele sob sua mão, ele era másculo, atlético, tinha um porte divino, o cheiro era de tabaco com um perfume que ela não sabia qual era, mas a embriagava, ele desceu a boca por sua barriga, deixando-a louca, afastou as coxas e tocou seu sexo com a língua, fazendo com que ela desse gritos de prazer, a língua percorria de alto a baixo seu sexo encharcado de prazer, ele chupava seu clitóris ao mesmo tempo que a língua descia em suas coxas, mordendo, lambendo, acariciando, ela sentia tudo ao mesmo tempo, não sabia como ele era capaz...
Agarrou seus cabelos úmidos do banho, e afundou mais seu sexo nele, que abocanhou com força, chupando firme sem largar sua cintura, fazendo com que ela se movesse cada vez mais rápida, cada vez mais forte em busca do prazer.
Mas pra seu desespero ele não deixaria que ela gozasse assim tão facilmente, esfregou sua boca na barriga dela, e subiu até os seios, chupou-os de novo, e alcançou a boca quente e úmida de Ana, os lábios entreabertos receberam a língua provocante, as duas travaram um duelo quente e gostoso, ela sentiu o pênis dele na entrada de sua vagina, arqueou os quadris e esperou ser possuída com força, mas ele a surpreendeu novamente, passou a esfregar a cabeça do seu pênis quente e firme na entrada apertadinha dela. Com certo cuidado, levantou, e colocando a camisinha, a puxou pela mão.Colocando-a de quatro, teve a visão perfeita da vagina, não resistiu e a boca novamente tomou conta dela, a língua penetrando nela com vigor, as mãos agarraram seus seios e ela gemeu alto. Vários minutos se passaram e ele então levantou e segurando firme suas nádegas macias, marcando com seus dedos de aço, a penetrou de uma vez só, os gemidos eram altos, ela não conseguia segurar, ele escorregava na vagina molhada, era bom e ruim, era doce e agressivo ao mesmo tempo, palavras foram ouvidas, seu pênis era de um tamanho médio, ele puxava devagar até quase sair, ela gritava de desespero, queria ele todo dentro dela, ele fazia movimentos para provocá-la e então penetrava tudo até o fim, as vezes com rapidez, as vezes ia bem devagar, ela rebolava os quadris sem parar, dizia palavras desconexas, implorava pra gozar, e ele se mantinha firme, as mãos dançando pelas nádegas, costas e coxas, enquanto seu quadril ia pra frente e pra trás, num ritmo gostoso, que foi ficando mais rápido, mais rápido, Ana não agüentava mais pedir, não podia mais esperar, o gozo veio intenso, fazendo com que ela agarrasse na cabeceira da cama com força tamanha que seus dedos doeram, ele não parou e puxando-a pelos cabelos, deu um tapa forte em sua nádega, o que fez com que ela gozasse de novo... Ele retirou o pênis de dentro dela, os nervos pulsando, puxou-a e fez com que ela o abocanhasse, os movimentos que ele fazia segurando o rosto de Ana e empurrando até sua garganta, deixavam-na mais louca de prazer, o suor escorria por seu rosto e corpo, ela sentia sua vagina em brasa, mas queria muito mais, segurou o pênis com as duas mãos, retirou a camisinha com os dentes, e então deu vazão ao seu sentimento, a boca acariciava a glande enquanto as mãos iam e vinham, com os olhos dele no seu rosto ela não se fazia de rogada, chupava tudo, colocava até onde podia, aquele membro que tanto lhe dera prazer, ele segurou-a pelos ombros, e gemeu forte, ela sentiu que ele gozaria intensificou os movimentos, e esperou, o seu sêmen jorrou forte no fundo de sua garganta, ela engoliu com prazer, nunca tinha feito isso com seus clientes, mas esse era especial demais e ela se perdeu totalmente, ele ainda retirou o pênis de seu boca e jogando-a na cama penetrou-a novamente, parecia um louco, a boca cravada em seu seio, chupando, enquanto as mãos apertavam sua coxa já marcada por ele. Numa sincronia perfeita os dois gozaram de novo juntinhos.
Minutos se passaram os dois quietos, o silencio do quarto era convidativo pra uma soneca, os corpos totalmente relaxados, Erick não falava muito, Ana não perguntava nada para seus clientes, ele perguntou se ela fumava se podia fumar no quarto, ela disse q sim e o acompanhou...
Foram ao banheiro e embaixo de uma ducha deliciosa, trocaram beijos e carinhos, ele a enxugou, ela não queria quebrar a magia dizendo que o tempo já havia terminado, estava estranha, diferente... Ela ficou penteando os cabelos em frente ao espelho e ele veio, abraçou-a por trás e beijou sua nuca, ela sentiu seu pênis encostar nela, já túrgido, ereto, firme...fechou os olhos e quis ser penetrada novamente, o corpo todo pedia sexo, ele a penetrou ali mesmo, olhando seu reflexo no espelho, desta vez, não foi muito carinhoso, queria saciar a vontade, queria punir aquela mulher que se vendia, mas que ao mesmo tempo o enfeitiçava, segurou os seios dela, apertando, esmagando, enquanto entrava e saia de sua vagina, ela encostada nele, só gemia baixinho, os olhos fechados, totalmente entregue, ele mordia sua orelha, passava a língua no pescoço e tentava beijar-lhe a boca, ela se entregava mais e mais, agarrou a sua cabeça, e beijou-lhe com ardor, na hora que sentiu que ele gozava dentro e fundo, ela sentiu seus espasmos e as contrações de sua vagina eram intensas. Foi uma noite diferente, onde a mulher acostumada a dominar foi totalmente dominada por um ser másculo e adorável, mas ela sabia que não estava num conto de fadas, e antes das quatro da manhã ele partiu, deixando o pagamento na mesa da sala e Ana deitada na cama totalmente nua e perdida, ela dormiu e sonhou com anjos e nuvens, era exatamente assim que se sentia.
obs: sexo só com camisinha, sempre.

Sobre este texto

Lia

Autor:

Publicação:31 de julho de 2011 18:04

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • Cel
    Postado porCelem15 de agosto de 2011 20:17

    Maria eu n sou garotinha também. E duvido muito que suas histórias entediarão alguém aqui. Estou esperando.

  • Maria Tereza
    Postado porMaria Terezaem12 de agosto de 2011 17:01

    Oi Cel, é um prazer falar assim com você. Bom,não sou velha mas já dobrei o cabo da boa esperança faz tempo.Me considero bonita e fiz o comentário porque achei a transa ótima para um primeira vez. Comigo acontece mas leva algum tempo pra se conhecer e ir aos pontos certos... bjo
    ps: Quem sabe tomo coragem e escrevo aqui minhas experiencias... Não acho melhor não entediar ninguém

  • Cel
    Postado porCelem2 de agosto de 2011 17:55

    Poxa Maria, eu nem achei tanta coisa assim na transa. Aposto que tem um monte de homens assim por aí sim. Eu conheci um... No fundo me inspirei nele. Lê os outros contos e diz se curtiu. Beijos e obrigada pelo comentário.

  • Maria Tereza
    Postado porMaria Terezaem1 de agosto de 2011 04:15

    Não teria a coragem que ela tem para sair assim com homens que mal conheço, mas reconheço que foi uma senhora transa, pena que só aconteça em filmes e histórias, acho que homens assim nem exitam.

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